Tag: Prova

Ainda em Lisboa

FNE lembra dificuldade de professores deslocados e grávidas de risco realizarem a prova

 

 

 

 

Os professores sem vínculo ao ministério da Educação têm até esta quinta-feira, 28 de novembro, para se inscreverem na prova de avaliação com questões ligadas à area de cada docente. Quem não fizer a prova, não pode inscrever-se no próximo concurso de professores. Entretanto, a Federação Nacional da Educação apresentou novas providênciais cautelares contra essa decisão do Governo, de avançar com uma prova de avaliação.

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As FAQ Atualizadas com Resposta à Maternidade

E por este andar (uma resposta mal dada e insuficiente a cada cinco dias) nem no Natal vão responder a todas as dúvidas. E os que as docentes que se encontram em Licença de Maternidade querem saber não é se estão a cometer alguma ilegalidade em fazer a prova estando de licença de maternidade, mas sim se o MEC não está a cometer uma ilegalidade obrigando estas docentes a fazer a prova.

 

No dia previsto para a realização da prova, encontro-me de licença de maternidade. Existe algum impedimento legal à realização da prova?

Não. As licenças parentais (maternidade/paternidade) não são impeditivas da realização da prova.

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Hoje Por Lisboa

Polícias impedem invasão do ministério da Educação

 

… e antecipa aquilo que pode ser uma enorme manifestação no Porto, no próximo dia 30, novamente organizada pela FNE.

 

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Mas Afinal

… não era hoje que terminava o prazo para a decisão do tribunal sobre as providências cautelares?

 

Bem que fui cauteloso com o título deste post e agora já percebem porque afirmei ter pouca fé com estas providências cautelares.

 

 

Dirigente da Fenprof diz que se estivesse no lugar dos contratados se inscrevia para fazer a prova de avaliação

 

À espera das decisões definitivas dos tribunais, o dirigente sindical Mário Nogueira diz que “a vida ensina que é importante manter possibilidades em aberto”. O prazo para as inscrições para realizar a prova termina às 18h de quinta-feira.

 

O dirigente da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, que há uma semana disse aos professores sem vínculo para esperarem pelo menos até esta terça-feira para se inscreverem na prova de avaliação de conhecimentos e capacidades, indicou esta tarde que aqueles deverão fazê-lo nos próximos dois dias. “Não havendo até agora decisões dos tribunais, se eu estivesse no lugar destes colegas, fá-lo-ia. Isso não os obriga a fazer a prova e a vida ensina que é importante manter o maior número de possibilidades em aberto”, afirmou, em declarações ao PÚBLICO.

Mário Nogueira frisou que o prazo para as inscrições na componente comum da prova, marcada para 18 de Dezembro, termina às 18h00 da próxima quinta-feira e que pelo menos seis dos nove tribunais onde ainda decorrem processos se deveriam pronunciar esta terça-feira, se cumprissem os prazos indicados no Código do Procedimento Administrativo. “Acontece que até ao final da tarde desta terça os nossos advogados foram notificados apenas por um tribunal, o de Coimbra, que nos deu cinco e dez dias, respectivamente, para contestarmos a resolução fundamentada e a dedução de oposição do Ministério da Educação e Ciência (MEC)”, disse , frisando que “isto atira a decisão final dos juízes sobre as providências cautelares para muito perto da prova”.

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ESE de Bragança Pronuncia-se Sobre a Prova de Avaliação

Tomadas de posição do Conselho Técnico-Científico da ESE

 

 

Leia aqui as tomadas de posição do Conselho Técnico-Científico da ESE sobre:

 
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/11/Prova-de-avaliação-de-conhecimentos-e-capacidades.pdf”]

Não sei se repararam mas a ESE de Bragança também se pronunciou sobre a Proposta de Novo Regime Jurídico de habilitação para a docência que ainda não é do conhecimento público.

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O Protesto de Ontem em Coimbra

… merecia uma melhor moldura humana.

na RTP

 

 

na TVI

 

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Dizem Que Hoje É o Último Dia de Prazo

… para os tribunais se pronunciarem sobre as providências cautelares.

Logo que haja alguma informação sobre esta decisão coloco em novo post, mas depois da decisão do TC sobre as 40 horas fiquei homem de pouca fé…

Os professores estão à espera dos tribunais?

 

 

Os protestos que inundam as redes sociais contra a prova de avaliação para docentes não têm a expressão correspondente nas ruas – longe disso. Em Coimbra, comentava-se que muitos estarão a contar que a prova seja suspensa.

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ANPRI – Tomada de Posição Sobre a Prova

Estimados Senhores,

 

Enquanto organização representante dos profissionais do grupo de recrutamento de Informática, cumpre à ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática), tomar uma posição acerca da prova de avaliação de capacidades e competências que o ministério da educação e ciência quer impor a todos os professores contratados.

Junto enviamos o documento que foi enviado também ao MEC.

Agradecemos a divulgação.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/11/Parecer-sobre-a-Prova-de-Avaliação-de-Conhecimentos-e-Capacidades.pdf”]

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Carta Aberta à Comissão de Educação Sobre a Prova

CARTA ABERTA comissão de educação - FINAL_Página_1 CARTA ABERTA comissão de educação - FINAL_Página_2

 

Aqui em formato word se quiserem fazer algo idêntico.

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Por Coimbra

… a “violência não está à porta“, nem se espera que o Crato seja “corrido à paulada“.

E assim, é difícil contrariar a existência da prova. 🙁

FNE. Professores contratados não têm medo de realizar qualquer prova

 

 

Estrutura sindical defende que  professores contratados “que já trabalharam” estão sujeitos a avaliação de desempenho nas suas escolas

 

O secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE), João Dias da Silva, disse hoje em Coimbra que os professores contratados não têm medo de realizar a prova de avaliação exigida pela tutela.

“Estamos a distribuir este panfleto para explicar às pessoas que os professores não têm medo de realizar qualquer prova. Estes professores foram avaliados muitas vezes durante o seu processo de formação inicial nas instituições de ensino superior”, afirmou João Dias da Silva, à margem de uma concentração no Largo da Portagem.

O líder sindical frisou ainda que os professores contratados “que já trabalharam” estão sujeitos a avaliação de desempenho nas suas escolas.

“Se há alguma coisa de que estas pessoas não têm medo é de avaliação, é isto que queremos dizer à população”, reafirmou.

Questionado sobre a pouca adesão de professores à iniciativa de hoje, integrada na campanha “Todos Contra a Prova” – cerca de duas dezenas de docentes e dirigentes sindicais marcaram presença na iniciativa – João Dias da Silva apontou como justificação a hora do início da concentração, que estava agendada para as 17:30 de hoje: “A esta hora há muitas pessoas que não têm a possibilidade de estar aqui“, alegou, argumentando que, por esse facto, os professores entregam à FNE “a tarefa de esclarecer a população”.

Frisou, a esse propósito, que a estrutura sindical, abriu uma página da campanha na rede social Facebook e “no espaço de três dias” recebeu cerca de 22 mil manifestações de “concordância” com as razões dos opositores da prova de avaliação.

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A Prova na Blogosfera

E o ministro da Educação não se demite?

 

PACC – modelo – componente comum. Um incidente crítico?

 

Exemplos de questões que vão integrar a  PACC do dia 18:

 

A propósito do exame que os professores não efetivos vão fazer

 

Prova de Avaliação dos “Profes”: radiografia seletiva…

 

Um agradecimento ao Prof Luso por alguns links enviados.

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Hoje em Coimbra

… após a concentração, no largo da portagem às 17:30, um grupo de docentes prepara-se para acampar na Universidade de Coimbra.

 

 

É já hoje o nosso Acampamento, segunda-feira, às 19h30 na Universidade de Coimbra (Largo D. Dinis)!  Por iniciativa de uma colega, convidou-se a Associação de Estudantes da A.A.Coimbra e as listas que concorrem esta segunda e terça às eleições dessa associação a estarem presentes (e pelo menos uma dessas listas de estudantes já nos deu apoio e garante presença!).

 

Se tiverem levem tenda (eu já arranjei várias tendas para quem não tiver), roupa bem quentinha, saco camas, material para isolar o frio do chão, etc.

 

E mesmo que não possam passar lá a noite toda, passem por lá, para dar apoio e maior força a este protesto. Levem fotocópias dos vossos certificados de habilitações, pós graduações, etc.

 

E tentem, naturalmente, levar alguma comida (sandes, barritas de cereais, etc).

Antes para quem conseguir, estaremos também na concentração na Portagem às 17h30 para daí partirmos juntos para a Universidade.

 

Grande abraço e até breve!

André Pestana (professor desempregado)

 

p.s. Pelos vistos o acampamento já está a ter alguma cobertura jornalística (nacional e regionalmente), por exemplo:

 

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/11/23/professores-contra-a-prova-vao-acampar-junto-a-universidade-de-coimbra

 

http://www.asbeiras.pt/2013/11/grupo-de-professores-acampa-amanha-na-universidade-de-coimbra/

 

p.s.2 UM DIA COMEÇO A DIZER BASTA, QUANDO DEPOIS DE QUESTIONAREM O MEU EMPREGO E SALÁRIO TAMBÉM QUESTIONAM O MEU CURSO E DIGNIDADE… HOJÉ É O DIA!


 
p.s.3 Reencaminhem a mais colegas!

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Já Vi o NP (Não à Prova)

… que vai circular as diversas manifestações agendadas para esta semana.
2013-11-25 12.38.33

2013-11-25 12.38.21

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Hoje, no Jornal i

Uma Prova-Espantalho

 

A muito pomposamente designada prova de avaliação de conhecimentos e capacidades, para que os professores possam exercer a profissão para a qual se profissionalizaram, foi uma criação da ministra Maria de Lurdes Rodrigues no auge do seu confronto com a classe docente e foi mais uma peça numa estratégia destinada ao amesquinhamento da classe profissional que de forma mais frontal contestou as suas políticas. O actual ministro Nuno Crato decidiu retomar agora essa ideia, usando-a para desviar as atenções de outras medidas muito gravosas neste sector da governação.

Sejamos claros:

  • Esta prova visa avaliar a competência de professores que não se limitaram a fazer uma licenciatura e agora querem continuar a dar aulas. Destina-se a quem, para além de anos de exercício da profissão, obtiveram uma profissionalização específica, aprovada e certificada pelo ministério da Educação, para a docência ao nível da pós-graduação ou mestrado. E pelo que se conhece da informação-prova parece um teste de revista de fim de semana, com uma composição no  fim sobre a Primavera.
  • Esta prova não permite o acesso à carreira de professor, mas apenas a determinar se professores já profissionalizados podem exercer a respectiva profissão. Isto não tem paralelo com outras profissões, mesmo as reguladas por ordens profissionais. Um professor aprovado não obtém qualquer colocação numa escola ou mesmo a garantia de vir a exercer a docência.
  • A qualidade de um professor ou a sua adequação para exercício da docência deve avaliar-se de forma rigorosa em dois momentos: ou durante a sua formação académica e profissional ou quando que fica em condições de ingressar na carreira. No primeiro caso, isso implicaria uma regulação criteriosa da oferta e funcionamento de muitos cursos de formação de professores que proliferaram a partir dos anos 80. No segundo, a prova deveria aplicar-se a quem, em situação de efectivo ingresso, seria justo pedir que demonstrasse a sua competência para ocupar um lugar nos quadros do Estado. Mas isso só é possível num quadro de políticas educativas com sentido.

Mas há um detalhe adicional importante: quem são as pessoas que se julgam aptos para avaliar quem exerce os potenciais examinados? Quem nunca fez uma prova desse tipo? Quem esteve anos a formar professores e agora acha que não estão em condições de exercer a profissão? Só que isso é sigiloso. Um mínimo de decência exigiria que as condições de produção desta prova fossem transparentes. Mas a opacidade e a mistificação tornaram-se a imagem de marca da actual governação na área da Educação.

 

Paulo Guinote

Seis atributos para uma prova

 

Esta prova diz-se de ingresso na carreira. Mas quem nela obtenha aprovação não entra na carreira. Outrossim, quem leccione há 5, 10, 15 ou mais anos, sempre com avaliação de bom ou superior, os miseravelmente explorados professores contratados, pode ser expulso do exercício profissional. Isto tem um nome: canalhice. O qualificativo é meu. Mas no espírito do juízo estou significativamente acompanhado: Provedor da Justiça e, agora, Comissão Europeia.

 

Esta prova mostra que o Ministério da Educação e Ciência não confia nas instituições de ensino superior que formam professores e que nós, portugueses, não devemos confiar no Estado. Com efeito, as universidades e os politécnicos que formam professores não são clandestinos. Foram reconhecidos pelo Estado como competentes para tal. Para operarem têm que obedecer às exigências do Estado. O Estado impõe-lhes um número mínimo de professores doutorados. Não são livres de conceber os seus planos de estudo: o Estado impõe-lhes matrizes e, além disso, cada curso sujeita-se ao livre arbítrio do Estado para obter autorização de funcionamento. Não são livres quanto à admissão de alunos: o Estado estabelece-lhes cotas. O Estado fiscaliza-as e pode fechá-las se deixar de lhes reconhecer qualidade. O Estado é, pois, tutor de todas. Às vítimas deste devaneio, todos aqueles que pagaram propinas durante anos, está dito, em diploma legal, que obteriam uma habilitação profissional, sublinho, profissional. Isto tem um nome: intrujice.

 

Esta prova foi inicialmente concebida por um partido que agora a esconjura e é agora defendida por outro que antes a arrasou. Isto tem um nome: palhaçada.

 

Esta prova trará ao ministério, em taxas de inscrições a pagar pelos candidatos, um encaixe próximo do milhão de euros. A maioria dos candidatos está no desemprego. Alguns terão que pagar centenas de euros para se deslocarem aos locais onde as provas se realizam. Pela correcção de cada uma, o ministério propõe-se pagar metade do que paga por hora a uma funcionária de limpeza. Isto tem um nome: perfídia.

 

Esta prova não acrescentará um avo de qualidade ao sistema. Pelo contrário, vai diminui-la, pela lama e descrédito que bolça sobre a classe. Todos o sabem menos Crato. Isto tem dois nomes: incompetência e ignorância.

 

Quando cantou “Os Vampiros”, Zeca Afonso leu aquele tempo e foi profeta: anunciou o nosso.

In “Jornal i” de 23.11.13

 

Santana Castilho

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Opinião – Manuel Maria Magalhães

Carta aberta de um professor ao primeiro-ministro: não farei qualquer exame retroactivo

 

Não temo como nunca temi qualquer forma de avaliação, mas não me sujeito ou humilho perante este cenário a que Vossa Excelência nos quer forçar.

 

O meu nome é Manuel Maria de Magalhães e sou professor profissionalizado do grupo 410 (Filosofia), desde 2002. Desde então fui contratado por 13 escolas, em cinco distritos diferentes (Viana do Castelo, Braga, Porto, Guarda e Viseu). Em todas excedi sempre aquilo que me era pedido, como prova o reconhecimento, em alguns casos público e formal, que alunos, colegas, órgãos das escolas e encarregados de educação prestaram ao meu trabalho.

Em termos de formação contínua de professores desprezei sempre as acções de formação promovidas pelo ministério através das suas direcções regionais, que conjugam o verbo “encher” na perfeição, para procurar na academia a continuação dos meus estudos sob a forma de congressos ou mesmo na execução de duas pós-graduações nas áreas em que o meu grupo disciplinar se move. Em todas as escolas o meu trabalho foi avaliado, de acordo com o estipulado, tendo inclusivamente sido dos primeiros a submeter-se voluntariamente às “aulas assistidas”. Em consequência das suas políticas educativas encontro-me no corrente ano desempregado e sem perspectivas de encontrar colocação nesta área, tal como dezenas de milhares de colegas meus, muitos deles com uma história profissional bem mais dura do que a minha e muitos mais anos de serviço. É neste quadro que Vossa Excelência, através do seu ministro da Educação, nos quer obrigar a fazer um exame para poder continuar a concorrer ao ensino. Era a humilhação que faltava e a maior de todas.

Ao enveredar por este caminho, Vossa Excelência está a descredibilizar todos os docentes com provas dadas nesta causa que é tomada como uma missão em prol do desenvolvimento do país. Está a descredibilizar as universidades que nos formaram e as escolas que nos avaliaram. Está a destruir a credibilidade do próprio ensino, através de uma avaliação retroactiva, sem fundamento, obscura nos seus contornos, pois até esta data pouco se sabe sobre o processo, que é mais próprio de regimes ditatoriais revolucionários do que de democracias maduras, onde todas as partes devem ser ouvidas.

Estou de acordo consigo num ponto: a Educação não está bem,apesar dos esforços de tantos, mas residirá apenas na classe docente a causa desse mal? Já reparou que todos os governos eleitos impuseram uma política de Educação diametralmente diferente dos anteriores? Já se deu conta que a Educação foi verdadeiramente uma área em que se “atirou dinheiro” para cima dos problemas na esperança que passassem? No ensino, como em muitas outras áreas, também existiu o privilégio do betão face à formação. Quantas escolas não têm psicólogos, sobretudo clínicos, que tanta falta fariam aos inúmeros casos dramáticos que assolam milhares de alunos? Que vínculos tem o Estado, através da Segurança Social, para ajudar a estabelecer pontes entre as famílias e a Escola? O que se (não) tem feito em termos de prevenção da indisciplina em ambiente escolar, seja na sala de aula ou fora dela? O que fez o Estado para promover a autoridade (não autoritarismo) do professor e do auxiliar de acção educativa que ainda é tratado, à maneira do Estado Novo, como um mero contínuo, desprezando o seu vital papel nas escolas? Construir ou renovar escolas não chega… Se quer introduzir alterações em atitudes e comportamentos dos docentes, este não é seguramente o melhor caminho. Se analisar a formação que o ministério nos disponibiliza, constatará que não tem, na maioria dos casos, qualquer interesse em termos pedagógicos. Já pensou em fomentar a ligação entre as universidades e as escolas neste sentido? Ao persistir neste caminho, Vossa Excelência encerra em si o pior modelo de docência: o do professor que obriga os alunos a uma avaliação para a qual não os preparou.

Não temo como nunca temi qualquer forma de avaliação, mas não me sujeito ou humilho perante este cenário a que Vossa Excelência nos quer forçar. Não farei qualquer exame retroactivo, imposto de forma ditatorial. Se o preço a pagar for a exclusão definitiva do ensino, assumo-o. Mais importante do que as palavras que proferimos é o exemplo que perdura. A dignidade não está à venda e não posso ser incoerente com tudo o que tenho passado aos alunos que o Estado me entregou. Ainda assim tenho a esperança que Vossa Excelência tenha a humildade (uma das maiores, se não a maior, virtude humana) de reconhecer o erro que esta medida encerra e procurar novas soluções.

Professor de Filosofia

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A Prova na TV

… nos vários canais.

 

O modelo da prova de acesso à carreira

 

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E Se Para Uma Prova de Avaliação

… que visa também avaliar erros ortográficos vos fosse pedido, no ato da inscrição, para inserirem o documento de indentificação?

Ligavam isto a sério?

Mas não é só na inscrição, o próprio guia da prova possui um erro detetado aqui, pela ana.

 

indentificação

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Enquadro a Prova em Qualquer destes Adjetivos

… e podia acrescentar umas 600 palavras para descrever este modelo de prova que vai permitir aferir se um professor pode ou não lecionar.

Nem é que eu desgoste deste género de provas psicotécnicas, porque no final dos anos 80 habituei-me a usá-las para ingressar nas concorridas formações financiadas pela CEE e raramente ficava fora dos três primeiros lugares.

Prova de avaliação é “apatetada”, “ridícula”, “absurda”, “básica” e “desadequada”, classificam os professores

 

 

A indicação do tipo de questões que vai sair na prova de avaliação para professores, deixou-os perplexos. Uns consideram que a prova é ridícula por ser tão “básica”. Outros dizem também que é ridícula, por ser tão desadequada. Também não se entendem quanto ao que pretende o ministro: desviar as atenções ou  afastar docentes da carreira?

 

No entanto sei que este género de provas pode ter as armadilhas que forem necessárias encontrar em cada momento.

No início de cada ano letivo costumo fazer um pequeno teste aos meus alunos para provar que muitas vezes as perguntas mais simples podem ser dadas de forma errada se quisermos.

O teste que costumo fazer é bastante básico, mas a percentagem de respostas erradas é idêntica em alunos de 10 anos como em licenciados e doutorados.

Se estiverem interessados em perceber este jogo agradeço que o façam de forma séria sem estarem a pensar muito e com calculadora na mão e vão perceber como ele é.

Podem usá-lo para fazer a colegas ou familiares vossos, no entanto é mais eficaz quando exigirem que a resposta seja dada de forma rápida.

Então é assim:

quanto é a soma de 1000 + 40?

e mais 1000?

e mais 30?

e mais 1000?

e mais 20?

e mais 1000?

e mais 10?

Se quiserem ser sinceros coloquem a resposta dada na caixa de comentários, sem lerem as respostas dadas, e depois comprovem com outras pessoas como muitas vezes as coisas mais simples podem tornar-se complicadas.

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Habituaram-se a Trabalhar Até Tarde

Brevemente disponível.

 

É castigo. 😉

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Claro Que Há Argumentos

… e muitos.

Página do Facebook aqui.
 

Professores contratados contra prova de acesso

 

Os docentes profissionalizados a contrato na Escola Básica e Secundária das Flores reuniram-se, ontem à tarde, para manifestar a sua discordância com a realização da prova de avaliação de conhecimentos e competências, exigida pelo Ministério da Educação. Os professores pretendem alertar para os elevados custos económicos, associados à deslocação necessária para realizar a prova, que podem ultrapassar os 600€. Dizem ainda que nada na realização da prova faz sentido e que esta é uma medida discriminatória e injusta.

 

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Opinião – O Cão Danado

Por que eu não faço a prova

 

Lista de Razões:

 

1.ª: Possuo habilitação profissional para a docência, com provas dadas e em vias de completar mestrado em ensino. Então por que razão hei-de pagar vinte euros para obter uma condição que eu já possuo?

 

2.ª: Tenho anos de experiência docente [os que me deixaram ter] com as respectivas avaliações de desempenho;

 

3.ª: Encontro-me desempregado, dependo do ensino para subsistir e, mesmo assim, não estou disponível para ser mais humilhado;

 

4.ª: Se eu aceitar esta prova que considero imoral, como poderei um dia transmitir aos meus alunos que devem lutar pela justiça, se eu próprio não lutar pelo que acredito?

 

5.ª: Isto não passa de um teste à moralidade e à integridade de cada pessoa. Quem aceitar não pode em consciência ser docente;

 

6.ª: Se a prova é ilógica e ilegal à vista de todos, por que hão-de os mesmos aceitar uma coisa que consideram injusta?

 

7.ª: Aceitando esta prova, o que será considerado o limite quando este já foi claramente ultrapassado para além do razoável? Se aceitarmos isto o que virá a seguir?

 

Assim, apelo para que não se inscrevam na prova e repudiem esta medida do governo. Aguentem TODOS até dia 27 de Novembro e aguardem as resoluções que possam emanar dos tribunais.

 

Obviamente não será necessário dizer que no fundo a verdade é esta:

 

Se ninguém se inscrever, não existe prova. Esta é a realidade. Metam isso na cabeça.

 

Então para quê o medo?

 

 

 

(Bansky)

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O Guia

Anti-Prova

 

e o

 

Guia da Prova

 

O segundo link só fica disponível amanhã.

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A Identificação dos Problemas

… já relatados aqui no blog, na comunicação social.

 

Docentes gastam centenas de euros em viagens e estadia para fazer prova de avaliação

 

 

 

Muitos professores de escolas portuguesas nas ilhas e no estrangeiro vão gastar centenas de euros para fazer a prova de avaliação e continuam sem garantia de que as faltas às aulas serão justificadas, alertou o sindicado.

O aviso de abertura da Prova de Conhecimentos e Capacidades para educadores de infância e professores do básico e secundário não integrados na carreira docente foi publicado na terça-feira em Diário da República, dando informações como as localidades onde se poderá realizar a prova.

Nos Açores, serão feitas em apenas três das nove ilhas: na Terceira (na Praia da Vitória), Faial (Horta) e S. Miguel (Ponta Delgada). Os professores das restantes ilhas terão de fazer a viagem para poder estar a 18 de dezembro numa daquelas três cidades.

“Existem várias situações graves de dificuldade de realização da prova. Desde logo nas ilhas, porque a concentração só em algumas ilhas faz com que os candidatos tenham que pagar do seu bolso as viagens e alojamentos, porque isto implica sempre mais do que um dia. São dois ou três dias de deslocação e é preciso que não haja tempestades que impeçam as viagens”, lembrou o secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE), João Dias da Silva.

Ainda mais grave é o caso dos professores colocados no estrangeiro: “Estão obrigados a vir realizar a prova a Portugal pagando do seu bolso a deslocação e as estadias necessárias”, disse o sindicalista, dando exemplos de docentes que estão na África do Sul, Estados Unidos, Namíbia, ou nas escolas portuguesas em Maputo, Luanda, Alemanha, Luxemburgo ou Suíça.

Para muitos, o custo de realizar a prova, cuja inscrição custa 20 euros, irá facilmente ultrapassar uma centena de euros, entre viagens e estadia.

“A própria distribuição geográfica das localidades onde as provas se vão realizar faz com que os candidatos mesmo da região do continente tenham que percorrer grandes distâncias para realizar a prova”, acrescentou Dias da Silva.

Os professores queixam-se também de não terem justificação para, em caso de necessidade, faltar às aulas e às reuniões de avaliação, uma vez que a prova se realiza no final do primeiro período de aulas.

A FNE critica também o facto de o aviso definir que não será devolvido o dinheiro da inscrição da prova a quem falte por motivo que lhes seja imputável. “Mas, para além do valor que é a inscrição na prova, as mulheres que nesse dia estiverem em situação de parto e que, por esse motivo, não puderem realizar a prova como é que se revolvem o problema? E quem tiver tido um acidente e estiver hospitalizado?”, questionou Dias da Silva.

Para a FNE, é ainda uma “injustiça flagrante” o facto de a norma ter sido concebida de forma a impedir as pessoas de concorrer no próximo concurso de colocações caso não realizem a prova.

As inscrições para a realização da prova estão abertas a partir de hoje e durante uma semana no site da Direção Geral da Administração Escolar, estando previsto para quinta-feira a divulgação do guia da prova.

 

 

Professores pagam viagem e estadia para fazerem prova

 

 

A Federação Nacional da Educação alertou, esta quarta-feira, para o facto de alguns professores irem gastar centenas de euros para poder realizar a prova nacional que vai passar a ser obrigatória para poderem dar aulas: Nos Açores, por exemplo, as provas só serão realizadas em três ilhas.

 

O Ministério da Educação explicou, esta quarta-feira, que a escolha dos locais para os professores realizarem as provas de acesso à profissão foi condicionada por questões logísticas e de forma a garantir a possibilidade de realizar uma ação inspetiva.

Segundo a FNE, os professores das restantes seis ilhas terão de fazer duas viagens e provavelmente pagar estadia, caso os voos não coincidam com os horários da Prova de Conhecimentos e Capacidades.

Em situação mais complicada estão os docentes que atualmente dão aulas no estrangeiro, que serão obrigados a vir a Portugal realizar a prova, que se realiza a 18 de dezembro.

Contactado pela Lusa, o gabinete de comunicação do Ministério da Educação e Ciência explicou que existem questões logísticas de garantia da equidade da prova que impedem que esta se realize noutros locais.

“A rede de locais onde se irá realizar a prova está condicionada a questões de natureza logística inerentes à entrega e recolha dos enunciados/folhas de resposta, à existência de um número mínimo de candidatos por local, bem como à garantia de uma possível ação inspetiva de forma a assegurar a credibilidade do processo, a sua consequente equidade, transparência e posterior validade dos resultados”, diz fonte do MEC.

Outra das questões que tem preocupado os professores prende-se com o facto de desconhecerem se serão justificadas as faltas às aulas por causa da prova, que se destina apenas aos docentes não estão integrados na carreira docente.

O ministério diz que “tem estado em contacto com as secretarias regionais de educação dos Açores e Madeira para prever um enquadramento no âmbito da sua autonomia regional, pelo que essa questão deverá ser colocada diretamente aos governos regionais”.

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O Manual

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/11/manual-prova.pdf”]

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Claro Que a Solução Para Acabar de Vez Com a Prova

Era:

  • que ninguém se inscrevesse nela

  • que ninguém se oferecesse para a corrigir

  • que ninguém a aceitasse vigiar

 

Digo era, porque…

…sou realista.

 

E porque há uma enorme falta de espinha na nossa classe que foi vergada por Maria de Lurdes Rodrigues, Margarida Moreira e agora por Nuno Crato.

E quando todos acabarem por vergar a espinha, a missão oculta do MEC fica concluída.

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Mais Um Exemplo do Absurdo

… que também já tinha abordado aqui.

 

Chamo-me Marta, sou professora contratada do grupo 500, colocada e com 14 anos de serviço.

 

A principal razão deste contacto prende-se com a prova de avaliação de conhecimentos e capacidades. Atualmente, encontro-me impossibilitada de exercer as minhas funções docentes, por motivos de gravidez de risco. A data provável do parto é dia 16 de dezembro, (dois dias antes da data para qual está agendada a realização da prova). Após uma leitura de toda a legislação inerente à prova, pude verificar que não havia resposta para situações como a que me encontro.  No sentido, de saber se seria penalizada e impedida de concorrer por não poder realizar a prova por estes motivos, contactei a DGAE. Não souberam dar resposta e encaminharam-me para o GAVE, de onde me encaminharam para o JNP. Aqui o contacto teria que ser feito por email, e teria que aguardar que me fosse dada uma resposta (sem grande certeza de que tal resposta fosse efetivamente dada). Enviei um email ao JNP e neste momento aguardo por uma resposta.

 

Sentindo-me profundamente desvalorizada e injustiçada, gostaria de saber que outros procedimentos poderei adotar, que outros contactos poderei efetuar, no sentido de ver resolvida toda esta situação.

 

Muito lhe agradeço a sua atenção,

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Estás À Espera de Quê?

… para no dia 18 de Dezembro mostrares que “ESTA PROVA É UM ERRO CRATO

 

esta prova é um erro crato

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Exemplos do Absurdo

… que já tinha dado conta aqui, mas que agora são reforçados por conhecimento oficial dos locais da realização da prova.

Neste caso a prova em vez de custar 20 euros deve ficar nos 400 ou 500 euros com a agravante dos docentes destas ilhas não terem justificação para faltarem às aulas nem às reuniões de avaliação.

 

 

 

Estou colocada na Ilha do Corvo e tenho que fazer a maldita prova ou no Faial, ou na Terceira ou em S. Miguel, mas no Corvo só temos voos segundas, quartas e sextas, e isto se as condições meteorológicas  o permitirem, para fazer a prova tenho que sair dia 16 do Corvo, o que implica faltar às aulas dia 16 e 17, e só regressar dia 20. Não consigo encontrar palavras para classificar esta situação, acho-a irreal e inaceitável. E tenho ideia que exceto os que estão aqui, mais ninguém tem noção da nossa situação.

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O Guia da Prova Será Disponibilizado Dia 21 de Novembro

É esta a informação que consta no site do GAVE.

 

Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades

 

19 de Nov de 2013

Foi hoje publicado o aviso de abertura relativo à inscrição dos candidatos para a realização da prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades para o exercício da função docente, no qual se explicitam os procedimentos a adotar pelos candidatos, prazos de inscrição e locais de realização da prova.

Decreto-Lei n.º 146/2013, de 22 de outubro – Procede à 12.ª alteração do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de abril, e à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho

Decreto Regulamentar n.º 7/2013, de 23 de outubro – Procede à terceira alteração ao Decreto Regulamentar n.º 3/2008, de 21 de janeiro, que estabelece o regime da prova de avaliação de conhecimentos e capacidades prevista no artigo 22.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Despacho n.º 14293-A/2013, de 5 de novembro – Define o calendário de realização da prova de conhecimentos e capacidades, as condições de aprovação e os valores a pagar pela inscrição, consulta e pedido de reapreciação da mesma.

Aviso n.º 14185-A/2013, de 19 de novembro – É publicado o aviso de abertura relativo à inscrição dos candidatos para a realização da prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades para o exercício da função docente, no qual se explicitam os procedimentos a adotar pelos candidatos, prazos de inscrição e locais de realização da prova.

No próximo dia 21 do corrente, o IAVE, I.P., procederá à divulgação do «Guia da Prova» 

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Termina Hoje o Prazo

… para a publicação do aviso da prova de avaliação em Diário da República.

E caso isso não aconteça a prova já não se poderá realizar no dia 18 de Dezembro.

Hoje, nem no Diário da República da manhã nem no suplemento da tarde foi publicado qualquer aviso.

 

 

Crato não receia que greve ponha em causa prova de avaliação dos docentes

 

O Ministério da Educação e Ciência não pretende abdicar da avaliação de conhecimentos e capacidades dos professores contratados, reiterou esta segunda-feira Nuno Crato, acrescentando que não está preocupado com a greve marcada para o mesmo dia de realização da prova, 18 de Dezembro: “A greve é um direito constitucional, veremos esse problema na altura própria”, disse o ministro.

 

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Nos Açores

contra a prova há argumentos.

 

açores 1 açores 2 açores 3

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Alegações Finais

… num dia em que o debate na educação se centrou na prova de avaliação.

 

Depois da suspensão dos procedimentos pela aceitação de algumas providências cautelares e no dia que praticamente fica oficializada a greve para o dia 18 de Dezembro, resta agora aguardar que exista a coragem para os professores corretores não aceitarem fazer parte deste processo.

Como digo na entrevista ao DN, é mais fácil haver uma manifestação pública para a recusa da correção da prova do que essa manifestação pela aceitação da correção. Na próxima segunda-feira, último dia para os professores manifestarem a vontade de corrigir a questão “extensa”, será também decisivo para sabermos até que ponto o MEC vai avançar com procedimentos para o dia 18 ou não.

O ping pong das providências cautelares já beneficiou o MEC no concurso extraordinário, apesar do TC mais tarde ter declarado algumas normas desse concurso inconstitucionais. Tenho receio que o mesmo aconteça agora e que só depois da prova ser realizada o mesmo tribunal constitucional venha anular os efeitos da prova de dia 18.

Se há dúvidas que isso aconteça? Eu não tenho muitas. E mais uma vez o MEC vai provar que foi incompetente a conduzir este processo.

DN

 

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Em Braga

Os professores estão todos contra a prova

 

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Gostei particularmente desta retirada do blogue Crónicas do Cão.

 

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Já Que Vou Hoje para Évora

… vou amanhã dar aqui um salto.

 

Espero não encontrar uma praça de desistentes.

 

 

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Para Dia 16

… parece ter-se juntado Évora.

 

Neste momento tenho banners para Lisboa, Coimbra, Braga e Évora.

Se existirem outros locais agradeço a sua divulgação na caixa de comentários deste post.

 

E o que se espera é que os locais não estejam vazios nesses dias.

 

 

évora

maniflisboa Manifbraga coimbra

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Mas a Que Atraso?

… refere-se a crónica da Visão, neste artigo de hoje?

 

Visão - atraso

 

É que o prazo limite para a publicação do aviso da prova só termina dia 19 de Novembro.

 

Diz o Decreto Regulamentar n.º 7/2013, de 23 de outubro

 

Artigo 4.º

Calendário

 

1 – O calendário de realização das componentes comum e específica da prova é fixado por despacho do membro do Governo responsável pela área da educação.

Diz o Despacho n.º 14293-A/2013, de 5 de Novembro

Realização da prova

Artigo 12.º

Publicitação

 

1 – A realização da prova é publicitada pelo IAVE, I.P., mediante aviso publicado na 2.ª série do Diário da República e na respetiva página eletrónica.

2 – Entre a data da publicitação da realização da prova e a data da realização da sua primeira componente deve mediar um mínimo de 20 dias úteis.

 

 

Artigo 14.º

Guia da prova

1 – Até cinco dias úteis, após a publicação do aviso a que se refere o artigo 12.º, é divulgado na página eletrónica do IAVE, I.P., um «Guia da Prova», que contém as normas práticas do seu processo de realização.

Assim, a data que conhecemos para a realização da prova de avaliação é o dia 18 de Dezembro e existe apenas a obrigação da publicação do aviso para a realização da prova com o mínimo de 20 dias úteis de antecedência.

As contas devem ser feitas do dia 18 de Dezembro para trás e a data limite para a publicação do aviso da prova é o dia 19 de Novembro de 2013.

Por isso não iludam os professores a dizer que as providências cautelares estão a causar atraso neste processo.

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Sendo Assim

… os deputados do PS bem podiam enviar a Prova de Avaliação para o Tribunal Constitucional pela forma como se encontra legislada.

É claro que politicamente não se podem opor a um princípio que eles próprios passaram a incluir no ECD. Mas podiam usar o pretexto, que todos os docentes concordam, sobre a eliminação das dispensas aprovadas no tempo de Isabel Alçada.

Já era alguma coisita.

 

 

FNE E PS CONTRA A REALIZAÇÃO DA PROVA DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS E COMPETÊNCIAS

 

 

Em reunião hoje realizada entre uma delegação da FNE que integrava o secretário geral, Cristina Ferreira e António Sota Martins, e uma delegação do Grupo Parlamentar do Partido Socialista que integrava os Deputados Acácio Pinto e Odete João, foi verificada uma forte convergência em relação à contestação à realização da prova de avaliação de conhecimentos e competências, considerada por ambos como uma inutilidade, para além de representar uma desconsideração em relação a milhares de docentes que têm servido o sistema educativo, alguns com mais de 30 anos de serviço.

A delegação do PS, admitindo que a existência da prova constasse do articulado do ECD, entendeu que a sua concretização eventual teria de depender de circunstâncias específicas que a justificassem, o que entende que não acontece atualmente.

Ambas as delegações verificaram que coincidem na apreciação de que a realização da prova não dá mais qualidade ao sistema educativo, nem às pessoas que venham a realizá-la.

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Já Vi Respostas Interessantes

… ao convite feito pela Paula Meneses, aos classificadores de Português, que tem de ser dada resposta até amanhã, para quem recusar a participação no “projeto”.

 

Gostava de publicar algumas dessas respostas se me fizerem chegar por mail.

Se porventura algum leitor do blogue já a deu e queira partilhar pode fazê-lo em alternativa na caixa de comentários.

Diz Mário Nogueira, no Correio da Manhã de hoje, que nenhum professor de Coimbra aceitou participar neste projeto.

E no resto do país?

 

prazos
 
E também me disseram que alguns docentes contratados receberam esse convite, o que não deixa de ser curioso. 😉

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Perguntas Naturais Sobre a Prova de Avaliação

Que revelam uma natural preocupação com a novidade da prova e com a completa falta de informação.

 

 

Informação colocada no chat, pela Felismina Roque:
 

Sou professora contratada na Região Autónoma dos Açores, mais precisamente na ilha das Flores e gostaria de divulgar o que nos foi dito relativamente à realização da prova: temos de nos ausentar da ilha a fim de realizar a prova numa das ilhas com ligação aérea direta ao continente… Ora isto implica que nos tenhamos que deslocar de véspera, pagar estadia, pagar voo e regressar de novo à ilha para realizarmos as avaliações! Não ganhamos para isto!!

 
Por uma colega:
 

Tenho cesariana marcada para essa semana, será que o ministro da educação terá a gentileza de levar-me a prova ao hospital para a fazer?

 
Alguns contratados que seguiram o conselho do atual primeiro ministro para emigrarem.
 

Estou em Moçambique, Timor, Angola, Cabo Verde ou S. Tomé e Príncipe a trabalhar como professor, não sei onde terei de fazer a prova e quero marcar a minha viagem de regresso para passar o Natal com a família.

 

E tantas outras questões por responder.

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Divulgação – Manifestações de Dia 16

Hoje são os professores contratados (alguns com mestrados e doutoramentos) que o Governo pretende obrigar a fazer (mais uma) prova de conhecimentos e capacidades (e pagar 20 euros).

Amanhã poderão ser os professores efetivos, os enfermeiros, os médicos, etc. APELAMOS A QUE TOD@S AS PESSOAS SOLIDÁRIAS COM ESTE PROTESTO SE JUNTEM ESTE SÁBADO, 16 novembro, ÀS 15H, PRAÇA DA REPÚBLICA EM COIMBRA.

 

Evento no facebook:

 

Também está já agendada à mesma hora, uma manifestação em Lisboa (à frente da Assembleia da República) e em Braga (na Avenida central).

 

Colega, REENCAMINHA A MAIS COLEGAS.

 

Obrigado! André Pestana (professor desempregado)

 

 

maniflisboa

Manifbraga

coimbra

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