As Vagas do Extraordinário na Comunicação Social

Concurso de professores tem 1954 vagas

 

Diploma que fixa as vagas do concurso extraordinário de professores foi hoje publicado em Diário da República. Há 1954 lugares nos quadros e o grupo com mais lugares (251) é o de Matemática e Ciências da Natureza para o 2.º ciclo.

 

Área de Lisboa e grupo da Matemática com mais vagas em concurso extraordinário

 

Despacho sobre a organização do ano lectivo e portaria que fixa vagas para vinculação extraordinária de docentes publicados nesta segunda-feira. Sindicatos falam em manobra eleitoralista.

Ministério da Educação abre 1954 vagas para professores

 

Segundo cálculos do MEC, desde o início da legislatura e até setembro deste ano deverão estar vinculados ao ministério mais de 2600 professores.

 

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12 comentários

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    • sandra s. on 27 de Maio de 2014 at 11:44
    • Responder

    Menos 46 vagas do que foi anunciado.
    Para quem no ano passado andou a dizer que o nº de vagas ultrapassou as 600, agora poderia dizer que ultrapassou as 1900, mas continua a dizer que são 2000. Enfim, o mec só quer o nosso bem 🙁

    • Zaratrusta on 27 de Maio de 2014 at 11:49
    • Responder

    DL 83

    Gosto especialmente dos artigos que ninguém lê, que se tornam eternos seja qual for o governo e que são feitos para tramar o pessoal.

    Chamo a atenção para o nº 7 do artº 42º.

  1. Os contratados terão que pensar muito bem, será que vale a pena efetivar a 200 ou 300 km de casa num grande centro urbano onde um simples quarto pode rondar os 300 euros podendo ficar como contratado ao pé de casa? Há que ponderar tudo muito bem, isto pode ser um presente envenenado para alguns, pois pode acontecer que não consigam aproximar-se tão cedo da sua zona de conforto.

      • Maria on 27 de Maio de 2014 at 20:03
      • Responder

      Essa é a história de vida de milhares de colegas dos quadros. Foram obrigados a concorrer para cascos de rolha. Hoje em dia não há zonas de conforto, meu caro. Quem quer trabalhar não tem que escolher…

    • João Pestana on 27 de Maio de 2014 at 12:36
    • Responder

    Importa-se de indicar qual o decreto a que faz alusão?

    • Cris A. on 27 de Maio de 2014 at 12:41
    • Responder

    Bom dia,

    por acaso sabe-me dar alguma informação sobre mobilidade estatutária para o ano letivo 2014/2015?
    Obrigada

    • Zeca Lima on 27 de Maio de 2014 at 14:15
    • Responder

    Concordo plenamente com o RS….
    A vinculação pode ser um desterro para muitos e muitos anos. Basta olhar para o que se passa com outros colegas dos quadros que não se conseguem mexer. E os que se mexem é a passo de caracol.
    Isto é tanto mais relevante quanto a situação pessoal de cada um. Quem tive a possibilidade de ficar perto, faz muito bem e quem não se importar de se desterrar faz igualmente muitissimo bem.
    Por mim, estava-me nas tintas para um lugar de quadro desde que houvesse uma equiparação do nível salarial em função do tempo de serviço prestado mais a compensação por caducidade (compensação pela precariedade). O contrato permite mais mobilidade.
    Há que fazer muito bem as contas e ponderar a situação pessoal.
    Seria giro se houvessem vagas por preencher, seria uma espécie de abstenção e um “abre olhos para quem governa!

      • Maria on 27 de Maio de 2014 at 20:05
      • Responder

      Seria a facada final para a opinião pública que já acha que somos uns mandriões. Então querem tanto trabalhar e ficam lugares por preencher??? Não diga disparates.

    • Maria Luisa on 27 de Maio de 2014 at 16:44
    • Responder

    O problema não é apenas a distância, as viagens e as portagens são caríssimas, tenho uma colega de Lisboa que está efectiva em Marco de Canavezes que gasta cerca de 100 euros por cada viagem ao fim de semana, não tem alternativa à auto-estrada, se circular pela estrada nacional nº 1 demora a chegar lá 8 horas, juntando aquele valor à alimentação e alojamento são quase 700 euros.

    1. Acho muito fácil alguém nessa situação conseguir uma permuta. Deve haver imensos docentes colocados na zona de Lisboa que pretendam vir para o norte.

    • Maria Neves on 27 de Maio de 2014 at 18:22
    • Responder

    Deixo o meu exemplo:
    6 anos de contrato.
    14 anos de QZP .
    = 20 anos, nisto.
    O QZP a que estou vinculada (14 anos) encontra-se entre os 300Km e 500Km (+-) da minha área de residência.
    Gostaria muito de poder concorrer para poder me aproximar alguns quilómetrinhos.
    Mas não posso, certo?
    A zona que pretendo tem 15 vagas. Mas não posso concorrer.
    E vou continuar onde estou à 14 anos! É certo!

      • Maria on 27 de Maio de 2014 at 20:08
      • Responder

      “Há” catorze anos, colega. Mas tem razão, há milhares de casos como o seu.

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