Tag: Fenprof

Assinalo com Agrado Uma Convergência

… de números.
 
 

Organizações sindicais avançam proposta para acelerar colocação de professores nas escolas

 
 

Os erros nas colocações de professores persistem não tendo, até agora, sido divulgada, pelo MEC, qualquer iniciativa no sentido da sua correção. Faltam professores nas escolas (há entre 4 000 a 4 500 lugares por preencher). Quase duas semanas após o início oficial do ano letivo, um terço dos alunos do básico e secundário continua a não ter professor ou a não ter professores de algumas disciplinas. Porque “é urgente ultrapassar este impasse” – são já palavras de Mário Nogueira na conferência de imprensa realizada esta tarde, em Lisboa – a Plataforma Sindical avançou uma proposta, a enviar aos grupos parlamentares, que poderá, no espaço de uma semana, resolver os problemas mais urgentes no âmbito das colocações: “abrir uma candidatura às escolas TEIP e às que têm regime de contrato de autonomia, com um prazo de dois dias”.

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A Minha Alma Está Parvinha

… com o estado de demência a que isto chegou.

Já não falo dos erros do MEC que todos os conhecemos.

E quando alguém disse que já viu um porco a andar de bicicleta e eu achava que esse era um dos maiores cúmulos alguma vez encontrados, enganei-me por completo.

As seguintes declarações são mais do tipo uma salsicha a andar de bicicleta.

Isto retirado da conferência de imprensa da plataforma de sindicatos de dia 15 de Setembro, a mesma que criticou quem conseguiu a dispensa dessa mesma PACC.

 

 

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Pela Surdina

… o MEC deve ter acautelado todas as possibilidades de contra-ataque à realização da PACC.

 

E ter distribuído menos docentes para realizar a PACC por mais agrupamentos de escolas não foi pensado ao acaso, porque o MEC sabe que dentro de cada agrupamento existe sempre uma pequena percentagem de docentes que se dispõe a cumprir as ordens dadas. E por esta razão, apesar do impacto que possa ter o dia 22 com a marcação de plenários haverá uma larga maioria de escolas onde a prova se vai realizar.

 

 

 

 

Professores de carreira “convidados” a faltar à vigilância das provas dos colegas

 

 

Sete organizações sindicais vão convocar plenários para todas as escolas em que esteja prevista a realização da prova de avaliação de conhecimentos e competências para professores sem vínculo, marcada para dia 22, disse o dirigente da Federação Nacional de Professores, que acusou o Ministério da Educação e Ciência de estar a agir de forma “cobarde”.

 

Se esta iniciativa para o dia 22 seria previsível tendo em conta a impossibilidade de marcação de uma greve, já não é tão previsível este editorial do Jornal Público que se coloca naturalmente contra o Ministro da Educação pela atitude tomada com a marcação da PACC com 3 dias de antecedência.

Jogar ao gato e ao rato com os professores

 

Marcar a PACC com apenas três dias úteis de antecedência é comprar uma guerra desnecessária.

 

Já se adivinha na próxima semana mais um dia da PACC bastante conturbado. Mas o Ministério da Educação, ao marcar a prova a três dias úteis da sua realização, numa altura em que muitos professores até se encontram de férias, está a dar argumentos para que os sindicatos contestem a PACC, já não só pelo conteúdo mas também pela forma.

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WHAT??

Toca a reunir em defesa do ECD

 

 

Mas alguma vez a Fenprof quis alguns dos ECD que estiveram em vigor?

 

Agora já o querem, é?

Eu dispenso reuniões com quem nuca se reviu no ECD e agora já o querem como que se fosse a 7ª maravilha do mundo..

 

Tenho dito.

 

 

 

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Já Começo a Perceber

… porque tenho recebido mails a perguntar se o concurso que termina amanhã também é para os professores do quadro concorrerem à mobilidade interna.

Não, não é!

A mobilidade interna deve ocorrer apenas em finais de Julho.

 

mobilidade interna

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Posição da FENPROF Sobre as Vagas do CEE

Precariedade docente: um problema que o MEC insiste em não resolver, para além de perder nova oportunidade de aplicar diretiva comunitária a que está obrigado

 

Foi publicada a Portaria n.º 113-A/2014, de 26 de maio, que estipula as vagas para o concurso externo extraordinário destinado a docentes da educação pré-escolar e ensinos básico e secundário, incluindo educação especial. No dia 27, saiu o aviso de abertura referente a esse concurso, ao de mobilidade interna, contratação inicial e reserva de recrutamento.

A FENPROF reafirma que a realização daquele concurso externo extraordinário está muito longe de resolver a vasta precariedade laboral imposta às escolas e à profissão docente, fomentada, durante muitos anos, por opção ideológica e por razões economicistas de sucessivos governos.

Se todas as vagas agora anunciadas pelos ministérios das Finanças e da Educação e Ciência vierem a ser preenchidas, serão 1954 os docentes que vincularão, ainda assim abaixo dos números ventilados pelo Ministro da Educação. Tendo em conta que, nos últimos anos, mais de 25.000 docentes se aposentaram – dos quais, segundo o MEC, ao longo do presente ano letivo terão sido 6000 – e que o próprio MEC tem anunciado a rescisão por mútuo acordo de mais alguns milhares de professores, poderemos avaliar a gritante insuficiência de um número de vagas que, para os menos atentos, até poderia parecer generoso.

Acresce dizer que a esmagadora maioria de vagas concentra-se em dois dos atuais quadros de zona pedagógica (QZP), sendo muito reduzido o número das existentes nos restantes, e que muitos grupos de recrutamento dispõem de um número escasso ou nulo de vagas. Embora a portaria refira que foram tidas em consideração as necessidades permanentes dos estabelecimentos, por opção do MEC, as vagas correspondem todas a QZP. Como se vê pelo número e pela tipologia das vagas, o MEC continua a fazer retórica quando diz que tem em conta as necessidades permanentes e faz mera propaganda quando as apresenta como resposta à exigência de vinculação dos professores contratados a termo resolutivo. Aliás, a FENPROF volta a sublinhar, o concurso em causa nada tem a ver com a aplicação da Diretiva 1999/70/CE, de 28 de junho, que obriga os estados membros da União Europeia a tomar medidas para evitar o abuso e a discriminação dos trabalhadores contratados a termo.

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Concordo

Organização do ano lectivo não deve ser feita anualmente

 

 

Nesse sentido, propõe “pausas intermédias no 1.º e 2.º períodos que introduziriam algum equilíbrio na gestão do próprio calendário”

 

 

FENPROF pronunciou-se junto do MEC sobre a organização do ano escolar 2014/2015 e o calendário escolar

Ver aqui documento que a FENPROF fez hoje chegar ao MEC sobre as matérias em título.

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Notícias do DOAL

Fenprof acusa Ministério da Educação de discriminação

 

A Federação Nacional de Professores acusou esta quinta-feira o Ministério da Educação de «insistir na discriminação», ao atribuir menos horas de crédito às escolas em que os resultados dos alunos são menos elevados, no âmbito da organização do ano letivo.

«Como se isso se devesse a um menor esforço dos professores que, portanto, merece ser castigado», afirma a Fenprof, em comunicado, após uma reunião destinada a organizar o próximo ano letivo.

Para a Federação, as escolas devem dispor, na sua organização, das horas que se revelem indispensáveis ao seu bom funcionamento.

De acordo com a Fenprof, não há qualquer alteração significativa do crédito de horas a atribuir às escolas. «O que será substancialmente diferente é a gestão da escassez que passa a ser das direções das escolas.»

A Federação defende que a autonomia seria efetivamente exercida se competisse às escolas decidir, «de forma responsável e fundamentada», sobre as horas necessárias à sua organização pedagógica e funcionamento.

«Apesar de o Ministério ter desvalorizado em absoluto este processo de auscultação e não dar a conhecer o projeto de despacho, como seria indispensável, a Fenprof enviará ao MEC um documento sobre a matéria que aprovará no próximo dia 15 de maio, primeiro dia da reunião do seu Secretariado Nacional», anunciou a estrutura sindical.

 

FNE critica atraso na organização do ano letivo

 

A Federação Nacional da Educação criticou hoje o atraso na definição do próximo ano letivo, defendendo que um normativo desta natureza deve ser estável e não ser redefinido a cada ano.

A Federação defende que o despacho de organização do ano letivo não pode sobrepor-se ao Estatuto da Carreira Docente (ECD) e defende «um escrupuloso respeito» pelo tempo de trabalho efetivo dos professores.

«É inaceitável que haja professores e educadores que trabalhem semanalmente muito além dos limites estabelecidos no ECD», afirma em comunicado a federação sindical.

A FNE pretende também que seja limitado o número de alunos com que cada professor trabalha, bem como o número de reuniões para que os docentes podem ser convocados. Considera ainda que devem ser alteradas as regras para atribuição do número de turmas a cada professor, com a imposição de um limite.

«A qualidade do desempenho profissional, bem como os resultados escolares dos alunos não podem deixar de ser influenciados por este critério», lê-se no comunicado.

A FNE diz que não devem ser atribuídos mais de 90 minutos de componente não letiva de estabelecimento aos docentes com mais de 100 alunos.

Os professores insistem que todo o trabalho realizado com os alunos deve ser incluído na componente letiva.

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Confirma-se Uma Redução Ligeira

… no número de docentes na Educação Especial que já tinha apontado neste post.

A amostra da Fenprof foi feita em 229 agrupamentos (cerca de 1/4 dos agrupamentos existentes) e a principal redução desta amostra situa-se no centro e no sul do pais.

Se esta ligeira diferença é razão para fazer-se queixa à OIT, então que se faça.

Mas tantas outras queixas havia para fazer.

E tendo em conta os cortes verificados noutros grupos de recrutamento até me parece que a Educação Especial ficou um pouco resguardada neste ano letivo.

E curiosamente o saldo entre docentes e técnicos, desta análise da fenprof entre o ano letivo passado e este é praticamente nulo. 1685,5 em 2012/2013 e 1683,5 em 2013/2014. Ou seja, menos 2 docentes/técnicos que no ano passado.

 

fenprof EE

 

Porque gosto de transparência nos números não posso deixar de dizer que me surpreende que numa amostra de 229 agrupamentos sejam apenas considerados nos exemplos 28 agrupamentos de escolas (anexo 2) e nesses 28 agrupamentos existem menos 47 docentes do que em 2012/2013 (a totalidade de redução dos 229 agrupamentos). Isso quer dizer que os restantes 201 agrupamentos mantiveram o mesmo número de docentes da educação especial?

E quem vai ligar a esta queixa?

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Previsível

No Palácio das Laranjeiras nada de novo…

 

 

 

“Nada de novo” – foi assim que Mário Nogueira caracterizou a reunião desta tarde (20/03) no MEC, dedicada aos concursos (revisão do DL 132/2012). De versão em versão, as propostas dos responsáveis do Ministério continuam a ignorar as matérias levantadas pela FENPROF, registando-se apenas alguns, poucos, retoques, e exclusivamente para emendar um outro pormenor – leia-se erro do MEC, que só admite discutir as questões que entende, rejeitando tudo o que apareça fora do “pacote” que impôs. Mesmo assim, a FENPROF mantém a sua postura positiva, de abertura ao diálogo, não afastando a hipótese de avançar, nos termos da lei,  para o pedido de negociação suplementar. O MEC insiste em não cumprir  um dos propósitos principais a que, alegadamente, se destinaria este processo negocial: a vinculação dos docentes no respeito pela Diretiva 1999/70/CE, do Conselho Europeu e em manter opções que, a não serem alteradas, agravarão inúmeras situações de injustiça, com destaque para a manutenção, como norma, da contratação de escola e para a não realização, em 2014, de um concurso global intercalar, com componentes interna e externa, uma reivindicação fundamental dos professores.

um regime de vinculação, por via do ingresso nos quadros e, consequentemente, na carreira, nos termos do que acontece no setor privado, ou seja, por norma, após 3 anos de serviço. Só desta forma será devidamente aplicada a Diretiva 1999/70/CE, no que diz respeito ao objetivo de evitar os abusos no recurso à contratação e relações laborais a termo. Ademais, importa ver também da aplicação do princípio da não discriminação do trabalho sujeito a contrato a termo, também ali definido como objetivo, algo que está longe de ter resposta nas propostas do MEC.
– Não sendo matéria versada no Decreto-lei n.º 132/2012, de 27 de junho, a FENPROF não deixa de reiterar, a propósito da aplicação da Diretiva 1999/70/CE, a necessidade de, com caráter de urgência, serem desencadeados processos negociais relativos a outros grupos de docentes, entre eles, os do ensino artístico especializado, do ensino superior e docentes sem grupo de recrutamento actualmente definido.

A FENPROF, recorde-se, defende um regime de vinculação, por via do ingresso nos quadros e, consequentemente, na carreira, nos termos do que acontece no setor privado, ou seja, por norma, após três anos de serviço. Só desta forma será devidamente aplicada a Diretiva 1999/70/CE, no que diz respeito ao objetivo de evitar os abusos no recurso à contratação e relações laborais a termo. Ademais, importa ver também da aplicação do princípio da não discriminação do trabalho sujeito a contrato a termo, também ali definido como objetivo, algo que está longe de ter resposta nas propostas do MEC.

A FENPROF sublinha também, a propósito da aplicação da Diretiva 1999/70/CE, a necessidade de, com caráter de urgência, serem desencadeados processos negociais relativos a outros grupos de docentes, entre eles, os do ensino artístico especializado, do ensino superior e docentes sem grupo de recrutamento actualmente definido. / JPO

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Amanhã Será Entregue Nova Proposta

Mas de acordo com o comunicado da Fenprof não se espera que surjam grandes alterações em relação às duas propostas anteriores.

 

 

 

MEC só admite discutir as matérias que entende e rejeita abordar propostas sindicais fora do “leque” que impôs

 

 

A versão “dois”, do projeto do MEC de revisão do DL 132/2012 (regime de concursos para colocação de docentes) ficou muito aquém das expetativas, como a FENPROF salientou hoje na reunião realizada. Esta consideração deve-se ao facto de:

  • Não ser cumprido um dos propósitos principais a que, alegadamente, se destinaria este processo negocial: a vinculação dos docentes no respeito pela Diretiva 1999/70/CE, do Conselho  Europeu;
  • Não serem corrigidas as normas legais que, supostamente, deveriam ter concretizado os compromissos assumidos em ata negocial assinada em 25 de junho de 2013 (conteúdo da atividade letiva; limite geográfico da colocação de docentes, pela administração, sem o consentimento do próprio; interrupção e reinício da contagem do tempo em situação de mobilidade especial);
  • Serem mantidas opções que, a não serem alteradas, agravarão inúmeras situações de injustiça, com destaque para a manutenção, como norma, da contratação de escola e para a não realização, em 2014, de um concurso global intercalar, com componentes interna e externa;
  • Não haver, da parte do MEC, disponibilidade para abordar outras matérias que, a serem alteradas, iriam conferir maior transparência e mais justiça aos concursos.

Nesta reunião, a FENPROF reiterou a necessidade de, nos termos da lei da negociação, o MEC fundamentar opções que fez no projeto apresentado e fornecer dados estatísticos relevantes para o desenvolvimento do processo negocial, nomeadamente o número de docentes abrangidos pelos critérios de vinculação defendidos pelo MEC, mas também, o número de abrangidos, caso se aplicasse a regra dos 3 anos de serviço para que aponta a Diretiva 1999/70/CE.

Na reunião, a FENPROF reafirmou a necessidade daquela Diretiva também se aplicar aos docentes do ensino artístico especializado, aos do ensino superior e aos investigadores.

O MEC informou que enviará uma terceira versão do seu projeto até final de amanhã, terça, mas sem revelar abertura para alterar aspetos que não sejam os que, desde o início, lhe interessou rever.

Caso, como aconteceu em 2012, o MEC decida impor, mais uma vez, o “seu regime de concursos”, teremos, de novo, adiada a estabilidade do corpo docente das escolas e dos professores e educadores, objetivo que todos dizem perseguir, mas que o MEC inviabiliza com as suas posições.

O Secretariado  Nacional da FENPROF

17/03/2014 

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Parecer da Fenprof à Proposta de Alteração ao Diploma de Concusos

Às questões solicitadas pela Fenprof ao MEC eu consigo facilmente dar resposta, não deixo de estranhar a Fenprof não ter capacidade de conseguir por si só essas respostas.

De resto, concordo com a maior parte do parecer enviado hoje ao MEC.

 

– Número de docentes, por grupo de recrutamento, que, de acordo com a situação atual das colocações, vinculariam sob os critérios propostos pelo MEC, caso o mecanismo entre em vigor para 2014/2015;

– Número de docentes, por grupo de recrutamento, atualmente contratados a termo resolutivo com três ou mais anos de serviço.

 

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Comunicado da Fenprof sobre a Vinculação

Concurso extraordinário não resolve os problemas da vinculação e da estabilidade do corpo docente

 

 

A  FENPROF entende que a realização de um concurso extraordinário para  entradas em quadro não é a via adequada para resolver os acumulados  problemas de precariedade imposta a milhares de professores e  educadores, nem para proceder à necessária estabilização do corpo  docente das escolas. Para a FENPROF, a via adequada será a que dá resposta à Diretiva 1999/70/CE.

Desde  logo, cruzando-se esta matéria com as que irão ser discutidas em  processo negocial a iniciar na próxima quarta-feira – dia 5 – de revisão  do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho (regime de concursos),  entendeu a FENPROF não dar por concluída a negociação do concurso extraordinário na reunião de hoje, admitindo, se necessário, requerer a  negociação suplementar.

A  FENPROF, numa primeira apreciação global sobre este projeto, voltou a  colocar ao MEC a necessidade de os docentes em serviço no Ensino  Português no Estrangeiro poderem candidatar-se neste concurso  extraordinário, uma vez que a sua colocação é feita através de concurso  promovido por entidade pública portuguesa. Também em relação aos  docentes das escolas de ensino artístico especializado, a FENPROF  considerou ser urgente a abertura de um processo negocial que permita a  vinculação dos docentes, incluindo os dos conservatórios, tendo o MEC  entendido que essa matéria não era do âmbito da reunião de hoje.

Já  no plano da especialidade, o MEC acolheu propostas apresentadas pela  FENPROF à sua primeira versão, introduzindo no seu projeto sobre o  concurso extraordinário alterações como a consideração do tempo de  serviço prestado nos últimos 3 anos, independentemente do grupo em que o docente lecionou, ou a possibilidade de candidatura a mais do que um  grupo de recrutamento.

O MEC informou que, apesar de não constar do projeto apresentado, tinha  introduzido, na sequência de reuniões já realizadas, que até ao próximo  concurso interno, os candidatos que obtenham colocação no concurso  extraordinário concorrerão numa 3.ª prioridade. Para a FENPROF, esta  questão não poderá ser abordada isoladamente, tendo afirmado que só no  âmbito da revisão do DL 132/2012 estas questões deverão ser enquadradas.  Face à insistência de realização de um concurso global intercalar em  2014, o MEC deu nota da sua intenção de realizar um concurso intercalar,  mas apenas interno, só em 2015.

Exigência de um  concurso global intercalar, já este ano

De  forma diferente da opção do MEC, a FENPROF manteve a exigência de um  concurso global intercalar, já este ano, que, tendo em conta o elevado  número de aposentações verificadas, as rescisões por mútuo acordo que o  governo continua a incentivar e ainda o persistente abuso no recurso à  contratação a termo, deve apresentar um número de vagas que garanta a  entrada em quadro de um elevado número de docentes contratados, sem  prejuízo da aplicação da Diretiva 1999/70/CE, e que permita a  movimentação dentro dos quadros. Este concurso deverá realizar-se com  novas e mais justas regras de colocação que a FENPROF proporá no âmbito  da negociação que se iniciará na próxima semana.

Concluídas  estas duas rondas negociais, na reunião que terá lugar no dia 5, com  vista à revisão do Decreto-Lei n.º 132/2012, a FENPROF avaliará, face às  propostas que o MEC ali apresente, a necessidade de requerer a  negociação suplementar sobre o concurso extraordinário.

Desta  duas reuniões será elaborada uma ata na qual constarão as posições da  FENPROF nesta matéria. Tal ata, referindo-se ao designado processo  ordinário de negociação, não põe em causa a eventual realização de um  processo suplementar.

O Secretariado Nacional da FENPROF 28/02/2014

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Por Coerência de Argumentos

Mário Nogueira deveria dizer que o acordo não se pode aplicar aos sindicalizados na Fenprof, mas apenas aos sindicalizados nos sindicatos da UGT.

Isso sim, era de homem.

 

Fenprof denuncia acordo à PGR

 

 

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) vai “avançar com uma queixa na Procuradoria geral da República [PGR] por “violação da lei negocial” no acordo alcançado quinta feira entre o Ministério da Educação e Ciência (MEC) e os sindicatos afetos à UGT.

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A Esta Hora Decorre

A Comissão de Educação, Ciência e Cultura que recebe, em audição, a FENPROF – Federação Nacional dos Professores, na sequência da Petição Nº 298/XII/3.ª Pela revogação da prova de acesso ao exercício da profissão docente.
Pela revogação da prova de acesso ao exercício da profissão docente.
Texto da Petição  [formato PDF]

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Alguém Quer Imaginar Quais os Motivos Imprevistos

… para o MEC adiar a reunião com a Fenprof, para sexta-feira?

 

FENPROF mantém concentração junto ao MEC apesar de adiamento da reunião prevista para hoje

 

 

Será que as listas saem nesse dia?

Isto começar a ultrapassar todos os limites de tolerância para quem tem férias marcadas e pode ser obrigado a fazer novo concurso.

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Convergência Sobre os Serviços Mínimos

FNE recusa enviar proposta de serviços mínimos para as greves de professores

A Federação Nacional de Educação (FNE) decidiu  hoje não enviar à tutela qualquer proposta de serviços mínimos para as greves  de professores agendadas para junho, alegando que não houve negociação prévia,  mas antes uma imposição desses serviços.

FENPROF respondeu ao MEC sobre os serviços mínimos, exigindo respeito pela lei

 

O MEC quis que a FENPROF indicasse até às 14 horas de hoje serviços mínimos para a Greve de Professores, Educadores e Investigadores.  A forma como o MEC parece pretender estabelecer serviços mínimos é ilegal e foi isso que, hoje mesmo, a FENPROF fez saber aos responsáveis do Ministério da Educação e Ciência.

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Acho Bem

… porque grande parte das reuniões de avaliação já tinham sido antecipadas para esse dia.

Mas nesse caso o pré-aviso tem de ser entregue hoje para perfazer o mínimo de 10 dias úteis que a lei prevê.

Fenprof vai antecipar a greve para dia 7 de Junho

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Reunião FENPROF e MEC Concluída

Os professores fazem falta nas escolas!

 

Para além das aulas, há “um conjunto de atividades fundamentais nas escolas que precisam de professores; atirar estes profissionais para outros ministérios é uma irresponsabilidade”, realçou Mário Nogueira, à saída da reunião realizada esta tarde no MEC.

Aguardado por vários jornalistas no Palácio das Laranjeiras, o Secretário Geral da FENPROF afirmou que os representantes do MEC ficaram pelo “vazio” e pela “contradição” , limitando-se a “auscultar” a posição sindical. Face à pergunta “o que se pode fazer aos 631 professores que não têm atividade letiva”, naturalmente a resposta sindical só pode ser : “é preciso dar-lhes atividade letiva”, pois as escolas bem necessitam do valioso trabalho desses profissionais.

O dirigente sindical interrogaria ainda: “Como é possível falar da dispensa de professores quando ficaram sem trabalho 79 por cento dos contratados e quando milhares de docentes se têm aposentado?”

“Os professores fazem falta nas escolas”, destacou Mário Nogueira, acompanhado nesta deslocação às Laranjeiras por António Avelãs (SPGL), José Manuel Costa (SPN), Anabela Sotaia (SPRC), Joaquim Páscoa e Ana Simões (SPZS) e António Lucas (SPRA).

Em oposição a uma política que insiste no desinvestimento em Educação e que continua a apostar em alterações que empobrecem o currículo e na criação de mais “mega-agrupamentos”, a par do o incomportável agravamento dos horários de trabalho e do aumento do número de alunos por turma, a FENPROF exige uma escola humanizada, preparada para responder aos desafios do presente e do futuro.

“Se o MEC optar por uma escola assim, numa escola pública, democrática e de qualidade, tem que recrutar mais professores”, observou o dirigente sindical.

Infelizmente, as opções do Governo parecem ser outras: “vamos ver o que vem na lista de encomendas que a troika fará chegar ao MEC…”

A delegação da FENPROF reiterou a necessidade de elaboração de lista de atividades docentes que correspondem a funções letivas e defendeu a correção de todas as graves distorções impostas, no ano passado, à organização das escolas e aos horários dos docentes.

A luta e o Congresso

Questionado pelos jornalistas sobre “a resposta” dos professores face às ameaças que pairam sobre a educação e a profissão docente, ampliadas com o regresso da troika ao nosso país, Mário Nogueira recordou que, ao longo da passada semana, os professores, em todo o país, pronunciaram-se, através de questionário, sobre as principais preocupações que têm em relação ao futuro da Educação e também da sua profissão, sendo ainda chamados a pronunciarem-se sobre as formas de luta que consideram mais adequadas e com as quais se comprometem para protestarem contra a política do governo e exigirem outra política.
Os milhares de questionários respondidos, salientou mais adiante,  irão ser agora analisados, permitindo à FENPROF, no seu 11.º Congresso, que se realiza nos dias 3 e 4 de maio, em Lisboa, elaborar o plano de ação e luta que, a ser aprovado, será levado por diante no futuro próximo./ JPO

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Posturas

MEC reitera que não haverá despedimentos nem mais horas de trabalho para os professores

 

 

Se a FNE conseguiu importantes declarações do MEC em plena avaliação da troika (apesar de serem dadas pelo secretário de estado) a Fenprof além de não ter conseguido nenhuma declaração do género por se ausentar da reunião aposta no clima de terror que nesta altura pode ainda pode ser mais prejudicial.

É que os “escurinhos” podem perder a paciência de tanto ouvirem o Mário Nogueira falar no aumento da carga de trabalho, no fim das reduções por idade e na mobilidade especial e ainda se lembram de lhe entregar esses presentes.

 

O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, reiterou nesta terça-feira à Federação Nacional da Educação (FNE) que “não haverá despedimentos de professores, nem colocação em mobilidade especial contra a vontade do próprio, nem aumento do horário de trabalho dos docentes”, indicou ao PÚBLICO o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva.

O ministro da Educação, Nuno Crato, já o afirmara no Parlamento, mas continua sem se saber que medidas irá adoptar para reduzir despesas na educação no âmbito do corte de quatro milhões de euros nas funções sociais do Estado, que está a ser discutida com a troika na sétima avaliação ao cumprimento do memorando de entendimento, que ontem se iniciou.

Casanova de Almeida indicou à FNE que o ministro convocará uma reunião com os sindicatos depois de concluída a avaliação da troika, o que poderá acontecer dentro de duas ou três semanas.

Nuno Crato iniciou ontem uma visita de cinco dias à China. A sua ausência levou a que a Federação Nacional de Professores (Fenprof) tenha recusado hoje reunir-se com Casanova de Almeida.

Numa nota à comunicação social, a Fenprof diz que “a natureza política” da reunião que tinha solicitado exigia que fosse o ministro a participar, tendo em conta “a transversalidade das matérias” a abordar e o “nível de informação e compromisso político pretendidos”, o que foi reiterado numa carta dirigida a Crato que a federação de sindicatos entregou hoje no ministério, onde solicita o agendamento de um novo encontro.

“É o ministro que tem de debater com os sindicatos a situação actual da educação, nomeadamente numa altura como esta em que as incertezas são enormes”, frisou ao PÚBLICO o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.

Para este dirigente sindical, os compromissos assumidos por Crato, e hoje reiterados por Casanova de Almeida à FNE, não chegam para diminuir a apreensão entre os docentes. “Não vão aumentar o horário de trabalho para 40 horas, mas estão a preparar-se para mexer no tempo lectivo dos professores”, denuncia.

Entre os cenários que, segundo Nogueira, estarão a ser equacionados contam-se o aumento da componente lectiva que hoje é de 22 horas (num horário semanal de 35 horas); o fim das reduções de horário para os professores com mais anos de docência; e o aumento para 60 minutos do tempo de aula, conforme preconizado pelo FMI — que, num relatório divulgado em Janeiro, aconselhava a dispensa de 50 mil efectivos (professores, auxiliares e outros) da área da educação.

A concretizar-se este último cenário, representará um acréscimo de quatro tempos lectivos por docente, o que levará também à dispensa de mais professores contratados, frisa. Segundo Dias da Silva, estas hipóteses não foram abordadas na reunião de hoje, mas foi dito ao secretário de Estado que a FNE “não aceitará que se mexa na composição do tempo de trabalho dos professores”.

 

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Reuniões no MEC dia 26

Com a FNE às 15:30

FNE reúne com o MEC a 26 de fevereiro

 

e com a FENPROF às 16:30

 

MEC marca reunião com FENPROF para 26 de fevereiro

 

Em horários onde não se justificam refeições, nem pizzas. 😀

 

 

 

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Sobre a Manifestação

Gostei de grande parte das declarações de Mário Nogueira, embora engasgado em algumas palavras.

Dispensava-se falar de pormenores como o e-Bio e continuar a incentivar à entrega de reclamações sobre uma alteração de vínculo que não existe efectivamente.

Ao contrário do que suponha não ficou agendada nenhuma greve, ficando-se o dia de hoje com um pedido de reunião com o Ministro da Educação e Ciência e onde foi também anunciada uma semana de luto nas escolas entre os dias 18 e 22 de Fevereiro.

Como se percebeu, a manifestação de hoje assumiu-se marcantemente como uma manifestação política, tendo Jerónimo de Sousa participação activa nela junto com Carvalho da Silva e Arménio Carlos como um dos cabeças de cartaz, o apelo à manifestação de dia 16 fazia assim naturalmente parte do programa de hoje.

A parte mais marcante foi a ausência de uma geração de professores que sente que deixou de ter futuro nesta área. Foram raros os professores com menos de 40 anos que se viram nos ecrãs da televisão, o que no fundo acaba por retractar a realidade das nossas escolas. Para ser franco o único que vi acabou por ser o César Israel Paulo que esteve muito bem nos argumentos que apresentou. Aliás, o argumento das sucessivas contratações e do elevado número de anos a contrato terá sido a mensagem que melhor passou para a opinião pública. Passou bem melhor esse argumento do que propriamente o vencimento dos professores que a jornalista da SIC notícias constantemente perguntava a todos.

Para aquecimento esteve bem esta manifestação e o pedido deixado por Mário Nogueira às restantes organizações sindicais para futuras organizações conjuntas pode levar a que realmente se realize uma coisa grande e que não sirva apenas os interesses partidários.

E isso faz falta daqui para a frente.

Mas escolham um dia onde não haja acidentes na A1, ok?

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Eu Sei Que A Fasquia Ficou Demasiado Elevada

… com as anteriores manifestações acima dos 100 mil professores. Mas ter números desta ordem amanhã é um profundo tiro nos pés.

Eu não me acredito em números tão baixos…

CM - 7800

 

… mas se forem que se tire as devidas conclusões.

 

Por aqui os números são estes e ainda se mantém em aberto a votação.

sondagem

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Vai Começar a Batalha Jurídica pela Vinculação

Mas conhecendo o tempo que os tribunais demoram a julgar estes casos tão cedo não virá nenhuma penalização para este governo que anunciou apenas 600 vagas para a vinculação extraordinária e muito menos para o anterior governo que vinculou apenas 396 docentes.

 

Fenprof recorre aos tribunais para vincular 12 mil professores

 

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FENPROF Também Não Assina Acordo com o MEC

Negociações concluem-se sem vinculação

 

A FENPROF reuniu (15/11/2012) com o MEC para concluir o processo negocial de criação de um regime de concurso externo extraordinário. Desta reunião resultaram dois aspetos positivos que vão ao encontro de posições que, desde o início, a FENPROF defendeu: por um lado, manutenção dos atuais 23 QZP, tendo os candidatos a este concurso extraordinário de concorrer apenas aos que desejarem; por outro, a garantia de se aplicar, aos docentes que venham a entrar nos quadros, o regime de ingresso na carreira previsto no ECD.

Todavia, a FENPROF continua a considerar muito negativo que:

  • O MEC não tenha avançado, como se comprometeu, com um regime de vinculação de professores, desrespeitando a diretiva comunitária sobre a matéria;
  • Continuem por definir, com clareza, os critérios de que resultará a dotação de vagas a concurso. Segundo o MEC serão tidos em conta os “contratos anuais e permanentes que permanecem desde o concurso de 2009”;
  • A exclusão ilegal (Lei 23/2009, de 21 de maio) de candidatos provenientes das Regiões Autónomas e a não consideração de docentes de escolas públicas dependentes de outros ministérios;
  • A não consideração de docentes de Teatro, Técnicas Especiais e dos Conservatórios de Música e Dança para efeitos de integração nos quadros e na carreira;
  • A exclusão de docentes que, reunindo os requisitos para se apresentarem a este concurso, a sua profissionalização apenas produziu efeitos ao presente ano letivo.

Perante este cenário, a FENPROF, mantém o desacordo já manifestado em momentos anteriores com as normas defendidas pelo MEC para os concursos de professores. Uma vez que a vinculação de professores é reivindicação que continua por obter, a FENPROF irá agora diligenciar, junto das instâncias adequadas, no sentido de ser finalmente aplicada a Diretiva Comunitária para a qual a Provedoria de Justiça já chamou a atenção do Governo.

Só não entendo a posição assumida no texto introdutório tendo em conta a existência de uma contraproposta onde ela própria chegou a assumir a possibilidade de os contratados candidataram-se a uma zona alargada que poderia ser no âmbito de cada uma das direções regionais de educação.

E como também referi no dia 12, seria uma autêntica parvoíce alargar este âmbito geográfico tendo em conta o reduzido número de docentes de QZP por colocar nesta data.

E como o único dia em que se falou nos 5 QZP foi na reunião de dia 12 onde esteve apenas presente a FENPROF começo a acreditar que essa intenção se deveu ao simples facto de existir uma greve marcada para o dia 14 e assim conseguir instalar mais algum pânico junto dos professores de Quadro de Zona Pedagógica.

 

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E Não Há Nenhuma Novidade?

Negociação suplementar prossegue na quarta-feira, dia 28, às 9h30, na “5 de Outubro”

São 15 horas e ainda não há nenhuma informação desta reunião.

Estamos esclarecidos.

Negociação suplementar sobre concursos permitiu clarificar seis artigos

De acordo com o governante, João Casanova de Almeida, que tem conduzido as negociações com os sindicatos, as reuniões suplementares serviram para uma “clarificação do texto nos pontos de seis artigos“, no sentido de “melhorar o entendimento

Casanova de Almeida especificou que as alterações de redação foram feitas nos artigos 5.º, 9.º, 10.º, 11.º, 36.º e 49.º, num total de 55 artigos que incorporam o diploma.

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Normalidades

Fenprof sai de reunião com Governo sem acordo

Mário Nogueira considerou também que não faz sentido retirar os pais do conselho pedagógico sem alterar as competências deste órgão, deixando ao critério do director da escola se os convida ou não para este espaço: “Isto não é carne nem peixe, isto não é nada”.

FNE chega a acordo com Governo

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Ausência de Parecer da FENPROF sobre os Concursos

Contava eu que a Fenprof apresentasse um documento com o seu parecer ao diploma de concursos de forma a não se encontrar secundariazada nesta negociação.

Tudo o que se sabe é através desta notícia no seu site que provém de uma intervenção de rua de Mário Nogueira.

Projeto de diploma do novo regime de concursos


“Se ainda restasse alguma dúvida quanto ao que pretende o Governo, no futuro, do emprego dos docentes, bastaria olhar para o projeto de diploma do novo regime de concursos para ficarmos esclarecidos: contratados? Só se não se resolverem as coisas de outra forma. Se descartáveis fossem, para o Governo, estava chegada a hora de deitar para o lixo. Estamos perante um projeto que aponta para que:

•    O concurso de ingresso se mantenha quadrienal, aderindo Nuno Crato à opção de Lurdes Rodrigues

•    As necessidades temporárias sejam colmatadas com docentes dos quadros

•    Os candidatos sejam opositores a um horário que pode ter 21, como apenas 6 horas

•    Se exijam 4 anos completos nos últimos 6, em horário completo e anual, para integrar 1ª prioridade

•    Mas, por outro lado, integra na 1ª prioridade quem não se sujeitou ao concurso público e não trabalhou em escola pública. Se o MEC quer levar até às últimas consequências a sua lógica – que os colégios com contrato de associação prestam serviço público, logo o emprego é equiparado a emprego público – então que preencha os lugares nesses estabelecimentos também através do concurso. Que não se limite a olhar para um dos lados do problema, o da proteção dos interesses privados. Que não transforme estes colégios em antro de negócio!

•    A bolsa, agora reserva de recrutamento, acabe em outubro passando logo para a contratação de escola

•    Nesta contratação seja atribuído um peso de 50% a uma entrevista

•    Continue excluída da contratação geral os TEIP e as escolas com contrato de autonomia, sabendo-se que pretende generalizar esta contratualização

•    Os docentes contratados, profissionalizados continuem sem direito a vencer pelo índice do 1º escalão da carreira, mantendo-os no 151

•    Continua a excluir os professores com habilitação própria

•    Omite qualquer referência à vinculação de docentes, o que é inaceitável!

Acho pouco que esta Federação fique por aqui e que não apresente um documento oficial que contraponha as posições do MEC apenas porque existem dúvidas que esperam esclarecer na reunião de segunda-feira. Assim, apenas o documento da FNE tem bases sólidas para responder à proposta do MEC nas negociações da próxima segunda-feira.

 

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Alterações Curriculares

Está quase a fazer um ano que dei conta pela primeira vez do documento que estava a ser trabalhado para as altrações curriculares que Isabel Alçada estava a preparar em que eliminava o par-pedagógico da disciplina de EVT, a Área de Projeto e o Estudo Acompanhado. Esse documento começei a apresentá-lo no dia 7 de Dezembro de 2010 neste post.

Tenho uma leve impressão que as novas propostas para a alteração estarão em andamento e numa fase já adiantada. Falta saber se este documento será do conhecimento público antes do final do ano civil ou se o MEC aguarda para o início de 2012 a sua divulgação.

Espera-se que se abra um debate nacional em torno das novas alterações curriculares, Nuno Crato já o disse que iria fazer, a FENPROF vai fazer um abaixo assinado até ao dia 15 de Janeiro para pedir esse debate. A FNE também preparou iniciativas sobre as alterações curriculares e já na próxima segunda feira irá reunir com a CONFAP para discutir o impacto do Orçamento de Estado para 2012, nomeadamente no que às alterações curriculares diz respeito. É bom que as duas Federações trilhem caminhos diferentes e não se atropelem fazendo a mesma coisa para um objetivo comum.

Fenprof faz abaixo-assinado para debater revisão curricular

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Claro que não há estudos

Conforme previ nada foi dito na reunião de hoje entre o MEC e as organizações sindicais.

A FENPROF reuniu com o Ministro da Educação (7/11/2011) e saiu da reunião ainda mais preocupada do que entrou: as “especulações” que têm vindo a público sobre medidas a tomar poderão não passar disso mesmo – especulações – ou não! Ou seja, o que tem vindo a ser público sobre medidas que poderão ser tomadas para garantir uma redução de 1.500 Milhões de euros na Educação poderá ser verdade… ou não! Isto é, no MEC ninguém confirma nem desmente nada, pelo que tudo é possível e esta indefinição e falta de respostas não pode sossegar o país!

Já sobre o ensino de português no estrangeiro parece que a solução irá passar pelo ensino à distância.

Governo vai reduzir turmas de português no estrangeiro e solução passa pela Internet

O Governo vai reduzir o número de turmas com ensino de português no estrangeiro, o que aumentará o desemprego docente, alertou hoje a Federação Nacional de Educação (FNE), para quem a solução poderá passar pelo ensino à distância.

FNE receia que a educação para todos esteja em risco

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Haverá estudos?

FNE e Fenprof reúnem-se com ministro para conhecer cortes orçamentais

Responsáveis da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e da Federação Nacional de Educação (FNE) reúnem-se hoje com o ministro da Educação para discutir as medidas projectadas pelo Executivo para conseguir reduzir custos no próximo ano.

Em declarações à Lusa, o secretário geral da FNE, João Dias da Silva, explicou que o encontro tem por objectivo “conhecer as intenções do Ministério de Educação e da Ciência em relação à forma como tenciona aplicar os cortes previstos no Orçamento de Estado de 2012 na área da educação”.

Os sindicalistas pretendem também conhecer os estudos que suportam as propostas ministeriais de redução de despesas no ensino básico, secundário e superior.

“Vai ser uma reunião de trabalho para conhecer as intenções e fundamentos para que, no futuro, também possamos apresentar propostas no sentido de reduzir custos”, disse João Dias da Silva.

Os sindicalistas garantem que não vão para o encontro para “fazer oposição” mas sim com o objectivo de “trabalhar de forma articulada” no sentido de contribuir para que as reduções não ponham em causa a qualidade do ensino.

João Dias da Silva acredita que esta será “a primeira de muitas reuniões”. De acordo com a agenda do Ministério, antes da FNE, a equipa liderada por Nuno Crato vai receber a Fenprof, que parte para a reunião com os mesmos objectivos.

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É um bailinho sim senhor

A nova sede do sindicato, que junta quase metade dos cerca de 7500 professores na Madeira, custou 3,8 milhões de euros.

Finaciados pelo Jardim ou custeados pela Fenprof?

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E não se fala mais em Avaliação nos próximos anos?

Se for para isso já é bom ter havido acordo. Aguarda-se documento para analisar o que mudou em relação ao documento de dia 6, para ter levado a um acordo com a FNE e à concordância parcial com a FENPROF.

Ministério da Educação assina acordo com a FNE sobre avaliação de professores

A reunião entre as estruturas sindicais e o ministério de Nuno Crato começou às 8h30

O Ministério da Educação e da Ciência (MEC) informou na noite desta sexta-feira que existe, “a partir de hoje, um novo modelo de avaliação de professores em Portugal”.
O MEC chegou a acordo com a Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) e seis outras estruturas sindicais. Mas não com a Federação Nacional de Professores (Fenprof) porque, segundo Mário Nogueira, secretário-geral desta estrutura sindical, o novo modelo mantém o regime de quotas para as classificações mais elevadas.

O ministério “irá ainda assinar uma acta global negocial com a Fenprof, onde estarão estabelecidos todos os pontos de acordo e desacordo, nomeadamente em relação às quotas”, fez saber o Executivo.

As negociações começaram às oito e meia da manhã e prolongaram-se até à noite.

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Respostas sindicais à ADD

A ler no fim do jogo

FNE

Memorando
a propósito da proposta
sobre avaliação de desempenho de docentes
apresentada pelo MEC

FENPROF

PROJETO DO MEC PARA A AVALIAÇÃO DE
DESEMPENHO DOS DOCENTES
PARECER DA FENPROF

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A pluralidade mora ali

Com o aval dos seus associados?

Concerteza que o PCP consultou as suas bases. 😆

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A Fenprof ainda anda à procura do Segredo de Estado

A Fenprof apresentou uma minuta para o período de reclamações dos concursos que terminam hoje.

É um texto coerente se fosse efectuado por todos os professores que se apresentaram a concurso, mas como os que obtiveram classificações de mérito (vulgo asteriscados) não o irão fazer, pouco valerá este protesto.

Mas onde queria chegar era ao texto inicial que a Fenprof coloca e que diz o seguinte:

Assim, é só identificar alguém (de preferência vários candidatos) que esteja(m) à frente do reclamante, mas com menos de um valor de diferença. É que o asterisco só diz que o candidato teve bonificação, mas não esclarece se foi de 1 ou 2 valores, ou seja, por efeito de Muito Bom ou Excelente.

 

Aconselho a leitura deste post para perceberem afinal como se descobre um “Segredo de Estado”

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Os incomodados

A pergunta quem a faz é o Paulo aqui a propósito de um artigo de MN no jornal “Público”.

Não quero alimentar picardias, mas parece-me que o MN perdeu mais uma grande oportunidade para estar calado, neste caso “quietinho”, pois o artigo é de opinião.

Penso que os professores já perceberam há muito que a agenda do MN não é a mesma agenda dos professores. Então porque a FENPROF contínua a ser alimentada por quem não se sente representado por esta organização sindical? A pergunta poderá ter várias respostas. A primeira tem a ver com o sentimento de que não há alternativa, que a FENPROF é a única representante dos professores e é aquela que tem o espírito de luta que os professores necessitam.

Nada mais errado, porque em primeiro lugar os professores não são siderúrgicos ou metalúrgicos (com o devido respeito para esta gente trabalhadora) nem uma cambada de gente que tem na rua a sua principal arma de arremesso. Os professores são, a par dos médicos, a classe mais prestigiada e reconhecida das profissões em Portugal. 

A insistência nesta luta de rua e na tentativa de monopolização da representatividade sindical está a levar os professores para níveis de popularidade muito preocupantes.

Para que fique bem claro o MN não é meu representante, ele representa apenas a FENPROF.

Para não fugir ao sentimento do dia, também tenho algum incomodo que a imagem dos Professores, e a minha por conseguinte, seja confundida com a deste senhor.

HÁ MAIS ALTERNATIVAS.

 

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