Análise Preliminar dos Resultados da PACC

Pode ser lida aqui.

 

No total foram realizadas 10220 provas e foram aprovados 8747 candidatos.

 

 

A componente comum abrangeu um universo de 13551 inscritos. Na primeira aplicação foram realizadas 7699 provas válidas e na segunda aplicação foram realizadas 2521 provas válidas, perfazendo um total de 10220 provas validadas.

Na implementação desta prova estiveram envolvidos estabelecimentos de ensino da rede pública em Portugal continental, nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e em estabelecimentos fora do território nacional, num total de 118 estabelecimentos, no dia 18 de dezembro de 2013, e de 88, no dia 22 de julho de 2014.

 

 

distribuição

 

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25 comentários

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  1. Confirma-se a minha previsão:
    – ” O MEC vai dizer que os resultados foram positivos, que não havia motivos para a contestação, que as instituições preparam bem e que a prova era adequada….”
    Elementar!

    1. Não é o que se vai ler nos títulos garrafais dos jornais.

      1500 professores chumbaram na prova de conhecimentos
      http://expresso.sapo.pt/quase-1500-professores-chumbaram-na-prova-de-conhecimentos=f884763

      1. Lá chegaremos.
        Isso é foguetório!

        • Pois on 4 de Agosto de 2014 at 21:11
        • Responder

        Se é verdade porque deveriam os jornais dizer outra coisa?!? Os colegas que estão a entrar na carreira devem-se habituar à prova, custe o que custar. Esta só peca por chegar atrasada,

        Os professores deve lutar por dignificar a classe, pedir exigência nos critérios de entrada e fechar a obtenção fácil de habilitações para a docência. Quem pensar o contrário não passa de um colega amedrontado por não ter qualidade para ocupar o cargo que tem e ter medo de ser exposto.

        Quanto aos colegas novos, abram os olhos! Mudem de profissão! Esta via está cheia e procurem outro caminho. Os inteligentes perceberão o que digo os verborreicos criticarão como de costume.

          • José on 4 de Agosto de 2014 at 21:45

          O seu comentário cheira a Salazar! Espero nunca o encontrar como colega!

          • JCP on 4 de Agosto de 2014 at 22:40

          Pois…, tenho pena de ti. E do tempo que os teus professores perderam contigo.
          Podes saber interpretar linhas e estações de comboios, mas nunca passarás de um intérprete medíocre.
          Há “colegas” a mais no teu discurso. E, como diria um amigo meu, professor, “colegas” são as outras…

          • MTF on 4 de Agosto de 2014 at 23:19

          Qualquer comum dos mortais com um QI superior a um caracol consegue enxergar que um professor em condições normais realizaria aquela prova sem o mínimo de dificuldades. Aqueles que reprovaram, ou entregaram a prova em branco ou estavam desconcentrados devido ao ambiente criado à volta da prova. Quem não percebe isto não percebe nada do que é ser professor, o melhor que tem a fazer é ir caçar gambozinos!!!

          • carla on 4 de Agosto de 2014 at 23:56

          colegas como o Sr. é que eu não quero dispenso, espero nunca o encontrar, porque pessoas como o sr. não interessam nem ao Menino Jesus

      2. Não sou adepto do Salazar, nunca fui, apenas defendo a qualidade no ensino e o brio profissional. Acreditem que têm muitos colegas a pensar como eu, só que se calam para não serem mal tratados nas salas de professores por letrados na treta, professores de ocasião que sem um lugar cativo não serviriam para nada. Felizmente, tive bons professores, boa avaliação no meu percurso académico, boa avaliação como professor, muitos bons colegas com quem trabalho bem e alguns que me envergonham e de quem fujo. Nas escolas por onde passo, nunca deixaram de me dizer que é uma pena partir… E em muitas, parto porque sou obrigado. Por isso, não tenham pena de mim, tenham pena dos que tentam singrar nesta profissão sem qualidade para tal. E infelizmente, há uma percentagem muito grande nessas condições, como a prova atesta!

        Não escondo isto no meu dia a dia, muitos colegas compartilham comigo estes sentimentos e só não há sindicatos a defender esta ideia porque a esmagadora maioria dos sindicalistas fogem desesperadamente da sala de aula, são péssimos profissionais e vivem com a mente no século passado, a sonhar com cantigas do zeca afonso. São dezenas de sindicatos para nada, apenas para se defenderem a si e a meia dúzia!

        Reflictam no que a sociedade pensa da nossa classe! Todos os estratos sociais maltratam e desrespeitam o professor, porque é tão óbvio que somos pouco qualificados, desunidos e sem qualidade profissional.

          • M on 5 de Agosto de 2014 at 13:57

          O colega acha que esta prova feita a quem nunca vai dar aulas melhorou o sistema de ensino?

          Se a prova fosse para melhorar a qualidade do ensino deveria ser feita a quem dá aulas e não a quem sonha vir um dia a dar.

      3. Já agora, antes que venham os letrados criticar, uma explicação. Eu sei que o prefixo mal em maltratado funciona como particípio passado do verbo maltratar, enquanto que mal em tratar mal é um advérbio de modo. Só que cometi um erro tipográfico causados por lapsos dos dedos que a ausência de releitura não colmatou. As minhas desculpas! 🙂

          • pois, pois... on 5 de Agosto de 2014 at 5:02

          Parecia tudo bem. Até teres a necessidade da justificação “letrada” ao jeito do que criticas. Afinal, não deves deixar assim tantas saudades por onde passas. Pois não?

          • Pois on 6 de Agosto de 2014 at 0:44

          Não percebo essa lógica! Só te posso dizer que me dizem-me que sim e eu acredito! LOL

  2. Cá está!
    O MEC já deu instruções para mudarem a agulha…
    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/mais-de-85-dos-professores-com-prova-de-avaliacao-valida-aprovaram-no-exame—iave

    • Maria do Campo on 4 de Agosto de 2014 at 22:09
    • Responder

    Confesso que gostava de saber mais sobre as 1500 luminárias que reprovaram, nomeadamente: em que condições entraram numa instituição de ensino superior (média de entrada, específicas feitas e nota de exame, cursos profissionais, novas oportunidades ou outra qualquer coisa), que instituição de ensino superior e curso frequentaram.

    Que comece a caça às bruxas!!!!

      • Sílvia on 4 de Agosto de 2014 at 23:15
      • Responder

      O que quer saber ao certo? Posso dizer-lhe que grande parte dos que não ficaram aprovados, ou entregaram a prova em branco ou lhes foi anulada a prova, sendo esta última o meu caso. Se ainda acha que uma prova como esta prova alguma coisa, acorde para a vida…

    1. Deveria estar mais preocupada em saber quantos entregaram a prova em branco como forma de protesto, só depois poderá pensar nisso.

        • carla on 4 de Agosto de 2014 at 23:58
        • Responder

        eu conheço vários, pois onde eu fiz a prova, fizemos isso como forma de protesto

    • carla on 5 de Agosto de 2014 at 0:01
    • Responder

    as pessoas falam, falam , falam…. mas não dizem nada que jeito tenha, quando não se sabe não se fala. 🙂

  3. Ena! Pagar para deixar em branco!

    • Alberto Miranda on 5 de Agosto de 2014 at 12:13
    • Responder

    A verdade é que tenho colegas professores que não sabem escrever uma ata de uma reunião…mas o pior de tudo são aqueles que não “seguram” os alunos dentro da sala de aula…e estou a falar de uma turma “normal”…

      • Sílvia on 5 de Agosto de 2014 at 13:33
      • Responder

      E esses foram sujeitos a esta prova? Continuo no entanto a dizer que esta prova não prova nada…façam uma reformulação nos cursos superiores de ensino.

      1. E ataquem as instituições com mais alunos reprovados. Façam também um ranking de instituições colocando as notas de curso e as notas da prova. Há que atacar quem neste processo se deixou ficar caladinho…

          • Sílvia on 5 de Agosto de 2014 at 14:41

          Qual foi a parte que não entendeu? Esta prova não prova nada, não prova em nada as capacidades de um professor lecionar e assegurar uma turma, muito menos a qualidade do ensino superior. Enfim, não vale a pena tentar explicar a quem não quer ver a realidade e o objetivo desta prova.

    • Daniel on 5 de Agosto de 2014 at 19:57
    • Responder

    A divulgação dos resultados dos respondentes por instituição formadora deve ser uma exigência das universidades públicas.

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