… até que um dia alguém seja colocado na cadeia.
Depois, essa argumentação deixará de fazer sentido.
Ex-ministra da Educação nega ter tomado decisões para beneficiar João Pedroso
Inquirida como arguida em julgamento por suspeita da prática do crime de prevaricação, por alegadamente ter favorecido o jurista João Pedroso numa contratação feita, por ajuste direto, pelo Ministério da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues rejeitou totalmente a acusação.
“Nunca tomei uma decisão para beneficiar João Pedroso”, salientou a ex-ministra da Educação, sublinhando que a sua “motivação” foi sempre a defesa do “interesse público, do sistema educativo e dos alunos”.
Apesar de admitir que conhecia Paulo Pedroso do ISCTE e que se aproximou mais dele após o “processo penoso” de que foi alvo no caso Casa Pia, Maria de Lurdes Rodrigues insistiu que nunca tomou qualquer decisão ministerial para beneficiar o irmão, João Pedroso.
“Nunca vivi de favores, de lealdades ou de trocas”, observou.




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Dos tempos mais negros da educação em Portugal