Balanço das Rescisões nos Primeiros 15 Dias

Por acaso conheço quem estava a aguardar a abertura deste programa para ser o primeiro a fazer o pedido. E pela pressa que tinha, deve ter conseguido.

Perto de 300 professores e educadores de infância já pediram para rescindir com o Estado

Em duas semanas, houve 277 requerimentos de professores e educadores de infância para saírem do Estado, ao abrigo do programa de rescisões por mútuo acordo que abrange os funcionários públicos ligados à Educação, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira pelo Ministério da Finanças.

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8 comentários

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    • Carlos Plágio on 3 de Dezembro de 2013 at 21:51
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    Mais um efeito da “criatividade caótica” de Nuno Crato…
    VIVA A CONSTANÇA CUNHA E SÁ! Pela primeira vez ouvi-a fazer uma análise lúcida e, curiosamente, sobre a escola em Portugal. Segundo ela, vivemos em constante “revoluçãozinha” imposta por Nuno Crato… TVi24

    • Sensatez on 3 de Dezembro de 2013 at 23:06
    • Responder

    O problema das rescisões está nos 66/67 anos. Ninguém faz a mínima ideia de quanto irá receber de pensão. E há quem assegure que será mesmo miserável o valor a receber. É por isso que o recurso a reforma antecipada é mais seguro.

      • Maria on 4 de Dezembro de 2013 at 10:32
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      Por quê miserável? Não é sempre em função dos anos de trabalho? Há pessoas que têm neste momento 36 anos de serviço e 59 anos de idade. Será que não compensa?

      • Ana on 4 de Dezembro de 2013 at 18:55
      • Responder

      Ninguém aguenta lecionar até aos 67 anos. Simplesmente não é possível. A partir dos 58, mais coisa, menos coisa, tem de se pensar em abandonar o barco. Não conheço ninguém que tenha leccionado, com um mínimo de qualidade, depois dos 61. E mesmo assim só conheço uma professora. A aposentação, para nós, será sempre a versão monetária da reforma antecipada. Que, como sabemos, é uma miséria. Por isso não se perde nada.

    • JCP on 4 de Dezembro de 2013 at 10:43
    • Responder

    Aguardemos por mais um cozinhado da FNE sobre o assunto.Tipo prova de professores contratados.
    Pelo que sei, a coisa foi cozinhada durante a passada semana, entre amigos sindicais, partidais e mecais, com o objetivo de dar a mão ao Crato. O que se discutiu foi: como safar o gajo e dar a ideia que a FNE é um sindicato?
    Na segunda feira encenou-se o assunto e subiu ao palco a peça de teatro. Depois, meteu-se o provedor de justiça ao barulho, como foma de justificar o argumento da peça (o mais dificil de arranjar) e representou-se.
    Mais valia colocar o Crato como presidente da FNE e o Dias da Silva a Ministro. Tudo continuaria na mesma e clarificavam-se as coisas

      • ana on 4 de Dezembro de 2013 at 17:58
      • Responder

      Temos é de exigir que apenas os sócios dos sindicatos envolvidos nos acordos beneficiem desses mesmos acordos. Isso, sim, seria responsabilizar os sindicatos. Não me choca mesmo nada, uma vez que quem paga quotas deve exigir resultados. Agora o que se passa é que a maioria dos docentes que agora clama traição nunca pagou uma quota sindical sequer (o chamado oportunismo). Se apenas os sócios beneficiassem dos ganhos negociais, aposto que os sindicatos “da luta pela luta” mudavam logo de estratégia… lol. E ainda estou para ver quantos sócios da FENPROF com 5 anos ou mais vão solicitar ficarem fora da dispensa agora obtida 😉

    • A Antão on 4 de Dezembro de 2013 at 13:48
    • Responder

    Atenção que 277 pedidos não são 277 rescisões. Pedir é fácil, assinar a proposta que vier a ser apresentada é mais complicado.

    • A Antão on 4 de Dezembro de 2013 at 13:50
    • Responder

    Neste caso, pode e deve fazer contas. Poderá sair com 37/60. Eu ia.

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