8 dos “Elegíveis” com Menos de 5 Anos Não Constam nos Aprovados

Pelo que:

 

  • Ou conseguiram justificar a falta na PACC de dia 18 de Dezembro de 2013 e podem entrar no CEE;
  • Ou faltaram à PACC e ficam com a vinculação comprometida;
  • Ou não puderam realizar a PACC por motivo alheio à sua vontade em 22 de Julho de 2014 e podem beneficiar do compromisso dado por Nuno Crato no dia da prova de que não seriam prejudicados;
  • Ou, por fim, não tiveram aprovação na PACC.

 

Lista dos docentes que eu considerei como “elegíveis” à vinculação.

 

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12 comentários

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    • Nuno Ribeiro on 5 de Agosto de 2014 at 0:00
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    vinculação? com menos de 5 anos? vinculação a quê? vinculação a serem meros candidatos a… desemprego?

    1. Existem 11 docentes com menos de 5 anos de serviço em 31/08/2013 com grandes possibilidades de vincular, segundo a lista que fiz.

        • Santos on 5 de Agosto de 2014 at 10:29
        • Responder

        São os candidatos das quotas por deficiência que vão ser tramados pela PACC?

  1. Ou fizeram a prova e tiveram menos de 50 pontos.

  2. Fui em dezembro efetuar a prova, mas não a entreguei, assinei uma declaração de protesto contra a mesma. Na altura, nem um mísero comprovativo me deram …pois somos tratados, quer parecer-me, como cães raivosos, tinhosos! Mais triste se torna verificar que os piores são os da classe «in»docente… pois o objetivo foi dividi-los e caímos na esparrela! Tenho alguns contratos precários em algumas escolas, sendo um deles numa de referência da capital. Para além disso, tenho muitas horas de formação em escolas profissionais como docente do grupo 300 e faltam-me 72 dias para atingir os 5 anos de serviço efetivo (pelas leis estúpidas do país). Claro que, entretanto, tive que fazer outras coisas que me acrescentaram competências valiosas, uma delas a observação social e comportamental!!! Atualmente, encontro-me num centro de formação profissional, como formador mas com a exigência da profissionalização no grupo 300, através do qual espero vir a obter os restantes 72 dias em déficit, horas que a maldita fórmula do ministério converte em míseros dias!! É sempre a punir!

    Esta prova é uma abrreação completa, que serve fins políticos da mais reles espécie. É lamentável todo o comportamento dos sindicatos, com a liderança à cabeça da direção da Federação Nacional dos Professores (FNE), que compactuou com esta brincadeira estupidificante, que trata os docentes como miúdos da escolinha! Nem uma prova de jeito o IAVE soube fazer, pois são uns acéfalos… Por que não perguntarem nesta provazeca psicotécnica quais as estratégias usadas para lidar, por exemplo, com um aluno descompensado, que necessita de ir ao centro de saúde levar uma injeção para diminuir a hiperatividade (pois do boletim clínico não sei)? …

    É esta prova de treta que me vai permitir lecionar bem Os Maias, O Memorial do Covento, Os Lusíadas, O Frei Luís de Sousa, ensinar gramática, ensinar tipologias textuais … etc. … ???
    Tenham juízo! Nuno Crato é um cangalheiro e de educação percebe ZERO!!! Não necessitava, como Durão Barroso, de ter um comportamento tão nojento, que não olha a meios para atingir os fins, nem que seja espezinhar, humilhar as pessoas!

    Acrescente-se a divisão na classe docente, uma classe pelas ruas da amargura com uma exposição medíocre perante a sociedade, que cada vez mais tem menos respeito pela profissão!
    Na verdade, isto é uma caça às bruxas, nigérrima…
    Assisto, neste momento, de camarote, a toda esta Divina Comédia … todos se comem uns aos outros e outros esfolam-se vivos!
    Estes concursos estão, cada vez mais, transformados numa espécie de túnel da mancha! …

  3. Subscrevo na íntegra o que ‘C’ diz. E ainda acrescento mais uma nota: apesar de eu ter sido ‘aprovada’, vou, de uma vez por todas, fugir a sete pés desta realidade que é o universo das escolas. Que diferença…a forma como numa universidade, pública, tratam um ‘aluno’ de doutoramento… Que diferença, no trato, no respeito e na admiração. Nas escolas, é o que se vê. Os mais medíocres ficam e muitos foram aqueles que vigiaram e corrigiram esta prova. Há sempre aqueles que se prestam a ser ‘serviçais’ do ‘regime’. Um dia, e não é preciso muito tempo, os pais vão querer ter os seus filhos numa escola e não vão ter professores para ensinar. Porquê? Porque o sistema encarregou-se de os afastar. Eu serei uma delas! Já basta de falta de respeito e de consideração. E só uma nota: eu sou contra o Acordo Ortográfico e recuso-me a utilizar um conjunto de regras que acho um absurdo e um atentado à Língua Portuguesa! Choca-me ver os títulos dos jornais, quando se referem aos erros dados pelos professores nesta prova…

    • Benvinda Branquinho on 5 de Agosto de 2014 at 8:22
    • Responder

    Mas que não sabe um provérbio é um mau professor ? Os professores têm de saber TODOS os provérbios ? Como este tantos outros exemplos nessa prova. Podemos dizer que quem costuma fazer as palavras cruzadas nos jornais estava mais bem preparado, lá isso é verdade.

  4. A prova está feita e cotada. 15% dos professores com menos de 5 anos de serviço reprovaram e 60% deram erros ortográficos.

    O combate tem de ser feito a partir daqui e não vir dizer que a prova é um erro, que os professores deram erros por estarem nervosos etc…

    É preciso saber dos professores que reprovaram, a cotação e a universidade/politécnico onde tiraram o curso;

    Passar para a opinião pública que alguns professores reprovaram devido à formação dada pelas instituições (algo que é verdade). E questionar o MEC para saber o que vai fazer a esses cursos nessas instituições – sugerindo que os feche por incapacidade dos professores universitários. Se possível saber nomes desses professores que estejam ligados a partidos políticos e divulgá-los 🙂
    Também explicar ao contribuinte que este exame foi um gasto desnecessário de dinheiro pois estes jovens não vão dar aulas.

    Explicar que nem todos os professores são bons. Haverá certamente maus professores, quer com menos de 5 anos de serviço, quer com mais, quer do quadro. Há em todas as profissões. É preciso pedir uma avaliação justa e focada no que realmente interessa;

    Ps: Eu não fiz a prova.

  5. Isto ainda vai dar muito que falar… o que não faltam são casos onde não houve condições para realizar a prova e muitos colegas, por esse mesmo motivo, optaram por não entregar. Agora como se vai resolver isso??? não faço ideia, mas a coisa não fica por aqui

    • benvinda branquinho on 5 de Agosto de 2014 at 23:07
    • Responder

    Numa prova de escolha múltipla com uma redação de meia dúzia de linhas tudo deve ter sido erros que os professores deram. Valha-me Deus!
    Eu, apesar de ter mais de 5 anos de serviço, fui lá fazer a prova por opção e porque não tenho medo de prova nenhuma, já fiz muitas. Ao meio da prova tive da sair porque o barrulho era infernal e na sala era um entra e sai para verificar entidades que não queiram saber.

      • benvinda branquinho on 5 de Agosto de 2014 at 23:24
      • Responder

      P.S – barulho .
      digo barulho, vejam bem parece castigo. Li várias vezes e vi, apenas, um r mas agora vejo 2 . E não estou nervosa . Imaginem quantas vezes os professores estão a escrever uma coisa com outra na cabeça? Erros deste tipo acontecem normalmente e não é por desconhecimento podem crer.

      • benvinda branquinho on 5 de Agosto de 2014 at 23:59
      • Responder

      barulho

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