Coisas Boas

Arquitetura: Escola portuguesa recebe prémio mundial

 

A escola portuguesa EB1/JI de Mouriz foi distinguida com o Prémio Internacional de Arquitetura WA Awards 20+10X 11th Cycle. O concurso destaca projetos notáveis capazes de inspirar a arquitetura contemporânea.

O projeto da Escola de Mouriz recebeu um prestigiado prémio internacional num concurso promovido pela World Architecture (WA) Community, anunciou, esta terça-feira, em comunicado, o Atelier Nuno Lacerda Lopes (CNLL), responsável pela obra.

A escola portuguesa foi desenvolvida como uma “caixa de madeira”, parecendo “recuperar as memórias dos edifícios industriais”. O seu “design” linear, refere a WA, e a forma sinuosa do telhado “invocam a ilusão da linha de horizonte de uma cidade”.

Situada em Paredes, no Norte de Portugal, a Escola de Mouriz conseguiu alcançar um prestigiado lugar entre os vinte projetos premiados pela WA Community.

A originalidade da construção, visível, por exemplo, pela posição alternada das janelas compridas, foi um dos aspetos que contou para a distinção do edifícioção. Este aspeto das janelas, em particular, “cria um ritmo vibrante” e “jogos de luz” no interior do espaço, frisa a organização do concurso.

A “linguagem singular” da construção arquitetónica de Paredes destaca-se dos outros edifícios e da paisagem em geral e torna aquela escola um local de criatividade e imaginação.

Todos estes aspetos posicionaram a Escola de Mouriz no conjunto dos vinte trabalhos distinguidos, levando o nome de Portugal à lista onde figuram projetos dos mais variados países, desde o Japão aos Estados Unidos, passando por Tailândia, Áustria, México e China.

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5 comentários

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    • Pero Sa on 23 de Agosto de 2012 at 14:25
    • Responder

    É um prémio que muito endividou o município de Paredes!
    Convém lembrar que os fundos europeus não pagam muitos destes luxos. A compaticipação do munícipio, quando um dia todas as obras estiverem concluídas será superior a 50%. Os famosos 20% de contribuição nacional (mais 80% da União Europeia) acabam sempre por ser muito superiores.

    É por estas e por outras que este país não anda para a frente. Para fazerem esta escola gastaram uns milhões valentes, mas como a despesa é para pagar no futuro, o próximo que trate de a pagar. Podiam muito bem ter feito esta escola por um terço do preço final.

    Se o projeto de arquitetura estivesse englobado (tal como as outras especialidades) na conceção-construção, esta situação não aconteceria. Os projetos seriam muito mais económicos cumprindo na mesma (ou melhor) a finalidade. Atualmente deixam os arquitetos fazerem o que lhes apetece, depois dá nisto. Ainda por cima, como ganham em função do preço da obra, quanto mais cara, mais recebem. E depois até ganham prémios.

    Só neste país!

    • Ana on 23 de Agosto de 2012 at 15:14
    • Responder

    Pela extrema actualidade:

    • JoséSantana on 23 de Agosto de 2012 at 15:36
    • Responder

    Em muitos países do terceiro mundo tb existem edificios fantáticos, dignos de prémios internacionais de arquitetura. O pior é o resto…
    As escolas devem ser funcionais e estar bem equipadas para poderem servir o fim a que se destinam. Sem despesismos, sem coisas supérfluas e condizentes com a realidade do país, sob pena de constituirem manifestaçõies de um novo riquismo parolo.

  1. Há prémios caros ‘cumó’ caraças!

    • Ladislau1976 on 23 de Agosto de 2012 at 22:34
    • Responder

    Não se lembram???

    Tudo foi uma festa … A festa continuará!!!

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