NO Meu Quintal.A ler também:
Serão raríssimas estas situações? – O Ribatejo
(…)
O voluntariado, nestas condições, não terá futuro. Primeiro porque será cada vez mais difícil que as boas vontades desinteressadas, se sujeitem a um estatuto de potencial arguido em função de atos de gestão, muitas vezes dependentes de terceiros não controláveis; segundo porque, também cada vez mais, haverá candidatos a certos lugares de responsabilidade nestas organizações, que nada terão a ver com puro voluntariado ou com filantropia, mas apenas como janelas de oportunidade para tratar das suas vidinhas.
Por tudo isto, não tenho dúvidas que, num futuro próximo, a gestão destas IPSS terá que ser profissionalizada e da total supervisão do Estado. Com gestores nomeados e com salário adequado às responsabilidades e dimensão de cada instituição, mas responsabilizados e, então sim, sujeitos à obrigatoriedade da boa gestão dos dinheiros públicos e às consequências legais do seu incumprimento.
O caso da Raríssimas é apenas um de entre outros possíveis num vasto universo de milhares de instituições pagas por todos os contribuintes, não só através dos impostos, mas também através de subsídios e peditórios regulares, aparentemente controlados e de boa índole filantrópica. O risco de gente como aquela presidente se colocar à frente de instituições prestigiadas e de interesse público inquestionável, é uma realidade cada vez mais provável.
A existência e manutenção deste tipo de IPSS é uma questão política que um dia terá que ser discutida e reformulada.
PS:
Secretário de Estado confrontado com caso amoroso com presidente da Raríssimas
12.12.2017 21:59 por Alexandra Pedro
TVI mostrou alegada fotografia comprometedora de Manuel Delgado com Paula Brito e Costa no Rio de Janeiro, Brasil.
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Serão raríssimas estas situações? – O Ribatejo
(…)
O voluntariado, nestas condições, não terá futuro. Primeiro porque será cada vez mais difícil que as boas vontades desinteressadas, se sujeitem a um estatuto de potencial arguido em função de atos de gestão, muitas vezes dependentes de terceiros não controláveis; segundo porque, também cada vez mais, haverá candidatos a certos lugares de responsabilidade nestas organizações, que nada terão a ver com puro voluntariado ou com filantropia, mas apenas como janelas de oportunidade para tratar das suas vidinhas.
Por tudo isto, não tenho dúvidas que, num futuro próximo, a gestão destas IPSS terá que ser profissionalizada e da total supervisão do Estado. Com gestores nomeados e com salário adequado às responsabilidades e dimensão de cada instituição, mas responsabilizados e, então sim, sujeitos à obrigatoriedade da boa gestão dos dinheiros públicos e às consequências legais do seu incumprimento.
O caso da Raríssimas é apenas um de entre outros possíveis num vasto universo de milhares de instituições pagas por todos os contribuintes, não só através dos impostos, mas também através de subsídios e peditórios regulares, aparentemente controlados e de boa índole filantrópica. O risco de gente como aquela presidente se colocar à frente de instituições prestigiadas e de interesse público inquestionável, é uma realidade cada vez mais provável.
A existência e manutenção deste tipo de IPSS é uma questão política que um dia terá que ser discutida e reformulada.




2 comentários
E querem então que a Educação passe a ser gerida pelas Autarquias?
Quando nós temos conhecimento de ilustres figurões da nossa praça, alguns com cadastro, que são levados a ombros pelo povinho para a cadeira autárquica, e viva a democrácia, não é verdade?…
Pergunto-me qual é a premissa que muita gente considera mais sensata: a obrigação de tirar a carta de condução primeiro ou a liberdade de conduzir sem carta?
Por outras palavras, o que é mais sensato? a necessidade de dar instrução e civismo primeiro, ou o exercício da cidadania sem quaisquer bases cívicas?
Mas afinal o que é que tem o Regime?
O Regime é o resultado de uma série de cedências absurdas!
De cedências de quem tem instrução para quem pouca ou nenhuma instrução tem!
Mas apesar das contradições em que cai o Regime, há quem o defenda, como as famílias que têm que lidar com o familiar esquizofrénico que recusa ser tratado.
Obviamente que num futuro próximo, previsivelmente, os senhores autarcas de ocasião, alguns sem estudos superiores, verão na gestão escolar uma porta para se imiscuir “futebolisticamente” nos assuntos da Educação.
Sendo Portugal o reino dos “Achistas” auto-encartados, o futuro não será muito risonho para a Educação.
Não achas?