Em Alguns Casos É um Vínculo Direto para a Aposentação

Mas acho que ainda ninguém deu conta que um dos docentes que vai entrar no Concurso Externo Extraordinário se aposenta, por limite de idade, passados 12 dias de entrar no quadro.

 

 

DE - 33 anos de serviço

Diário Económico (07-08-2014)

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14 comentários

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  1. Efetivamente, após mais de 20 contratos com o MEC, agora que finalmente vamos entrar no quadro de zona, acho que era justo sermos reposicionados de acordo com o tempo de serviço, porque vamos continuar a ser prejudicados a nível salarial. O ME pôde contar connosco muitos anos e beneficiar disso, porque fazendo o mesmo trabalho dos efetivos, recebíamos bastante menos. Agora devia ajustar a situação e fazer justiça. Só lhe ficava bem.

      • FarinhaDoMesmoSaco on 8 de Agosto de 2014 at 12:13
      • Responder

      Concordo!!!

  2. Não concordo….também os há que deram 20 ou mais anos de aulas no privado e que vêm agora “merecido” o seu vinculo ao estado tendo esse tempo no privado contado a 100% (numa escola pertinho de casa) e outros há que mesmo com 20 e tal anos de serviço se tivessem em anos anteriores (antes de 2009) a nivel nacional para vincular já o tinham sido há muitos anos! Pura demagogia e injustiça para quem dá o corpo e a alma ao ensino público pelo país fora!!!!

    1. Eu tenho 25 anos de trabalho e só 15 anos de tempo de serviço…

        • luis on 8 de Agosto de 2014 at 13:39
        • Responder

        já para não falar de casos como o seu…..é que quem no privado esteve vê o tempo contar de 1 de setembro a 31 de agosto todos os anos que lá esteve!!! Enquanto quem andou de escola em escola a tapar buracos, deu pelo sistema vê como a maria os 25 anos de trabalho reduzidos a 15 anos de serviço!!!!

      • Samba on 8 de Agosto de 2014 at 14:45
      • Responder

      Se os contratados que estiveram sempre no ensino público estão literalmente a ser gozados pelos professores vindos do privado.Não há ninguém que organize um movimento para os contratados do ensino público não serem ultrapassados por estes espertalhões?Depois de estes vincularem certamente querem ser reposicionados de acordo com os anos de serviço e vão conseguir.Só que os professores com vínculo ao público tem os ordenados congelados há anos.Se não fizerem nada depois não se queixem.Cada ano no privado devia valer zero.Os contratados lixaram a vida aos professores do quadro e contratados e ninguém reagiu.Os novos vinculados no 2º concurso extraordinário só aproveitam a oportunidade, pois ninguém lhes atalhou o chico-espertismo

        • Samba on 8 de Agosto de 2014 at 14:48
        • Responder

        professores do quadro grupo 910

      • Maria Cachuca on 10 de Agosto de 2014 at 18:08
      • Responder

      Mas agora os professores que obtiveram as suas licenciaturas e afins na mesma universidade que os demais são uma classe à parte? Os diplomas deles não prestam? Não são iguais aos que trabalham no público? E aqueles que lecionaram em escolas privadas ou com contrato de associação não trabalharam para o estado, por acaso, e a preço de saldo? Não classificam provas e exames como os outros? Numa escola “pertinho de casa”??? Há pessoas que não sabem mesmo do que estão a falar… Devem ser muito poucos ou nenhuns aqueles que reuniam condições para concorreram ao CE e que tenham lecionado nessas condições. Até há bem pouco tempo estes docentes concorriam em última prioridade, independentemente dos anos de serviço, das habilitações, etc… iam para o fim da lista. São mal pagos, lecionam 35 horas letivas efetivas por semana, são roubados, explorados e humilhados por essa corja que dirige os colégios e escolas financiadas pelo Estado, que deveria era tomar posse delas e acabar com o enriquecimento dessa gentalha, à custa do nosso bolso. Só quem aí trabalha sabe a exploração e perseguição que é feita aos trabalhadores…Portanto, veja bem a quem aponta o dedo, está a errar o alvo. Isso de quando as coisas correm mal começar a culpar o mais fraco é fácil, não é? E não se esqueçam que enquanto estes docentes continuarem nestas escolas, mais lugares há para vocês. Nunca vi uma classe tão desunida…mais nunca vi alguém achar que uma pessoa que exerce uma função exatamente igual à sua, por ser num local x e não y, não tem direito a ver o tempo de serviço contado. Os médicos até acumulam público com privado e ninguém fala nisso…E nós quando estamos aflitos, lá vamos a correr para os consultórios privados deles e pagamos bem… por acaso perguntam-lhes se o tempo de serviço deles é no público ou no privado?? Haja paciência!!!!

        • Luis on 10 de Agosto de 2014 at 22:20
        • Responder

        Continuo a discordar de si! Lamento, mas acha justo que alguém que andou anos a fio pelo país fora contratado, também ele explorado porque muitas vezes o salário não chega para fazer face às despesas, sem a possibilidade de ter vida própria porque andar com a casa às costas não o permite, seja ultrapassado por outros colegas que em determinada altura encontraram lugar num privado, estabilizaram a sua vida, explorados (alguns sim outros não, é como em tudo na vida!) no entanto a saberem a 31 de Agosto que em 1 de setembro lá teriam o seu lugar reservado!! E olhe que aponto o dedo porque conheço pessoalmente alguns casos assim! E devo dizer-lhe que não falo como professor mas como marido de uma professora! Isto para não falar da educação especial! Antes de completar 5 anos de serviço inscreveu-se no mestrado, prontamente lhe disseram que por 30 dias deveria esperar e tirar no ano a seguir! Assim o fez, agora vê-se ultrapassada por aqueles que tiraram o mestrado a seguir à licenciatura pois a esses o tempo de serviço conta 100%, a ela tudo o que está para trás conta 50% e a questão da especialização (ter 5 anos de serviço antes) não conta para nada!….não sei como se deixam atropelar por estas coisas! Tenho dito!

          • Maria Cachuca on 10 de Agosto de 2014 at 22:52

          Mas acontece que isso já era… há casos pontuais de “afilhados” . Ninguém imagina ao que estes docentes se sujeitam para porem pão na mesa. Os mais velhos e experientes foram despedidos porque o tacho dos diretores foi reduzido, ficava caro mantê-los. Só contratam mão de obra fresca e barata, de preferência descartável no ano letivo seguinte (oriundos de todos os pontos do país. andam de casa às costas, também) para que possam manter os seus Audi, BM’s,casas luxosas, etc. O mesmo docente tem que dar aulas nos diferentes colégios, de manhã num, à tarde noutro e não há cá favas contadas, há quem seja despedido em janeiro… Mas o Estado contrata o serviço destas sanguessugas, através deles os professores servem o Estado, ministram aulas a alunos que nada pagam para frequentar estas escolas, tal qual como nas públicas, por que raio não havia o tempo de contar? Se são convocados e ficam ao serviço do ME nas fases de Provas e Exames como qualquer um. E quem entra nas ofertas de escola? Todos sabemos como são selecionados estes docentes… o tempo de serviço não devia contar, então. Eu sei do que falo, também, infelizmente. E as injustiças para com a sua esposa, nada tem a ver com estes docentes. Se ela conseguisse um lugar num destes colégios (desejo-lhe mais sorte), não ia anuir?? Se aceitasse acha então que o serviço dela, com toda a sua formação e competência, deveria ser igual a zero, não servir de nada??? Só é válido o seu diploma/trabalho se for numa instituição pública?

  3. Correr por dentro e correr por fora
    Pertencer a um grupo institucional trás vantagens e desvantagens. Seja sindicato, partido politico, organismo do estado ou empresa privada, (mesmo a sublinhar a palavra independente) consoante a posição hierárquica e tarefa a desempenhar assim se define o percurso individual pior ou melhor de quem corre por dentro amparado num coletivo que o protege mas também condiciona.

    Conheço casos em que alguns correm amparados em duas ou mais instituições (escola, sindicato e partido por exemplo) e cuja ascensão hierárquica não corresponde de maneira nenhuma ao seu valor pessoal. Pior essa posição hierárquica condiciona um grupo que é prejudicado pela seu mau desempenho (por exemplo o Salgado e o Oliveira e Costa entre outros). Pior ainda, um País inteiro sofre pela mediocridade de tal gente que ascende ao poder económico e politico.

    Também conheço os que correm ou correram por fora com intuito de passar para dentro (Paulo Portas, Marinho Pinto, Fernando Nobre, os dissidentes do bloco e do PCP, entre outros).

    Há ainda os que correm sempre por fora mesmo dentro de uma instituição porque não se vergam (mantendo os seus ideais) nem procuram as vantagens do coletivo e das suas imposições (o que não significa que não saibam trabalhar em equipa).

    • Maria on 8 de Agosto de 2014 at 12:10
    • Responder

    Não acho justo. Porque não se deixam estar no privado até à reforma? São muito espertos…

  4. O colega Coeh queria dizer “traz” e não trás!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Aprenda português!!!!!!!

  5. Tem razão mas deve ver que é uma gralha e não um erro! o texto foi escrito em grande velocidade e aqui não pode ser corrigido. Vício de professor sempre em cima do erro!

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