Outubro 2018 archive

Sindicatos recebidos hoje pelo PR…

 

Uma delegação dos Sindicatos de Professores que convergem na ação e na luta em defesa da recuperação de todo o tempo de serviço que esteve congelado – 9 Anos  4 Meses  2 Dias –  será hoje, dia 8 de outubro, recebida pelo Senhor Presidente da República, pelas 18 horas, em Belém.

 

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Ainda sem apoios…

 

 

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Ferramenta “Qual a minha situação na lista graduada?” – RR5

Ferramenta atualizada com as colocações da RR5.

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E Não Se Esqueçam da ILC – Não Aprenderam Nada nos Últimos Tempos?

Ensinamentos Do Dia De Hoje

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Opinião – Educação e sinais dos tempos

(…)

Continua aqui

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Os dados do envelhecimento docente em Portugal…

Que países têm mais e menos professores no ensino não superior com 50 ou mais anos por 100 com menos 30 anos?  Portugal não é, com certeza… Portugal encontra-se nos lugares cimeiros.

Os dois gráficos seguintes referem-se, por esta ordem, aos professores que lecionam até ao 6.º ano e aos que lecionam do 7.º até 12.º ano.

 

Fonte: Pordata

Não necessitaremos de um rejuvenescimento, muito mais rápido, do que aquele que o Porfírio quer?

Onde ficou a proposta da possibilidade de troca de anos congelados por antecipação da reforma?

Sr. Costa, foi só conversa…

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Para refletir… a Verdade e a Mentira encontraram-se…

 

Reza uma lenda do Séc. XIX que um dia a Verdade e a Mentira encontraram-se. Diz a Mentira à Verdade: “Está um dia tão bonito”. E estava de facto um dia muito bonito. Passam algum tempo juntas até que chegam junto de um poço. ” A água está tão agradável, porque não tomamos um banho as duas?” sugere a Mentira. A Verdade, embora reticente, lá toca na água e a água estava realmente agradável. Despem-se então e banham-se. De repente a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge. A Verdade salta do poço e corre todos os lugares para encontrar a Mentira e recuperar as suas vestes. O Mundo, vendo-se confrontado com a nudez da Verdade, revira os olhos, entre o desprezo e a raiva. A Verdade volta então ao poço onde desaparece para sempre, escondendo a sua vergonha.
Desde então a Mentira tem percorrido o Mundo com as roupas da Verdade, satisfazendo os caprichos das pessoas e das sociedades, e o Mundo, esse, continua a recusar-se a encarar a Verdade nua.

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Quem em 2015 acreditou nele…

 

Houve que fosse enxovalhado por não acreditar… onde param os “enxovalhos”?

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Opinião – As profissões infernais – José Pacheco Pereira

 

As profissões infernais

Para além de outros disparates e fake news, a minha “biografia” na Wikipédia começa com a seguinte frase: “É professor do ensino secundário.” Como se sabe, a Wikipédia é um lugar de muita vingança e má-fé e quem a escreveu usa a expressão “professor do ensino secundário” como um mecanismo de desvalorização, porque sabe muito bem de que grau de ensino fui professor, até porque acrescenta mais abaixo “também leccionou no ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa e em instituições de ensino particular; nomeadamente na Universidade Autónoma de Lisboa”. Ou seja, trata-se de um “professor de ensino secundário” que leccionou na universidade, certamente por grande favor. Como eu não quero saber da minha página da Wikipédia para coisa nenhuma, nunca corrigi nada. Corrijo mais facilmente quando me tratam por professor doutor, que não sou, para não correr o risco de ser incluído na escola Sócrates-Relvas de abuso de classificações académicas.

Se a intenção é usar a expressão “professor do ensino secundário” como classificação pejorativa, estão bem enganados. Fui de facto professor do ensino secundário com muita honra e fiz a diáspora habitual dos professores, dei aulas em Vila Nova de Gaia, Coimbra, Espinho, Boticas e no Porto e aprendi muito mais nesse deambular do que na universidade. Por uma razão muito simples: é que já era então muito mais difícil ser professor do ensino secundário do que universitário. E a realidade é que, quer num quer noutro grau de ensino, as coisas pioraram muito desde esses anos.

Por isso escrevo hoje sobre os professores do ensino secundário, e por extensão sobre todos os professores. Não é pela sua luta sindical, nem por causa das manifestações, nem por nada dessas coisas, embora também seja. É pelo vilipêndio demasiado comum da condição de professor, de ser professor, como se fosse um lugar de comodismo, salários altos, trabalho confortável e nada desgastante. Não estou a falar das escolas e colégios privados que podem escolher quais são os seus estudantes, à força de dinheiro e da facilidade de afastarem quem não querem, estou a falar da escola pública, um pouco por todo o país, mas com maior relevo nos locais mais pobres, onde as famílias estão desestruturadas, onde a violência é endémica, onde há gangues e bullying como regra, onde tudo é precoce e nada é maduro.

É que o problema não é o dos adolescentes de hoje, é também o dos pais dos adolescentes de hoje, parte deles também professores, normalmente os mais hostis aos seus colegas. O problema é uma sociedade que deixou todos os problemas, de raça, de exclusão, de pobreza, de marginalidade, de droga para a escola e na escola para os professores. As famílias demitem-se e acham que é a escola que lhes deve socializar os filhos com um mínimo de “educação” e, como isso, não acontece atiram-se contra os professores. Não é preciso ir mais longe do que a absurda prática de deixar levar telemóveis para as aulas, sabendo-se como se sabe que não há qualquer utilidade no seu uso, e que servem apenas para uma nova forma de se estar “agarrado”. A completa falta de qualquer autoridade nas escolas torna-as um falanstério de ruídos, perda de atenção, violação da privacidade e crime, em que o comodismo dos pais, e a sua idêntica falta de autoridade, isola a função de ensinar de qualquer utilidade social. A escola perdeu a sua função e, no meio de tudo, estão professores sitiados no meio de um inferno cheio de hormonas sem regras. Não admira que seja das profissões que mais frequentam psiquiatras e psicólogos e que ardem mais depressa do que o pavio de uma vela curta. Venham pois hipocritamente atacar os professores, esses preguiçosos privilegiados.

Uma questão interessante de discutir em democracia é a de saber que critérios devem existir para pagar salários mais elevados e se um dos fundamentais não é a dificuldade no exercício da profissão. Se um homem do lixo, que faz um trabalho que ninguém quer, se um mineiro, que tem um trabalho duríssimo, não deveriam ganhar muito mais do que um burocrata ou mesmo um trabalhador qualificado ou um gerente bancário ou um técnico de informática? E carregar sacos e caixas de cerveja, ou passar o dia a abrir valas debaixo de um sol impiedoso nas ruas da cidade? A resposta habitual é que as qualificações significam “valor” e produtividade, e é verdade. Mas devem esses serem os critérios principais na atribuição de um “valor” no salário? O “valor” económico deve sobrepor-se à “justiça” social? Não é uma questão fácil de responder, mas merece ser discutida. E é por isso que eu nunca alinho nessa lenda de que os professores são uns privilegiados e que não merecem o parco salário que ganham. Experimentem ir para Almada ou para Campanhã ou para o Seixal ou para Sacavém ou para Setúbal dar aulas a alunos e alunas de 13, 14, 15, 16, 17, 18 anos…

 

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Comunicado – O GOVERNO APAGOU MAIS DE 80 000 NEE, RETIROU-LHES DIREITOS FUNDAMENTAIS – CNIPE

 

Inquérito : https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeVIDJeQl-LZOH8J0-vHkmmUi_Ew0pv3UuZZU1-4BapfNlGw/viewform

 

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Um Dossier do Professor para ti. Habilita-te. – Editora Nova Educação

 

O Blog DeAr Lindo, em parceria com a Editora Nova Educação, têm o prazer de convidar os seguidores desta página a participar em mais um concurso.

O concurso terá como objetivo oferecer 1 exemplar do “Dossier do Professor” (com número de turmas à escolha pelo vencedor: 2, 4, 6, 8, 9, 10, 11 ou 12 Turmas) da Editora Nova Educação.

Para se habilitarem a esta útil obra terão que escrever, nos comentários deste post da página de Facebook do Blog DeAr Lindo, uma frase ou texto curto alusivo à recente e polémica declaração de Joaquim Jorge: “No futuro ninguém quer ser professor: mal visto, mal pago, maltratado”. O prazo termina às 22h do dia 7 de outubro de 2018. A melhor participação receberá a obra a concurso em sua casa.

Boa sorte e boas ideias!

 

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Dia Mundial dos Professores: Direito à Qualificação dos Professores

Pelo Blog dos Caloiros.

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O STOP na Manifestação

“Brandão e Leitão, DEMISSÃO!

Basta de roubo, mentira, ilegalidade e autoritarismo”

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Cinema Sem Conflitos: “Uma jovem sonha ser astronauta”

 

Título: One Small Step  |  Autores: Andrew Chesworth e Bobby Pontillas

 

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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A Luta vai continuar…

 

Professores anunciam novas greves

No final da manifestação desta sexta-feira, Mário Nogueira revelou que os professores vão levar a cabo várias acções de luta ao longo do primeiro período, que se poderão estender para os períodos seguintes

 

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Pelo Educare – Ensinar por paixão e vocação

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)

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Quase 60.000 nas ruas de Lisboa

Segundo as informações provenientes do púlpito, este é o número de professores a manifestarem-se, hoje, em Lisboa.

 

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Apenas 5% dos professores chegam ao topo da carreira

 

Apenas 5% dos professores chegaram por agora ao topo da carreira

Mais de metade dos cerca de 99.000 professores dos quadros continuavam ainda, em 2017, no 2.º, 3.º e 4.º escalões de uma carreira que tem 10.

 

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Marcelo e os professores…

 

 

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Deixem de dar horas à borla… que ainda vos gozam.

 

Maioria dos professores oferece cinco horas de trabalho semanais mas o tempo não chega

Estudo do Observatório dos Recursos Educativos revela que 63% dos docentes dizem trabalhar pelo menos uma hora diária a mais, não paga, fora do horário. E 97% garantem que o tempo continua a não chegar.

 

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Petição – Pela apreciação parlamentar e substituição por outra Lei do Decreto-lei do Governo que só considera para carreira 2 anos, 9 meses e 18 dias do tempo de serviço docente

Pela apreciação parlamentar e substituição por outra Lei do Decreto-lei do Governo que só considera para carreira 2 anos, 9 meses e 18 dias do tempo de serviço docente

Para: Deputados/as à Assembleia da República

Pela apreciação parlamentar e substituição por outra Lei do Decreto-lei do Governo que só considera para carreira 2 anos, 9 meses e 18 dias do tempo de serviço docente (Esta petição pode ser assinada aqui ou, em alternativa, na plataforma eletrónica da Assembleia da República onde também consta em https://participacao.parlamento.pt/initiatives/)

Pede-se aos subscritores que evitem a duplicação de assinaturas e validem os seus dados com cuidado e rigor.

O Governo aprovou no dia 4 de outubro de 2018 um decreto-lei que define que os professores apenas vão recuperar dois anos, nove meses e 18 dias do tempo de serviço total (superior a 9 anos) cuja recuperação vem reivindicando.
Acresce que essa recuperação só terá efeitos para os docentes que subam de escalão de carreira em 1 de Janeiro de 2019, causando graves injustiças aos que subiram antes dessa data.
Na organização constitucional portuguesa o poder de realizar atos legislativos cabe, em concorrência de competências, neste âmbito relativo às carreiras, ao Governo e à Assembleia da República.
A Assembleia da República, no uso da competência exclusiva de aprovar o Orçamento de Estado, além de ter feito recomendações claras ao Governo, já legislou sobre esta matéria, produzindo o artigo 19º da lei de orçamento para 2018 em que se determina:

Artigo 19.º
Tempo de serviço nas carreiras, cargos ou categorias integradas em corpos especiais

A expressão remuneratória do tempo de serviço nas carreiras, cargos ou categorias integradas em corpos especiais, em que a progressão e mudança de posição remuneratória dependam do decurso de determinado período de prestação de serviço legalmente estabelecido para o efeito, é considerada em processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis.

Apesar de o Governo ter outro entendimento interpretativo, esta norma prevê que o tempo de serviço (no caso dos docentes os 9 anos, 4 meses e 2 dias) seja contado integralmente e resulte em efeito remuneratório.

O que deveria ser negociado com os sindicatos, na interpretação com melhor correspondência verbal ao texto escrito, era a data de produção do efeito remuneratório e seu eventual escalonamento.

O facto de, no próprio dia em que o decreto foi aprovado, estar em curso uma greve de professores convocada por vários sindicatos diz tudo sobre os resultados do processo negocial.

Se este falhou, cabe também à Assembleia e aos deputados tirarem as conclusões devidas dos resultados das leis que aprovam. Essa é uma condição para os cidadãos sentirem que a atividade política se rege por critérios mínimos de seriedade e verdade.

Como o orçamento aprovado é fruto de um acordo, em que a posição dos partidos minoritários é significativa para que ele exista, a interpretação que esses partidos fazem é decisiva para clarificar o sentido que se queria dar ao texto. Esses partidos declaram repetidas vezes que só aprovaram o orçamento porque entendiam que esta norma se referia aos 9 anos, 4 meses e 2 dias.

Como o Governo entende que não significa isso, e até se movimenta para aprovar um ato legislativo que consagra outra interpretação, concluem-se 3 factos:
1. O governo enganou os partidos que aprovaram o Orçamento;
2. O Orçamento não está a ser cumprido nos termos em que foi aprovado;
3. Se a redação do Orçamento fosse linguisticamente mais clara o problema já estaria resolvido;

Um grupo de cidadãos, que previa que se chegaria a este ponto, lançou há vários meses uma Iniciativa Legislativa que visa obrigar o Parlamento a dar força legal mais precisa à ideia da recuperação integral dos 9 anos, 4 meses e 2 dias e determinar-lhe a data e processo de recuperação. Essa ILC reuniu mais do que as 20 mil assinaturas necessárias mas, por razões essencialmente ligadas ao mau funcionamento da plataforma de recolha de assinaturas do Parlamento, ainda não foi discutida no Parlamento.

Mas, perante a aprovação precipitada pelo Governo de um decreto lei, que vem subverter totalmente o espírito e a letra de uma Lei orçamental vigente, aprovada pela Assembleia da República, o grupo de cidadãos subscritores da presente petição pede aos deputados que, usando as suas competências, como titulares de um órgão de soberania, e perante esta afronta do Governo ao poder do Parlamento, suscitem, nos termos constitucionalmente previstos, a apreciação do Decreto Lei aprovado em 4 de Outubro.

Dessa apreciação parlamentar deve resultar a sua substituição por outro ato legislativo que objetivamente consagre uma data para a recuperação integral dos 9 anos, 4 meses e 2 dias de tempo de serviço cuja contagem e efeitos nos salários está suspensa.

Na verdade, nos trinta dias subsequentes à publicação de um Decreto-Lei que não tenha sido aprovado no exercício da competência legislativa exclusiva do Governo (como é o caso), a requerimento de dez Deputados, pode a Assembleia da República realizar a Apreciação Parlamentar do mesmo.
É este ato que, em coerência com o que votaram no Orçamento de 2018, se pede aos deputados que pratiquem.

 

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Lista Colorida – RR5

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR5.

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689 Contratados colocados na RR5

Ficaram 689 Contratados na Reserva de Recrutamento 5, de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento e tipo de horário.

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Desumanidades

Passem aqui.

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BE e PCP acusam Governo de não cumprir OE de 2018 quanto aos professores, PS nega

BE e PCP acusam Governo de não cumprir OE de 2018 quanto aos professores, PS nega

BE e PCP acusaram hoje o Governo de não cumprir o artigo do Orçamento do Estado relativo à contagem do tempo de serviço dos professores, crítica contestada pelo PS, que lamentou a ausência de “passos” de aproximação dos sindicatos.
Lusa / EDUCARE – 03-10-2018

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PCP acordou agora… ainda vai a tempo de fazer algo…

 

Assim, o PCP decidiu avançar desde já com a entrega de um Requerimento, com carácter de urgência, para a vinda do Ministro da Educação à Assembleia da República para dar explicações sobre o decreto lei hoje aprovado.

 

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Reação de Mario Nogueira à aprovação dos 2,9,18…

 

 

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Cartoon do dia – A cartada… – Paulo Serra

 

 

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Reserva de recrutamento n.º 5

 

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 5ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 8 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 9 de outubro de 2018 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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2 anos, 9 meses e 18 dias aprovados e Conselho de ministros…

 

 

Comunicado do Conselho de Ministros de 4 de outubro de 2018

1. O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que procede à definição do modelo de recuperação do tempo de serviço dos docentes de carreira dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017.
A solução encontrada – recuperação de 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir no escalão para o qual progridam a partir de 1 de janeiro de 2019 – permite conciliar a contagem do tempo para efeitos de progressão entre 2011 e 2017 com a sustentabilidade orçamental.
Esta solução corporiza o disposto no artigo 19.º da Lei do Orçamento do Estado para 2018 que determina que “a expressão remuneratória do tempo de serviço nas carreiras, cargos ou categorias integradas em corpos especiais, em que a progressão e mudança de posição remuneratória dependam do decurso de determinado período de prestação de serviço legalmente estabelecido para o efeito, é considerada em processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis”.

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Progressões às prestações…

Será que os 726 milhões para o Novo Banco também vão ser doados às prestações?

 

Governo quer pagar progressões de 2019 em quatro fases

Proposta enviada aos sindicatos prevê que o pagamento das progressões na carreira de 2019 seja feito em quatro momentos, prolongando-se até 2020. Modelo é semelhante ao que está a ser aplicado este ano.

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É o vale tudo. Até falar em rejuvenescimento da classe docente…

Para alguns, o discurso do “engonha” é uma arte que se tenta adquirir. Quando um membro da Assembleia da República fala e rejuvenescimento docente, espera-se que não pertença ao partido que acabou de negar incluir, nas ultimas negociações, uma clausula que o permitiria.

“Por isso, anunciamos desde já que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista organizará proximamente uma audição sobre o envelhecimento do corpo docente”

“Identificar vias de resposta que, ao mesmo tempo, valorizem as qualificações dos professores que temos – e que são muitas – e permitam o rejuvenescimento da classe”

 

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Cartoon do dia – Professor integrado no regime geral – Paulo Serra

 

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FAQ´s sobre a aplicação da Portaria n.º 119/2018

Como todos sabemos as portarias e outros “decretos” são tão rebuscados que quase sempre é necessário uma explicação da explicação. Para que todos tenham acesso deixo-os aqui a FAQ’s sobre a Portaria n.º 119/2018 para que todos se possam certificar da sua situação em especifico.

(clica na imagem)

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Somos Chulados até ao Tutano pela Banca

Aconselho leitura atenta – não se fiquem pelos títulos…:

Novo Banco quer mais 726 milhões do Fundo de Resolução

 

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“O direito à greve é um direito constitucional” – Tiago Brandão Rodrigues

Já sei o que anda o Tiago a ler antes de dormir…

 

Ministro da Educação diz que a greve dos professores é um direito constitucional

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Pelo Expresso – “Se está tudo bem? Não está. Se este ano vai estar tudo bem? Não sei. No próximo? Se as escolas quiserem”: um problema de inclusão

Com a alteração legislativa, deixa de haver meninos do ensino especial, só meninos da escola – todos os alunos podem ter medidas de apoio para facilitar a aprendizagem. A nova lei, diz a associação Pais em Rede, é necessária mas difícil de aplicar. O Governo acredita que até ao final de novembro, as primeiras avaliações vão estar terminadas e as respetivas medidas de apoio a ser colocadas em prática

Texto Marta Gonçalves Foto António Pedro Ferreira

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Opinião / Santana Castilho – A grande balbúrdia, a que chamam inclusão

A grande balbúrdia, a que chamam inclusão

Se o modelo tivesse sido pensado a partir das realidades teríamos melhorado o que existia. Assim, retrocedemos.

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Opinião / João Pedro Ferreira – Municipalização do ensino? E se visitássemos Trenton Road?

Municipalização do ensino? E se visitássemos Trenton Road?

Em New Jersey (NJ), nos Estados Unidos da América, as escolas são da responsabilidade das autoridades locais. Num processo que teve início há várias décadas, e sob o argumento de aumentar a transparência e clareza com que são gastos os dinheiros públicos, procurou-se aproximar a capacidade de determinar o futuro das escolas e do ensino às comunidades locais de pais, professores e alunos e, portanto, relocalizar a decisão através de um processo que se acreditava ser capaz de dinamizar uma maior participação política e cívica. Com isto ganharia a democracia e a educação. Só que não foi nada disto que aconteceu.

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Porque é que ainda não se recorreu aos tribunais?

 

Há um número crescente de professores a clamar para que os sindicatos recorram a tribunal, nesta luta pela reposição do tempo de serviço docente. Os sindicatos já demonstraram vontade de recorrer não só para as estâncias jurídicas nacionais, mas também internacionais.

Tais atos não se podem fazer a belo prazer, tudo tem “timing” certo. Para recorrer a tribunal, o “timing” ainda não é o certo.

Porquê? Porque, aquela lei que nunca ninguém cumpriu, a Lei do Orçamento de Estado, onde se pode ler aquilo que todos nós, que sabemos ler e interpretar,  interpretamos de forma inequívoca e outros interpretam de forma ambígua, ainda está em vigor e só cessa quando outro LOE entrar em vigor. Por outras palavras, só quando a Lei do Orçamento de Estado de 2019 entrar em vigor, é que se pode afirmar, com todas as letras, que a Lei 114/2017 não foi cumprida.

Só no dia 2 de janeiro de 2019, poderão os sindicatos, recorrer aos tribunais, sejam eles quais forem, e, segundo a vontade de alguns, à OIT. Até lá pode-se fazer o que está ao alcance de todos, PROTESTAR…

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