Concordo

Organização do ano lectivo não deve ser feita anualmente

 

 

Nesse sentido, propõe “pausas intermédias no 1.º e 2.º períodos que introduziriam algum equilíbrio na gestão do próprio calendário”

 

 

FENPROF pronunciou-se junto do MEC sobre a organização do ano escolar 2014/2015 e o calendário escolar

Ver aqui documento que a FENPROF fez hoje chegar ao MEC sobre as matérias em título.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2014/05/concordo-2/

3 comentários

  1. Também concordo em termos gerais. No entanto, considero que o terceiro período teria de acabar mais tarde. Como professora e mãe, custa-me aceitar que as férias”grandes” (de 14 de junho a 15 de setembro ou mais- com a exceção dos anos de exame) sejam superiores ao terceiro período. À semelhança de outros países europeus (França, Suiça… estes porque conheço melhor o sistema) o ideal seria o ano letivo começar mais cedo (porque não na última semana de agosto) e com 2/ 3 pausas pelo meio! Vão já alguns dizer que é impossível, mas se eles conseguem por que é que nós não?… em determinadas regiões (França), os alunos não têm aulas à quarta-feira, descansam e os professores preparam as suas atividades… Gosto de ver o sindicato a referir que o ideal eram três níveis, 5 turmas … alguns até só têm um nível e depois outros 6 (dentro do mesmo grupo)… ( e isto não é culpa do Ministério, do sistema – mas de quem tem o privilégio de escolher horários!) também gostava de ver a reinvidicarem “se uns têm dias livres todos deviam ter!”… e eu este ano até tenho à segunda!!! porque estou a substituir um colega do quadro!Também já me responderam “eu no início de carreira também andei assim, com a casa às costas e com muitos níveis” … Só que nesses tempos andaram no limite 5 anos, eu ando há 18 e andarei mais!! Haja justiça!
    Muitas vezes, as questões pedagógicas são remetidas para segundo plano e nós sabemos porquê… basta ver agora a reformulação dos tempos letivos: se uma turma a português (3º ciclo) vai ter 5 tempos (50 minutos) era mais produtivo ter diariamente português… mas isso implicava ausência de dias livres! Bom, tantas questões … que nem vale a pena, para no final ficar tudo igual… e assim vai o ensino, com cada um a cuidar do seu quintal!

      • Professora on 16 de Maio de 2014 at 18:20
      • Responder

      Atendendo ao clima que temos em Portugal, aos mega agrupamentos que foram constituídos, aos vários níveis de escolaridade em que se realizam exames nacionais e de equivalência à frequência, ao desastre que são as colocações de profs e à necessidade de professores gozarem os dias de férias a que têm direito, como seria possível terminar o 3º período mais tarde (tipo finais de junho?? ou inicios de julho??) e recomeçar em inicios de agosto?? (pois, se as aulas se iniciarem na última semana de agosto, todos os docentes devem apresentar-se ao serviço, ou colocados pelo MEC no inicio da 2ª semana, uma vez que há um trabalho prévio de preparação a fazer). Quer gozar férias em novembro/dezembro ou março e dar aulas em julho e agosto? Eu não! No entanto, parece-me bem que existisse uma pausa de uma semana a meio do 1º período, pois no segundo já existe a do Carnaval.

      Quanto aos dias livres, nº de níveis e necessidade de estabilizar o corpo docente concordo com o que a colega referiu.

  2. Sim. As aulas de 50 minutos possibilitam Português e Matemática diariamente. E isso deveria ser norma.

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