Parecer da Fenprof à Proposta de Alteração ao Diploma de Concusos

Às questões solicitadas pela Fenprof ao MEC eu consigo facilmente dar resposta, não deixo de estranhar a Fenprof não ter capacidade de conseguir por si só essas respostas.

De resto, concordo com a maior parte do parecer enviado hoje ao MEC.

 

– Número de docentes, por grupo de recrutamento, que, de acordo com a situação atual das colocações, vinculariam sob os critérios propostos pelo MEC, caso o mecanismo entre em vigor para 2014/2015;

– Número de docentes, por grupo de recrutamento, atualmente contratados a termo resolutivo com três ou mais anos de serviço.

 

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17 comentários

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    • dinis on 11 de Março de 2014 at 18:23
    • Responder

    Pela defesa da escola pública e de quem tudo tem dado pela escola pública, só o tempo de serviço no público é que deve ser tido em conta para a lista de vinculação. Obviamente que o tempo de serviço nos colégios com contrato de associação que são privados, também não deve contar.

  1. Grande FENPROF, finalmente estamos no caminho certo, Concurso Interno e Externo já em 2014, com apuramento real de vagas. Há justiça, há vagas para horáros zero e para efetivar os contratos, desde que o apuramento seja real e automático. Agora vem a FNE e estraga o decidido pelos outros sindicatos.

      • Professora on 11 de Março de 2014 at 19:24
      • Responder

      Concordo. Todos os sindicatos defendem concursos anuais, tanto interno como externo. Então, que sentido faz realizar um externo em 2014 e só o interno em 2015??? É de manter a exigência de ANUAL (tanto interno como externo) a começar já em 2014. Ou remam todos na mesma direção ou estamos feitos!

      Também é fundamental exigir que fique no diploma a forma de apurar as necessidades permanentes do sistema (como fez a fenprof) e não como está a portaria conjunta das finanças e MEC.

      Também era fundamental que ficasse no diploma o que é componente letiva e o fim da requalificação aplicada a docentes. Senão que sentido faz vincular mais docentes?

      Há um sindicato que propõe 70% + 30% como critérios para as OE, que é uma parvoíce. Graduação profissional é o suficiente. Fim das renovações e OE e RR até final do ano letivo, é perfeitamente possível de fazer isto.

      Atenção ao alerta que a fenprof fez em relação às escolas com contrato de autonomia e TEIP no que respeita a pessoal do quadro. Será que o MEC também está a pensar não incluir estas escolas no interno e MI? Estas escolas são escolas como qualquer outras e portanto devem contar para todas as fases do concurso. CONCURSOS CENTRALIZADOS é o justo.

      Aguardo com expetativa o parecer da FNE. Há pontos cuja convergência de sindicatos é essencial.

    • Ermelinda Sousa on 11 de Março de 2014 at 19:17
    • Responder

    Em termos gerais concordo com esta proposta principalmente com a alteração do artigo 28 ( Mobilidade Interna).

      • Ermelinda Sousa on 11 de Março de 2014 at 19:44
      • Responder

      Esqueci-me de felicitar a FENPROF. Continuem a defender os professores e que haja justiça nas colocações e para tal só utilizando o critério da graduação.
      Espero que consigam alterar de vez este artigo 28 que é vergonhoso.

        • Zé Manel on 11 de Março de 2014 at 20:27
        • Responder

        Mais do que vergonhoso, é injusto!

    • on 11 de Março de 2014 at 19:25
    • Responder

    Boa proposta!

    • Zé Manel on 11 de Março de 2014 at 20:30
    • Responder

    ” não deixo de estranhar a Fenprof não ter capacidade de conseguir por si só essas respostas.” – Arlindo, importa-se de decifrar?

    1. Demorei 10 minutos a fazer isto.
      http://www.arlindovsky.net/2014/01/e-com-4-contratos-sucessivos-anuais-e-completos/ e isto:
      http://www.arlindovsky.net/2014/01/sao-1420-docentes-com-5-contratos-anuais-e-completos/
      Mais dois minutos fazia a distribuição por grupos.
      À segunda questão precisava de saber se a Fenprof pretende apenas os contratos no ensino público ou não, porque quadros com o número de docentes por anos de serviço não faltam aqui no blogue.

        • Filipe on 11 de Março de 2014 at 22:17
        • Responder

        Arlindo se conseguires penso ser relevante o seguinte, apurar quantos docentes por grupo de recrutamento reúnem as condições dos contratos anuais e sucessivos, É que só assim e depois de vermos as colocações em horário completo neste ano letivo sabemos se são mais que vagas deste ano. Que dizes do desafio?

      1. Já estive a analisar o ficheiro e preciso de fazer grupo a grupo esse tratamento e já vi que se torna mais demorado porque a denominação dos grupos muda em 2007.

          • Filipe on 11 de Março de 2014 at 22:37

          Ok Arlindo, se conseguires vais ver que será um post muito útil e visto por todos nós.

          • Filipe on 12 de Março de 2014 at 14:05

          Arlindo mas antes dessa data não julho ser necessário, porque o que está em cima da mesa são os ultimos 5 anos em horário completo a entrar a dia 1/9.

    • anónimo on 11 de Março de 2014 at 21:14
    • Responder

    Boa noite,
    Em termos gerais concordo com a proposta.
    No entanto, questiono-me, várias vezes, sobre a questão dos 3 ou mais anos de serviço prestados no mesmo grupo de recrutamento para efeitos de vinculação. E eu pergunto?! depois de mais de uma dúzia de anos quase consecutivos no grupo 240 a trabalhar para a mesma “empresa” MEC,será que poderei vir a vincular? tenho habilitação para o 110 e não poderei vincular porque não tenho os tais 3 anos?! que triste realidade! Desejo a todos muita sorte! (desculpem o desabafo!)

    • Prof on 12 de Março de 2014 at 12:28
    • Responder

    Isto mais parece um Comunicado doutros tempos porque a Fenprof mete aqui muita “palha”, assuntos que não fazem parte da presente ordem de trabalhos negocial. Deve ser só para ver se impressionam a malta, mas como são muito vermelhuscos acabam por, na prática, pouco ou nada obterem do MEC.

      • Professora contratada on 13 de Março de 2014 at 13:15
      • Responder

      Os assuntos estão todos relacionados. Parece-me bem que todas estas questões não fiquem esquecidas. Se tudo o que aqui foi referido fosse aplicado, imaginem só a diferença que faria para todos nós professores e para a escola pública em geral!
      O que é de lamentar é vivermos “quase” uma ditadura! Os resultados têm de facto ficado longe do ideal, mas a luta deve continuar.

    • Antonio Cruz on 12 de Março de 2014 at 17:12
    • Responder

    Parabéns pela tentativa de alterar o artigo 28, no que se refere a prioridades.

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