Perguntas a Marcelo

Fica aqui uma sugestão para o assunto dos concursos ser falado na comunicação social.

Sendo o diploma de concursos bastante grave para os professores contratados é necessário passar a mensagem para a comunicação social e existem algumas formas para o fazer.

Sugiro que em cada semana seja feita uma pergunta ao Professor Marcelo Rebelo de Sousa de forma a abordar vários dos problemas deste diploma de concursos.

A pergunta desta semana será esta:

Assunto: Prioridades na Proposta do MEC sobre Concurso de Professores

Concorda que os professores que trabalharam no ensino público num dos últimos dois anos anteriores à abertura de um concurso público e que tinham prioridade sobre todos os outros a possam perder de um momento para o outro para docentes que trabalharam quatro anos completos nos últimos 6 em escolas particulares com contrato de associação?

O mail para onde devem enviar a pergunta é este [email protected] e podem aproveitar e enviar no e-mail em anexo a carta aberta que a Elizabete fez e que fica aqui disponibilizada em formato pdf.

Carta Aberta ao Ministro Nuno Crato Sobre o Diploma de Concursos

 

Não adianta fazer perguntas muito genéricas e todas elas devem ter o mesmo sentido de forma a que seja falado no programa do próximo domingo. Na próxima semana pode-se perguntar sobre os intervalos de horário que a proposta apresenta.

E lembrem-se que a pergunta só poderá ser feita se estiver entre as duas perguntas mais enviadas, e hoje é quinta-feira.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2012/02/perguntas-a-marcelo/

51 comentários

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    • Tânia Figueiredo on 23 de Fevereiro de 2012 at 10:38
    • Responder

    Já enviei!

    Boa ideia! Aconselho todos os colegas a fazê-lo! Este assunto tem de ser discutido publicamente… Caso contrário, estaremos perdidos!

    • Filipe on 23 de Fevereiro de 2012 at 10:48
    • Responder

    Boa iniciativa, já seguiu mail.

    • sofia on 23 de Fevereiro de 2012 at 10:52
    • Responder

    já esta

    • Joana on 23 de Fevereiro de 2012 at 11:28
    • Responder

    Já enviei !

    • Sofia 520 on 23 de Fevereiro de 2012 at 11:41
    • Responder

    Também já enviei

    • maria on 23 de Fevereiro de 2012 at 11:45
    • Responder

    Pessoalmente, não concordo que se “apontem baterias” à questão dos colegas dos privados, não porque considere que devam concorrer em pé de igualdade com os professores do ensino público mas por considerar que há questões muito mais graves que devem ser discutidas. Porque não lutar contra as reconduções? Porque não lutar contra a vergonha da entrevista pelo director e das regras de concurso “à medida” a que todos assistimos nas ofertas de escola em TEIPS e escolas com contrato de autonomia ? Porque não lutar contra a manutenção de milhares de professores numa situação de contratos anuais eternos, quando todos sabemos qua se tratam de necessidades permanentes?? Será que o problema será mesmo “só” os professores dos privados? Entristece-me ver as atenções afastarem-se do que é fundamental.
    Eu tenho 17 anos de serviço e continuo contratada….

      • maria on 23 de Fevereiro de 2012 at 11:49
      • Responder

      Além disso, devemos evitar ” disparar” na direcção de outros professores, sejam do privado, dos quadros, ou lá o que for. É esta triste desunião da nossa classe que permite que nos tratem como tratam… Ou seja, os ministros têm sido sucessivamente maus mas nós também nos temos “posto ao jeito”…

        • maria on 24 de Fevereiro de 2012 at 12:37
        • Responder

        Não concordo nada! Quem leciona nas privadas já sabia o que podia acontecer. Não deviam concorrer em igual prioridade porque quem está no ensino público sujeita-se a outras regras…nomeadamente, saltar todos os anos de escola, entre outras coisas…tem de haver vantagens ou então seria uma profunda injustiça…

    1. Sim, esses problemas não podem ser esquecidos, mas se esta prioridade for para a frente terás muitos docentes das escolas particulares com contrato de associação com mais tempo de serviço que tu a serem tentados a concorrer a um próximo concurso interno.

        • maria on 23 de Fevereiro de 2012 at 12:12
        • Responder

        Tens toda a razão!! E eu não concordo que eles concorram na 1ª prioridade.
        No entanto, e recordando que essa questão é para ser colocada num noticiário, parece-me, na minha modesta opinião, que talvez fosse mais vantajoso colocar uma questão que fosse mais elucidativa das reivindicações dos professores contratados. O que me parece é que, para quem está de fora da questão, pode passar a ideia de que a nossa “luta” é contra outros professores. A proposta deste ministério é catastrófica para os professores contratados e considero que a única hipótese que nós temos de fazer alguma coisa é tentar mostrar quem são os professores contratados, por que estão descontentes e explicar muito bem o que está em causa. A escola pública não pode dispensar os professores contratados e não faz sentido ficarem de fora pessoas com imensos anos de serviço, que é o que tem vindo a acontecer nos últimos anos.
        Eu sigo o teu blog há bastante tempo e respeito imenso o trabalho que tens feito. E é também por isso que, pela 1ª vez, resolvi dar a minha opinião, na esperança de dar algum tipo de contributo.
        🙂

    • Sandra Melro on 23 de Fevereiro de 2012 at 11:46
    • Responder

    Já enviei.

    • tt on 23 de Fevereiro de 2012 at 11:48
    • Responder

    Tudo o que constitua forma de pressão através dos media é bom.

    Se me permite, sugiro uma “piquena” alteração no texto: em vez de “… os outros possam-na perder…”, escrever “… os outros a possam perder…”.

    • Sofia 520 on 23 de Fevereiro de 2012 at 12:09
    • Responder

    Bom dia a todos. Estamos realmente todos indignados com a nova proposta do MEC. Relembro que ficar em casa não resolve nada de certeza. Manifestar, não tem resolvido porque os contratados presentes contam-se pelos dedos das mãos e as vezes basta uma. Não sou sindicalizada, mas amanhã ouvirão a minha voz na vigilia em Lisboa (sou de coimbra!). Mexam-se!!!!!!!!!!!!!

    • Cristina on 23 de Fevereiro de 2012 at 12:20
    • Responder

    Já enviei!

    • Cristina on 23 de Fevereiro de 2012 at 12:55
    • Responder

    Caro colega, parabéns por esta ideia brilhante!

    Vou enviar.
    A pergunta desta semana é excelente e a que sugere para a próxima semana também tem de ser levada aos quatro cantos deste país.

    Eu já nem sei o que é mais vergonhoso, mais demonstrativo do desprezo por tantos profissionais que todos os anos prestam serviço por esse país fora. Quando trabalhamos num horário de 8 h ou em substituição de um colega exercemos a profissão como qualquer outro, também somos professores e o ministério não nos presta favores, simplesmente precisa de nós. Tento compreender o que ganha o ministério ao reduzir o concurso a apenas dois tipos de horários: completos ou 6 a 21h. A aplicação não existe e não está preparada para as 4 possibilidades que estavam previstas? Que mal existe na regra para que ela tenha que ser alterada? Complica o concurso? Como, se a aplicação faz a colocação automática? E volto a frisar, a aplicação já está concebida nestes moldes!!! Alguém me explica o que ganha o ministério, o que e quanto poupa com esta alteração?????????? Para mim é mesmo mais uma daquelas ideias que surgiu porque não podem manter-se as regras ditadas pelos governos anteriores , mesmo que estejam bem concebidas e funcionem, claro, mais uma vez as pessoas não interessam. Mantendo-se estes critérios eu,tal como muitos de vós, já tenho o meu dilema: arrisco-me a trabalhar e não ganhar sequer para o combustível? A alternativa é o desemprego.

    • Luísa on 23 de Fevereiro de 2012 at 13:18
    • Responder

    Colegas

    Eu gostaria de ver debatido este assunto, de muito interesse para a classe docente contratada peloME.
    Somente pode dar-se igual tratamento de oportunidades em termos de critérios aos professores do privado e IPS´s, por quem não sabe a diferença.
    A tentativa de nos “massacrar”, tem sido nas OE´s, estas têm sido a porta aberta para “cunhas” e não ter em conta quem percorreu o país de lés a lés, para conseguir tempo de serviço, que de outra forma estaria desempregado e sem direito a subsídio de desemprego.
    Os professores com 3 anos de serviço, no privado e IPS´S são efetivos.
    Como ficam os professores contratados pelo ME?
    Assim teremos que pedir a vinculação imediata, para que a justiça se faça, para quem está pelo ME há mais de três anos.
    Correto?

    • Luísa on 23 de Fevereiro de 2012 at 13:18
    • Responder

    Colegas

    Eu gostaria de ver debatido este assunto, de muito interesse para a classe docente contratada peloME.
    Somente pode dar-se igual tratamento de oportunidades em termos de critérios aos professores do privado e IPS´s, por quem não sabe a diferença.
    A tentativa de nos “massacrar”, tem sido nas OE´s, estas têm sido a porta aberta para “cunhas” e não ter em conta quem percorreu o país de lés a lés, para conseguir tempo de serviço, que de outra forma estaria desempregado e sem direito a subsídio de desemprego.
    Os professores com 3 anos de serviço, no privado e IPS´S são efetivos.
    Como ficam os professores contratados pelo ME?
    Assim teremos que pedir a vinculação imediata, para que a justiça se faça, para quem está pelo ME há mais de três anos.
    Correto?

    • emfr on 23 de Fevereiro de 2012 at 14:11
    • Responder

    Já enviei.

    • Elisabete (Liza) on 23 de Fevereiro de 2012 at 14:36
    • Responder

    Já está!

    • scpalways on 23 de Fevereiro de 2012 at 14:36
    • Responder

    já está….. de 3 emails diferentes.

    • Prof-admin on 23 de Fevereiro de 2012 at 15:01
    • Responder

    Também já enviei…he he…

    • Maria Vaz on 23 de Fevereiro de 2012 at 15:01
    • Responder

    Já enviei!

    A proposta dos intervalos de horário também é muito importante.

    • edu on 23 de Fevereiro de 2012 at 15:13
    • Responder

    atenção a pergunta esta mal
    o problema não é só os colegas do particular são também os 4 anos com horário completo e isto é o mais importante

    1. Era uma pergunta demasiado complicada que se calhar o Marcelo nem ia perceber e não é tão importante que quem tem 4 contratos anuais nos últimos 6 passe à frente de quem tenha trabalho um dos últimos dois, desde que em ambos os casos se considere que tenham sido prestados no ensino público.
      Pela lógica os que trabalharam 4 dos últimos 6 estarão mais graduados que os restantes já que os reconduzidos com pouco tempo de serviço quando foram colocados em 2009 não trabalharam desde o dia 1 de Setembro..

        • Zaratrusta on 23 de Fevereiro de 2012 at 17:07
        • Responder

        Desculpe Arlindo, mas não é bem assim. É que para a graduação profissional também contribui a classificação profissional. Com este critério a classificação obtida no curso de formação inical deixa de contar. É justo?

          • zaratrusta on 23 de Fevereiro de 2012 at 17:15

          Continuando..

          Um professor com uma graduação mais elevada vai ser colocado em 2ª prioridade e um com graduação mais baixa em 1ª, desde que este tenha tido nos últimos 6 anos, 4 horários anuais e completos e o outro não (ambos do ensino público). Estou errado?

      1. Não percebi.

          • Zaratrusta on 23 de Fevereiro de 2012 at 17:20

          Vamos esquecer os professores do privado. Imaginemos o prof. A, que foi o primeiro classificado do seu curso de formação inicial, tem 10 anos de tempo de serviço e uma graduação profissional de 25, mas nos últimos 6 anos só tem sido colocado em horários incompletos; e o prof. B, o pior classificado do mesmo curso, com 6 anos de tempo de serviço e uma graduação profissional de 18, mas teve a SORTE de ter conseguido 4 horários completos nos últimos 6 anos. O prof. B irá concorrer em 1ª prioridade e o prof. A será remetido eternamente para a 2ª prioridade, pois nunca mais irá conseguir um horário completo.

          • Eli on 23 de Fevereiro de 2012 at 17:26

          Desculpem intrometer-me, mas o zaratrusta quis dizer é que um colega que tenha quatro anos de serviço (ou mais) completos e não tenham sido obtidos através de horário anual (365 dias seguidos num único agrupamento) vão passar para segunda prioridade. E aqueles que têm 4 anos anuais (365 dias seguidos num único agrupamento) passam para primeira prioridade. Ou seja, o primeiro até pode ter dez anos de serviço, mas como andou sempre em temporários, fica em segunda. O outro que só tem quatro porque lhe renovaram o contrato (recondução), ficará em primeira prioridade, embora com inferior tempo de serviço e graduação daquele que passou dez anos a “tapar buracos”.

          • Eli on 23 de Fevereiro de 2012 at 17:29

          Ops! Estávamos a escrever a mesma explicação ao mesmo tempo! (lol)

          • Elisabete (Liza) on 23 de Fevereiro de 2012 at 17:29

          Também concordo que esse critério dos 4 anos em 6 tem de ser abolido da prioridade. Não tem qualquer lógica!!!

        1. Sim, tens razão.
          Mas a questão principal que importa neste momento não é essa. Tenho algum receio que a contabilização do tempo de serviço no ensino particular com contrato de associação seja uma ideologia do governo difícil de retirar desta proposta (não vou escrever aqui o que já me chegou aos ouvidos). Se desaparecer isso é mais fácil deixar as coisas ficarem como estavam.

        • Diana on 24 de Fevereiro de 2012 at 18:38
        • Responder

        Arlindo, concordo apenas em parte. a questão das renovações pode tornar-se ainda mais injusta, com esta proposta. Sabemos que muitos colegas renovaram várias vezes, inclusive houve um ano em que era permitido renovarem, mesmo que tivessem entrado com poucas horas, desde que tiverem completado até dezembro. O resultado é que mesmo com graduações mais baixas, podem ter sim 4 anos de horário anual e completo, ao contrário de colegas com graduações muito superiores, que se calhar entraram sempre nas primeiras bolsas e com horários completos, mas que não tiveram a sorte de renovar. Esta questão dos 4 anos em 6 é sim, muito injusta e é agravada pela entrada dos do privado, mas mesmo sem eles já seria mau.

    • Lígia on 23 de Fevereiro de 2012 at 15:43
    • Responder

    Já enviei

    • Diana Pinheiro on 23 de Fevereiro de 2012 at 16:17
    • Responder

    Também já enviei. No entanto não posso deixar de referir aqui que me entristece a maneira como se tratam os professores do ensino privado, e sim, sou professora de uma IPSS.
    Quando acabei o curso concorri, mas não estive à espera infinitamente de ficar colocada, e mandei também 81 currículos para instituições privadas. Fiquei numa delas, sem qualquer tipo de cunha, e até bastante afastada da minha área de residência (faço 162 km todos os dias)! Atenção que não me estou a queixar, mas queria trabalhar naquilo que gosto e este é apenas um pequeno sacrifício.
    Defendo a minha posição, pois muitas vezes faz-se uma ideia muito errada do que é trabalhar no privado: (na minha escola) trabalhamos 8 horas diárias, férias só no mês de Agosto, nas pausas letivas fazemos o mesmo horário, reuniões com pais sempre depois das 18h30, temos inspeções da IGE todos os anos letivos.
    Acho que não somos profissionais de segunda só porque estamos no privado, e é triste ver colegas de profissão a virarem-se uns contra os outros. Lutem pelo que acham certo, mas sem denegrir e “achincalhar” aqueles que também pertencem à vossa classe.

    • eu on 23 de Fevereiro de 2012 at 16:22
    • Responder

    Boas ########. Quero fazer spam, para onde posso mandar mails?

    • Eli on 23 de Fevereiro de 2012 at 17:15
    • Responder

    Já enviei dois e-mails.

    Transcrevo:

    Professor Marcelo:

    Concorda que os professores que trabalharam no ensino público num dos últimos dois anos anteriores à abertura de um concurso público e que tinham prioridade sobre todos os outros a possam perder de um momento para o outro para docentes que trabalharam quatro anos completos nos últimos 6 em escolas particulares com contrato de associação?

    (É que os professores que andam em substituição podem ter quatro anos de serviço nos últimos seis, mas os contratos não foram anuais, por azar, porque não calhou haver renovação, por exemplo e, como tal, no próximo concurso passarão para a segunda prioridade, segundo a Proposta.)”

    Penso que uma das questões nas próximas semanas deveria abordar o facto de 50% da percentagem nas ofertas de escola continuarem “em aberto”.

    Aliás, a maior questão de todas – insisto nisto – deveria ser: por que razão não se colocam todos os docentes pela lista – ordenada pela graduação – até ela se esgotar?

    Andam a inventar formas de contornar algo que já foi justo, há alguns anos atrás antes de começarem as “ofertas de escola”!

    Artindo, obrigada pelas iniciativas e pelo apoio, principalmente aos contratados.

    🙂

      • maria on 23 de Fevereiro de 2012 at 17:45
      • Responder

      “Aliás, a maior questão de todas – insisto nisto – deveria ser: por que razão não se colocam todos os docentes pela lista – ordenada pela graduação – até ela se esgotar?

      Andam a inventar formas de contornar algo que já foi justo, há alguns anos atrás antes de começarem as “ofertas de escola”!”

      Estou plenamente de acordo!!!!!! Esta é a questão central que resolveria todas as injustiças que se têm comentido!!!

        • Lara on 23 de Fevereiro de 2012 at 20:06
        • Responder

        Tb concordo! Se existe uma lista de graduação todos os anos, deve ser seguida!

          • Lara on 23 de Fevereiro de 2012 at 20:08

          …de ordenação… quis eu dizer!

    • Banny on 23 de Fevereiro de 2012 at 18:57
    • Responder

    Os docentes contratados pelo ME são agr ultrpassados pelos docentes do ensino privado… mas onde é que o nosso Portugal chegou! td se baseia na lei da cunha e nada mais importa!
    Ser professor/educador hoje em dia não é um posto mas sim uma vergonha, uma profissão desvalorizada sem dó nem piedade! Volta Sócrates estás perdoado!

      • Diana on 24 de Fevereiro de 2012 at 18:43
      • Responder

      Volta Sócrates, estás perdoado? Poqquê? São só duas as alternativas?
      É esse o problemas do nosso país…

      • Sandra on 26 de Maio de 2012 at 0:07
      • Responder

      Queria apenas elucidar os colegas que, quando inciei a minha carreira de educadora de infância há 14 anos, os educadores/professores do particular e cooperativo, bem como os das IPSS´s (que é o meu caso) entravam no concurso em pé de igualdade com os professores que estavam no sistema público. Ou seja, importava a graduação profissional que era a soma da média de curso mais o tempo de serviço. ISTO ERA JUSTIÇA!
      Quando acabei o curso, tinha já uma casa para sustentar e, não conseguindo ser colocada no 1º anos e meio na função pública, andei por infantários “cogumelos” até ficar colocada numa IPSS. Os educadores das IPSS tem um horário de 37 h e 22 dias úteis de férias, a remuneração é substancialmente menor e o contacto diário com o director executivo da instituição (normalmente pessoas que entendem muito pouco de educação de infância) dificulta muito a autonomia pedagógica.
      Concluindo, entristece-me muito, alías fiquei muto surpresa, por ver colegas a opinarem ser uma benéce de cunhices a situação proposta pelo ME.
      Injusto colegas é eu ter uma média final de 16 e 14 anos de tempo de serviço, e ter colegas acabadinhos de sair da faculdade com 6 meses de tempo de serviço no estado passarem-me à frente nos concursos.
      Quem está na educação não pode querer o seu bem pelo mal dos outros! Não devia ser esse o espírito de quem quer formar pessoas.

    • Zaratrusta on 23 de Fevereiro de 2012 at 19:52
    • Responder

    Desculpem insistir, mas considero que a possibilidade dos professores com menor graduação ultrapassarem outros com maior graduação, só porque cumprem o 4 em 6, é tão grave como a entrada dos do privado diretamente para a 1ª prioridade. Se este critério fôr aprovado, teremos os alunos dos cursos de formação inicial de professores a dormir na sala de aula, pois é indiferente terminar o curso com 10 ou com 20. É este exemplo que o MEC vai dar aos alunos do básico e secundário?

    O nº2 do artº 10º tem que ser abolido. Só assim se evitarão estas duas injustiças.

  1. Já enviei.
    Mas acrescentei esta: Concorda que os professores com quatro anos de serviço, nos últimos seis anos, que não em horário completo e anual, sejam renegados para a segunda prioridade do concurso, só porque o tempo de serviço não foi realizado em horário completo e anual?

    Um abraço.

    • Strepnanovskichap on 25 de Fevereiro de 2012 at 11:21
    • Responder

    Ele nao vai sequer TOCAR nesse assunto dos concursos. Desde Setembro, eu ja lhe enviei mais de 20 emails sobre polemicas concursais. ELE NEM UMA UNICA VEZ TOCOU NO ASSUNTO. OBVIO. Faz parte da canalhada do PSD………..

    • helena on 25 de Fevereiro de 2012 at 16:39
    • Responder

    logo veremos se abordará o assunto ou não! temos de nos fazer ouvir! assim não podemos continuar! e temos de nos unir porque há muitos colegas contratados do público que tiveram a sorte de ficar com horários completos e anuais, uma série de anos seguidos que não estão minimamente preocupados com este questão!
    Não me preocupa o facto dos do privado terem a primeira prioridade! já leccionei no privado e quando vim para o público, estava em segunda prioridade. custou imenso!
    mas para quê criar diferenças entre o privado e o público, nesta altura? devemos unir-nos e lutarmos por uma proposta justa e decente!
    que haja, então, uma lista onde os professores estejam ordenados segundo a graduação profissional; que a obrigação dos 3 QZP’s seja abolida e do intervalo de horários se mantenha como tem sido até agora! é absurdo haver só 2 tipos de horários e com um intervalo daqueles!
    outra questão são os critérios das ofertas de escola! continua a haver entrevistas. Para quê? e se eu concorrer para uma oe a 100km da minha residência, terei de me deslocar até à escola para não ser seleccionada, porque houve a tal “cunha”?

    • Elsa Dourado on 26 de Fevereiro de 2012 at 15:26
    • Responder

    Já enviei!

  2. Marcelo não só não entendeu, como circunscreveu erradamente a questão a 200 professores (os docentes que lhe enviaram a questão). Quantos 200? Não faltaram 2 zeros?
    Faltou-lhe a fonte! Assim confundiu uns tantos! Enfim!

    Um abraço.

    • Moisés dos Santos Pedro on 10 de Setembro de 2012 at 13:27
    • Responder

    Sr. Professor.
    Sou aposentado da Função Publica. Aposentei-me há cerca de 2 anos. Tenho 60 anos e descontei para a C.G.A. 39 anos, fui aposentado com 18% de penalização por causa da idade. Acontece que os descontos foram sempre feitos sobre 14 meses. O calculo da pensão mensal que aufiro foi feito na base dos 14 meses. A medida agora anunciada pelo 1.º Ministro não é inconstitucional, para todos os reformados, pois todos descontaram sobre 14 meses e o calculo mensal das pensões também o foram.
    Agradecia um comentário sobre este assunto, assim como a quem de direito me devo dirigir para que seja feita justiça nesse sentido.

    • José Ferreira on 15 de Setembro de 2013 at 12:48
    • Responder

    Sr.Professor
    Sou emigrante e para ganhar 1.200€ tenho que estar fora da minha família a 1.200 Km de casa e pergunto se será que e moralmente aceitável que funcionários públicos tenham ordenados e reformas de 1.200.00€ mensais e trabalhem 35 horas semanais quando o ordenado mínimo neste país é de 485.00€ e para o ganharem tem que trabalhar 40 horas e 45 horas semanais?
    Muito obrigado pela atenção!

  1. […] tive oportunidade de ouvir a resposta do Professor Marcelo à pergunta que surgiu deste post, mas mais de 200 perguntas foram feitas com o mesmo objetivo e pelo que já me contaram a resposta […]

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