… em que um docente é reprovado na PACC por os critérios de correção da prova 01 terem sido usados para corrigir a prova 02.
Não sei se é caso único ou se existem mais situações idênticas, os documentos que comprovam esta situação chegaram-me também por mail.
Agora imaginem se isto aconteceu a mais gente e que não chegaram a pedir a reapreciação da prova…
Exmo. Sr. Presidente do Júri Nacional da Prova
Eu, Rita A., com o código SIGHRE nº 54XXXXXX46, venho por este meio solicitar a V. Ex.ª que se digne analisar o seguinte:
1- No dia 18 de dezembro de 2013 realizei a Prova de avaliação de conhecimentos e capacidades, com o Código 1000 02;
2- No dia 4 do corrente mês deparo-me com a lista de Aprovados da qual o meu nome não faz parte por incompetência de alguém;
3- Os critérios de classificação aplicados não são os corretos para a prova (na minha prova foram aplicados os critérios de correção da prova com o código 1000 01);
4- O resultado de Não Aprovado apresentado não é válido e exijo a correta classificação da prova;
5- Exijo, ainda, a republicação do resultado correto na lista nacional em virtude de terem denegrido a minha imagem pública enquanto professora competente;
6- Mais, solicito a devolução na íntegra dos montantes pagos, uma vez que se trata de classificar corretamente a prova por razões atribuídas exclusivamente ao Júri Nacional da Prova /Instituto de Avaliação Educativa.
Sem outro assunto,
Rita A




28 comentários
2 pings
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Cada vez mais fantásticos estes senhores…… é uma festa!
Isto é inadmissível! Quem corrigiu as provas, afinal? Porque é que ninguém sabe responder a isto? O Crato? O porteiro do Ministério??? Quem, afinal?
As provas (a parte de escolha múltipla) são corrigidas eletronicamente (não sei se é a expressão adequada…). Ou seja, a folha de respostas, com as tais “bolas” são introduzidas num leitor ótico que faz a sua classificação. Pode dar-se o caso de o candidato ter colocado mal a “bola” na versão da prova… Mas claro que também pode ser erro informático, o que é absolutamente inadmissível! Espero que se apure rapidamente a verdade e que as responsabilidades sejam assumidas, a bem de todos: dos candidatos mas também da imagem do MEC, instituição para a qual trabalhamos e, quer se goste ou não, devemos zelar pela sua boa imagem e ter orgulho nessa boa imagem.
Já alguém enviou isto para a comunicação social?
Colega não desista. Se for preciso vá para tribunal com eles.
Posso publicar e partilhar?!
Quantos mais casos haverá?! É mesmo muito grave!
ahahah é o que dá submeterem-se às fabulosas provas do cratinho
Aconteceu o mesmo comigo. No dia 22 de julho realizei a prova com o Código 1000 06, os critérios de classificação aplicados foram os da prova de Código 1000 05. Também já reclamei. Quantos mais casos?
Este erro é muito grave. Mesmo assim, não justifica o título do post. Um erro ortográfico é sempre, sempre muito grave. E é ainda muito mais grave quando cometido por professores cuja função é ensinar a não dar erros ortográficos. Não há qualquer comparação entre o erro técnico (muito grave) na correção da prova e os erros ortográficos. Cada coisa no seu lugar.
É grave um professor dar erros ninguém discorda.
Um erro ortográfico é grave, num exame perde uns pontos mas pode passar. Um erro processual leva a que reprove automaticamente.
Estes colegas foram injustamente penalizados por algo que lhe poderá afectar o seu futuro profissional e pessoal!!
João Azevedo, não deixa de ter razão quando diz “cada coisa no seu lugar” ao referir-se a erros técnicos e a erros ortográficos dados pelos professores. No entanto, também acho errado a imprensa passar implicitamente a ideia de que a existência da prova é mais do que justificada por haver professores a dar erros ortográficos. Nada mais errado: não é uma prova concebida nestes moldes e realizada por indivíduos a quem já lhes foi conferido os certificados de habilitações por parte das respetivas instituições de ensino superior, que vai fazer o despiste de certas situações, nomeadamente a de erros ortográficos. Daí também a razão do título do post, penso eu. Ou seja, este erro técnico só veio a agravar, ainda mais, tudo o que já havia de errado em torno da existência desta prova.
O Senhor por acaso realizou a prova para poder estar agora a criticar os colegas que deram os ditos erros ortográficos?
O que mais mais me chateia é ver alguém a mandar postas de pescada! Mais um que se acha o senhor perfeição na escrita, enfim, cabecinhas tristes, em vez de apoiarem os próprios colegas ainda vêm com mais críticas, continuem a agir e a pensar assim…
Já agora outra questão: Em todas as provas e exames dos alunos e eventuais provas realizadas a outras classes se descontam os erros ortográficos (ainda que na sua maioria provenientes do (des)acordo ortográfico)? Não me parece!…. “Ai e tal porque como professores temos que dar o exemplo!”… Pois sim, mas na nossa área técnica específica! Senão, qualquer dia, os professores terão que começar a fazer também testes de condição física, serem proibidos de fumar, sujeitarem-se a pesagens, serem proibidos de beber, … tudo com o intuito de dar o exemplo já que é objectivo transversal a todas as disciplinas promover hábitos de saúde!
Não digo que não deva existir a obrigação moral e profissional dos professores escreverem com o mínimo de erros possíveis, agora, numa prova já absolutamente injusta, desnecessária, parva e imoral ainda ser considerado um factor contributivo para o chumbo, é ABUSIVO! Ainda para mais quando há “pseudo-colegas” que concordam e pactuam com isto.
E é este tipo de casos que deveriam ser amplificados pela comunicação social.
Inteiramente de acordo. O que eu denuncio é o abuso na comparação. Não se trata de erros comparáveis.
João Azevedo, sem dúvida, um erro ortográfico é grave. Salienta-se que os erros ortográficos também existem em documentos publicados pelo ministério! Mas a situação vivida por estes colegas é muito grave! “Cada coisa no seu lugar?” Eles podem cometer erros (ortográficos, técnicos, etc..) E quando são os professores, estes são logo julgados na praça pública?
Este assunto já cheira mal!!!
A única solução digna deste enredo teria sido NINGUÉM ter realizado esta maldita PACC, a partir do momento em que decidiram realizá-la, qualquer coisa que agora se diga, respingará sempre para o mesmo lado. Querem ver que foi o Espírito Santo que corrigiu a prova? Nem foram colegas nossos? Houve quem vigiasse, mas não houve quem corrigisse…Tretas!
Já leu o meu post, um pouco mais acima?…
Aconteceu a uma colega minha que tinha a prova 01 e corrigiram usando os critérios da prova 02…
É a ganância dos 3 €… Que tristeza.
Quem tiver nesta situação tem de se unir a outros colegas para mais rapidamente obter o devido esclarecimento.Atenção que os avaliadores que twnham cometido enganos tem sanções., tal como os corretores dos exames nacionais,
Atenção… A prova (parte de escolha múltipla) é corrigida informaticamente (leitor ótico)
Eu também pedi revisão da minha prova. No IAVE diz que os pedidos de reapreciação devem ser redigidos e submetidos, na plataforma SIGRHE da DGAE, nos cinco dias úteis seguintes ao da receção da reprodução da prova. Mas onde? Podem ajudar-me?
Basta abrir a sua página e tem lá o separador da PACC. Abre e diz resultados reapreciação.
Exatamente o meu caso. E agora ainda temos de fazer alegações para fazerem a reapreciação da prova???????
“Quem tiver nesta situação” ??
Depois queixam-se das denúncias públicas…
[…] No dia 18 de dezembro de 2013 realizei a Prova de avaliação de conhecimentos e capacidades, com o Código 1000 […]
I liked your blog very much.
I want to thank you for the contribution.