” A chamada norma travão integra no quadro os contratados de forma sucessiva ao longo de 5 anos.” Então aqueles que têm mais de 5 anos completos e sucessivos e que por “azar” quebraram o ciclo porque no ano X as escolas não lhes renovaram o contrato, como ficam?
E o que é que a FNE tem feito, ao longo dos anos, para que este professores sejam vinculados?! Já agora, aproveito para congratulá-lo e agradecer pelo excelente blogue ao serviço de todos os docentes.
Se os sindicatos fossem sérios e competentes, não tinham alterado a proposta inicial do ministério para a vinculação extraordinária de quatro anos para um. Foi simplesmente para abrir caminho aos seus sócios do ensino privado. Quem analisar as listas de colocação com a devida atenção, observará que uma significativa parte dos professores que efectivaram agora não leccionam no ensino oficial há mais de dois, três anos, basta procurar nas listas de graduação os seus nomes em anos anteriores a 2011, esses nomes não estão lá, nem sequer estão na segunda prioridade. Há grupos disciplinares em que essa situação é verdadeiramente escandalosa. Como é que é possível que professores com um a dois anos de serviço no ensino particular tenham vinculado e professores com mais de vinte anos de serviço todos cumpridos no oficial continuem contratados? Ninguém dos sindicatos se questiona sobre isto? Que interesses há por trás? Mas afinal Bruxellas exigiu a resolução o problema dos contratados de longa duração no ensino oficial ou no ensino privado?
Boa MTF! Tenho dito!
Os sindicatos nunca nos defenderam. Fingem que o fazem.
Apenas aparecem quando lhes convém para fazerem número e terem protagonismo.
9 comentários
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De facto é melhor nada fazer… tipo FNE?
Força César!
A minha esperança renasce com pessoas como tu!
Nuno Crato destrói a educação como um rato.Grande iniciativa e sentido de justiça pela ANPC.
” A chamada norma travão integra no quadro os contratados de forma sucessiva ao longo de 5 anos.” Então aqueles que têm mais de 5 anos completos e sucessivos e que por “azar” quebraram o ciclo porque no ano X as escolas não lhes renovaram o contrato, como ficam?
Ficam com eu… entrei na RR2 em completo anual… por 12 dias quebro o ciclo… JUSTIÇA!
E o que é que a FNE tem feito, ao longo dos anos, para que este professores sejam vinculados?! Já agora, aproveito para congratulá-lo e agradecer pelo excelente blogue ao serviço de todos os docentes.
Se os sindicatos fossem sérios e competentes, não tinham alterado a proposta inicial do ministério para a vinculação extraordinária de quatro anos para um. Foi simplesmente para abrir caminho aos seus sócios do ensino privado. Quem analisar as listas de colocação com a devida atenção, observará que uma significativa parte dos professores que efectivaram agora não leccionam no ensino oficial há mais de dois, três anos, basta procurar nas listas de graduação os seus nomes em anos anteriores a 2011, esses nomes não estão lá, nem sequer estão na segunda prioridade. Há grupos disciplinares em que essa situação é verdadeiramente escandalosa. Como é que é possível que professores com um a dois anos de serviço no ensino particular tenham vinculado e professores com mais de vinte anos de serviço todos cumpridos no oficial continuem contratados? Ninguém dos sindicatos se questiona sobre isto? Que interesses há por trás? Mas afinal Bruxellas exigiu a resolução o problema dos contratados de longa duração no ensino oficial ou no ensino privado?
Boa MTF! Tenho dito!
Os sindicatos nunca nos defenderam. Fingem que o fazem.
Apenas aparecem quando lhes convém para fazerem número e terem protagonismo.
César Israel Paulo,
lutar dá muita fadiga, uma maçada….é mais prático cruzar os braços.Força!