Carta Aberta à Comissão de Educação Sobre a Prova

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8 comentários

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    • PrOvA on 26 de Novembro de 2013 at 0:51
    • Responder

    Sugestões de e-mails para expressarem a opinião sobre a PACC:

    1. PROVEDOR DE JUSTIÇA
    http://www.provedor-jus.pt/site/public/

    http://queixa.provedor-jus.pt/Queixas/Start.aspx
    ou
    [email protected]

    2. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA – COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E CULTURA:
    http://www.parlamento.pt/sites/COM/XIILEG/8CECC/Paginas/Composicao.aspx
    http://www.parlamento.pt/sites/com/XIILeg/8CECC/Paginas/Contactos.aspx

    [email protected]

    3. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA – GRUPOS PARLAMENTARES:
    http://www.parlamento.pt/Paginas/Contactos.aspx

    Partido Social Democrata (PSD), Partido Socialista, (PS), Partido Popular (CDS-PP), Partido Comunista Português (PCP), Bloco de Esquerda (BE) e Partido Ecologista “Os Verdes” ( PEV):

    [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected];

    4. GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO:
    http://www.portugal.gov.pt/pt.aspx

    [email protected]

    5. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
    http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-da-educacao-e-ciencia.aspx

    [email protected]

    Gab. Sec. Est. Ensino e Administração Escolar:

    [email protected]

    6. PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA
    http://www.presidencia.pt/?idc=4

    [email protected]

    Constituição da República Portuguesa – Artigo 37.º – (Liberdade de expressão e informação)

    1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.

    • Vítor on 26 de Novembro de 2013 at 7:06
    • Responder

    Simplesmente : EXCELENTE!

    • Savana on 26 de Novembro de 2013 at 7:53
    • Responder

    Não sei por que é que se persiste em utilizar o argumento do tempo de serviço se a fundamentação para a não existência da PACC é uma questão de princípio e não empírica. Alguns continuam a julgar-se mais que os outros e sem união, mais uma vez se clama, a nossa classe continuará a ser ridicularizada.

    • paulo torres on 26 de Novembro de 2013 at 9:35
    • Responder

    Os médicos depois de licenciados para entrar no estado tem de fazer exame.Os advogados para fazerem estágio tem de fazer exame à ordem, senão não podem exercer.O mesmo acontece com os engenheiros e os arquitetos.Os enfermeiros em breve começarão a prestar provas de admissão à ordem..No tem po do salazar as professoras primárias(que não eram básicas) faziam exame de estado no fim do magistério.Os professores do secundário fossem dos liceus ou escolas técnicas tinham de prestar exames de estado, e ter-se um 10 por vezes implicava algumas reprovaçoes.Os professores do ensino p
    os -primário (não eram ainda básicos) timham formação que era licenciatura com defesa de tese e 2 anos de pedagógias, mais um estágio clássico.Os estágios clássicos eram a doer e não deixavam boas memórias a ninguém.Depois iam-se efetivar ou à província ou até às ex-colónias atrás dos coqueiros..Que os professores da atualidade são jeques(burro em brasileiro) ninguém tem dúvida, sobretudo os do quadro.A esses devia ser dado o prémio Nobel da ignorância, em vez de se preocuparem com os seus vínculos preocupam.se com os contratados.Os vinculados são obrigados a ir para bem longe de casa, e por sorte lá conseguem uma mobilidadezita se conseguirem.Levam cortes brutais nos ordenadoas.Os «contratados ou excelsos, só agora vão levar um corte, ficam colocados regra geral nos melhores sítios e cantam um fado do desgraçadinho.Muitos deles compraram os cursos de caca em escolas superiores, que são vis baíucas de ignorância.Até há quem faça cursos de educação especial em 3 meses por plataforma e-learning.Os tais mestrados não passam de 70 págimas com meia dúzia de chachas.Nem sequer tinham a ver com as teses dos anos sessenta das faculdades.Portugal é um país medíocre e ignorante, afunda-se porque merece.Gente reles e ordinária não merece consideração:os professores edcumalha de manifs.

      • Rita Andrade on 26 de Novembro de 2013 at 10:08
      • Responder

      PALHAÇO E IGNORANTE!!!

      • Savana on 26 de Novembro de 2013 at 10:18
      • Responder

      O seu discurso de ódio é ignorante e desprestigiante do contexto formativo académico e pedagógico dos profissionais em Ensino de Portugal. Aliás com tantos erros ortográficos e gramaticais é ridículo no seu ataque a indivíduos de cultura universitária. Saiba que não basta querermos manifestar sem mais a nossa idiossincrática opinião, devemos manifestá-la com fundamento e respeito. Essa é a base da democracia. Senão mais vale aprender e estar calado.

      • Raquel on 26 de Novembro de 2013 at 11:35
      • Responder

      Caro senhor, fui esclarecida por uma advogada e vou fazer o favor de o esclarecer. Um advogado tem uma licenciatura em Direito que dá acesso à profissão de jurista. Todas as pessoas que ingressam num curso de Direito e querem ser advogados/as sabem, logo à partida, que após a Licenciatura terão de realizar um estágio e fazer os necessários exames. A grande diferença é que sabem logo à partida aquilo que os espera, sabem atempadamente das datas e do teor das provas, e nenhuma prova “não aprovada” lhes retira o valor da licenciatura em direito que lhes dá acesso à profissão de jurista. Quanto aos professores, com licenciaturas (de 5 anos) em Ensino, como eu, fizeram tese/seminário de Licenciatura com mais de 100 páginas (embora quantidade não signifique qualidade, mas para responder na integra às suas dúvidas), para as escrever houve necessidade de realizar trabalho de campo, entrevistas, recolha de dados em vários pontos do país e no fim até houve lugar à defesa da mesma. Quanto aos estágio, não me causou qualquer trauma, mas custou-me muitas noites em branco, porque além deste, havia também que preparar o seminário de estágio, onde constavam planificações de longo e médio prazo, planos de aula, materiais usados em sala de aula, a minha reflexão critica e a dos meus colegas e orientadora, a todo o trabalho por mim realizado, materiais relativos a conselhos de turma, reuniões de grupo, departamento e ainda o fantástico PCT a cargo dos estagiários; a par deste trabalho foi realizado, sob orientação e acompanhamento de uma docente da Faculdade, um projeto, que neste caso foi a conceção de jogos lúdico-didáticos, de acordo com os níveis de ensino da disciplina que lecionavamos. Talvez nada disto tenha interesse e significado para si, talvez não seja professor, ou talvez até seja (no certificado, mas não na prática), mas frustrado por nunca ter sido capaz de lutar por uma profissão que há muito tem sido alvo de ataques e tentativas de descrédito. A profissão de Professor não dá prestigio, não dá dinheiro (contratados a centenas de km de casa com um vencimento de pouco mais de 1000 euros), mas dá (pelo menos no meu caso) o reconhecimento de alguns alunos pelo esforço, pelo empenho, pela persistência em transmitir-lhes algo de importante para o seu crescimento enquanto pessoas. Pergunto-lhe ainda se o senhor já se deu ao trabalho de olhar para o guia/modelo da prova a aplicar aos docentes? Já o fez? Pois bem, diga-me com sinceridade se considera que seja uma prova daquele tipo que vai avaliar a competência dos professores para continuar ou não a sê-lo?

      • Carlos Plágio on 26 de Novembro de 2013 at 14:01
      • Responder

      Descobrimos o espécime cuja mera existência deu origem a um sapientíssimo provérbio: A IGNORÂNCIA É ATREVIDA. Sábia cultura popular…

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