Novidades na DGAE

Uma campanha para atrair professores.

 

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33 comentários

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    • Boby on 13 de Agosto de 2024 at 19:51
    • Responder

    Ser professor é estar refém de psicopatas durante o mês de Agosto e estar a 17 dias de começar um novo ano letivo sem saber onde vou trabalhar. Misérias…Ser professor é não ter direito a um mês de descanso e férias!

      • Maria Gomes on 14 de Agosto de 2024 at 8:39
      • Responder

      A maior falta de respeito pelos docentes e suas famílias.

      • Moises on 14 de Agosto de 2024 at 12:47
      • Responder

      Felizmente Boby,depois de 18 anos em contínuo stress, por não saber para onde ia e sentir bué ansiedade na última semana,agora tranquilo, porque sou QA e com horário!

    • Nini on 13 de Agosto de 2024 at 19:55
    • Responder

    Concordo plenamente Boby… 🙄

    • Mainada on 13 de Agosto de 2024 at 20:23
    • Responder

    Pour rire…

    • Então era isso on 13 de Agosto de 2024 at 20:54
    • Responder

    Só para quem não tiver juízo. Algum dia vou querer um filho meu nesta vida??? Rir…para não chorar!

    • Ulme on 13 de Agosto de 2024 at 21:06
    • Responder

    Se quiserem eu não cobro nada e faço uma campanha que dá resultados reais…

    ” Vem dar aulas… Salário liquido de 2000€ no início de carreira, subsídio de deslocamento ou de alojamento garantido. As escolas vão aumentar o rigor na disciplina dos alunos…Vem”.

    • Vicente Môço on 13 de Agosto de 2024 at 21:34
    • Responder

    Parece piada mas não é. Querem atrair novos docentes, ainda os que estão reformados e mais alguns do ensino superior.
    Esquecem-se é que já cá estão muitas centenas com habilitação própria já há alguns anos. Por esses nada se faz. Continuam a entrar por contratação de escola e nem direito têm a candidatar-se ao concurso externo.
    Acho quer está na altura de pensar nestes docentes que estão nas zonas carenciadas e têm cursos pré-Bolonha com cinco anos.
    POR FAVOR NÃO SE ESQUEÇAM DESTES DOCENTES COM HABILITAÇÃO PRÓPRIA.

      • Blue on 13 de Agosto de 2024 at 21:56
      • Responder

      “Por esses nada se faz.” ?????????????? Pelo menos no meu tempo, quem tinha que fazer para evoluir era o próprio, pelo valor do seu esforço e do seu trabalho. SE esses professores querem assim tanto serem professores de carreira, que tirem o Mestrado em ensino, da sua especialidade de ensino, que também só demora 2 anos!!

        • Antonio Silva on 14 de Agosto de 2024 at 1:05
        • Responder

        Estou nessa situação e não tenho problema em fazer o mestrado ao contrário de muitos colegas do quadro não fui chorar para os sindicatos quando houve uma ministra que colocou muitos professores a fazer provas e exames… Mas em vez de se revoltar contra os professores portugueses de habilitação própria deveria ter em atenção a abertura deste governo a equivalência para pessoas com currículos estrangeiros. Mas lá está a pequenez do povo português é mesmo essa espezinhar o colega português com capacidades ao mesmo tempo que lambe as botas ao colega estrangeiro, sempre na esperança de ter casa de férias no estrangeiro.

          • Camões, o poeta zarolho on 14 de Agosto de 2024 at 3:08

          Não confundas uma prova imbecil com habilitações para a docência. Por exemplo, de acordo com essa prova, tu não poderias ser professor pela simples razão de que não sabes escrever.

          • Antonio Silva on 14 de Agosto de 2024 at 10:22

          Percebo que o colega ache interessante estar a fazer uma avaliação do meu português com base num comentário. Nota-se que a carapuça lhe serviu, pois muitos os arautos da exigência da na docência, são na sua maioria professores que passaram com passagens administrativas no tempo do 25 Abril.
          Desse modo, compreende-se o medo de fazer uma prova para aferir os conhecimentos científicos e pedagógicos… Não estavam e nem estão habituados.

        • Prof520 on 14 de Agosto de 2024 at 20:31
        • Responder

        Fácil falar… Pena e não haver vagas para os ditos mestrados… Dezenas de pessoas a concorrerem para 15 vagas… E na entrevista não dão valor a experiência que possuem em ensino.

        Aliás o governo atual abandona os que já leciona e querem se profissionalizar, olhando
        e oferecendo bolsas e vantagens a quem nunca o fez e ainda está a tirar uma licenciatura

        Mas sim realmente são apenas dois anos… O problema é iniciar o primeiro ano

      • Jorge on 15 de Agosto de 2024 at 3:50
      • Responder

      Concordo. Não se esqueçam que muitos professores com habilitação própria já fizeram os anos de estágio há muito tempo. São bons para tapar os buracos dos colegas com profissionalização que se acham os maiores porque fizeram um mestrado em educação. Acontece que os colegas também estudaram os mesmos 5 anos e têm competências que podem enriquecer o ambiente fechado das escolas. Já que falam tanto em conhecimentos transversais no ensino. Para além do mais, nem todos vivemos em Lisboa ou perto das Universidades onde fazem os mestrados em ensino. São mais dois anos que nos custam muito caro.

    • Mic on 13 de Agosto de 2024 at 22:04
    • Responder

    Não li nada sobre a indisciplina…

    • Antonio Couto on 13 de Agosto de 2024 at 23:18
    • Responder

    Incrivel a forma como se engana os candidatos a convencer. Mas será possível que estes não vejam que a começar nem estágios remunerados estão previstos como tinha legislado o governo do PS. Querem convencer os novos professores a ficar dois anos de mestado sem um cêntimo no bolso?! Oraaaa vão-se catar!!!

    • É para rir? on 13 de Agosto de 2024 at 23:54
    • Responder

    “Sensibilizar para a importância e vantagens da profissão”.
    É para rir ou estão a gozar com os candidatos?

    • Babysitter_do_Estado on 14 de Agosto de 2024 at 2:47
    • Responder

    Tendo iniciado a carreira há pouco tempo e só vendo possibilidades de trabalhar na área metropolitana de Lisboa ou no Porto por falta de vagas noutros lados mais baratos, estou a ver que o governo está mesmo a fazer tudo para manter-me a mim e ao resto das dezenas de gatos pingados que concluiram a profissionalização este ano. Aumentar os salários para ver se o “idiota” que estudou 5 anos para ser professor poder arranjar algo melhor do que um quarto todo lixado, partilhado com outros por 500 euros, para ver se os outros 700 chegam para o resto das despesas? Não. Pelo menos não com carro, que é algo essencial quando se tem de saltar de agrupamento em agrupamento ao longo do ano, ou até de escola em escola – digo isto porque já tive duas dentro mesmo agrupamento que estavam a 9 km de distância uma da outra. Há um completo desfazamento entre gerações relativamente à percepção de quanto vale sequer 1000 euros nos tempos de hoje. Outrora parecia uma fortuna, mas também me lembro de poder alugar um quarto antes do Covid-19 na minha zona por um terço do preço (para não falar acerca do resto das coisas cujo custo disparou).

    Vamos mais é ver se os reformados têm algum peso na consciência por “não haver mais ninguém para educar os jovens filhos da nação” e importar mais professores brasileiros e angolanos, que sem ser xenófobo, tem sido uma autêntica piada de mau gosto nas 4 escolas por onde passei, onde até os miúdos do ensino secundário tinham mais conhecimentos a nível de línguas estrangeiras, ciências naturais e até português do que eles. Bem me disseram há uns anos atrás que podia virar astronauta se pagasse o suficiente lá por esses lados – vindo de um brasileiro do Paraná.

    Piadas de mau gosto à parte, estas medidas não são nada de novo. Muito pelo contrário, já há meia dúzia de anos que vários estados dos EUA, implementaram estas mesmas à letra com resultados desastrosos. O que é que há de vir, já que andamos sempre na onda de copiar os TPCs cheios de erros dos outros e esperar que tudo corra bem cá? “Charter schools” e profissionalização em serviço? Afinal de contas, para o governo e para a grande maioria do público-geral somos umas amas-secas ressabiadas, sempre insatisfeitas com as “fantásticas” condições inerentes à profissão: 22 horas de trabalho, 3 meses de férias, blah, blah, blah…

    Noutra publicação eu li que, com o atual número de vagas para os Mestrados profissionalizantes, “assim não íamos lá”. Ora bem, eu ofereço uma visão algo diferente: mesmo sendo na ordem das 15 ou 20 consoante o curso, mesmo assim temos vagas a mais, porque muitos estudantes chegam a meio do mestrado e nem realizam o estágio por finalmente entenderem no que se estão a meter. Outros chegam a terminar o estágio e a entregar e defender a dissertação, começam a trabalhar e no segundo ano saltam fora, e mudam de área: vão para investigação ou emigram. E depois há outros ainda mais “parvos”, tipo eu, que ficam na dúvida, com um pé cá e outro “lá fora”, se alguma vez isto irá melhorar quando 30 porcento do corpo docente se reformar daqui a uns de 10 anos.

    Logo se vê, mas que ninguém se iluda que estas medidas vão resolver alguma coisa. Pelo menos não para quem se está a formar agora.

      • Babysitter_do_Estado on 14 de Agosto de 2024 at 3:04
      • Responder

      p. s. A página perdeu a ligação tantas vezes que o texto acabou por ficar com alguns erros, mas dá para entender o raciocínio.
      Perdoem-me colegas de português!

      • Sophie on 14 de Agosto de 2024 at 12:19
      • Responder

      Claro! A campanha e a estratégia devia ser para os jovens e não para os velhos! Os velhos querem ir embora!

      • Artigo antigo on 14 de Agosto de 2024 at 15:57
      • Responder

      Em primeiro lugar, devo dizer que se esqueceram de colocar na propaganda a imagem do Uncle Sam a apontar para cada um de nós. Erro crasso e imperdoável.
      São políticas desenhadas para, em vez de incentivarem os nossos jovens a aderirem a esta tão nobre (outrora; agora vilipendiada) carreira, os desanimarem e fazerem desistir da realização do seu projeto de vida. Muitos desistem; eu não lhes tiro a razão que têm. Os jovens, animados e cheios de ideias que cativam os alunos, são colocados de lado, enquanto tentam captar pessoas que só verão esta como uma profissão de recurso para quem não encontra emprego em mais lado nenhum. Contrariados, frustrados, obrigados a fazer horas extra sem acordo, que qualidade de ensino restará? Os cansados, que se esforçaram para cumprir o tempo até à reforma não voltarão por um “benefício” de 750 euros que lhes darão mais trabalho do que recompensas.
      Quanto aos professores importados, a minha amiga enfermeira não viu reconhecidas as suas habilitações e teve de emigrar por não poder trabalhar em Portugal. O médico, com 30 anos de serviço, teve de fazer exame de acesso à Ordem (numa língua que, para ele, era desconhecida) para poder desempenhar as suas funções. Não contesto; quando fui emigrante exigiram-me o mesmo. Tem de haver critérios de rigor e exigência, para o ensino não se tornar uma rebaldaria.

    • Sara on 14 de Agosto de 2024 at 5:46
    • Responder

    É verdade o meu marido é professor já à uns 20 anos e desistiu durante 8 anos,de alguns anos para cá tem concorrido e nem sequer é colocado. Como é possível o governo querer que haja docentes se não dão oportunidades aos que estão no desemprego?E depois ainda querem que os reformados continuem a dar aulas…e com acréscimo no vencimento??!a sério?🤔

    • Maria Gomes on 14 de Agosto de 2024 at 8:35
    • Responder

    Entrei nos quadros a 1 de setembro de 2023 agora no reposicionamento recupero 1018 ou 1539 dias de serviço?? Agradeço esclarecimento.

      • Ulme on 14 de Agosto de 2024 at 9:25
      • Responder

      Zero.
      Não estava no quadro quando houve congelamento.

        • OMG on 14 de Agosto de 2024 at 11:00
        • Responder

        Como assim?! A recuperação do tempo de serviço é só pra QA e QZP à altura do congelamento?!

    • Fátima on 14 de Agosto de 2024 at 9:38
    • Responder

    E ainda temos que andar com avaliações de desempenho , com relatórios e aulas assistidas para subir na carreira? Isto é ridiculo! Valorizem o corpo docente que ainda conseguem ter, devolvam a dignidade à profissão, tratem os docentes com respeito e aumentem os ordenados, aí sim, haverá interessados na docência.
    Temos que acabar com esta palhaçada, temos que começar a dizer ‘”Não” a muitas diretrizes que recebemos. O excesso de aceitação trouxe nos até aqui!

    • Jose Santos on 14 de Agosto de 2024 at 9:49
    • Responder

    Como toda a publicidade, não se esqueçam de ler as letras miudinhas e já agora a legislação em vigor.
    Ex. Fim da burocracia contratação de técnicos. Esta é só para as escolas assinaladas cuidado.

    • Só não vê quem não quer on 14 de Agosto de 2024 at 10:03
    • Responder

    A típica manobra de distracção de veraneio para nas nossas costas elaborarem estatuto de diretores de modo a empoderarem ainda mais os filintossauros!
    Diretor Executivo, Diretor Financeiro, Diretor Pedagógico? Mais jobs for the boys e maior a escravização e esvaziamento das funções e competências dos professores. Todo o professor tem essas habilidades.
    Há economistas, advogados, Matemáticos, Sociólogos, etc entre os professores. Além dessas licenciaturas base, ainda têm pedagógicas: psicologia do deenvolvimento e da aprendizagem, desenvolvimentocurricular e noções de administração pública.
    Porque querem menorizar os professores? Para justificar os baixos salários, a criação de tachos para os boys e manipular aquilo que é ensinado retirando autonomia ao professor!

    • Professor Aposentado on 14 de Agosto de 2024 at 16:40
    • Responder

    Atrair professores reformados?
    Isto parece saído de um dos saudosos programas de “Os Malucos do Riso”…
    Parece, também, uma ideia saída das trapalhices da série britânica “Mr. Bean”…
    Só pode!
    Depois de 45 anos de serviço docente aposentei-me no final do mês de Julho e NÃO tenciono voltar à escola como professor!
    Regressar a um sistema educativo que ao longo dos últimos 15/20 anos tem vilipendiado os seus professores, cujos primeiros-ministros/ministros /ministérios da educação têm achincalhado a profissão docente, menosprezado os profissionais, desvalorizado a escola e o ensino e levando a escola pública portuguesa até à beira do abismo, onde o que menos interessa é o processo ensino/aprendizagem, mas onde importa prestar vassalagem a um amplo conjunto de interesses dos políticos, dos pais e quejandos…
    Transformaram a escola numa escola assistencialista que tudo dá e que pouco ou nada exige, onde se instalou a indisciplina, a falta de educação constante, onde os valores que deviam vir da família são cada vez mais escassos, onde o facilitismo impera, onde a qualidade, o rigor e a exigência são meras palavras de dicionário…
    Os políticos têm-nos dito que os professores são dos profissionais mais “altamente qualificados” que o país tem, mas a quem ninguém reconhece valor ou mérito… a quem congelaram a carreira a troco de pseudo-estradas, a quem negaram a progressão e a quem se tem pago migalhas quando comparados com o que se paga aos políticos medíocres!
    Ainda agora, na mais recente peripécia do “descongelamento” os professores que, estando no 10º escalão, e se reformaram e se vão continuar a reformar, aqueles a quem agora pedem que regressem à escola, foram relegados à discriminação e ao abastardamento, só porque “já estavam no topo da carreira”, mas que vêm a sua pensão prejudicada só por isso mesmo, por estarem no topo da carreira, pois uma bonificação no cálculo da pensão poderia minimizar de forma justa o tempo congelado…
    Regressar? NÃO! Só um louco ou um masoquista o fará!
    Regressar, NÃO, NUNCA MAIS, definitivamente, NÃO!!!

    • Paulo Gomes on 15 de Agosto de 2024 at 11:00
    • Responder

    Não, muito obrigado. Estou farto de ser mal tratado, humilhado e espezinhado nos meus mais elementares direitos e a última gota foi esta situação do site da IGEFE em que dizem que não transito para a recuperação de tempo de serviço e eu dei sempre aulas… estou mais do que farto e enojado desta profissão e desde há vários anos a esta parte dou sempre o conselho aos meus alunos de “nunca serem professores”.

    • Luís Miguel Cravo on 15 de Agosto de 2024 at 13:22
    • Responder

    Vá, um chupa – chupa a quem identificar:
    1. Os cheganos de serviço.
    2. Aqueles que envergonham a profissão pelo uso “erudito” da língua portuguesa.
    3. Os que se “auto flagelam”, sem um mea culpa assumido.
    Podem escolher o sabor!

    • Orlando Bailey on 16 de Agosto de 2024 at 9:59
    • Responder

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    • Santa on 16 de Agosto de 2024 at 17:26
    • Responder

    Concordo plenamente consigo Bobby. É angustiante, um desgaste, rebentam-nos a cabeça mesmo antes de começar o ano letivo. Miséria

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