Termina Hoje o Prazo

… para a publicação do aviso da prova de avaliação em Diário da República.

E caso isso não aconteça a prova já não se poderá realizar no dia 18 de Dezembro.

Hoje, nem no Diário da República da manhã nem no suplemento da tarde foi publicado qualquer aviso.

 

 

Crato não receia que greve ponha em causa prova de avaliação dos docentes

 

O Ministério da Educação e Ciência não pretende abdicar da avaliação de conhecimentos e capacidades dos professores contratados, reiterou esta segunda-feira Nuno Crato, acrescentando que não está preocupado com a greve marcada para o mesmo dia de realização da prova, 18 de Dezembro: “A greve é um direito constitucional, veremos esse problema na altura própria”, disse o ministro.

 

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13 comentários

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    • zaratrusta on 19 de Novembro de 2013 at 14:07
    • Responder

    O mais incrível é que o ministro crato continua a mentir impunemente sem que ninguém o contradiga. Já conseguiu fazer passar a ideia que a prova é para acesso à carreira, agora diz que há professores contratados que não são qualificados para lecionar.
    O PM coelho disse que os portugueses deveriam suportar os mesmos sacrifícios que os irlandeses para que Portugal seguisse o mesmo caminho que a Irlanda. Acontece que a Irlanda chegou onde chegou sem metade dos sacrifícios que os portugueses já suportaram até agora. Mentiu. Impunemente.
    É este sentimento de impunidade que faz com que estes mentirosos e incompetentes continuem a brincar com os portugueses.
    Que povo é este que continua a suportar o que há muito se tornou insuportável?

    • Maria on 19 de Novembro de 2013 at 14:08
    • Responder

    Os professores também não desistem das suas razões. nem de lhe mostrar que a porta do governo é serventia da casa, portanto rua, vai-te coçar e ganhar dinheiro para outro lado! Palhaço!

    • FarinhaDoMesmoSaco on 19 de Novembro de 2013 at 14:13
    • Responder

    De certeza que eles não vão falhar o prazo de publicação em DR.

    • António on 19 de Novembro de 2013 at 14:21
    • Responder

    Ainda não vi um jornalista fazer um pergunta de jeito a este cretino, parace que ele só responde a perguntar encomendadas, é proprio dele, mafioso, não aceitando o contraditorio!! A excepção foi a jornalista da TVI a proposito da reportagem dos colegios, em que este nojento já estava a mudar de cor!! Foi nitido o seu incomodo perante as perguntas!!

    • Bruno on 19 de Novembro de 2013 at 14:27
    • Responder

    Sinceramente, quem fizer a avaliação estará a dar razão a este individuo. Quanto às faculdades: “sem comentários”. Deviam ter mais respeito pelos professores e deviam ser os primeiros a atuar. Não compreendo.

  1. As ESE´s sabem bem o que valem na formação de professores…!

    • PL on 19 de Novembro de 2013 at 15:58
    • Responder

    INFO:

    “A ideia segundo a qual professores com mais de cinco, dez ou 15 anos de serviço, reconhecidamente bom e excelente serviço, devem fazer umas “provetas” de “conhecimentos e capacidades”, de cruzinhas e com uma redação de trezentas linhas, para que possam continuar a candidatar-se ao exercício das suas profissões, é daquelas ideias tão absolutamente estúpidas que o seu autor deveria cair redondo de vergonha. Mas em Portugal não. Em Portugal uma ideia estúpida parece ser vezes de mais o melhor caminho para a ideia estúpida seguinte.”

    Francisco Teixeira

    Professor do ensino secundário, doutorado em Filosofia e especializado em Organizações Educativas e Administração Educacional

    In:
    http://www.publico.pt/sociedade/noticia/educacao-justica-e-mercado-1612956?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29

    • Janica Barratcha on 19 de Novembro de 2013 at 17:49
    • Responder

    Excelente comentário, colega… excelente…….!!!!

    ARLINDO……. então não terminava hoje a porcaria do prazo???? Será que houve 500 FDP a aceitar esta caganeira fedorenta???????

    Puta que os pariu!!!!!!! Não merecem menos do que isto.

      • DuarteF on 19 de Novembro de 2013 at 18:10
      • Responder

      Caro colega???
      Moderação na linguagem…Será que é mesmo professor? Como não sou, nem serei corretor, nem “vigilante” estou à vontade para lhe dizer…Eles serão funcionários públicos e colegas, não FDP como referiu. Mais se os que estão para fazer a prova tiverem coragem ela morre por si… Não se inscrevam para realizar a dita cuja. No entanto é mais fácil o outro caminho, não é???Os outros são sempre os da culpa. Por isso não há união.Fique bem.

        • Sorceress on 19 de Novembro de 2013 at 22:14
        • Responder

        – Se não corrigir não lhe acontece nada porque nem sequer faz parte dos seus deveres como professor, de tal maneira que até é paga à parte em regime de acumulação.

        – Se não vigiar está a usufruir do seu direito constitucional, pelo que também não lhe acontece nada.

        Se um contratado não fazer a prova: FICA PROIBIDO DE DAR AULAS!!!!!! ÉS EXPULSO DA PROFISSÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        E o senhor ainda tem o descaramento de vir dizer que é a mesma coisa???????

        Se quer Judas por mim tudo bem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        Receba as suas 30 moedas de prata e depois quando se arrepender escolha uma oliveira bem forte… com bons ramos.

          • DuarteF on 23 de Novembro de 2013 at 10:44

          Sorceress, concluo que não leu o que escrevi.Disse que não sou nem serei corretor e ainda menos, vigilante! Mais, não é com a falta de respeito e educação contra a qual me manifestei, que se irão resolver os problemas. Sou contra a “prova”!!! No entanto com essas posturas contra os colegas do quadro é que estão a alimentar a “união”? Se calhar vocês com essas atitudes é que “estão a escolher os ramos”…

    • José Fernando M Bernardo on 19 de Novembro de 2013 at 18:15
    • Responder

    quem qualificou esse senhor para ministro de educação e cultura? quando é que se vai embora para eu recuperar o meu trabalho?

  2. os professores qualificados… ops…os CANDIDATOS qualificados a professores nada têm a recear desta prova….
    cinismo puríssimo.
    se o grande argumento é conferir uma maior qualidade ao ensino, então mais razão existe para alargar a prova a todos os professores, não é, sr. Crato?

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