Aprovada na Generalidade o Decreto-Lei Para Habilitações no Ensino, para Contratação de Escola

Esta alteração visa trazer previsibilidade e segurança aos estabelecimentos de ensino e às respetivas comunidades educativas.

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6 comentários

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    • sapinhoVerde on 6 de Julho de 2023 at 20:38
    • Responder

    Esta alteração é bem vinda.
    O problema é que pelo salário qualquer licenciado fica melhor servido a fazer uma outra coisa qualquer, em especial se essa “coisa” for no privado.
    Reconhecer os graus de Professor da união europeia, é uma boa medida, mas não estou a ver um (por exemplo) espanhol a vir para a tugalandia, ganhará muito menos trabalhará muito mais, com a agravante de estar longe da família e alugar casa andando com a dita cuja às costas.
    Cada vez mais penso que quem vem para o ensino,
    Ou
    Não sabe fazer mais nada….
    Ou
    É completamente maluco para gostar de ser Professor.
    Infelizmente eu sou maluco e conheço muitos outros…

      • Luluzinha! on 6 de Julho de 2023 at 20:47
      • Responder

      Ora, ora, que disparate!

        • Verdades on 7 de Julho de 2023 at 8:43
        • Responder

        Não, não é.
        É bem verdade. E cada vez mais há colegas a saír da profissão. E não são contratados. Só no ano passado dois colegas na minhacescola abandonaram o ensino.
        Eram efetivos há 16 e 14 anos. Deixaram de ser professores e foram trabalhar para empresas. Um deles para o estrangeiro. Ganham mais do dobro do que ganhavam no 2o e 3o escalões e trabalham menos.
        Quando se tratam mal os funcionários, mais cedo ou mais tarde eles saem. É assim em todo o lado.
        Quem vem virá por não saber nada de jeito ou por “outros interesse” que nada têm a ver com querer lecionar.

    • Investigador on 7 de Julho de 2023 at 3:03
    • Responder

    Reconhecer os graus é mais que justo, mas quando estes profissionais doutorados, outros com mestrado olharem para a ficha de vencimento e comparem com a ficha de um licenciado que por ter mais tempo de serviço recebe mais, certamente vão achar estranho, muito estranho, creio que isto só acontece neste país.

  1. Em Síntese: quem sabe, faz; quem não sabe fazer da aulas; e quem não sabe dar aulas, ensina os outros a da- lãs
    Como não sei fazer dou aulas!!

    • Satélite on 8 de Julho de 2023 at 5:12
    • Responder

    «Esta alteração visa trazer previsibilidade e segurança aos estabelecimentos de ensino e às respetivas comunidades educativas.», surreal, reconhecer diplomas de pessoas que mal falam português para ensinar: Português, Inglês, Francês, Alemão,.., até TIC. Em vez disso, devia-se permitir aos docentes com mestrado em Ensino de (…) ou doutoramento , cursos foram realizados em PORTUGAL! Se têm estas disciplinas aprovadas no seu percurso académico e com certificado de idoneidade como cursos de formação ou experiência, facilmente asseguram estas aulas como profissionais!! Muitos estão colocados em horários incompletos e poderiam ter completos desta forma!! A verdadeira valorização dos mestrados em ensino e/ou doutoramentos, além de salarial, é sobretudo permitir uma abordagem MULTIDISCIPLINAR por parte destes docentes onde ensinam não apenas as disciplinas da especialização mas também outras disciplinas! Certamente diminuíria a taxa de alunos sem aulas! O futuro da Educação passa por ultrapassar certas limitações que só criam obstrução!

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