… que deita por terra o argumento de Nuno Crato quando disse que ninguém que entrasse do CEE ultrapassaria os docentes que já eram do quadro neste ano letivo.
Se os docentes dos quadros colocados em 2013/2014 que mantém a componente letiva na escola de colocação estão impedidos de concorrer novamente na 2ª prioridade então isso não pode configurar uma ultrapassagem?





11 comentários
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Desculpe mas não entendo o seu comentário, seria possível elaborar um pouco mais? Não quereria, porventura dizer, “Se os docentes dos quadros…estão impedidos de concorrer novamente na 1ª então isso não pode configurar uma ultrapassagem?”. Então um docente QA com componente lectiva na escola de colocação não pode concorrer à mobilidade interna na 2ª prioridade? O meu entendimento do viso de abertura é que isso é possível. Obrigado pelo seu esclarecimento.
Não se preocupe em encontrar uma resposta à dúvida que tem. É mais uma vez a história de “A minha é maior que a tua”: Como esta classe tem gente oriunda de muitos tipos de família sempre haverá este tipo de discurso. Mesmo que estivesse tudo bem, se alguém estivesse um pouco melhor, toca a reclamar… lol É de loucos!
Alguém me sabe dizer se temos de entregar na escola de validação (para mim assinalaram no formulário que é a escola da colocação em DACL) alguma declaração de oposição ao concurso da MI ? Não vejo tal documento em parte alguma, mas parece-me que entreguei no ano passado…
Alguma coisa está muito pouco clara aqui. Não vejo na legislação nada que impeça profs colocados na MI em 2ª prioridade em 2013/14 de concorreram agora novamente na 2ª prioridade. (Refiro-me ao novo DL dos concursos e ao aviso de abertura do CEE, que inclui as normas da MI deste ano.) Mais: estou na situação exata que refiro e estou a preencher a minha manifestação de preferências sem qualquer impedimento da aplicação. (Logo verei se consigo ou não submeter…)
O quadro aqui colocado é confuso, uma vez que se aplica a docentes na 1ª prioridade. Logo, de que forma são os docentes da 2ª prioridade abrangidos aqui?
Não vejo nada na legislação que corrobore esta interpretação deste quadro, que, além do mais, é ambíguo. (Como pode alguém estar em situação de concorrer a DAR e DACL? Se se tem condições para concorrer a DACL, não se pode escolher concorrer a DAR…)
Estou na situação indicada como impedida de concorrer (colocada na 2ª prioridade da MI em 2013/14 e a pretender concorrer novamente na 2ª prioridade) e a aplicação permitiu-me inserir as minhas preferências. Não sei o que vai acontecer quando submeter a candidatura, mas vou tentar submetê-la de qualquer forma.
Não me parece que haja qualquer injustiça. O objetivo dos quadros de escola/agrupamento é manter a estabilidade do quadro docente.
O problema é que muitos professores concorreram para quadros de escola/agrupamento longe da sua residência para efetivar a qualquer custo, desvirtuando assim o sistema e o objetivo dos quadros de escola/agrupamento, e agora choram por justiça.
Que justiça? Injusto foi esses professores tirarem o lugar de quadro aos que moravam de facto junto dessas escolas e não puderam lá ficar porque alguém quis ficar efetivo a qualquer custo.
Ainda assim, e muito bem, esses professores são obrigados a ficar na escola de colocação até ao próximo concurso interno caso tenham horário até lá e isto pela mesma razão da existência dos quadros de escola/agrupamento, ou seja, manter a estabilidade do quadro docente.
A escola pública não está ao serviço dos docentes, os docentes é que estão ao serviço da escola pública.h
Boa noite!
Gostaria de saber se, para quem é QE e não tem horário na escola onde foi colocado em DAR, mas tem horário na escola de provimento, se pode concorrer na mesma em DACL na 1ª prioridade ou se tem que regressar à escola de origem.
F Ribeiro
É uma tremenda injustiça que alguns colegas possam concorrer e outros não. Os “Iluminados” devem ter apanhado muito sol na praia, ou será que se divertem a brincar com a vida dos professores? Mas que país é este? Eu já há alguns anos estou a mais de 300km de casa e agora isto? Tudo porque o ano passado fui obrigada a concorrer em mobilidade em 1ª prioridade e este ano a escola, onde estou destacada, ainda a 300km de casa, tem horário para mim. Tenho as minhas 3 filhas matriculadas na minha localidade e agora, mesmo em cima da hora tenho de ir a correr a matricula-las numa outra, só porque nem a hipótese me dão de concorrer? Estou muito desiludida. Onde andam os sindicatos? Ninguém faz nada? Eu estou a ponderar em ir a Lisboa. Porque não vamos todos? Já estou cansada de ser uma vítima do sistema… mandam e desmandam nas nossas vidas.
É injusto para quem tenta aproximação em 2ª prioridade porque mesmo quem conseguiu colocação no ano anterior pode ainda encontrar-se longe da sua residência e querer tentar uma aproximação mais favorável (o meu caso). Mas a situação é ainda MAIS INJUSTA para aqueles que foram obrigados a ir na 1ª prioridade no ano passado, ficaram longe e agora estão impedidos de tentar uma aproximação se a escola de colocação tiver CL. Percebo a sua indignação. É o desrespeito total pela profissão, pela pessoa e pela família! Expus ao meu sindicato a minha situação e outra idêntica à sua, relatada por outra colega. Ainda não se tinham apercebido dos quadros do manual de instruções mas depois ligaram-me, garantindo que os advogados do sindicato já estavam a debruçar-se sobre o assunto e a pedir esclarecimento do MEC. Todos os colegas que se sentem ultrapassados devem expor a situação, no blog, mas também aos sindicatos. Mesmo que não sejam sindicalizados liguem para um da vossa zona para alertar que esta injustiça está a acontecer. É preciso que eles conheçam o que se está a passar porque no meio de tanta trapalhada do MEC nem se apercebem disto se não tiverem relato de casos.
🙁
Infelizmente confirmou-se a tremenda injustiça…não se percebe!? Não vejo também muita gente preocupada com isso…estará a maioria satisfeita com esta situação? E os Sindicatos? Onde andam?