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Mais Algumas Informações Sobre as Vagas de Acesso ao 5.º e 7.º Escalão

Pelo que diz Mário Nogueira, pelo minuto 4,  as vagas lançadas no acesso ao 5.º e 7.º escalão também considera os docentes que poderão dispensar de vaga.

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Alguns Professores parecem ter medo da Liberdade…

A demissão de António Costa parece ter deixado muitos “órfãos” nas escolas…

Num ápice, muitos dos que gritavam, ainda há pouco tempo, em Manifestações ou ao portão das escolas, palavras de ordem como “Demissão!” “Demissão”! “Demissão”!, mostram-se, agora, como que acometidos pela consternação e pela tristeza…

Muitos dos que, ainda há pouco tempo, gritavam “Demissão!” “Demissão”! “Demissão”! parecem, agora, tristes e deprimidos, plausivelmente “enlutados” e pesarosos pela perda de António Costa e do respectivo Governo…

Haverá quem consiga compreender tal incongruência, traduzida por uma mudança tão repentina de opinião?

A demissão, que tantas vezes se pedia, e exigia, finalmente concretizou-se…

Mas algumas pessoas, que publicamente a defendiam, parecem estar agora arrependidas de o ter feito, plausivelmente, desejosas de poderem continuar aprisionadas no círculo vicioso da vitimização e da autocomiseração…

Alguns Professores parecem ter medo da Liberdade…

Alguns Professores parecem ter muitas dificuldades em libertarem-se do jugo da tirania…

A inferência mais óbvia que se pode fazer desse comportamento ilógico e contraditório talvez seja esta:

– As palavras de ordem “Demissão!” “Demissão”! “Demissão”! não tinham, afinal, qualquer significado intencional ou específico e foram gritadas apenas porque “era giro” fazê-lo ou porque constavam de uma encenação, meramente fictícia…

Chega, até, a raiar o absurdo e o “nonsense” verificar que muitos dos que, alegadamente, se mostravam indignados com as políticas educativas da dupla António Costa/João Costa, estejam agora a atravessar um plausível “período de nojo”, exactamente motivado pela demissão daqueles que concebiam e impunham essas mesmas políticas educativas…

Assim torna-se difícil levar a sério a contestação docente…

Assim será muito fácil, para qualquer Governo, continuar a fazer “gato-sapato” de uma classe profissional fraccionada, em que parte significativa dos seus membros parece encontrar-se refém de si própria, dominada pela incoerência e pela flagrante contradição…

Preferiria, essa parte significativa da Classe Docente, continuar a ser governada por aqueles que nos últimos quase oito anos humilharam, desprezaram e desrespeitaram os Professores, de forma absolutamente perversa e nunca antes vista?

Preferiria, essa parte significativa da Classe Docente, continuar a ser governada por aqueles sobre quem recaem fortes suspeitas de corrupção e a desconfiança de terem pervertido o exercício de funções públicas, procurando obter vantagens pessoais indevidas?

Se essa parte significativa da Classe Docente efectivamente preferir continuar a ser governada por potenciais agressores, adicionalmente suspeitos da prática de vários crimes graves, verdadeiros atentados à Ética Republicana, o mínimo que se poderá afirmar é que “o Mundo está virado de pernas para o ar”…

E tudo isto é confrangedor e gera vergonha alheia…

Essa parte significativa da Classe Docente, certamente que também não escapou aos desvarios da Tutela e, portanto, também terá sido vítima dos mesmos…

Contudo, ao contrário dos seus pares, e paradoxalmente, parece ter estabelecido um vínculo emocional positivo com o agressor (Tutela), evidenciando sentimentos de admiração e de simpatia, assim como comportamentos de dependência e de submissão face ao mesmo…

O que moverá, afinal, essa parte significativa da Classe Docente?

Essa parte significativa da Classe Docente está, ou não está, realmente descontente com as políticas educativas do Governo cessante?

Será possível desculpar, ignorar ou escamotear tanta humilhação, manipulação e perversidade, dirigidas à Classe Docente pelo Governo agora demitido?

Se for possível desculpar, ignorar ou escamotear tantas maldades, então não haverá união possível entre Professores e a contestação estará “morta e enterrada”…

“Descanse em paz”…

Saberá a Classe Docente o que realmente pretende?

Se ainda existir uma réstia de contestação, e de dignidade, ao menos que seja credível…

“As pessoas são hipócritas. Dizem que querem a verdade, mas vivem constantemente na mentira por terem medo de mostrar as suas reais vontades.” (Dr. House)…

(Paula Dias)

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Lista colorida – RR11

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR11.  270 professores estão no seu 2º contrato.

lista colorida

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Será Que Algum Inluencer Ajudou na Decisão?

É que aos professores nos últimos tempos tem sido recusada a reinscrição na CGA.

 

Fundo de pensões do INE transferido para a CGA

 

Decisão ocorre numa altura em que o INE enfrenta uma “escassez de recursos humanos” e adia a publicação de estatísticas

O fundo de pensões dos trabalhadores do Instituto Nacional de Estatística vai passar para as mãos da Caixa Geral de Aposentações (CGA). A transferência ocorre poucos meses depois de a CGD ter feito o mesmo, e numa altura em que a autoridade estatística enfrenta dificuldades de contratar pessoal.

A decisão foi aprovada esta quinta-feira em Conselho de Ministros, numa altura em que o primeiro-ministro já apresentou a sua demissão.

Foi aprovado o decreto-lei que procede à transferência das responsabilidades do fundo de pensões do Instituto Nacional de Estatística (INE) para a Caixa Geral de Aposentações, salvaguardando-se os direitos dos trabalhadores do INE” , e “assegurando-se uma gestão semelhante à seguida para fundos de pensões de idêntica natureza, a transferência abrange as responsabilidades financeiras formadas, ou em formação, relativas a complementos de pensões de velhice ou de invalidez dos atuais beneficiários e participantes”, diz o comunicado.

O valor a transferir e as eventuais implicações orçamentais desta decisão não foram mencionados no comunicado.

A transferência de fundos de pensões para o Estado ou a Segurança Social tem sido recorrente nos últimos anos. A mais recente foi da CGD, que passou para a CGA 3018 milhões de euros.

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O reconhecimento do lapso na Portaria n.º 345/2023, de 10 de novembro

 

A Portaria n.º 345/2023, de 10 de novembro, refere, por lapso, os concelhos de Boticas, Chaves e Montalegre como pertencentes ao QZP01, quando pertencem ao QZP02, pelo que será oportunamente feita a devida retificação.

 

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Quando Será o Concurso de Transição para os Novos QZP?

Com a publicação hoje da portaria n.º 345/2023 os docentes dos QZP atuais (10) terão de concorrer para a transição para os novos QZP (63).

Importa agora destacar os números 3, 9 e 10 do artigo 54.º do Decreto-Lei n.º 32-A/2023, de 8 de maio.

 

3 — Ao concurso externo de vinculação dinâmica, a realizar em 2023, só podem ser opositores os docentes a que se refere o n.º 1 do artigo 43.º

9 — A transição dos atuais QZP para os que vieram a ser definidos pela portaria prevista no n.º 3 do artigo 27.º do ECD é feita por concurso, a realizar pela DGAE, nos seguintes termos:

a) São opositores ao concurso todos os docentes providos em QZP, com exceção dos docentes a que se refere o n.º 3;

b) Os candidatos manifestam preferências para todos os QZP constituídos dentro dos limites geográficos do QZP a que se encontram vinculados;

c) Quando a candidatura não esgote a totalidade dos QZP do âmbito geográfico do QZP a que se encontram vinculados, considera-se que manifestam igual preferência por todos os restantes QZP, fazendo-se a colocação por ordem crescente do código de QZP;

d) A ordenação dos candidatos obedece à regra da graduação profissional.

10 — Ao concurso previsto no número anterior aplica-se o disposto nos n.os 3 e 4 do artigo 6.º, no n.º 1, nas alíneas a), b) e c) do n.º 2, no n.º 3 e nos n.os 5 a 7 do artigo 7.º, nos artigos 11.º a 13.º, nos n.os 1 e 4 do artigo 14.º e nos artigos 15.º, 16.º, 18.º, 46.º e 47.º, com exceção das normas referentes a listas de não colocação.

 

 

Para este concurso deverão ser publicadas vagas por QZP e Grupo de Recrutamento e a transição será feita pela graduação profissional de cada docente dentro do seu QZP de provimento. Atenção que neste concurso os docentes do QZP XX só poderão concorrer aos QZP desse QZP XX e não poderão concorrer para fora do seu QZP de provimento.

O concurso deverá ser sempre antes da abertura do concurso interno, neste caso o espaço temporal deste concurso de transição poderá ser entre meados de novembro e fim de março/abril.

Este concurso de transição não se aplica aos docentes que vincularam este ano na Vinculação Dinâmica.

Assim, aquando do concurso interno de 2024 os docentes QZP já poderão concorrer de acordo com o seu novo QZP de provimento.

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399 Contratados colocados na RR11

Foram colocados 399 contratados na Reserva de Recrutamento 11, distribuídos de acordo com a tabela abaixo. 334 dos colocados estão acima de Lisboa.

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Declarações de Mário Nogueira

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Um ME em Má Gestão

Depois de hoje ter sido publicada a portaria com Chaves, Boticas e Montalegre integrados no QZP1, a DGAE também cometeu a proeza de chamar ao Grupo 110 de Educação Pré-Escolar.

E hoje é apenas o primeiro dia de um Governo com os dias contados.

 

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Evolução das Vagas de Acesso ao 5.º e 7.º Escalão

Para o ano 2023 existem menos vagas de acesso ao 5.º e 7.º escalão que no ano 2022 (no caso do 5.º escalão) e nos anos 2021 e 2022 (no caso do 7.º escalão).

Este facto deve-se à dispensa de vaga dos docentes que cumpriram os requisitos para beneficiar do “acelerador” na carreira, que ficarão com vaga adicional no acesso ao 5.º e/ou 7.º escalão.

Mesmo assim, mais de 5000 docentes poderão ficar mais um ano presos numa das listas, visto que as vagas de acesso para o 5.º escalão representam cerca de 50% dos docentes nas listas e para o 7.º escalão cerca de 33% dos professores.

 

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Aplicação eletrónica POSICIONAMENTO REMUNERATÓRIO DE DOCENTES CONTRATADOS

Encontra-se disponível, na plataforma SIGRHE, a 1.ª fase da aplicação eletrónica – Posicionamento Remuneratório de Docentes Contratados. Destina-se, exclusivamente, a docentes com vínculo contratual a termo resolutivo e a docentes ingressados na carreira a partir do ano escolar 2023/2024 (inclusive) a realizar o Período Probatório.

Consulte o Manual de Preenchimento (docente):
Manual de Preenchimento Aplicação Eletrónica – Posicionamento Remuneratório de Docentes Contratados

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Aplicação eletrónica POSICIONAMENTO REMUNERATÓRIO DE DOCENTES CONTRATADOS

Aplicação eletrónica POSICIONAMENTO REMUNERATÓRIO DE DOCENTES CONTRATADOS

 

 

Encontra-se disponível, na plataforma SIGRHE, a 1.ª fase da aplicação eletrónica – Posicionamento Remuneratório de Docentes Contratados. Destina-se, exclusivamente, a docentes com vínculo contratual a termo resolutivo e a docentes ingressados na carreira a partir do ano escolar 2023/2024 (inclusive) a realizar o Período Probatório.

Consulte o Manual de Preenchimento (docente):
Manual de Preenchimento Aplicação Eletrónica – Posicionamento Remuneratório de Docentes Contratados

 

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Vagas para a progressão aos 5.º e 7.º escalões

Despacho n.º 11476/2023

 

São fixadas, para o ano de 2023, as seguintes vagas para a progressão aos 5.º e 7.º escalões para os docentes a quem tenha sido atribuída a menção qualitativa de Bom na respetiva avaliação de desempenho e, cumulativamente, cumpram o requisito da formação:

a) Para o 5.º escalão, 2637 vagas;

b) Para o 7.º escalão, 1245 vagas.

 

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Reserva de recrutamento 2023/2024 n.º 11

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa- 11.ª Reserva de Recrutamento 2023/2024.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 13 de novembro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 14 de novembro de 2023 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 11

Listas – Reserva de recrutamento n.º 11

 

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A Portaria dos Novos QZP Deverá Ser Retificada

Pois nunca na vida Chaves, Boticas e Montalegre faziam parte do QZP1.

 

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Redimensionamento do âmbito geográfico dos quadros de zona pedagógica (63 QZP)

Foi publicada hoje a lista dos 63 novos QZP através da Portaria 345/2023.

Agora resta a realização do concurso para ver quem transita dos antigos QZP para os novos QZP.

 

Artigo 1.º

Objeto 

A presente portaria procede ao redimensionamento do âmbito geográfico dos quadros de zona pedagógica.

Artigo 2.º

Alteração dos quadros de zona pedagógica

1 — São extintos os quadros de zona pedagógica criados pela Portaria n.º 156 -B/2013, de 19 de abril.

2 — São criados os quadros de zona pedagógica constantes do anexo à presente portaria, que dela faz parte integrante.

Artigo 3.º

Transição entre quadros de zona pedagógica

Para efeitos da presente portaria, os docentes dos quadros de zona pedagógica extintos transitam por concurso, nos termos previstos no n.º 9 do artigo 54.º

 

 

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Eleições a 10 de Março

Será interessante ver a votação do OE2024 na especialidade da ala mais próxima de Pedro Nuno Santos. Porque se votam a favor ficarão presos a este orçamento para uma campanha eleitoral que queira mudar o orçamento.

 

Marcelo anuncia eleições antecipadas para 10 de Março. Primeiro quer aprovação do OE

 

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765 Horários em Concurso na Semana de 6 a 10 de Novembro

São 765 os horários que estão/estiveram em concurso na semana de 6 a 10 de novembro de 2023 nas contratações de escola.

Fica aqui a sua distribuição por grupo de recrutamento e Distrito.

Lisboa tem praticamente metade dos pedidos (365).

 

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Aprovados aumentos salariais para 2024

1. O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que determina o aumento do salário mínimo nacional para os 820 euros a partir de 1 de janeiro de 2024, em cumprimento dos compromissos assumidos no âmbito do Reforço do Acordo de Médio Prazo de Melhoria dos Rendimentos, dos Salários e da Competitividade.
Este aumento representa um acréscimo de 60€ mensais e corresponde ao maior aumento da retribuição mínima mensal garantida alguma vez verificado, de 7,9%.
2. Foi aprovado o decreto-lei que estabelece as medidas de valorização dos trabalhadores que exercem funções públicas, procedendo à alteração da base remuneratória e à atualização do valor das remunerações da Administração Pública para 2024, no quadro do cumprimento da negociação salarial.
Esta alteração da base remuneratória para 821,83€ e atualização do valor das remunerações da Administração Pública para 2024 vão, novamente, além do compromisso firmado no Acordo Plurianual de Valorização dos Trabalhadores da Administração Pública, em 2022.
 
3. Foi aprovado o decreto-lei que aprova medidas de valorização dos trabalhadores de um conjunto de carreiras especiais, cujas negociações foram levadas a cabo pelo Governo e respetivos sindicatos.
Face ao contexto de valorização das carreiras – estimulando o reforço da qualificação e criando condições de maior atratividade para a fixação de talentos, instituindo mecanismos corretores da justa diferenciação remuneratória relativamente a carreiras de graus de complexidade diferentes e à valorização remuneratória da carreira geral de técnico superior, de forma a tornar mais atrativa a opção pelo vínculo de emprego público –, o Governo reconhece como necessário que as valorizações remuneratórias efetuadas na carreira geral de técnico superior tenham idêntica tradução, ainda em 2023, neste conjunto de carreiras especiais

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Estranhamente

…o Galamba foi à reunião de Conselho de Ministros.

Costa exonera o seu chefe de gabinete Vítor Escária e nomeia Tiago Vasconcelos

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Professores aposentados este ano aumentam 47%

Professores aposentados este ano aumentam 47%

Número de docentes que se reformam sobe desde 2018 e deverá continuar a aumentar.


Este ano aposentaram-se 3521 professores e educadores de infância, o valor máximo em uma década, desde que, em 2013, deixaram as escolas 4628 profissionais. Os 3521 docentes que se reformaram em 2023 representam uma subida de 47% em relação aos 2401 do ano passado.

O total de saídas deste ano foi conhecido depois de a Caixa Geral de Aposentações (CGA) ter revelado os dados relativos a dezembro. No último mês do ano, vão reformar-se mais 371 profissionais, o segundo valor mensal mais alto, depois dos 378 registados em setembro. A maioria vai auferir reformas entre os 2400 e os 2900 euros, mas há quem chegue aos 3747 e quem não passe dos 1400 a 1800 euros. Desde 2018, o número de docentes que se aposenta anualmente tem vindo sempre a aumentar e as projeções do Governo apontam para uma continuação da subida. Até 2030, as escolas vão precisar de recrutar um total de 34 mil professores, segundo um estudo realizado pela Nova SBE.

 

Os meus dados desde 2012 neste artigo

 

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Protesto de dia 13 em frente à AR suspenso

NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL

ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2024:

Antecipação, para amanhã, da deslocação do ministro à Assembleia da República, leva à suspensão do protesto de dia 13 (segunda),
mas não altera a posição dos professores em relação ao mau orçamento para a Educação

O ministro da Educação antecipou a ida à comissão parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, no âmbito do debate sobre o Orçamento do Estado para 2024, para amanhã, dia 10 de novembro, pelas 9:00 horas. Essa antecipação em cima da hora, leva a que as organizações sindicais de docentes suspendam a realização da manifestação e posterior concentração junto à AR no dia 13, segunda-feira, a partir das 14:30 horas. Nesse dia, simultaneamente à prestação do ministro, os professores iriam protestar pelo facto de a proposta de OE2024 não apontar para a resolução dos problemas vividos na Educação, mas apenas para a sua gestão e, por esse motivo, arrastando-os por mais um ano, o que provocará o agravamento de muitos deles.

Aguarda-se, ainda, a decisão do Senhor Presidente da República sobre a eventual dissolução da Assembleia da República e, a ser esse o caminho, o que acontecerá à atual proposta de OE2024, contudo, as organizações sindicais de docentes ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU estarão atentas às posições que os partidos políticos irão apresentar, seja no âmbito do Orçamento para a Educação (este ou outro que o substitua), seja, em próximas eleições, aos compromissos que assumirão em relação a este importante setor da vida nacional, designadamente no que concerne às condições de funcionamento das escolas e aos seus profissionais.

A recuperação do tempo de serviço perdido para efeitos de carreira será reivindicação de topo, no entanto, as exigências dos professores não se limitam ao tempo de serviço, centrando-se, também, na eliminação da precariedade, na regularização dos horários e melhoria das demais condições de trabalho, no inadiável rejuvenescimento da profissão ou não aprovação de um regime justo e adequado de mobilidade por doença.

As organizações sindicais de docentes
ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU

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Reuniões com Sindicatos de Educação Canceladas

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E O Governo é De Confiança? Reinscrição na CGA…

Quanto à assinatura da resposta como Unidade de Cadastro, acho que se adequa bem aos acontecimentos destes últimos dias.

 

CGA Geral <[email protected]> escreveu no dia terça, 7/11/2023

Quanto ao restantes subscritores, informamos que a matéria relativa à reinscrição de ex-subscritores na Caixa Geral de Aposentações, na sequência de várias decisões judiciais, encontra-se em avaliação pelo Governo, tendo em conta as suas implicações no regime geral de Segurança Social e no regime de proteção social convergente, pelo que a CGA reserva as orientações a transmitir sobre a matéria para quando aquela avaliação estiver concluída.

 

Com os nossos cumprimentos,

Unidade de Cadastro e Contagens de Tempo

T +351 217 807 807 (Linha Azul) | T +351 217 807 677 (RCI) [email protected] 

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Li-ti-ô! by Vasco Palmeirim

Para memória futura.

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Demissão do Governo: agora é pôr a Democracia a funcionar…

Quem nunca se deparou com os dizeres: “Error 404 – Not Found”, no ecrã de um computador?

A Internet diz-nos que:

– “O erro 404, também exibido como Error 404 e 404 Not Found, indica que a página solicitada pelo usuário não foi encontrada no servidor. Geralmente acontece quando o visitante tenta acessar um endereço incorreto ou quando a URL da página é transferida ou removida pelo administrador do site” (Tulio Magalhães, Rock Content Blog, Brasil)…

Apesar de poder parecer, este texto não é sobre conteúdos técnicos informáticos, até porque a minha iliteracia a esse nível, jamais me permitiria realizar tal proeza, mas antes sobre o actual estado do País, recorrendo à metáfora proporcionada pela expressão “Error 404 – Not Found”…

Assim:

– Polícias governativas pautadas pela Ética, pela seriedade, pela integridade e pela honra?

Resposta metafórica: “Error 404 – Not Found”…

– Transparência, honestidade, rigor e decoro ao nível das contas públicas?

Resposta metafórica: “Error 404 – Not Found”…

– Governo comprometido com a salvaguarda das necessidades dos cidadãos, nomeadamente com as Áreas fulcrais da Saúde e da Educação?

Resposta metafórica: “Error 404 – Not Found”…

Parecendo corroborar o anterior:

– “O presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Henrique Araújo, denuncia, em entrevista, a “corrupção instalada” em Portugal e critica o poder político pela falta de vontade em fazer do setor judicial uma prioridade.” (Agência Lusa, em 3 de Novembro de 2023)…

Por estranho que pareça, e apesar da gravidade do tema, não se ouviu qualquer voz discordante, nem de nenhum Partido Político nem de nenhum membro do Governo, a contraditar ou a contestar a anterior afirmação, por sinal proferida pelo Presidente do órgão superior da hierarquia dos Tribunais Judiciais em Portugal…

Quatro dias após a entrevista do Presidente do STJ, António Costa sucumbiu ao escândalo “LítioGate”, que sucedeu ao deplorável espectáculo GalambaGate”, demitindo-se da função de 1º Ministro…

A governação por António Costa transformou o país numa espécie de “jangada de pedra”, não no sentido político dado por José Saramago, mas num sentido muito mais óbvio e literal:

– Portugal, transformado numa jangada de pedra, prestes a afundar-se irremediavelmente, vergado ao peso insustentável da corrupção, do compadrio, dos favores políticos e dos “Clubes de Amigos”, que têm custado ao erário público muitos milhares de milhões de euros…

Muitos, sobretudo certos devotos do Partido Socialista, consideraram que António Costa manifestou uma atitude muito digna, ao apresentar a demissão imediata do Governo…

E teria outra alternativa?

Por tudo o que já se conhece, não teria outra alternativa que não fosse a de apresentar a demissão imediata, pelo que aquilo que alguns apelidam de “dignidade”, antes será a inexistência de opções…

Na realidade, António Costa deixou-se enredar pela teia que ele próprio teceu, ficou encurralado e não teve outra escapatória que não fosse demitir-se…

Notoriamente, a estratégia de que vinha fazendo uso correu-lhe mal e não haverá aí nada de digno…

Atitude digna teria tido se tivesse demitido João Galamba do cargo de Ministro das Infraestruturas, aquando do escândalo “GalambaGate”…

Mas obstinação, arrogância e vaidade vácua foi o que se observou no momento em que António Costa não aceitou a demissão de João Galamba do Governo, comunicando, altivamente, ao país essa sua façanha, de resto consonante com a célebre afirmação: “Habituem-se!”…

Após a demissão de António Costa, parte significativa dos Portugueses parece ter respirado de alívio…

Mas os motivos que levaram a essa demissão talvez se possam considerar como “agridoces”:

– Por um lado, tristemente, a confirmação da debilidade e da imaturidade da Democracia portuguesa que, passados quase 50 anos desde a sua instauração, ainda é posta na dependência e na defesa de determinados interesses obscuros e ao serviço de alguns que, sem qualquer pudor, não hesitam em ludibriá-la, subvertê-la ou defraudá-la…

– Por outro lado, o alívio e a congratulação por, finalmente, a Justiça, em particular a Procuradoria Geral da República, órgão superior do Ministério Público, ter contribuído, de forma determinante, para contrariar determinadas acções, alegadamente inscritas num enredo que mais parece “um Polvo”, tantos são os “tentáculos” de cumplicidades, conivências e reciprocidades, todos altamente perniciosos para a “coisa pública”…

Não haverá dúvida de que, no geral, os cidadãos Portugueses foram enganados, em particular os que confiaram no Partido Socialista e em António Costa, concedendo-lhe a prerrogativa de poder governar o país através de uma maioria absoluta parlamentar…

O que se seguirá não poderá deixar de ser o exercício pleno da Democracia, tanto pelos órgãos de soberania, em particular pelo Presidente da República, como pelos cidadãos, tendo como hipótese, mais viável e consensual neste momento, a convocação de eleições legislativas antecipadas…

Nesse cenário, espera-se a participação maciça dos cidadãos, de modo a exercerem o seu direito de escolha e a, posteriormente, não terem motivos para atribuir a terceiros a culpa do seu eventual descontentamento, face aos possíveis resultados eleitorais…

Não haverá na convocação de eleições legislativas antecipadas nada de dramático, será apenas a Democracia a funcionar…

Até porque pior do que estava dificilmente ficará…

– “A Democracia é a pior forma de governo, à excepção de todas as outras”. (Winston Churchill).

(Paula Dias)

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Amanhã são publicadas as vagas para o 5.º e 7.º escalões e redimensionamento do âmbito geográfico dos quadros de zona pedagógica

 

Diplomas para Publicação em Diário da República

Gabinetes do Ministro das Finanças e do Secretário de Estado da Educação
Despacho – Fixa para o ano 2023 as vagas para progressão aos 5.º e 7.º escalões da carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Gabinetes do Ministro das Finanças e do Secretário de Estado da Educação
Portaria –  Procede ao redimensionamento do âmbito geográfico dos quadros de zona pedagógica e extingue os quadros de zona pedagógica criados pela Portaria n.º 156-B/2013, de 19 de abril.

 

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Sem Governo para negociar “Educação pode ficar estagnada por seis meses”

Sem Governo para negociar, Pedro Barreiros mostra-se preocupado com as negociações entre Executivo e professores.

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Valência Creche, GR100 – Certificação do Tempo de Serviço, para efeitos de concurso

 

Está disponível, na plataforma SIGRHE > Situação Profissional, a aplicação Certificação de Tempo de Serviço – EPC, através da qual é já possível submeter os requerimentos para certificação do tempo de serviço prestado na valência Creche.

Os docentes deverão anexar, a cada requerimento, uma declaração de tempo de serviço, em conformidade com o modelo DGAE em vigor para a certificação nesta valência. Nesta senda, importa destacar que as declarações de tempo de serviço não podem conter simultaneamente tempo prestado na Creche e na Educação Pré-Escolar.

Em conformidade com o disposto no artigo 54.º do Decreto-Lei n.º 32-A/2023, de 8 de maio, o tempo de serviço prestado na valência Creche só é passível de utilização em procedimentos concursais a partir de 1 de janeiro de 2024.

Para mais informações acerca do procedimento de submissão, está disponível o Guia do Utilizador.

Modelo DGAE

Guia do Utilizador

 

 

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3521 Docentes Aposentados em 2023

Com a publicação da lista mensal de aposentados de dezembro de 2023 já consigo fechar o número de docentes aposentados da rede pública do ME ao longo do ano 2023, que se aposentaram pela CGA.

Da previsão que tenho desde 2018 para este ano posso adiantar que errei apenas por 6 números, quando previa que fossem aposentados 3515 docentes.

Fica a distribuição feita por ano desde 2012 e por mês em 2023.

 

 

 

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Um ministro e uma corte bem paga a propagar fantasias

 

É impossível ficarmos alheios à barbárie exposta pela guerra que domina o mundo e ao tratamento que a comunicação social lhe dispensa. Excepção feita à situação do SNS, rareiam outras notícias e, sobretudo, análises sobre os problemas relevantes para a vida interna do país, designadamente no que à Educação respeita.
Do que vou lendo, vendo e ouvindo, do atrevimento e leveza parcial de muitos comentaristas recém-chegados às nossas televisões, qual turba opinativa difusora de mais ódio, concluo que, quando os fenómenos são abordados sem conhecimento das suas particularidades, ou com propositado desprezo pela sua génese, o resultado é criar novas conflituosidades, que só mascaram os factos e lhes acentuam a já de si pesada dramaticidade.
Nesta coluna escrevo sobre o que conheço e é observável, enquanto os responsáveis pela política educativa persistem na propagação de profecias e mentiras, lançando lama sobre tudo o que lhes não serve os desígnios.
Esta gente logrou um controlo narrativo da opinião pública, em modo fast food educacional, que vem alterando a percepção do que de importante acontece na Educação. Não a olham como bem prioritário, motor de igualdade e estabilidade social e de desenvolvimento do país, muito menos como expressão de identidade nacional.
Este longo introito serve para retomar, explicando-a, a alusão que fiz no meu último artigo, sem a detalhar, a uns “artistas” que recentemente concluíram que o encerramento das escolas durante a pandemia gerou uma melhoria espontânea na aprendizagem dos alunos.
O IAVE, num recente documento oficial (Relatório do Estudo Diagnóstico das Aprendizagens), escreveu, preto no branco, que:
– 58,7% dos alunos do 6º ano e 56,1% dos do 9º ano não são capazes de responder às mais básicas solicitações de literacia da leitura (dito de modo menos sofisticado: a maioria não entende nada do que lê, por mais básico que seja o texto).
– 64,5% dos alunos do 9º ano são incapazes de resolver problemas elementares de Matemática.
– 68,5% dos alunos do 6º ano e 83,5% dos do 9º não conseguem responder a questões, por mais simples que sejam, no domínio daquilo que a novilíngua designa por “literacia científica”.
Cruzando o que o IAVE ora diz com o que disse em relatório idêntico de 2021, o retrocesso das aprendizagens é inquestionável e consequência óbvia do fecho das escolas durante a pandemia, independentemente de outras variáveis anteriores.
Apesar destes factos, o ministro João Costa (inicialmente, porque depois foi obrigado a corrigir a manipulação que tentou) e prosélitos sem decoro promoveram a ideia absurda, louca, de que as aprendizagens dos alunos teriam melhorado … com o fecho das escolas. Fizeram-no referindo um outro fantasioso estudo, este da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), vindo a lume uns dias antes do relatório do IAVE.
Perguntará o leitor: como é possível que duas instituições, ambas tuteladas pelo Ministério da Educação, digam uma coisa e o seu contrário, com escassos dias de intervalo? A resposta é simples: as conclusões do IAVE resultam de provas objectivas, prestadas pelos alunos, para medir conhecimentos adquiridos; as conclusões da DGEEC resultam das notas dadas pelos professores durante a pandemia, culminando um processo anterior da responsabilidade de João Costa, que sumariamente assim se pode caracterizar:
– Conveniente revogação de todos os programas então vigentes e sua substituição pela fraude das “aprendizagens essenciais”, inenarrável via aberta para que todos passem, saibam o que souberem.
– Correlata destruição do currículo nacional, hoje reduzido a um indigente desprezo pelo valor intrínseco do conhecimento.
– Supressão de todos os instrumentos de avaliação, com o fim, conseguido, de impor as passagens de ano praticamente obrigatórias e fabricar resultados de sucesso.
– Legislação vigente que determina que as reprovações, em anos intermédios dos ciclos de escolaridade, só pode acontecer “a título excepcional”.
Não sendo futurologista, muito menos adivinho, arrisco prever a intensificação da manipulação da opinião pública por parte de João Costa e seguidores, como indicia o um obsceno aumento de 1237% das despesas do Ministério da Educação, em 2024, para pagar estudos, pareceres e consultadorias.

In “Público” de 8.11.23

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Procedimentos Concursais em 2023 relativos a França

Informam-se todos os interessados que se encontra aberto um procedimento concursal simplificado (local) destinado ao recrutamento local de 4 professores do ensino português no estrangeiro para 1.º e 2.º CEB – língua francesa – horários a prover, LY011, RPA06, RPA24 e RPA34.

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Informação – Processamento do Subsídio de Natal – Docentes do QZP

Informação – Processamento do Subsídio de Natal – Docentes do QZP

 

Os docentes que passaram a QZP, recebem em novembro, um subsídio de Natal, pelo valor da remuneração desse mês, e que corresponderá ao período de janeiro a dezembro de 2023. ( conforme Faq. Disponível na Página do IGeFE em https://www.igefe.mec.pt/Faqs relativa aos docentes de QZP)

Os docentes que passaram a QZP, e que tenham eventualmente recebido subsídio de Natal, em agosto, recebem em novembro,  um subsídio de Natal, pelo valor da remuneração desse mês, e que corresponderá apenas ao período de setembro a dezembro de 2023.

 

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Estes são os melhores tempos para a luta

 

Agora é que os sindicatos devem entrar com tudo. Estamos no meio de uma crise política, onde todos se vão digladiar por ficar bem vistos com a sociedade. A sociedade está do lado dos professores. A luta tem que ser AGORA.

Este é o momento para se agudizar a luta e carregar nas exigências. Se há altura para conseguir alguma coisa, é AGORA.

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Marcelo prepara convocação de eleições

 

Presidente da República avisou quando deu posse ao atual Governo: se Costa saísse convocaria eleições. Na quinta-feira, Marcelo ouve os conselheiros de Estado. E falará “imediatamente” ao país

Marcelo prepara convocação de eleições: “Não será fácil que a cara que venceu possa ser substituida a meio do caminho”

 

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Demitiu-se…

Foi um flagrante de lítio.

António Costa demite-se é o governo cai. O Orçamento de Estado não é aprovado e o IUC de carros velhos não sobe…

Quem tinha razão era o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça.

 

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Rebentou…

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SOLIDÕES INTERCALARES

Decorrido apenas mês e meio de aulas – sendo poucos os elementos de avaliação a disponibilizar por um corpo docente que ainda nem sequer sabe o nome de todos os alunos –, não é de esperar um uso fértil do tempo de uma reunião intercalar que só fará sentido na cabeça de quem quer ver o professorado ocupado com inutilidades ou daqueles que, entre nós, procuram na escola o que não têm em casa.
No âmbito do Despacho N.º2/2023, no qual o ME propõe medidas de simplificação e modernização administrativa para “autorizar a realização de reuniões online” e “tornar facultativas as reuniões intercalares”, o caos instalou-se no âmago de uma fação docente que costuma ter uma existência extremamente preenchida, mas só na escola. Na sequência de tão trágica notícia, esses personagens trataram logo de se movimentar nos bastidores num conluio recheado com todo o género de fundamentações para que as reuniões se realizassem e, de preferência, presencialmente.
É nestas ocasiões que reconheço estarmos a desvalorizar a força do vício de quem vive para a escola e que, se lhe fosse permitido, de lá não sairia nem arrastado pelos cabelos.
Ao fim de um dia de trabalho, enquanto lá fora, sobre a escola, acampou um regimento de nuvens negras e ameaçadoras levando embora alunos e funcionários, a luz do dia e todas as criaturas do mundo, neste santuário de silêncio restaram os beatos que cá ficaram de boa vontade e nas celas os condenados que se viram privados da sua liberdade condicional de poderem regressar a casa.
Durante a ansiosa espera na sala dos professores antes da entrada na sala da reunião, lendo a expressão corporal e facial da clientela, consegue-se catalogar as espécies em três categorias: os eufóricos, que aparentam aguardar a entrada na porta de embarque para ilhas de areias brancas, águas verdes e céu de um azul perpétuo, que tudo fizeram para que esta reunião se realizasse, sempre a pensar, evidentemente, no superior interesse das crianças; aqueles que me fazem acreditar que, na realidade, estamos no corredor da morte à espera que chegue a nossa hora; depois, há os outros de espírito pusilânime que ainda acreditam que, para lá daquela porta, irá haver um profícuo consistório de professores focados unicamente nos alunos.
Abre-se a porta e, uma vez ali nas entranhas da sala, uns optam por se sentarem de um lado e, estrategicamente, outros, cumprindo a restrição de aproximação que o bom senso aconselha, mantendo a distância de segurança, ocupam os lugares do lado oposto da mesa. Num meeting que prometia ser igual a tantos outros selados com sorrisos de cortesia que escondiam olhares cortantes, ainda a diretora de turma não tinha tomado a palavra e já reinava uma atmosfera espessa de uma paz podre que anunciava estarem abertas as hostilidades.
De um lado, aqueles que aguardavam a chegada do momento mais alto das suas vidas e, do outro, os que veem mais um pouco das suas vidas a ser-lhes retirado. Naquele lugar e àquela hora, o trio de freguesas assíduas destes e de outros eventos similares, com sorriso orgástico prepara-se para pregar para um público composto por gente sequestrada, de modo temporário, para satisfazer a necessidade de combater o tédio de pessoas desocupadas. Para essas pessoas sem pressa, mais do que o local de trabalho ou de um refúgio, a escola tornou-se na própria vida. Entraram nela aos cinco anos e dela nunca mais conseguiram se afastar.
Virgínia, nessa luta incessante contra a solidão, que diariamente a consome na sua alcova desabitada, tudo faz para adiar o regresso ao abraço sufocante do vazio que a espera em casa.
Estranhamente, é notório o mesmo sentimento de fuga do lar em Ester que, tendo alguém com quem partilha o domicílio, deixa-me a imaginar naquilo que estas pessoas poderão ter à sua espera na sua residência para dela fugirem como o diabo da cruz.
Pois o caso é que, também Maria, divorciada, não sei bem de quem ou do quê, não tem pressa em abandonar a escola, dando a impressão de que ajuntamentos destes poderia tê-los todos os dias por toda a eternidade, que não se importaria.
Por um instante, mais do que aversão a essas pessoas, sinto pena das suas vidas pessoais tristes e vazias. Porém, já não consigo entregar-me ao mesmo sentimento quando reconheço que, na sua fuga a essa miséria humana, arrastam outros que têm vidas próprias com gente que os espera no lar e que deles depende.
Ainda neste elenco seleto, tendo se dado ao trabalho de descer do pedestal brindando-nos com a sua ilustre presença, temos o Celestino, pavão da direção, que se apresenta como um humilde servidor de todos, mas que, mais do que saborear as próprias palavras quando generosamente as distribui pela plebe, adora ser engraxado da cabeça aos pés por todos os que se desmancham em sua adoração. Como a fome tem tendência a se juntar à vontade de comer, aos emproados costumam agregar-se os bajuladores no seu irresistível desejo de marcar pontos onde farejam o cheiro a poder, seja para conseguirem a benesse de um bom horário, vantagem na avaliação de desempenho, para encher o ego ou só pelo submisso desejo de adular. Devoção de tantos quantos comem na sua mão e se desmancham na exaltação do ego do inestimável líder supremo, quando nos presenteia com a sua presença fleumática compartilhando a fina flor da sua erudição. Ó, ele fala tão bem que são precisos um dicionário e uma pós-graduação em literaturas modernas e línguas mortas e enterradas para compreender o perfume daquelas palavras que, na verdade, não dizem nada que todos já não soubessem. É o mote para os polidores de calçado alheio sem profissionalização se empenharem em mesuras, intermináveis argumentários infecundos, multiplicando documentos e inventando mais projetos e atividades fúteis que possam arrastar mais gente para longe dos braços das suas famílias, mas que garantam para si a promessa de obterem mais uns pozinhos na sua avaliação e poderem ficar ainda mais tempo na escola.
Do lado oposto daquele oceano de emoções contrárias, por onde, ao que parece, Moisés terá passado para separar as águas agitadas, observo aqueles que, no meio de um certo nervosismo, abraçam o ritual de olharem constantemente para as horas.
Susana, sem aulas à tarde, depois da penosa travessia pelo deserto de espera até às 18h30, com o pensamento na filha doente que ficou em casa, de alma compungida vê-se dominada pela ansiedade sempre que alguém retirava do alguidar vestuário encardido para lavar.
Sofia, carregando o peso de um acidente em serviço e a epopeia de um furo durante a noite, em viagem de regresso de uma reunião escolar, com a preocupação instalada no rosto, de mente ausente, contempla a cortina de chuva que fustiga a vidraça no lado de fora da janela de onde se abre o abismo de escuridão que a espera lá fora.
Sem componente letiva neste dia, tendo vindo expressamente para este ajuntamento, José investe pela sala exibindo a cara de quem fez uma viagem até à boca do inferno depois de ter atravessado o purgatório. A mim, que há muito me parecia sentir um aroma de enxofre envolto em pensamentos sulfurosos que ardiam no ar, tornou-se claro que o inferno não estava lá fora.
Digamos que, no fundo, tudo não passa de uma questão de perspetiva que, a bem da verdade, separa aqueles que preferem ver o portão da escola o lado de fora, quando estão a entrar na escola, e os que preferem vê-lo do lado de dentro, quando estão de saída.
A vantagem do calor humano das reuniões presenciais vem logo ao de cima quando, após terem transcorrido apenas alguns minutos, uns já estão de olhar hipnótico no telemóvel, enquanto outros, mergulhados nos seus portáteis, partiram para parte incerta.
Os representantes dos encarregados de educação não deram sinal de vida, não se sabendo se por amor ao tempo em família ou se pelo irresistível apelo das novelas e dos espetáculos de bola.
Os professores de Educação Especial, que correram vários destes palcos, entram em cena com um sorriso amarelado e cara de quem necessita de beneficiar de todas as medidas Universais, Seletivas e Adicionais para conseguirem percorrer aquele arsenal de concílios. Os docentes de TIC, EMRC e de outras disciplinas que abarcam uma resma de reuniões, entram, sentam, assinam, sorriem, consentem tudo acenando com a cabeça e saem à primeira oportunidade.
Imersos num frio que gela até ao âmago dos pensamentos, agarrados às fotos dos alunos na tentativa de conseguirmos decifrar sobre quem se está a falar, no meio de longos discursos desprovidos de qualquer conteúdo, alguns defendem com veemência o seu ponto de vista como se a sua vida dependesse disso. Invariavelmente, acabamos por ser entretidos a preencher papéis num venerável hino a uma burocracia que consiga justificar a necessidade de todos ali estarmos em horário pós-laboral a dizer nada de novo e de útil, em vez de estarmos a tratar das nossas vidas. Com um sentido de oportunidade predatório, encontrando terreno livre, rapidamente avançam as lavadeiras, essa espécie que povoa todos os lugares onde haja uma plateia. Galináceas que não perdem uma ocasião de criar um romance à volta de um aluno ou de uma situação, para conseguirem fazer arrastar a reunião para horas impróprias para consumo. Pessoas sem história própria que preencha as suas vidas, curiosamente, conhecem tudo sobre a vida alheia. Assim, grande parte da reunião é gasta a lavar roupa suja, repetindo evidências e lugares-comuns, arrastando todos por labirintos de becos e ruelas marginais à ordem de trabalhos onde nos perdemos até ao fim dos dias. Tivesse eu me lembrado e, para poupar água e energia, teria trazido os meus trapos para esta lavandaria.
Quanto aos poucos homens ainda resistentes, castrados por matronas que tomaram conta tanto da reunião como da sua masculinidade, mansos como cordeiros prudentemente aceitam o seu papel de meras figuras decorativas contempladoras do frenesim daquelas piranhas que, quando não estão a trucidar tudo o que se atravessa nas suas águas, dedicam-se a morderem-se umas às outras.
Por fim, quando no ar já rodopiavam vaporosos véus do hálito que solidificavam no ar gélido daquela caverna que não se conseguia livrar dos parasitas, eis que são escutadas as palavras celestiais anunciando que, tecnicamente, foi dada por terminada a tortura.
José desaparece tão depressa que, não fosse a sua assinatura figurar na folha de presenças e, dado o seu silêncio, seriamos capazes de jurar que nem tinha ali estado.
Sofia, que durante toda a reunião não parou de olhar para a noite que espreitava do outro lado da janela, saiu apressada com um nervosismo latente de quem iria enfrentar o senhor das trevas durante uma maratona de alcatrão, concentrada na promessa de um jantar aquecido, mas com o peso na consciência de ter subtraído mais umas horas da sua presença em família.
Porém, no meio daquela nuvem de enxofre, foi possível vislumbrar três aventesmas que se deixaram ficar entrincheiradas na sala durante tempo suficiente para fossilizar um dinossauro, até que, alguém ciente de que eventualmente se preparavam para ali pernoitar, com a delicadeza e diligência necessárias, expulsou-as, causando-lhes o incómodo de, a contragosto, terem de ir dormir a casa.
Suponho que não haja nada que se compare ao fascínio destas reuniões. As saudades que eu não tinha destas fotos de família tiradas nos salutares e profícuos momentos de confraternização e de trabalho em equipa.
Só me ocorre dizer que, entre o cheiro a naftalina, OMO e sabão azul, ficou clara a utilidade de uma reunião que poderia perfeitamente ter sido feita online ou, para ser mais assertivo, mais outra que nem sequer deveria ter ocorrido.
Carlos Santos

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A DGAE tem que permitir que os(as) Educares(as) de Infância concorram a horários incompletos

 

No concurso de contratação Inicial e Reservas de Recrutamento, não é permitido concorrer a horários incompletos para o Pré-Escolar.

Esta situação traz grandes constrangimentos nas colocações para substituição.

Uma Educadora que esteja a usufruir da redução de 5 horas, pelo artigo 79.º, nunca é substituída através da Reserva de Recrutamento, tendo que a vaga ir para contratação de escola. O problema é que a vaga tem que ir a Reserva de Recrutamento e só depois passa para Contratação de escola.

Este processo atrasa a colocação em uma semana sem necessidade nenhuma e inviabiliza a substituição no caso de atestados de incapacidade temporária de 12 dias.

Fica a recomendação para que no próximo concurso se revejam as regras deste grupo de docência.

 

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576 Avisos prévios de Greve na área da Educação até outubro

 

 

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