Esta alteração visa trazer previsibilidade e segurança aos estabelecimentos de ensino e às respetivas comunidades educativas.
Jul 06 2023
Aprovada na Generalidade o Decreto-Lei Para Habilitações no Ensino, para Contratação de Escola
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6 comentários
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Esta alteração é bem vinda.
O problema é que pelo salário qualquer licenciado fica melhor servido a fazer uma outra coisa qualquer, em especial se essa “coisa” for no privado.
Reconhecer os graus de Professor da união europeia, é uma boa medida, mas não estou a ver um (por exemplo) espanhol a vir para a tugalandia, ganhará muito menos trabalhará muito mais, com a agravante de estar longe da família e alugar casa andando com a dita cuja às costas.
Cada vez mais penso que quem vem para o ensino,
Ou
Não sabe fazer mais nada….
Ou
É completamente maluco para gostar de ser Professor.
Infelizmente eu sou maluco e conheço muitos outros…
Ora, ora, que disparate!
Não, não é.
É bem verdade. E cada vez mais há colegas a saír da profissão. E não são contratados. Só no ano passado dois colegas na minhacescola abandonaram o ensino.
Eram efetivos há 16 e 14 anos. Deixaram de ser professores e foram trabalhar para empresas. Um deles para o estrangeiro. Ganham mais do dobro do que ganhavam no 2o e 3o escalões e trabalham menos.
Quando se tratam mal os funcionários, mais cedo ou mais tarde eles saem. É assim em todo o lado.
Quem vem virá por não saber nada de jeito ou por “outros interesse” que nada têm a ver com querer lecionar.
Reconhecer os graus é mais que justo, mas quando estes profissionais doutorados, outros com mestrado olharem para a ficha de vencimento e comparem com a ficha de um licenciado que por ter mais tempo de serviço recebe mais, certamente vão achar estranho, muito estranho, creio que isto só acontece neste país.
Em Síntese: quem sabe, faz; quem não sabe fazer da aulas; e quem não sabe dar aulas, ensina os outros a da- lãs
Como não sei fazer dou aulas!!
«Esta alteração visa trazer previsibilidade e segurança aos estabelecimentos de ensino e às respetivas comunidades educativas.», surreal, reconhecer diplomas de pessoas que mal falam português para ensinar: Português, Inglês, Francês, Alemão,.., até TIC. Em vez disso, devia-se permitir aos docentes com mestrado em Ensino de (…) ou doutoramento , cursos foram realizados em PORTUGAL! Se têm estas disciplinas aprovadas no seu percurso académico e com certificado de idoneidade como cursos de formação ou experiência, facilmente asseguram estas aulas como profissionais!! Muitos estão colocados em horários incompletos e poderiam ter completos desta forma!! A verdadeira valorização dos mestrados em ensino e/ou doutoramentos, além de salarial, é sobretudo permitir uma abordagem MULTIDISCIPLINAR por parte destes docentes onde ensinam não apenas as disciplinas da especialização mas também outras disciplinas! Certamente diminuíria a taxa de alunos sem aulas! O futuro da Educação passa por ultrapassar certas limitações que só criam obstrução!