Continuam as Queixas Sobre as Habilitações

Mas o MEC ainda vai na fase do estudo do problema.

Algumas soluções já foram apontadas aqui no blog há mais de um ano.
 

Também há mestres da Universidade do Porto que têm de ir a tribunal para dar aulas

 

 

Depois de alunos e ex-alunos da Escola Superior de Educação (ESE) do Porto, é a vez de ex-estudantes do mestrado em Ensino do Inglês e outra língua estrangeira do ensino básico, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), expressarem revolta por não terem grupo de recrutamento adequado à sua formação, o que os obriga a ter de ir para tribunal para dar aulas. Garantem que já fizeram queixa ao Provedor de Justiça, à Assembleia da Republica (AR) e ao Ministério da Educação e Ciência (MEC). A tutela assegura que está a “estudar” o problema.

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6 comentários

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    • Cláudia on 26 de Agosto de 2014 at 13:51
    • Responder

    Mas este é já um problema antigo! No meu caso, sou licenciada pela FLUP em Português e Alemão, afetivei em 1997 no antigo grupo de Inglês e Alemão (código 22), depois, quando alteraram os grupos de recrutamento, mandaram-me para o grupo 340 (Alemão), não me deixando optar por Português. Só este ano é que concorri na mobilidade ao grupo de Português, pois até hoje fui obrigada a concorrer para Alemão, devido a ser o meu grupo de recrutamento, quando, na verdade, acabo por ficar com horário a Português, a que também possuo habilitação profissional. Nos concursos nacionais, por concorrer para mudar de grupo, tudo me passa à frente; e acabo por lecionar Português e fazer formação em Português, que não é formação especializada, tenho de corrigir exames de Português, etc.!!!
    Bem que eu gostava de resolver este meu problema!!!

    • Carlos Plágio on 26 de Agosto de 2014 at 14:45
    • Responder

    E continuarão “ad eternum”, se não forem revistas em função dos currículos específicos de cada curso que confere a habilitação. Por que motivo não há de um docente profissionalidado do grupo 300 com licenciatura em Estudos Portugueses e cujo curso se distribuiu entre cadeiras de literatura e linguística portuguesas e história de Portugal poder lecionar no grupo 200, sendo ultrapassado (como agora tem sido moda entender-se…) por colegas dos 210 ou 220, por exemplo, que estarão habilitados, certamente, a dar aulas de Português, de Francês ou de Inglês no 2.º ciclo, mas cuja formação em História não é comparável à dos colegas de Estudos Portugueses? Já para não falar das atrocidades que têm sido cometidas na atribuição de turmas de Português do 3.º ciclo e do secundário a professores afetos a grupos como o 330, o 340 e o 350 sem habilitações para lecionar Português (oriundos de licenciaturas/mestrados com variantes como Inglês/Alemão, Inglês/Espanhol, Francês/Alemão…) . De há muito que tem sido entendimento deturpado de algumas escolas a ideia de que, se é Português, qualquer um (porque sabe ler a língua materna) consegue dar… As consequências, enfim…

    • Pois on 26 de Agosto de 2014 at 18:31
    • Responder

    É a prova da quantidade de licenciaturas para o ensino e da confusão que isso gera. Nem o ministério sabe quantas existem e precisa de estudar o caso!!! Há centenas de licenciaturas que conferem habilitações e isso é errado, as universidades abriam-nas a seu belo prazer, com a única finalidade de aumentar o nº de alunos, sem querer saber da qualidade e agora dá nisto. Deveriam haver apenas dezenas de cursos superiores, 4 ou 5 para cada grupo de recrutamento, tudo muito bem identificado. Quem fosse para alguma fora dessa lista, teria de sofrer as consequências.

    Podem criticar mas só estou a dizer a verdade e a colocar o dedo na ferida! Vejam como funciona medicina, por exemplo.

    • Filipe on 26 de Agosto de 2014 at 19:43
    • Responder

    Tenho constatado nos últimos concursos que algumas pessoas me passaram à frente, pois terminaram o curso com média de 17 (todos), enquanto que a grande maioria das médias de final de curso no grupo 550 Informática era de 14 ou 15 valores.
    A minha dúvida é a seguinte: será que quem termina atualmente o curso profissionalizante, com o mestrado, só lhe é contada essa nota e não a media com a licenciatura? E que ter boas notas nas cadeiras pedagógicas e no estagio é uma coisa, na área especifica do grupo não é tão facil.

      • Pois on 27 de Agosto de 2014 at 4:19
      • Responder

      Já passei a nota 20 há algum tempo mas até chegar lá foi ver gente a passar à frente todos os anos. E quando terminei o curso até tinha uma nota bem razoável mas como não estudei na Portucalense! 🙂

    • Daniel on 27 de Agosto de 2014 at 19:27
    • Responder

    Se na coluna habilitação surgir um “M” significa que está a concorrer com mestrado, nesta caso a classificação da licenciatura (científica) não é considerada.

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