17 de Outubro de 2018 archive

Cartoon do Dia – Patrulha anti-bullying – Paulo Serra

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Quatro explicações para o atraso nos vouchers dos manuais escolares

Quatro explicações para o atraso nos vouchers dos manuais escolares

A estreia dos vouchers “não foi perfeita”, mas houve “um avanço considerável”, diz o Governo. Os manuais escolares gratuitos devem ser utilizados três vezes antes de serem substituídos.

 

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Diretores querem autonomia para criar turmas de diferentes dimensões

Diretores querem autonomia para criar turmas de diferentes dimensões

A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas saudou a redução do número de alunos por turma, mas defendeu que deveriam ser as escolas a definir o número de estudantes tendo em conta a realidade estudantil.
Lusa / EDUCARE   17-10-2018

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FENPROF afirma que novo regime de inclusão escolar está provocar “caos” nas escolas

FENPROF afirma que novo regime de inclusão escolar está provocar “caos” nas escolas

A FENPROF exigiu ontem o adiamento para o próximo ano letivo do novo regime da educação inclusiva, alegando que as escolas vivem situações de “caos”, devido à falta de recursos e de esclarecimentos sobre a aplicação do novo diploma.
Lusa / EDUCARE
17-10-2018

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Docentes organizaram uma petição contra a criação de um mega agrupamento de escolas em Azambuja

Docentes organizaram uma petição contra a criação de um mega agrupamento de escolas em Azambuja mas presidente da câmara diz que essa possibilidade nunca esteve na agenda.

Edição de 17.10.2018 | Sociedade

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Alexandre Lima é o novo delegado regional de Educação no Algarve

Alexandre Lima é o novo delegado regional de Educação

Alexandre Martins Lima é o novo delegado regional de Educação, depois da exoneração de Francisco Marques desta Direção de Serviços da Região do Algarve da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).

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Recuperação integral do tempo de serviço dos professores na Madeira começa a 1 de Janeiro

Os professores da Madeira conseguiram o que os do continente reclamam há muito. O Governo madeirense aprovou o diploma que recupera os nove anos, quatro meses e dois dias de tempo de serviço congelado. Sindicato aplaude medida, mas queria reposição mais acelerada

(…)

Continua aqui.

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Opinião – A remodelação que não chegou à Educação – Santana Castilho

A remodelação que não chegou à Educação

Que mostra a remodelação, para além de António Costa pensar que com ela atirou para o limbo do secundário Pedrogão Grande, Tancos, Infarmed, ERSE, professores e demais instrumentalizações impúdicas de quem já se julga o novo dono disto tudo?

Os factos asseveram que quanto mais explícito for o apoio de António Costa a qualquer ministro, maior é a possibilidade de rapidamente ser cuspido do Governo. Com efeito, dois dias depois de lhe manifestar apoio público (apesar do estrondoso falhanço da protecção civil, cifrado em mais de 100 mortos), Costa atirou Constança Urbano de Sousa pela borda fora.

Pouco tempo volvido sobre a recomendação categórica para que tirássemos “o cavalinho da chuva”, veio a vaquinha voadora da remodelação e Adalberto Campos Fernandes foi nas águas, solidário com o patusco Azeredo Lopes que, horas antes, tinha sido classificado por António Costa como um “activo importante” do Governo.

A saída do secretário de Estado da energia, Jorge Seguro Sanches, que exigiu à EDP a devolução de 285 milhões de rendas excessivas (contratos CMEC) e criou uma taxa sobre as renováveis, aliviou providencialmente o “irritante” com a China Three Gorges.

Trocando os superiores interesses do Estado pelos inferiores interesses da política partidária, António Costa manteve em funções Tiago Brandão Rodrigues, o pior ministro do Governo. Perdeu, assim, a última oportunidade na legislatura para tranquilizar o sector, dotando-o com um ministro que soubesse organizar e gerir a confusão actual, definindo políticas sérias e adequadas, com os professores e nunca contra os professores. António Costa, que fala abundantemente da qualificação dos portugueses, voltou a ignorar que o serviço público da Educação depende criticamente do respeito que ele, o Governo e o país tenham pelos seus professores.

Tudo visto, a remodelação não foi ditada pela iniciativa política de António Costa. Aconteceu porque o ministro da Defesa se tornou suspeito de ter tido conhecimento de uma operação criminosa, que negociou a entrega das armas roubadas em Tancos com os próprios assaltantes. Mas a controvérsia que a remodelação podia provocar vai ser apagada pela controvérsia que o debate do OE vai suscitar.

Enquanto isto, no passado 5 de Outubro, os professores, que o Presidente da República classificou como dos melhores do mundo, manifestaram-se em Lisboa, depois de uma semana de greve. Que razões aduziram para o protesto? Horários de trabalho ilegais, envelhecimento acelerado da classe e inaceitável apagamento de 6 anos, 6 meses e 14 dias de trabalho prestado, ao arrepio do fixado na Lei do Orçamento do Estado de 2018 e significativamente determinado na véspera do Dia Mundial do Professor. O apagamento do tempo de serviço foi preparado com uma campanha vil de desgaste da imagem pública dos professores. Começou-se com a mentira grosseira dos 600 milhões de custo, que nesta coluna desmenti de modo fundamentado. Seguiram-se as miseráveis notícias das baixas médicas fraudulentas e de salários inexistentes, passou-se pelo fabrico de 50 dias de greve que nunca aconteceram e acabou-se expondo a cobardia política de um ministro que sabota embuçado, com uma nota apócrifa, invocadora de interpretações tendenciosas da lei para pôr em causa o exercício do direito à greve. E isto tem um propósito último, que o cinismo militante de António Costa não revela: acabar com a carreira docente e, num retrocesso aos tempos de Maria de Lurdes Rodrigues, reintegrar os professores no regime geral do funcionalismo público.

Mais que a incapacidade dos governos para resolverem os problemas das pessoas, é a proliferação de conflitos deste tipo que vai permitindo o progresso dos populismos e dos protofascismos dos nossos dias. A substituição da solidez da educação humanista e personalista pela ligeireza das conveniências de momento vai tornando débil ou ausente a consciência colectiva dos cidadãos e a prevalência da ética. É essa debilidade que, no limite, facilita o reaccionarismo mais primário. Que Costa e prosélitos pensem nisso enquanto é tempo.

In Público

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Liquidação total… do tempo de serviço! – SDPA

 

 

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