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PS: Petição Pública – Alteração do Modelo de Gestão Escolar
Ago 05 2024
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5 comentários
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Luta perdida. O governo tem cada vez mais um papel tutelar, entregando às autarquias, às CIM, às concelhias partidárias… as mamas e os problemas. Para o governo só vai quem nunca fez mais nada da vida senão rabear dentro de partidos, ou quem vê tal posto como um trampolim para altos cargos empresariais no retângulo ou carreiras internacionais.
Este modelo de gestão só existe porque há quem mame à grande, não só direções mas também tanto ou mais quem à volta delas gravita.
…entretanto criticam, hipocritamente, os “maduros” deste mundo!!!!
Parabéns, Arlindo, por publicar este artigo e a petição para mudar o modelo de gestão.
Já vi que não tem medo de ir a eleições.
Tem tratado bem as pessoas e elas gostam de si.
Que bom para a sua comunidade educativa e para si.
O pior que há é um lider que não é amado!
Mas os dirigentes escolares parecem não ver isso, tristemente.
Gostar de trabalhar numa escola e participar nas suas grandes decisões é o que há de melhor para quem gosta de educação e de comunidades educativas.
Acordarmos, levantarmos nos e gostar de ir para a escola.
Sentido de pertença .Voilá o que é básico para a saúde mental dos trabalhadores educativos.
Nunca tinha lido um artigo tão bem feito sobre o atual e funesto modelo de gestão. E publicado num grande jornal.
Parabéns Guinote! Na mouche.
Até o ministro te Lê💪
Como bem escapeliza, Guinote, a gestão liberal das escolas é uma farsa. É iliberal. Um contrasenso com estes partidos no governo 😉
As pessoas das direções são encontradas entre aquelas que não se importam de servir o senhor diretor
ou a senhora diretora. Como no feudalismo.
E os servos continuam. Nos departamentos, nas estruturas intermédias, etc etc.
Todos apenas com a cabeça entre as orelhas. Decapitados, mesmo.
Para quando eleições para os corpos gerentes nas escolas?
Têm medo?
O Guinote é a pessoa que mais entende de educação neste país.
Está no terreno, é professor, é investigador e não se compromete com partidites.
É sério porque investiga, fundamenta, sabe de pedagogia, de ciência e do histórico todo.