Nanoauriculares invisíveis escondidos no canal auditivo, óculos inteligentes capazes de receber respostas geradas por Inteligência Artificial em tempo real e outros dispositivos tecnológicos estão a entrar nas salas de aula sem que existam contramedidas específicas para os detetar.
A poucos dias do arranque dos exames nacionais de acesso ao Ensino Superior e época de provas nas universidades e politécnicos, os próprios responsáveis do ensino admitem conhecer o fenómeno. “Não existe formação específica centrada na deteção destes dispositivos”, diz Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas.




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