A Resposta de Marcelo

Não tive oportunidade de ouvir a resposta do Professor Marcelo à pergunta que surgiu deste post, mas mais de 200 perguntas foram feitas com o mesmo objetivo e pelo que já me contaram a resposta foi da discordância do Professor Marcelo à alteração da prioridade que o MEC apresentou na proposta enviada dia 17 aos sindicatos.

Logo que tenha as imagens disponibilizo-as neste post.

A pergunta elaborada na quinta-feira foi esta:

Concorda que os professores que trabalharam no ensino público num dos  últimos dois anos anteriores à abertura de um concurso público e que tinham  prioridade sobre todos os outros a possam perder de um momento para o outro para  docentes que trabalharam quatro anos completos nos últimos 6 em escolas  particulares com contrato de associação?

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2012/02/a-resposta-de-marcelo/

26 comentários

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    • Acesso à 1.ª prioridade on 26 de Fevereiro de 2012 at 22:10
    • Responder

    O princípio de igualdade!!!

    (Só não há igualdade quando é ao contrário isto é, para contratar nos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com contrato de associação…Mas isso agora não interessa nada…)

    “Caros associados, Caros professores

    É com sentido de trabalho realizado que hoje sentimos e partilhamos ânimo ao comunicar a todos que um grande passo foi dado no reconhecimento do serviço público de educação realizado por nós e pelas escolas onde trabalhamos.

    A direção da APEPCCA, como é do vosso conhecimento, dedicou este último ano a fazer voz pública da injustiça cometida para com os professores que representa. Reuniu, debateu, apresentou propostas, esclareceu, participou e manifestou aquela que é, para nós, uma ação de elementar justiça, a permissão a conceder aos professores das escolas com contrato de associação para que possam concorrer em primeira prioridade.

    Este foi o fim-de-semana em que recebemos a notícia da intenção do Governo em garantir este acesso aos professores que representamos. Brevemente seremos recebidos no MEC (Ministérios da Educação e Ciência) onde reafirmaremos que o reconhecimento agora iniciado seja concretizado com sucesso.

    Caros associados, caros professores, esta é a prova e a certeza, de que o nosso trabalho pode dar frutos, que só podem ser garantidos com o vosso apoio, com a convicção firme de que trabalhamos em nome de todos. É por isso que voltamos a lembrar a importância da atualização das vossas cotas e/ou da vossa inscrição como associados, para que a APEPCCA continue a ser uma associação forte na ação e na representação de todos nós.

    Obrigado pelo vosso apoio.

    Juntos podemos vencer!

    A Direção da APEPCCA

    Nota: Abaixo transcrevemos o número 2, artigo 10º, da proposta do MEC para os concursos, salientando a parte que nos diz respeito:

    “2 — Os candidatos ao concurso externo são ordenados, na sequência da última prioridade referente ao concurso interno, de acordo com as seguintes prioridades:

    a) 1.ª Prioridade — indivíduos qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam, que tenham prestado funções docentes, em horário anual e completo, em quatro dos seis anos letivos imediatamente anteriores ao da data de abertura do concurso em agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas integrados na rede de estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário do Ministério da Educação e Ciência ou em estabelecimentos com contrato de associação;”

    http://apepcca.wordpress.com/

      • Grego on 27 de Fevereiro de 2012 at 2:49
      • Responder

      Não cantem vitória antes do tempo!!!

      • Desesperada on 27 de Fevereiro de 2012 at 11:44
      • Responder

      Logo vi que havia história, com o devido respeito aos colegas, que culpa nenhuma têm, esta associação quer cantar vitória de uma proposta que ainda não foi negociada, ora enquanto as vagas dessas escolas não forem a concurso sinceramente dúvido da viabilidades das prioridades… Por outro lado os patrões dessas escolas não vão querer as vagas a concurso, pois querem corpo docente estável… No público por outro lado o corpo docente deveria querer-se estável, mas não hà custa de assiciações papistas, que fizeram o filme todo, chorando-se ao Sr. Nuno Crato, qui ça serem amigos de alguém do MEC,… Enfim, esperemos que aqui não se caia a dignidade da justiça, que já é pouca. 4 dos últimos 6, são muito poucos e seriam quase todos das ditas escola com Contratos de Associação… We’ll see…

    • Ti on 26 de Fevereiro de 2012 at 22:16
    • Responder

    O Marcelo disse que não tinha tido tempo para aprofundar este assunto junto do MEC, mas que olhava com estranheza para o facto de os professores que prestaram ensino público nos últimos anos, serem ultrapassados pelos colegas provenientes dos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com contrato de associação.

    • Zaratrusta on 26 de Fevereiro de 2012 at 22:47
    • Responder

    Eu diria que se perdeu uma boa oportunidade de tornar a coisa pública.

    Ou o Prof. Marcelo não entendeu, ou não se deu ao trabalho de entender. Centrou o problema na classificação profissional (mal explicado), quando ele está no 4 em 6; referiu que as 200 perguntas que recebeu correspondem ao nº de professores que vão ser afectados, quando, pelas contas do “educar a educação”, são para cima de 50 000 os professores do público que vão ser ultrapassados pelos do privado, isto já para não falar dos professores do público com graduação superior que vão ser ultrapassados por outros, também do público, com graduação inferior por estes terem os 4 em 6.

    Convinha que o prof. Marcelo fosse alertado para estas questões, senão ficámos na mesma, ou pior, pois agora a opinião pública ficou a pensar que são 200 mafarricos que estão a levantar problemas ao magnifico ministro.

      • Alex on 26 de Fevereiro de 2012 at 23:34
      • Responder

      Subscrevo tudo o que o zaratrusta referiu. Tem razão em todos os pontos.

      • maria on 27 de Fevereiro de 2012 at 10:34
      • Responder

      Concordo plenamente com tudo o que disseste. Perdeu-se uma boa oportunidade. Não pela falta de pertinência da questão mas pela forma superficial como foi abordada. Ele não percebeu nada do que estava em causa e, na verdade, nem seu deu a esse trabalho… Mais uma contra os professores… A “estranheza” que ele manifestou deu pontos ao MEC. Resultado: MEC-1 PROFS-0.
      Ou seja, espero que os sindicatos “acordem” e consigam inverter esta palhaçada!!!!!!!

      • CCN on 27 de Fevereiro de 2012 at 11:03
      • Responder

      Zaratrusta,
      Tem toda a razão naquilo que diz! O prof. Marcelo não entendeu nada! Ouvi e não gostei! Tratou com demasiada ligeireza o assunto e essa de terem sido enviadas 200 perguntas correspondentes aos profs atingidos foi demais! Não entendeu nada e limitou-se a insistir na classificação!

      • Helena Garrido on 27 de Fevereiro de 2012 at 13:50
      • Responder

      Concordo consigo! Parece que foi uma pergunta elitista, só para alguns. A questão tem de ser posta de outra forma. Assim, da forma que foi, pareceremos sempre a classe dividida, que cada um olha só para o seu umbigo!

    • Miguel Castro on 26 de Fevereiro de 2012 at 23:49
    • Responder

    Não foi mau, ele ter falado no assunto. Seja como for, como quem está por dentro disto percebeu, está a leste do que se passa.

    A mim não me choca muito os do privado passarem para a 1ª prioridade. É custoso de aceitar, mas sou capaz de aceitar.

    O que é vergonhoso é meterem a questão dos 4 anos nos últimos 6. Isso é que é um ESCANDALO e muito suspeito. Mas porque CARGA DE ÁGUA isso vem à baila? Porque não se classifica para graduação e ponto final??

    Os sindicatos vão deixar passar isto em branco??

      • Grego on 27 de Fevereiro de 2012 at 3:07
      • Responder

      Sr.Miguel Castro concerteza deve ser o seu primeiro ano (diz deslumbrado) pois não achar estranho que pessoal do privado passe para a 1ª prioridade sem passarem pelo sufoco que é para todos nós (todos os anos com as colocações). NÃO ACHA ESTRANHO , muitos de nós batalhamos, demos a cara em situações dificeis alunos menos respeitadores, em muitos dos casos profs agredidos tanto verbalmente como fisicamente, ver o nosso trabalho a ser desrrespeitado, nalguns casos cadeiras a voar … e sempre estivemos lá no outro dia para dar a cara foi assim que conquistamos a 1ª prioridade. NÃO ACHA ESTRANHO pois a DIGNIDADE do PROFS está intacta porque sempre deu a cara (não se acobardou). Agora, o pessoal do privado (tias e tios) dão a cara nestas situações??? NÃO ACHA ESTRANHO a valentia deste pessoal (para isso os alunos passam a ser seleccionados, vão a entrevista “apenas os 5 melhores” ….) Sr.Miguel Castro não perca a compustura quando faz essa afirmação e seja DIGNO na “eventual ” profissão que ocupa “caso ocupe alguma”.

        • Diana P. on 27 de Fevereiro de 2012 at 12:51
        • Responder

        Adorei o seu comentário! Deixe que lhe diga que há privados e privados assim como há ensino público e ensino público…
        Trabalho numa Ipss e aqui não há tias nem tios, há sim, gente que gosta do que faz e, falando por mim, não tive nenhuma cunha, faço 180 km todos os dias, pois não estou ao lado de casa.
        Temos meninos com NEE, que vêm “recambiados” do Agrupamento, pois as escolas públicas não estão para os “aturar”, temos outros alunos bastante carenciados, cujas mensalidades são pagas pela Seg. Social, pois os pais não têm possibilidades para pagar e não têm horário para os pôr na escola pública, e ao menos na escola comem três refeições por dia.
        Por isso não venha falar daquilo que não sabe. Não concordo com a proposta do MEC, no que concerne à contagem dos anos de serviço, mas concordo SIM que os professores do privado tenham acesso à 1ª prioridade no concurso, pois também não acho justo que alguém que acaba de sair da faculdade e arranje 8 horas semanais ou até menos nas AEC’s, passe à frente de colegas com mais tempo de serviço e experiência!
        Os critérios no concurso deveria ser graduação profissional, classificação profissional e por fim idade!

          • Grego on 27 de Fevereiro de 2012 at 13:39

          1º Se a Sra. trabalha numa IPSS, faz muito bem, existem colegas que aínda não foram colocados.
          2º Se a Sra. Trabalha numa IPSS como refere e gosta do que faz (muito bem) então fique onde está pois está muito bem. Tb existem colegas do Ens.Público a mais de 200Km de casa e com familia para sustentar.
          3º Quanto a alunos com Necessidades Educativas Especiais não podem ser como diz “recambiados” dos Agrupamentos sem autorização da tutela (deixe que me diga tem alguma aversão a estes alunos? pois parece que sim!)
          4ºQuanto aos Alunos carênciados como refere , estes têm apoio no Ens. Púb.(no seu caso se o estado paga para os alunos terem direito a alimentação não fazem mais que a vossa obrigação.
          5º Quando a Sra refere “não fale do que não sei” com toda a certeza que não sabe o que diz. Pela sua forma de responder, verifica-se que está muito aquém das boas maneiras (será efectivamente docente?) Sabe, em muitos dos casos para ter acesso ás IPSS não é necessário ter tias ou tios, porém convém ter CUNHAS.
          6º Quando diz que não concorda com o MEC, possivelmente estava a espera de uma lista só com o seu nome!

          Minha menina, pode-se perder tudo mas a DIGNIDADE e EDUCAÇÃO nunca se perde quando se tem. Não se compra. Como serão tratados os possíveis alunos com uma Sra assim. Tenho pena.

        • Miguel Castro on 27 de Fevereiro de 2012 at 13:03
        • Responder

        É triste o Sr. Grego ser (supostamente) professor e não saber ler e muito menos interpretar. Talvez se estivesse escrito em grego tivesse compreendido melhor o que eu escrevi.

          • Grego on 27 de Fevereiro de 2012 at 13:46

          Sr. Miguel Castro a baixaria da sua resposta, deixa adivinhar que o Sr. não pode ser docente, a sua respoata é simplesmente vazia. É por essas e por outras que pessoas como o Sr. são efectivamente frustadas. Informe-se mais sobretudo leia jornais cultiva a mente e descontrai a sua intelegencia.

        • Diana P. on 27 de Fevereiro de 2012 at 14:22
        • Responder

        Eu também tenho pena, pena de encontrar alguém tão tacanho e mesquinho como você, num blog que fala sobre educação e onde se deviam trocar opiniões e ideias, sem atacar tudo e todos!
        Mas é como se diz… Em educação como em todas as profissões aparece de tudo…

          • Manel on 27 de Fevereiro de 2012 at 15:17

          Diana P. não se deve ser tão arrogante como foi na resposta ao Grego, devemos ser unidos . O Grego até foi muito corecto consigo, pois defende a 1ª prioridade na Escola Publica com todo o direito que ele tem e todos nós do Público temos.

          O Blog é para debater ideias, opiniões é pena que a Diana pense que está tudo contra si quando opinão de outra maneira não sendo igual a sua. Estamos em DEMOCRACIA (nas Públicas, quanto ás privadas fica-se na dúvida).

        • Miguel Castro on 27 de Fevereiro de 2012 at 18:55
        • Responder

        O Sr. Grego deve-se ver mesmo grego com a Língua Portuguesa.
        Para além de não saber interpretar, também não sabe escrever, o que para um (suposto) professor, diga-se, é lamentável. São estes que deveriam ser expurgados do ensino e que desqualificam a nossa profissão.

        “concerteza”, “intelegência” e “ás” são pérolas que me fazem sorrir e não me fazem perder mais tempo a quem de professor não tem nada e só vem para aqui disparatar, quando nem ler sabe.

        Começo a perceber agora, por que não compreendeu o meu comentário inicial.

    • Pedro on 27 de Fevereiro de 2012 at 3:20
    • Responder

    Arlindo, já há ideia da próxima pergunta a fazer acerca dos intervalos de horários? Para mim é tão grave, ou até mais, como a questão da 1ª prioridade.

    • Zaratrusta on 27 de Fevereiro de 2012 at 12:56
    • Responder

    Se me permitem a opinião, julgo que seria mais proveitoso reiterar a primeira questão, mas agora explicando ao Sr. Prof. Marcelo que não são 200, mas sim 50 000; que a questão não está na classificação, mas sim nos 4 em 6 para a primeira prioridade e na entrada directa, sem passar pela casa de partida, dos do particular; que para ele podem não ser questões importantes, mas que para 50 000 trabalhadores da profissão mais sacrificada deste país são-no bastante, que……, que……, que………..

    • Cristina on 27 de Fevereiro de 2012 at 14:59
    • Responder

    Subscrevo tudo o que o zaratrusta referiu. Tem razão em todos os pontos.

    • CCN on 27 de Fevereiro de 2012 at 15:02
    • Responder

    Considero que, como o prof. Marcelo não entendeu a questão anterior, não vale a pena insistir. Uma questão importante é dos intervalos de horários. É imporante que seja colocada de forma clara para mostrar o ridículo da proposta!

      • Helena Garrido on 27 de Fevereiro de 2012 at 15:13
      • Responder

      Concordo. Essa é a verdadeira questão. Mexe com a estabilidade de qualquer profissional, qualquer que seja a área. Não permite estabilidade profissional, nem económica, nem familiar nem sanidade mental!
      Parece-me que os únicos trabalhadores deste país que são discriminados, são os professores: parecem-me os únicos que não têm liberdade para concorrer aos postos de trabalho que entendem, uma vez que concorrer para uma área considerável num intervalo de 6-21, horas é completamente às cegas!
      Esta questão dos códigos de horários é deveras a mais importante. Agora discutir quem fica em 1ª ou 2ª prioridade, é mesquinho. Também não concordei quando foram criadas as atuais prioridades, apesar de ficar beneficiada. Agora também não concordo com a nova proposta. Há que lutar pela classe! Os médicos, os enfermeiros, os advogados, etc. não lutam pelos direitos das classes profissionais deles, discriminando quem trabalha no público ou no privado. Quando é que acordamos?????

    • micas on 27 de Fevereiro de 2012 at 16:47
    • Responder

    Esta proposta, no caso de ser implementada ( sendo muito provavel que isto aconteça) apenas vai prejudicar os professores contratados. Muitos de nós não conseguem horários completos e anuais. Por esta razão muitos irão para a 2º prioridade. A hipótese da escolha do intervalo entre 6 e 21 horas nem vale a pena comentar… ficar colocado longe de casa com 21 horas ou com 6 é perfeitamente igual!!.
    Relativamente ao facto da entrada dos professores das IPSS, apenas coloco umas questões
    : Porque seguiram esse caminho? Há muitos anos que existem escolas públicas e concursos… Porque nunca concorreram aos concursos oficiais e se sujeitaram ás incertezas de ser ou não colocado no ano seguinte?? Se estiveram bem até agora porque razão querem mudar? Será porque têm medo de ficar sem trabalho??
    O acesso à 1º prioridade por parte destes professores, irá fazer com que muitos dos professores contratados fiquem sem trabalho….

    • Cruz on 27 de Fevereiro de 2012 at 22:58
    • Responder

    Concordo que a pergunta devia ser explicada pois o prof. Marcelo não percebeu são 50 000 os aingidos não 200.Ea importante fazer uma pergunta ao Prof. sobre a alteração de horários para apenas de6 a 21 h pois torna quase inviável a hipotese atual de concorrer para longe. Já agora ao permitir a hipotese de os professores do privado concorrer em 1º prioridade vai fazer com que milhares do privado que conseguiramlugar por cunha beneficiando ainda muitos da profissionalização em serviço sem qualquer tempo de serviço (ao contrário do público que são necessário 5 anos serviço) ultrapassar muitos docentes do público com 6 ou mais anos de serviço.Estes docentes sem experência profissionalizaram-se em grupos como o 550-Informáticae outros com tempo de serviço 0 e agoracomo profissionalizados ultrapassam toda a gente….uma vergonha

    • Desempregada on 27 de Fevereiro de 2012 at 23:09
    • Responder

    Boas noites

    Como se está a centrar a problemática da regulamentação do concurso quase exclusivamente nos Senhores Professores do particular e cooperativo então aqui deixo a minha proposta por forma a salvaguardar quem já está no publico há anos por vocação e não por ter sido um caminho alternativo…
    ora vejam
    1ª prioridade para professores profissionalizados via cursos de ensino;
    2ª prioridade para professores profissionalizados via profissionalização em serviço;
    3ª prioridade para professores com habilitação própria…
    e assim cerca de 90% dos senhores professores do ensino particular e cooperativo encaixariam na 2ª prioridade…. e resolvia-se problema,,, não!?
    lol

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