Claro Que a Solução Para Acabar de Vez Com a Prova

Era:

  • que ninguém se inscrevesse nela

  • que ninguém se oferecesse para a corrigir

  • que ninguém a aceitasse vigiar

 

Digo era, porque…

…sou realista.

 

E porque há uma enorme falta de espinha na nossa classe que foi vergada por Maria de Lurdes Rodrigues, Margarida Moreira e agora por Nuno Crato.

E quando todos acabarem por vergar a espinha, a missão oculta do MEC fica concluída.

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62 comentários

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    • school on 20 de Novembro de 2013 at 15:47
    • Responder

    É óbvio!! Não dá para compreender como esta classe profissional se deixa tratar como se de zombies se tratasse!! Temos sido tratados como ………”cornos” . Já não basta isso, como ainda por cima somos aperreados!!! e não se esqueçam que ainda pretendem o pagamento da bala!!! …… Que coisa deplorável!!

    1. Já te inscreveste, ou estás no hotel mamã?

  1. Nem no hotel mamã, nem inscrita… a viver do esforço de explicações, a pagar novos estudos e sem vontade de pagar a parcela do orçamento de estado que vai para o ensino privado… que TU vais pagar e que vai fazer com que TU percas o emprego… blabla… Acordem… as revoluções não se fazem no sofá nem sentados a fazer provas e gente com espinha não é aquela que está em casa da mamã, são aqueles que estão fartos e já nada ou pouco têm a perder… quando chegar a ti, certamente terás a mesma opinião.

    • Jonas on 20 de Novembro de 2013 at 16:03
    • Responder

    Começando por ti, Arlindo, que em vez de ajudares mais, andas a publicar posts utópicos e ganhar comissões ou publicidade à custa de t-shirts. Precisamos mais que nunca precisamos dos Sindicatos todos unidos a defenderem os contratados, precisavamos de uma Ordem de Professores que falassem a uma só voz.

      • 510 on 20 de Novembro de 2013 at 16:15
      • Responder

      Pode vir com a ordem, a desordem ou os sindicatos, é tudo a mesma treta. A partir do momento em que o presidente da Associação Nacional dos Professores Contratados diz para me inscrever, tá tudo dito! Nunca mais me falem em união. É cada um por si!!

    1. Parece-me que os sindicatos estão a fazer trabalho a mais para o que a maioria dos contratados esperam que o façam.

        • Cristiano Santos on 20 de Novembro de 2013 at 17:19
        • Responder

        Não entendi… O que queres dizer com isso?

        1. De uma maneira ou de outra os sindicatos estão nas várias frentes:
          Petições
          Providências cautelares
          Grupos parlamentares
          Provedoria de Justiça
          Manifestações marcadas
          Greves agendadas

          Mais do que isso é difícil.
          E também é importante saber o que fazem 50 mil professores contratados pelos sindicatos, senão, na maioria das vezes, falar mal deles.

        • Cristiano Santos on 20 de Novembro de 2013 at 18:05
        • Responder

        Entendo o teu desabafo.

        • samuel pinto on 21 de Novembro de 2013 at 12:10
        • Responder

        A classe docente está a padecer destes males graças aos sindicatos!
        Devemos todos agradecer aos sindicatos os acordos que foram feitos à socapa dos professores.
        Deves estar esquecido das condecorações que o ex-patrão da UGT, João Proença, e o João Dias da Silva levaram no dia 10 de junho, das mãos do Presidente da República. Já se perguntaram por que motivo eles levaram essas condecorações? Entregaram os professores de bandeja em sede de concertação social, pela paz na negociação.
        ACORDEM, os sindicatos têm feito um ótimo trabalho nos bastidores, em negociações com o governo. Estamos nesta situação, pela permissão dos que nos deviam proteger.
        Voltemos à origem do sindicalismo, sem negociatas e esquemas manhosos.

    • ... on 20 de Novembro de 2013 at 16:10
    • Responder

    Tendo em conta que se todos fizeram a prova os que dão aulas continuam a dar aulas e os que não dão aulas continuam sem dar aulas e se ninguém fizer a prova acontece a mesmíssima coisa, que repercussões positivas advêm dos contratos não se inscreverem? Só vejo benefícios para o ministério e prejuízo para os mesmos de sempre… e não me venham com a história dos 20€! Ficar com as pernas cortadas para o ano que vem vale bem mais que 20€.

      • Jonas on 20 de Novembro de 2013 at 16:30
      • Responder

      Um professor de EVT com especialização em Educação Especial vai fazer 5 provas:
      1- Componente comum
      2- Específica Artes Visuais (para EVT)
      3- Específica Educação Especial (para Ed. Especial)
      4- Específica Português (para 1ºCEB)
      5- Específica Matemática (para 1ºCEB)

      Tanta prova no valor de 65€ para continuar desempregado, mas deixar a porta da esperança de poder leccionar entreaberta.

        • José Ferreira on 20 de Novembro de 2013 at 18:38
        • Responder

        Julgo que a situação está mal colocada. Qualquer professor do 1º ciclo faz 3 provas. Tendo mais duas especializações ou variantes, terá, como qualquer outro docente, que realizar o número de provas necessárias.

          • Miguel on 20 de Novembro de 2013 at 19:14

          Realmente a situação está mal colocada. Porque é que os professores do 1º Ciclo têm de fazer 2 específicas? Deviam fazer como no Pré-Escolar e na E. Especial em que há uma só específica.

          Na realidade ninguém devia era fazer prova nenhuma, que tristeza de país, que quer a prova a todo o custo e como não tem dinheiro para mandar cantar um cego, têm de ser os próprios contratados, muitos desempregados, a pagar.

    • MariaJoão on 20 de Novembro de 2013 at 16:19
    • Responder

    Concordo plenamente colega Arlindo! Eu poderei nunca mais poder ser docente…, mas tenho dignidade e exijo respeito! Qual prova qual carapuça, tenho duas licenciaturas e uma pos graduação e como tal já realizei as provas que deveria fazer! Trabalho há 18 anos! Sempre contratada! Parece-me que já fui bastante penalizada estes anos todos! Agora não duvido que haja milhares ” Marias vai com as outras” e que a dita cuja se realize! INFELIZMENTE!!!

  2. Eu vou-me inscrever para a prova! Porquê? Porque ainda não estou preparada para desistir e se não fizer a prova obrigam-me a desistir e isto eu não deixo que ninguém mo faça.
    Sou contratada desde 1994, tenho muito tempo de serviço mas uma graduação baixa (só fiz a profissionalização quando fui obrigada).
    Durante todos estes anos nunca vi esta classe unida portanto não me acredito que, desta vez, 45000 pessoas se unam nem vou esperar que os colegas do quadro façam greve por mim.
    Tenho consciência de que o mais provável é não voltar a entrar numa sala de aula de uma escola pública pois esta prova é, à partida, um jogo viciado mas tenho o direito de lutar por algo que gosto mesmo de fazer.
    Também sei que todos vós que vêm a este blog vão escrever horrores de mim mas não importa: isto é o que vou fazer, não importa o que os outros pensam, sou livre de escolher; ao menos não sou como muitos que estão fartos de dizerem que não vão e que no último dia se vão inscrever.

      • Orlando on 21 de Novembro de 2013 at 8:36
      • Responder

      Há tempo. Não vão já a correr para se inscreverem.
      Será que não sabe onde gastar os vinte euros?

  3. “ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES CONTRATADOS ALERTA PARA RISCO DE NÃO INSCRIÇÃO NA PROVA E DIZ QUE CANDIDATOS DEVEM SE INSCREVER
    O presidente da Associação Nacional dos Professores Contratados (ANVPC), César Israel Paulo, aconselhou esta quarta-feira os docentes sem vínculo à função pública a inscreverem-se para realizar a prova de avaliação de conhecimentos e capacidades no prazo definido para o efeito, entre esta quarta-feira e as 18 horas do próximo dia 28, quinta-feira da próxima semana. “Vamos lutar para que a prova não se realize, mas temos de ser realistas – não nos inscrevermos significa abdicarmos de exercer a nossa profissão”, justificou, em declarações ao PÚBLICO.”

    http://www.publico.pt/sociedade/noticia/associacao-diz-que-professores-contratados-devem-inscreverse-para-fazer-a-prova-1613208

    • Jonas on 20 de Novembro de 2013 at 16:31
    • Responder

    Um professor de EVT com especialização em Educação Especial vai fazer 5 provas:
    1- Componente comum
    2- Específica Artes Visuais (para EVT)
    3- Específica Educação Especial (para Ed. Especial)
    4- Específica Português (para 1ºCEB)
    5- Específica Matemática (para 1ºCEB)

    Tanta prova no valor de 65€ para continuar desempregado, mas deixar a porta da esperança de poder leccionar entreaberta.

    • Vítor on 20 de Novembro de 2013 at 16:40
    • Responder

    Parabéns Nuno Crato. Ler os comentários anteriores, mostra que a sua estratégia resultou em pleno. Quando se lida com gente como nós é fácil fazer o que se quer.

    • Carlos Plágio on 20 de Novembro de 2013 at 16:52
    • Responder

    Frase que hoje circula pelo Facebook: “O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos.” (Simone de Beauvoir). Diz tudo sobre nós. Infelizmente.

    • Carmo Roby on 20 de Novembro de 2013 at 17:06
    • Responder

    Em vez de estarem aqui a atirar-se uns aos outros, não seria muito melhor unirmo-nos de uma vez por todas? Bolas, minha gente, só a união faz a força!!! NÃO vou corrigir! NÃO vou vigiar! Estou farta destes choradinhos! Atitude? Não vejo!!

      • Carlos Plágio on 20 de Novembro de 2013 at 17:48
      • Responder

      Sugestões? Pragmáticas e exequíveis, claro.

        • Ana on 20 de Novembro de 2013 at 21:59
        • Responder

        Não se corrige, não se vigia. Os que têm de fazer inscrevem-se. Não me parece que possam fazer mais nada. Se não comparecerem abdicam voluntariamente da profissão.

        Só há uma coisinha que acho que podiam fazer….pragmática e exequível e que dava muito jeito à “luta”.

        Deixarem de pedir que seja aplicada a todos os professores. Deixarem de dizer que os do quadro são assim e assado, que não sabem nada de nada, que não têm habilitações, que não têm cadeiras de eduquês nos seus velhos cursos e que, conclusão lógica, não sabem ensinar, que não têm dossier de DT, (já agora, essa caca serve para quê, quando se conhece os alunos e os pais todos e os documentos estão todos informatizados?1?), que conhecem inúmeros casos de colegas mais velhos que são abaixo de incompetentes, que… tudo e mais alguma coisa. Pensem o que quiserem, tal como eu, mas evitem escrevê-lo.

        Ass: Quadro

          • Carlos Plágio on 20 de Novembro de 2013 at 23:25

          Percebeu-se perfeitamente que era de quadro, que tem tido más experiências e que tudo se resume ao medo que revela no início do terceiro parágrafo.

          • Ana on 21 de Novembro de 2013 at 0:20

          Não mude de assunto…o meu suposto medo não é problema seu. Sabe muito bem que tudo o que escrevi foi lido aqui, nas caixas de comentários. E sabe, porque alguma da adjetivação atribuída a professores do quadro é da sua autoria. Reconheço que a parte do dossier de DT é de outra pessoa que não o Carlos, mas defendeu, que os colegas do quadro fizessem prova. E a argumentação usada foi a alegada incompetência dos quadros.

          Pediu sugestões. Só estava a tentar ajudar. A sério. Seria boa política que se parasse com os ataques ao colega do lado. Afinal precisamos sempre uns dos outros e somos todos colegas. Ou não? Mesmo que pensasse que nós temos medo de fazer a prova, que não a conseguiríamos fazer, que etc e tal, mantinha-se calado e sossegado e esperava que as únicas pessoas que podem impedir que a prova se realize, sem serem fortemente penalizadas, fizessem o que é correto, não a vigiassem. Não a corrigissem. Mas se acha que continuar a ofender colegas de quem precisa como companheiros de luta é boa ideia, continue. Mas não é muito inteligente da sua parte.

          • C on 21 de Novembro de 2013 at 2:22

          Tem toda a razão, Ana. Sou contratada e sou da mesma opinião. Esta prova não deve existir para ninguém. E já era tempo de deixarmos de dizer e/ou escrever em plataformas de alcance público tanta porcaria de uns para outros. Podemos até pensar, mas nem todos os pensamentos têm de ter uma expressão. Nem devem, sequer.

          Não se vigia. Não se corrige. Manifestamos em bloco, juntos, e fazemos todos greve no dia 18. Parece-me que serão as melhores estratégias, neste momento. Confesso que fico um pouco preocupada em ler tantos comentários sobre o problema ser o custo da prova, quando, no meu entender, esse é o menor dos males desta canalhice. Claro que cada um sabe o que mais lhe custa – não critico, apenas relembro o objectivo de acções como esta: o descrédito total do ensino público.

          Quanto ao que os sindicatos andam ou não a fazer, caro Arlindo (e por favor, este caro é mesmo sentido, tenho imenso respeito e admiração pelo extraordinário trabalho que faz em prol da nossa profissão), no caso dos contratados, pecam sempre pelo mesmo: too little, too late. E acredite que não digo isto impunemente ou sem conhecimento de causa. Ainda assim, devo dizer-lhe que temos o direito de exigir o empenho que merecemos e que sempre retribuímos. Também o posso dizer de consciência tranquila, pois sempre lutei por nós, professores. Sem olhar a categorias. E como eu, tantos outros.

    • ana on 20 de Novembro de 2013 at 17:13
    • Responder

    Vamos lá com calma…eu sempre disse que não faria merda de prova nenhuma…o problema (e analisando a frio ) a minha situação é que ainda não usufruí do tempo de serviço do último ano em que trabalhei…estou na rua…mas no inicio da lista…até posso nunca mais dar aulas…mas tenho dois filhos pequeninos para alimentar, e não sei se posso desperdiçar esta merda fedorenta…mas que pelos vistos vou ter que a engolir e vomitar…e tendes razão…se eu tivesse a certeza que ninguém ía…obviamente…mas sabemos que não é assim…só lamento ter que tirar a uma consulta de um filho para fazer uma merda que já está mais que feita…também tenho um curso superior com estágio integrado,ano probatório, avaliações anuais…e 12 anos de serviço…e uma prova duvidosa vai atirar uma vida inteira pelo esgoto abaixo…que se foda…também estou cansada e até lamento não poder utilizar este vocabulário enriquecedor e aliviante na prova…será que não?!

      • Nos on 20 de Novembro de 2013 at 17:46
      • Responder

      Indo ou não indo, se não tem emprego este ano, (lamento) mas dúvido que o terá para o próximo ano. A única garantida para o próximo ano é o aumento do desemprego docente.

    • Francisca on 20 de Novembro de 2013 at 17:32
    • Responder

    Pois eu não vou fazer a Prova.
    Terminei a profissionalização à cerca de 2 anos por isso, só este ano foi possível inscrever-me.
    Abdiquei de muitas oportunidades nesses 2 anos e no fim, quando saí, a escola pública tinha-se transformado neste circo. Podiam-me ter avisado que o ensino Universitário ia deixar de ter valor, e tinha evitado os trabalhos de grupo, os “deadlines” e as horas sem dormir.
    O melhor é fecharem as Universidades, acabam-se as despesas de deslocação, as propinas e o estado poupa uns tostões. Como opção, basta ir assistir a umas quantas palestras esclarecedoras onde se nomeiam os teóricos principais de determinada ciência e ir visitar a livraria mais próxima.

    Sou de Artes Visuais e a área é muito vasta, quando terminei a minha licenciatura decidi continuar a estudar … queria saber mais, as Licenciaturas são o que são, muito superficiais. Depois de passados cinco anos em formação decidi fazer o Mestrado em Ensino. Acho que o se aprende deve ser transmitido às próximas gerações…

    Resumindo, não estou com tempo para provas palermas, tenho mais que fazer. Já tive a minha quota parte de tempo perdido a estudar o que os outros queriam. E já agora, alguém sabe qual é a bibliografia para esta prova?
    Esta prova serve para afastar do ensino a maioria dos professores contratados.
    Os que chumbam podem sempre tentar no proximo ano mas ficam com cadastro.
    Se esta prova se mantiver no proximo ano, talvez a faça, porque já existe mais informação sobre ela.
    Este ano não faço a tal prova mistério, tenho outras coisas mais interessantes para investigar.

      • ana on 20 de Novembro de 2013 at 21:37
      • Responder

      Distração:

      “Terminei a profissionalização HÁ cerca de 2 anos por isso…”

        • Francisca on 21 de Novembro de 2013 at 17:40
        • Responder

        Obrigada pela correcção, é um daqueles erros que se faz quando o teor do texto começa a empolgar o escritor :), mas se é para ir a pormenores, para mim choca-me mais isto: “Acho que o (que) se aprende deve ser transmitido às próximas gerações…”

      • Maria on 21 de Novembro de 2013 at 10:54
      • Responder

      Francisca, a culpa não é das Universidades. Elas não vão buscar ninguém a casa, e estudou o que estudou porque quis, assuma essa responsabilidade em vez de responsabilizar outros. E deixe-me que lhe diga outra coisa: o “circo” de que fala está instalado nas escolas há, pelo menos, uma década, por isso acho estranho que alegue que perdeu oportunidades em prol da concretização do sonho de ensinar.

        • Francisca on 21 de Novembro de 2013 at 18:22
        • Responder

        Tem toda a razão, o circo já existia mas só depois de estar lá dentro é que o entendi melhor. Durante muito tempo só pensei em pigmentos, ovos, hidroquinona, colódio, FB, RA-4, ponta seca, cães andaluzes, marginália, lettering, infografia … coisa que fazem os meus olhos brilhar e esquecer-me que há outro mundo por explorar.

    • Sousa da Ponte on 20 de Novembro de 2013 at 18:12
    • Responder

    E pronto, confirma-se. A partir de janeiro de 2014, os docentes que integram as direções de escola deixam de receber qualquer remuneração por esse trabalho. ME diz que já têm horários compatíveis com essa função. Mais uma…..

    • nela on 20 de Novembro de 2013 at 18:16
    • Responder

    Eu não entendo uma coisa…
    os prof. contratados estão contra a prova mas o presidente manda inscrever, há manifestações contra a prova mas os contratados não comparecem, há providencias cautelares mas o sindicato não faz nada, há petições a circular mas aí assinam porque não dá muito trabalho… e os prof de carreira recusam corrigir provas mas são acusados de não apoiar os colegas…. e por aí fora.
    Os contratados têm de se unir A SÉRIO, os sindicatos devem continuar a fazer o seu papel, os prof de carreira devem apoiar os colegas contratados pq estes merecem, os contratados devem parar de atirar em todas as direções e fazer uma aposta na união e não na maldicencia.

    • LL on 20 de Novembro de 2013 at 18:31
    • Responder

    17.32
    Fazem-me sempre aflição erros ortográficos quando são candidatos a professores a escrevê-los.
    Sou do tempo em que se aprendia a escrever no ensino primário…e não mais esquecíamos!

      • Carlos Plágio on 20 de Novembro de 2013 at 21:11
      • Responder

      Na qualidade de candidato a professor, fazem-me mais aflição os erros ortográficos quando são de gente de quadro (que já não conta para a “qualidade de ensino” que o senhor ministro procura) e, sobretudo, os excessos de (pseudo)consciência vindos da mesma gente.

        • Ana on 20 de Novembro de 2013 at 22:04
        • Responder

        Não se pique… a colega LL, que também deve ter uma tara qualquer com erros ortográficos, estava-se a referir a alguém que nunca deu aulas, segundo o que percebi da exposição que a Francisca fez. Realmente, quem nunca deu aluas não é professor. Ou é? É alguém com um curso que nunca exerceu. Não se estava a referir a si…

          • Carlos Plágio on 20 de Novembro de 2013 at 23:27

          Nem tal me passou pela cabeça, colega com um curso e que já exerceu…

          • Ana on 20 de Novembro de 2013 at 23:54

          Colega com 3 cursos que apenas é professora pois não exerceu nenhuma das outras profissões.

          • Francisca on 21 de Novembro de 2013 at 18:43

          Olá Ana, sim esta tara dos erros ortográficos é comum e divertida. O tema do texto é sobre percurso académico/ prova de avaliação, não ia aqui falar da vidinha toda. Por acaso “mas só por acaso” exerci várias profissões e até tenho trabalho publicado.

          • Ana on 21 de Novembro de 2013 at 19:01

          Desculpe Francisca… não quis, de forma nenhuma, minorar a sua formação ou a sua pessoa. Com certeza que tem muito valor enquanto profissional. Apenas depreendi que nunca tinha dado aulas e que se dedicasse a algo como investigação ou qualquer outra coisa. E que ponderasse, apenas como uma das possíveis hipóteses, lecionar. Devo ter entendido mal. Daí não ter achado incorreto que a colega se referisse a si como candidata a professora. Boa sorte para o que decidir fazer!

    • ginbras on 20 de Novembro de 2013 at 19:58
    • Responder

    Não. A única forma de resolver esta questão, com dignidade, é BOICOTAR a prova. Todos os outros argumentos, por mais válidos que sejam, não têm consequências nefastas.
    Eu NÃO faço. Pfff tou-me marimbando..mas não me levam o orgulho. Façam a prova, o país continuará na miséria. Ainda hj a comissão europeia definiu prazos de reposição de direitos para com os contratos há anos a fio. São os governantes que temos..nem vão mudar enquanto votarem PS e PSD. A prova deixará de existir, pelo menos nestes moldes, assim que o governo cair.
    Poupem os 20 euros e emigrem..é o que eu já estou a tratar de fazer.
    Nestes anos todos como docente, nunca vi a nossa situação bater tão fundo. Uma sociedade como a nossa, com os encarregados de educação que temos, com os alunos que temos, com os diretores que temos, com os COLEGAS que temos, NADA merece…nada mais leva do meu empenho durante 13 anos a servir a educação da nação. Fartei, esgotei, rio-me e no fundo estou aliviado..porque NEM LÁ PONHO OS PÉS..XAU PROFISSÃO QUE DIZEM SER DE professor (com letra “piquinina”

    • nuno on 20 de Novembro de 2013 at 20:07
    • Responder

    Sou do quadro, farei greve se for convocado, não irei corrigir …..

    • Luís on 20 de Novembro de 2013 at 20:32
    • Responder

    Assinei todas as petições, já fiz a queixa pessoal na provedoria (FNE) e infelizmente, estou desde hoje, inscrito na prova 🙁 Gostava de poder fazer greve e boicote, mas o desemprego há mais de 2 anos não me permite ser tão livre.

      • Miguel on 20 de Novembro de 2013 at 23:01
      • Responder

      Já te inscreveste? És rápido, cagão.

        • Luís on 21 de Novembro de 2013 at 12:04
        • Responder

        Cagões anónimos que dizem para não se inscreverem e depois inscrevem-se há muitos. E também há outros cagões como tu, que como tem outras fontes de rendimento gostam muito de criticar quem é DESEMPREGADO há 2 anos e, neste momento, não tem mais nenhuma hipótese a não ser fazer a prova. Mas se quiseres arranjar-me trabalho, eu estou à disposição e não faço a prova! É muito bonito falar retóricamente “não fazer a prova, não se inscrever…”. Mas a realidade está dentro de casa de cada um e as coisas não estão nada fáceis!Por isso deixa-te de comentários estúpidos!

    • Ana on 20 de Novembro de 2013 at 21:32
    • Responder

    Haverá sempre muitos candidatos a fazer a prova. Não só por medo, também por conveniência. Neste ano, em particular, devido à contestação e repúdio, presumo que uma percentagem elevada de professores não a façam. Isso será muito vantajoso para quem a for fazer…. Vamos supor que um professor está em 1093 na lista para contratação. Se 1000 professores que estão à sua frente não realizarem a prova, este professor que a realizou passa para 93 e tem hipótese de ser colocado.

    Por outro lado, uma vez que ainda não se sabe o que é suposto ser avaliado, os recém-licenciados tem vantagens óbvias na realização da prova. Pelo menos na componente geral. Os colegas que sempre lecionaram no básico também estão em desvantagem. Acho que não é necessário explicar porquê.

    Na minha opinião a prova serve exatamente o mesmo fim que as rescisões amigáveis. Livrar a função pública de uma geração que se organiza, que reivindica, que faz greve, que se manifesta, que é sindicalizada, que é mesmo corporativista, no bom e no mau sentido do termo, e que com isso conseguiu os direitos e o respeito que tanto trabalho tem dado a destruir. E que não é obrigatoriamente comunista, ao contrário do que a malta pensa!

    Querem ver-se livres dos mais velhos entre os quadros e entre os contratados. Sabem porquê? Porque esta conversa da classe dos professores ser desunida é história recente…. Tem menos de 15 anos. Era unida, era forte, quando era greve era para todos. Fiz greve pelas reformas quando tinha 20 e poucos, os empregados fizeram greve quando quiseram que se pagasse subsidio de desemprego, efetivos fizeram greve por mim para acabar com mini-concursos, e tantas outras situações que nem me lembro. Fazia-se greve pelo que se achava justo. Interessasse ao próprio ou não. Era uma vergonha não fazer greve. E na minha escola, entre os que estão lá desde sempre, ainda é. Nas reuniões de avaliação apenas uma pessoa não contribuiu para o fundo de greve. Ainda hoje ninguém lhe facilita a vida…Contribuíram pessoas que já se tinham reformado!!! Mas… alguns contratados, não todos, só os muito novos, tiveram de ser “aconselhados”…. No entanto eram esses que precisavam mais dos horários que libertamos com as reformas e com a manutenção do horário de 22 horas. Os “velhotes”, a 5 anos ou menos da reforma, estavam todos lá! Na frente, a pedir o dinheiro, a organizar as escalas. Porquê? Acham que pessoas de 59 anos têm medo da mobilidade especial? Agora, tirem daqui as ilações que quiserem.

    Por isso é que sei que na minha escola não haverá prova. Nem para pessoal com medo, nem para jovens oportunistas. E não é por ter receio que me calhe a prova a mim. É só porque percebo qual é o interesse da prova e, desculpem coleguinhas mais novos, mas, para mim, o tempo de serviço tem de valer!!! Não admito que se queiram ver livre de pessoas que trabalham há 20 anos para meter recém-licenciados.

      • Solidária on 20 de Novembro de 2013 at 22:31
      • Responder

      Hoje são chamados a fazer a prova os contratados para baixarem o nº de professores desempregados.

      Amanhã serão chamados os do quadro para os obrigar a ir para mobilidade.

      Acho que ainda ninguém (dos quadros) pensou nisso.

        • Ana on 20 de Novembro de 2013 at 22:42
        • Responder

        Claro que se pensou nisso. Mas não é preciso prova nenhuma. A mobilidade já entra em setembro de 2014, tal como foi acordado. Eventualmente, poderá ser usada para fundamentar despedimento por justa causa. Mas será uma “jogada difícil”. Um professor que esteja a fazer uma prova não está no exercício das suas funções. Pode ter uma avaliação negativa mas terá n pessoas, colegas, alunos, pais, que podem testemunhar a competência do professor. O tribunal de trabalho arrasava essa “justa causa”. Por isso é que acho que o intuito não é esse.

          • Carlos Plágio on 20 de Novembro de 2013 at 23:29

          Safa, anda mesmo aflita com isto! E com a hipótese de chegar a sua vez…

          • Ana on 21 de Novembro de 2013 at 0:37

          O colega faz-me sorrir. Se tiver de fazer a prova, faço. Ou não. Passo. Ou não. Tanto faz. Tenho um plano B seguramente mais rentável e provavelmente mais interessante do que tudo isto. Veja lá o grau de aflição… 🙂 farta-se de disparar e sai sempre ao lado. A minha única dúvida é a rescisão ou a licença sem vencimento. Não estou a advogar em causa própria.

          • Carlos Plágio on 21 de Novembro de 2013 at 9:59

          Tenho este efeito sobre as pessoas… Sobre “disparar” e sair “sempre ao lado”, creio que habilidade nos é comum… Para terminar, refletindo sobre o que cada um tem de “rentável e mais interessante do que tudo isto”, parece-me, então, que deve ser masoquista, ou apraz-se no estatuto de mártir, se continua no ensino; da minha parte, posso-me ao menos gabar de possuir elevado sentido ético, significativo capital cultural e de saber utilizar a pontuação (ele há vírgulas manhosas…). Até sempre, que agora prescindo do prazer de lhe dar a atenção de que tanto necessita e dou a oportunidade a outro(s), que goste(m) de debater com colegas que, entre outros atributos, se caracterizam por, altruisticamente, não “advogar em causa própria”.

          • Ana on 21 de Novembro de 2013 at 19:10

          Elevado sentido ético???? Mantenha-se concentrado nas vírgulas que tem mais jeito para isso.

    • Miguel Castro on 20 de Novembro de 2013 at 21:34
    • Responder

    Por que razão hão-de os colegas dos quadros fazer greve se o próprio presidente dos contratados diz para se inscreverem?
    MERD@ de classe esta. Com médicos eles não brincam. Eles unem.se todos. Nós somos uma autêntica ESCUMALHA. Uns BANANAS.
    Eu tenho dignidade. Não vou fazer a put@ da prova. Nem que isso me custa esta porcaria de profissão. Mas andarei de nariz levantado.
    Queixam-se dos sindicatos? Que mais eles poderão fazer se quando nós próprios não fazemos a ponta dum corno, e vamos como carneiros inscrever-nos neste NOJO?

    • Miguel Teixeira on 20 de Novembro de 2013 at 22:42
    • Responder

    Boa Miguel! É dos meus! Abraço

    • O Cão Danado on 20 de Novembro de 2013 at 23:42
    • Responder

    Não faço e envergonha-me quem considera fazer:

    http://cronicasdocao.blogspot.pt/2013/11/por-que-eu-nao-faco-prova-em.html

      • Isa on 21 de Novembro de 2013 at 1:05
      • Responder

      Então envergonhe-se porque não sabe o que vai na casa de cada desempregado! Cagões anónimos há muitos, mas nenhum deve saber verdadeiramente o que é estar desempregada e ter de pagar contas no fim do mês. Sim,é injusto,mas eu sou OBRIGADA a fazer a prova.

    • Orlando on 21 de Novembro de 2013 at 9:00
    • Responder

    Isso é conversa da treta. Acha que é fazendo a prova que vai pagar as suas contas? Se se unisse aos colegas e não fizesse a prova era preferível. Sei que há muita gente menos graduada que até lhe dará jeito que a prova se realize, pois doutra forma tão cedo não entra. Eu também não estou bem posicionado, mas independentemente disso ninguém deve fazer a prova.
    Um professor pode ser muito bom na teoria e ser um zero na prática. Para isso há um estágio.

  4. Só gostaria de saber a razão da demora na resposta por parte do ou dos TC´S. já se fala há tanto tempo nesta prova e os argumentos válidos para a sua suspensão demoram tanto ??? Não seria boa ideia, mesmo para quem pensa fazer a dita PROVA, aguardar mais uns dias para ver se surge alguma notícia agradável ? Ainda não consegui perder completamente a esperança, o que pode ser uma ilusão da minha parte, claro…

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