Cristina Mota na NOW

Cristina Mota, a representar a Missão Escola Pública esteve, ontem de manhã, na Now.

 

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5 comentários

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    • JA VI ESTE FILME on 18 de Agosto de 2024 at 14:40
    • Responder

    Literacias são para camuflar a falta de seriedade do governo anterior. São outra falácia. O anterior promoveu agivamente o esvaziamento das Humanidades cortando-lhes horas. Dessa forma os alunos não aprenderam democracia, história, raciocínio indutivo, comparação de fontes.
    A Cidadania foi criada para industriar modas e disfarçar esses cortes nas Humanidades. As Literacias, mais uma vez, são um disfarce. O essecial é aumentar as horas das Humanidades, desformatar mentes digitalizadas em excesso e passar a um ensino exigente e que não dê prémios de facilitismo a alunos que faltam, que são indisciplinados e que cultivam a preguiça e desprezo pelo trabalho e pelo saber.
    Nem tudo se resume a Ronaldos e Shakiras, ou bestas influencers!

      • Luís Miguel Cravo on 18 de Agosto de 2024 at 16:42
      • Responder

      Um comentário sério por aqui! Assertivo, pertinente e indicador daquilo que é, por regra, a fórmula para um país de Brutos, como o nosso. As Humanidades são a aposta daquilo que são os países com maior IDH do planeta. Um povo inculto, matematizado ( as próprias disciplinas das ciências humanas estão transformadas nisto – um jogo da cabra cega e, os seus docentes são responsáveis até aos 7 costados!) e formato por écrans é o caminho para a tragédia, decididamente. Nada de pensar, nada de criticar, nada de problematizar, nada de ler, nada de discutir. Só decorar, preencher cruzes, copiar o copiado subcopiado, formatar, formatar, formatar, formatar! Mais uma vez, os professores são culpados e, por isso, deixei de trabalhar com essa gente e humanizo, nos bastidores, futuros engenheiros, médicos, economistas, artistas plásticos, cineastas, gestores, entre outros. A escola é o berço do retrocesso intelectual. Assim, há que ter escolas paralelas. O antigo ministro Tiago Rodrigues também anuncuou a criação de um disciplina com um nome pomposo que incluía um mix de História, Cultura e Política e que, à época, destinar – se-ia, esmagadoramente, aos alunos dos cursos de ciências. Nunca saiu! Nunca existiu. Seria daquelas disciplinas, seguramente, que os cheganos quereriam eliminar (tudo aquilo, aliás, que fomentasse o pensamento e a análise críticas iriam, seguramente, para o lixo!). As tais Literacias vão ser um projecto para um colégio privado, uma escola profissional e CINCO escolas públicas! É certamente, para gozar connosco.

      1. Tá bem tá.
        Até queria ver se fazias melhor.
        Estar de fora a criticar é muito fácil.
        Apresentar propostas concretas já é mais difiil.
        Criticas a escola, criticas os professores, mas as tuas ideias são de um vazio gritante.
        É só mal dizer.
        A bem ou a mal, temos uma escola inclusiva e de acesso universal.
        O ensino público tem alguma qualidade.
        Nos EUA e no Brasil, para teres acesso a uma educação como a do nosso País. tens que ter muito dinheiro, aqui é para todos.
        Existem problemas? Claro que existem e existe muito espaço para melhorar.
        A disciplina de Literacia será uma boa ideia? Só o tempo o dirá.
        Mas não te admito que fales mal do nosso ensino público e muito menos dos profissionais que trabalham todos os dias nas escolas para dar um futuro melhor ás nossas crianças.

          • Tui on 19 de Agosto de 2024 at 3:28

          numa sociedade capitalista e embrutecida não sei se será possível

    • O ensino não é para trapaceiros e experimentadores de pacotilha on 18 de Agosto de 2024 at 14:54
    • Responder

    Mas há alguém que queira governar este país a sério ?
    Todos querem resultados eleitorais, colocar boys, desprivatizar para arranjar emprego para os filhos, vender o país para irem para vôos internacionais. Nisso a partidocracia do país tem sido exímia!
    Regular, governar, pensar no bem do país e dos cidadãos não é com esta gentinha.
    O que fizeram na vida a maior parte deles? O que leram? O que aprenderam? O que vivenciaram? O que conhecersm? O que visitaram? NADA!
    Quando a política portuguesa deixar de ser dominada por advogados e profissionais de coisa nenhuma (partidos) talvez seja diferente. A retórica não é produção, não é obra. É engodo e arte de enganar!
    Com o povo, com o futuro, com o ensino não se brinca!

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