Crónica – César Israel Paulo

Sei que há uma resposta do IAVE a contrariar a crónica de ontem do César Paulo.`
Até pensei que fosse feita uma contradição aos números apresentados na crónica e que terão sido tratados aqui no blogue. Afinal não (nem o IAVE era competente para contrariar os meus números), parece que o direito de resposta se cinge ao erro ortográfico da PACC, o tal do “indireita”.

Parece que a culpa não é do IAVE, mas sim do autor do texto original que foi citado na PACC. 😉

 

DN césar paulo

Diário de Notícias (20-08-2014)

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4 comentários

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    • Mafalda Silveira on 21 de Agosto de 2014 at 21:27
    • Responder

    Este blog é super interessante, fala do sal, o que é muito didático , até ara as aulas

  1. Arlindo quem ficou colocado numa zona pelo concurso externo pode concorrer também a outra zona aquando na mobilidade interna?

    1. Pode concorrer a mais 9 zonas. 😉

    • carlota on 22 de Agosto de 2014 at 1:00
    • Responder

    A prova, desenvolvida pelo Instituto de Avaliação Educativa, I.P. (IAVE) foi exibida à população como um instrumento que «visa assegurar mecanismos de regulação da qualidade do exercício de funções docentes, garantindo a comprovação de requisitos mínimos nos conhecimentos e capacidades transversais à leccionação de qualquer disciplina, área disciplinar ou nível de ensino, bem como o domínio de conhecimentos e capacidades específicos essenciais para a docência em cada grupo de recrutamento»
    Sendo o acto de avaliar inseparável à própria profissão, é evidente que os docentes possuem uma ideia muito precisa do que significa avaliar. Por essa razão, recusam todos embustes que este Ministério pretende executar sob essa capa. A classe nunca poderá aceitar provas que apenas pretendem denegrir os seus profissionais. Se o governo está tão preocupado com a qualidade dos professores dos nossos filhos, deveria investir na supervisão pedagógica em contexto de sala de aula?
    A oratória que acompanha os objectivos é a de maior rigor e exigência, alucinação de Nuno Crato! Julgou antigos Ministros da Educação, sobre o Ensino Básico e Secundário, deu aulas neste nível durante dois anos, no primeiro nem tinha terminado a licenciatura em Economia, ou seja, possuía menos anos de formação que muitos dos professores de que agora desconfia. (licenciaturas via ensino, especializações, mestrados e doutoramentos,etc). Os meus agradecimentos ao César Israel Paulo pelo artigo.
    “Um país que desmonta a educação, as artes ou a cultura, já está a ser governado por aqueles que têm algo a perder com a difusão do saber”. FDH

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