Relatório dos Testes Intermédios

Relatório dos Testes Intermédios

 

Encontra-se disponível para consulta o relatório dos Testes Intermédios do 2.º ano do 1.º CEB-2014

Disponibiliza-se o relatório  dos Testes Intermédios do 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB). [pdf]

A aplicação dos Testes Intermédios no 2.º ano de escolaridade do 1.º CEB teve início em 2010-2011 e tem como finalidade o diagnóstico precoce das dificuldades dos alunos e uma intervenção pedagógica e didática atempada e eficaz.

Este relatório apresenta e analisa os resultados dos testes de Português e de Matemática, em 2014, e ao longo dos quatros anos de aplicação, permitindo tirar conclusões sobre a evolução dos desempenhos dos alunos do 2.º ano do 1.º CEB nestas disciplinas.

 
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Notícia do jornal Público sobre o relatório
 

Miúdos têm dificuldade em escrever sem erros e contar dinheiro

 

Saber escrever com coerência, com vocabulário adequado e sem erros. Colocar bem os acentos. Saber fazer melhor as contas com dinheiro. Estes são alguns dos aspectos identificados como frágeis no relatório, divulgado nesta terça-feira, sobre os resultados dos testes intermédios de Português e Matemática no 2.º ciclo.

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As Novas Propostas da Municipalização

Divulgadas pelo Paulo Guinote aqui.

 

Anteprojeto do Decreto-Lei

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/anteprojeto_de_decreto_lei_descentralizacao_de_competencias.pdf”]

Proposta de Minuta de Contrato

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/Nova-versão-de-proposta-de-minuta-de-contrato.pdf”]

Matriz de Responsabilidades

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/Matriz-de-Responsabilidades.pdf”]

 

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Portal InfoEscolas

Onde se vê as escolas “desalinhadas” e “alinhadas”.

 

Pais já podem saber que escolas “puxam os alunos para cima”

 

Número de alunos. Evolução escolar. Relação entre notas internas e de exame. Taxas de retenção e desistência. Ministério de Nuno Crato apresentou nesta terça-feira um portal com informações sobre cada uma das escolas secundárias de Portugal continental.

 

Os alunos melhoram os seus resultados nos exames entre o 9.º ano e 12.º? Ou, pelo contrário, pioram? E as escolas inflacionam as notas que lhes dão ao longo do ano? O Ministério da Educação e Ciência (MEC) apresentou nesta terça-feira uma plataforma online que permite dar algumas pistas sobre o que se passa em cada uma das 587 escolas com alunos matriculados em cursos científico-humanísticos. “É um dia importante”, disse o ministro Nuno Crato na apresentação do Portal InfoEscolas, uma ferramenta que, para o governante, significa “uma maior transparência” do sistema.

O portal faz um zoom às escolas e à sua evolução, mas também apresenta alguns dados por concelho e por distrito. Fica a saber-se, por exemplo, que os distritos de Bragança, Setúbal e Évora batem o recorde das taxas de retenção ou desistência, com mais de 40% dos alunos do ensino secundário matriculados em cursos científico-humanísticos a não transitarem no final do 12.º ano, no ano lectivo 2012/13, o último para o qual há dados. Bragança tem a taxa mais elevada: 44,4% (registava 37,4% no ano anterior). A taxa nacional foi de 36%.

 

Por curiosidade fui ver os dados da escola do meu filho mais velho e descobri que é uma escola muito desalinhada para cima.
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Aposta de Hoje

… que espero que seja superior ao prémio da semana passada.

 

Porque isto de ficar nos 2 mais uma estrela ou no 1 mais 2 estrelas já começa a chatear.

 

euromilhoes 13 janeiro

 

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Importante Para Quem se Aposentou em 2014

Informação muito importante para quem se aposentou em 2014

 

 

No passado dia 17 de Dezembro de 2014, o governo publicou a portaria dos coeficientes de revalorização das remunerações anuais (Portaria 266/2014 de 17 de Dezembro), coeficientes que são utilizadas no cálculo das pensões quer da Segurança Social quer da CGA em 2014. Isto significa, que as pensões de todos trabalhadores que se reformaram ou aposentaram em 2014 até ao presente momento, foram calculadas tendo como base remunerações desactualizadas, estando por isso estes reformados a receber pensões de reforma inferiores às que têm direito.

A Portaria 266/2014, só foi publicada depois da comissão de aposentados dos sindicatos da Frente Comum da Função Pública, que acompanhei e apoiei, se ter reunido na Assembleia da República com todos os grupos parlamentares e também com o Provedor da Justiça, protestando contra as malfeitorias que este governo tem feito aos aposentados e reformados, em que a não publicação da portaria, o que violava a lei, era apenas mais uma.

Segundo o artº 4 da Portaria 266/2014 só agora publicada, embora a portaria entre em vigor em 18.12.2014, ela “produz efeitos desde 1 de Janeiro de 2014”. Isto significa que todos os trabalhadores que se aposentaram ou reformaram durante este ano, têm o direito de pedir que a sua pensão seja recalculada e consequentemente aumentada.

Faço uma apelo para todos aqueles que se aposentaram ou reformaram durante este ano, para que reclamem conforme o caso, junto da CGA ou da Segurança Social, o recalculo da sua pensão de aposentação ou reforma. A CGA e a Segurança Social são por lei obrigadas a fazê-lo, mas é previsível que se os trabalhadores lesados não reclamarem, aquelas entidades se “esqueçam”.

Com o objectivo de facilitar o cálculo da pensão Segurança Social em 2014 e também em 2015 (até a Abril) disponibilizei uma folha cálculo a que poderá aceder, no caso de estar interessado através do link :/Sites/eugeniorosa.com/Documentos/2014/2014-PenSegSocial-17Dez2014xls.xls

Se tiver dificuldades em aceder peço que informe para [email protected] que lhe será enviado o ficheiro.

Eugénio Rosa
Economista

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As Notícias de Hoje Sobre a Municipalização

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Diário Económico

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Jornal i

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Diário de Notícias

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Correio da Manhã

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Jornal de Notícias

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Já É Notícia Pela Quarta ou Quinta Vez

…que a competência da contratação/gestão do pessoal docente não passará para as autarquias.
 

Neste documento, a que o SOL teve acesso, fica claro que os municípios não terão competências para contratar ou gerir o pessoal docente, mantendo-se esta responsabilidade na tutela da Educação. Contudo, quando houver docentes com horário zero ou incompleto, caberá aos agrupamentos de escolas, em conversa com o município, articular a sua deslocação para outras escolas do mesmo agrupamento ou até dos vários agrupamentos do concelho. Fonte do Governo sublinhou que esta possibilidade não é nova, já está consagrada na lei, e que não serão feitas alterações legislativas que reconfigurem esta matéria.

 

Questões mais polémicas fora do contrato que passa competências da Educação para autarquias

 

 

O Governo enviou hoje para as autarquias uma nova versão do contrato interadministrativo que estabelece a transferência de competências para os municípios na área da Educação. Esta proposta vem clarificar as questões mais polémicas e que levantaram mais ressalvas aos autarcas e professores, como a questão do financiamento que continua a ser feito em função do número de alunos mas acautela a manutenção das despesas fixas, que podem não diminuir na mesma proporção da redução do número de estudantes. E ainda a questão da contratação dos docentes que se mantém na tutela do Ministério da Educação e Ciência (MEC).

Neste documento, a que o SOL teve acesso, fica claro que os municípios não terão competências para contratar ou gerir o pessoal docente, mantendo-se esta responsabilidade na tutela da Educação. Contudo, quando houver docentes com horário zero ou incompleto, caberá aos agrupamentos de escolas, em conversa com o município, articular a sua deslocação para outras escolas do mesmo agrupamento ou até dos vários agrupamentos do concelho. Fonte do Governo sublinhou que esta possibilidade não é nova, já está consagrada na lei, e que não serão feitas alterações legislativas que reconfigurem esta matéria.

Em relação à oferta educativa de base local, que poderá chegar a 25% do currículo das escolas (sem prejuízo do currículo definido pelo Ministério), o Governo sublinhou também que esta possibilidade já existe nas escolas com contrato de autonomia. E garantiu que só serão contratados novos profissionais para leccionar estas matérias «quando não exista pessoal docente dos quadros dos agrupamentos ou zona pedagógica disponíveis para afectar a esta formação, optimizando o corpo docente existente». Uma forma de evitar as principais preocupações manifestadas pelos sindicatos de professores, que temiam que esta descentralização fosse contribuir para o aumento do desemprego docente.

Incentivos para dispensa de professores eliminados da proposta

Outra questão polémica que fica eliminada desta versão do contrato é o incentivo à redução de pessoal docente. Recorde-se que, em versões anteriores, o documento trazia um anexo com a quantificação dos recursos humanos necessários a cada agrupamento, e previa um incentivo financeiro para os municípios que reduzissem este efectivo. Contudo, agora, metade do montante que for poupado deixa de ser entregue ao município e passa a ser «alocado à gestão conjunta entre município e agrupamentos de escolas, que decidem, conjuntamente a aplicação deste montante que fica consignado a acções e iniciativas na educação». Por exemplo: a criação de um apoio especializado em qualquer disciplina onde os alunos demonstrem mais dificuldades.

Nesta nova versão do contrato, além de se excluir o anexo quantitativo onde se definia o número de professores necessários em cada escola, restringe-se esta mais-valia financeira apenas aos concelhos que melhorem os seus resultados escolares. Estes resultados serão aferidos através de vários indicadores que constatem a redução do risco de abandono escolar e o aumento do sucesso escolar. Por exemplo: os resultados dos exames e provas nacionais e a avaliação externa realizada regularmente às escolas pela Inspecção-geral de Educação e Ciência.

Projectos piloto são para avançar em Setembro

O Governo não quis especificar para quantos e quais os concelhos onde esta proposta foi enviada, mas acredita que serão cerca de dez a assinar em breve o contrato com o Governo, num projecto piloto com a duração de quatro anos, que será para aplicar já no próximo ano lectivo. Fonte do Governo explicou ainda que a assinatura do contrato que consuma esta descentralização de competências entre a Administração Central e os municípios não necessitará do aval dos Conselhos Gerais dos Agrupamentos de Escolas. O Governo não acredita que seja possível que este processo avance «com rejeição local», nomeadamente das escolas, mas confirma que este parecer dos órgãos principal da escola, o Conselho geral, «não é necessário em termos jurídicos».

Recorde-se que várias escolas já se manifestaram contra esta transferência de competências, depois de terem apreciado as versões anteriores da proposta do Governo. Contudo, a Administração Central está confiante que esta posição se alterará depois de analisada o actual contrato proposto.

Outra matéria que consta desta proposta, que será agora analisada pelas câmaras, tem a ver com o reforço dos poderes do Conselho Municipal de Educação, que passa agora a ter de incluir representantes de todas as escolas. Caberá a este órgão promover o diálogo permanente entre o município e os agrupamentos de escolas e poderá ter uma estrutura de funcionamento permanente. Contudo, nem todas as câmaras têm de optar por esta solução e podem criar uma estrutura para realizar esta missão. Tendo em conta que há câmaras que possuem mais de 15 agrupamentos de escolas e que terão agora de assumir um volume de trabalho muito maior, o Governo lembra que o Orçamento de Estado para este ano já «prevê regras mais flexíveis que permitem recrutar pessoal desde que não haja um aumento global da massa salarial». Além disso, esclarece fonte ministerial, e nalgumas condições específicas, essa massa salarial até pode aumentar.

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Tabelas de IRS Para 2015

Despacho n.º 309-A/2015 – Diário da República n.º 7/2015, 1º Suplemento, Série II de 2015-01-12

 

Ministério das Finanças – Gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais

 
Despacho que aprova as tabelas de retenção na fonte para vigorarem durante o ano de 2015

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/IRS-2015.pdf”]
 
Para comparação, as tabelas de IRS dos anos anteriores podem ser consultadas aqui.
 
Contas por alto vou passar a receber mais 40€ de vencimento por mês (índice 205).
A taxa de redução remuneratória é reduzida em 20% sobre os 3,5%, ou seja, passa para uma taxa de redução remuneratória de 2,8% e o IRS baixa de 20,5% para 18,9%.

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Tesourinho Contratual

Geralmente chega-se a Janeiro e voltam os tesourinhos contratuais a aparecer na aplicação.

Este horário aparece para o grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza, mas para lecionar Português.

Mais um copy paste mal feito, certamente.

 

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Será Mesmo?

… que estão contra a Municipalização ou apenas sentem que podem perder poder dentro da sua escola?

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Diário de Notícias (12-01-2015)

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Provas de Ingresso a Português e Matemática para licenciatura em Educação Básica

… produz efeitos a partir do ano letivo 2017/2018.

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Não Colocados na Mobilidade Interna Após a RR13

… por Grupo de Recrutamento e pelo QZP de provimento.
 
NCMIRR13
 
E por Tipo de Candidato.

 

NCMIRR13tipo

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Tesourinho Contratual

Fruto de um copy paste mal elaborado.

 

No Agrupamento de Escolas de Alpendorada, segundo a DGAE, Alpendurada.

 

 

geografia

 

 

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Será que o Meu Magalhães

… avariado ainda dentro do período da garantia também está em dívida?

 

É que conheço um tipo que tem um milhões “emprestados” e que por uns tempos não vai precisar deles.

 

Peçam-lhe emprestado.

 

Estado ainda deve 55 milhões do programa Magalhães

 

Governo esteve três anos a poupar dinheiro da Anacom para pagar dívida de programa para alunos. Pagamento permitirá extinguir Fundação para as Comunicações Móveis.

Foi uma das bandeiras da governação de Sócrates e continua a deixar marcas. O Estado ainda deve 54,5 milhões de euros às operadoras no âmbito do programa e.escola, que tinha como objetivo facilitar o acesso dos estudantes às novas tecnologias.

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A Música (Conterrânea) do Blog

Plaza – Real Love

 

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Resumo da Semana 1 (2P) e Antevisão da Semana 2 (2P)

Ficam aqui os números dos horários que estiveram em contratação de escola na semana 1 do segundo período letivo (2P) e a antevisão da semana 2.
Naturalmente os números das contratações de escola vão subir relativamente ao 1º período, visto que a partir de agora deixaram de existir as reservas de recrutamento para colocação de professores contratados.
No entanto, a Bolsa de Contratação de Escola mantêm-se ao longo de todo o ano letivo e os horários das escolas TEIP e/ou com Autonomia apenas passam para a contratação de escola se já não existirem candidatos ordenados para essas escolas.

 

semana1-2P

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Por Este Andar

… lá para Junho ou Julho teremos o concurso intercalar de 2015.

 

Entrevistas dos candidatos aprovados no método de seleção Avaliação Curricular do procedimento concursal para provimento do cargo de Diretor de Serviços de Concursos e Informática

 

“As entrevistas dos candidatos aprovados no método de seleção Avaliação Curricular do procedimento concursal para provimento do cargo de Diretor de Serviços de Concursos e Informática, da Direção-Geral da Administração Escolar, aberto pelo Aviso n.º 13588/2014, publicado no Diário da República 2.ª série, n.º 235, de 04 de dezembro de 2014 e na Bolsa de Emprego Público, com o código de oferta n.º OE201412/0119, em 09 de dezembro de 2014, decorrerão dia 12.01.2015 das 10.00h às 12.20h.”
 
A Presidente do Júri
Maria Luísa Gaspar do Pranto Lopes de Oliveira

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“Animação, hoje é sexta!” (deficiências é o tema)

Em mais uma rubrica “Animação, hoje é sexta”, dedicamos este fim de semana a alguns filmes de animação em que o tema central são “deficiências” diversas. Será, certamente, um excelente mote para temas de debate e discussão em contexto educativo e sobre como lidar com a diferença. Também com especial destaque para os colegas da Educação Especial.

O primeiro filme de animação remonta já a 1992 e é realizado por Tim Webb. Chama-se A is for autism e nasceu da descoberta e experiência que Tim Webb teve com crianças autistas e como os desenhos delas tinham um grafismo que se adequava à explorações no campo da animação. Em 1991, a convite do Channel 4 Television, Webb realizou esta animação para que este canal, no espaço “Disabling World” fosse dado a conhecer ao público em geral o que é a condição do autismo.

Durante um ano, para além da investigação científica e académica, Tim Webb trabalhou com crianças autistas, os seus educadores e os seus pais. Assim nasceu este documentário animado tendo por base as contribuições de todas estas pessoas. Os desenhos utilizados são realizados pelas crianças autistas e a locução é também realizada por essas crianças que contam os seus pensamentos e emoções.

A is for autism venceu o Prémio Especial da UNESCO para a promoção da Cultura. A não perder…

As outras duas animações são do mesmo realizador australiano: Adam Elliot. Primeiro uma curta metragem, depois uma longa metragem, ambas de animação, claro! Filmes de animação, drama, mas com muita ironia…

Na primeira animação, Harvie Krumpet é um Polaco de nome original Harvek Milos Krumpetzki. Com a II Guerra Mundial, viaja para a Austrália, refugiado, e é então que muda de nome. No entanto, a sua infância não foi nada fácil! A sua aprendizagem foi feita em casa, com a ajuda da mãe, baseada em factos (Fakts) que trazia sempre consigo, escritos num caderno pendurado ao seu pescoço. Apesar da sua vida cheia de má sorte (sofria de síndrome de Tourette, foi atingido por um raio e perdeu um testículo) Harvie sempre foi optimista, vivendo de forma excêntrica (sim, adepto do nudismo) e acabando por casar com uma enfermeira. Ambos adoptaram também uma criança, uma menina, também ela diferente, que acabou por ser ensinada pelo próprio Harvie. Foi sentado no banco de jardim que ouviu uma voz: “Carpe diem”, tendo isso mudado a sua vida…

A não perder… Este filme ganhou o Oscar para a melhor curta metragem de animação no ano de 2004.

 

A longa metragem de Adam Elliot chama-se Mary and Max, e é baseado em factos reais. Conta a história de Mary, um criança solitária que passa os dias a ver os seus desenhos animados favoritos, a construir os seus brinquedos a partir de sucata e a conversar com o seu galo. Por causa de uma mancha que tinha na cabeça desde nascença, Mary sofria de Bullying na escola. A sua mãe era alcoólica e o pai, que trabalhava numa fábrica de chás, ignorava-a.

Por sua vez, Max era um solitário que sofria de síndrome de Asperger. Vive só com os seus animais e o seu amigo imaginário. A sua mãe suicidou-se era ele ainda pequeno. Na sua infância, Max sofreu também de abusos e, tendo nascido Judeu, tornou-se Ateu.

Certo dia… Mary encontra o endereço de Max numa lista de endereços de Nova York e escreve-lhe uma carta a contar um pouco da sua vida. Max recebe a carta de forma um pouco inusitada… (pois… Mary vivia na Austrália)…

Uma longa metragem que certamente vão gostar!

Para ver a animação, há disponível no Youtube este filme, em Inglês e legendado em Espanhol, em 7 partes. Bastará ver uma a uma.

 

 

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Se Houvesse Eleições Todos os Anos

… acho que todos estaríamos melhor.

 

JN mais funcionarios nas escolas

Jornal de Notícias (09-01-2015)

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31 Milhões Valem a Pena

euromilhoes 9 janeiro

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Educação para o Desenvolvimento Sustentável

Partilho hoje, convosco, o documento “United Nations Decade of Education for Sustainnable Development”.  

Apesar deste estruturante elemento para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável, ter o seu período de ação delimitado no tempo (2005-2014), considero que o seu “conteúdo” terá ainda validade durante vários anos, tendo em conta que os objetivos estabelecidos pela UNESCO ainda se encontram (e muito) por atingir.

[Poderão ainda encontrar informação adicional (entre outros locais no espaço DESD da UNESCO) AQUI e AQUI ]

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/unescoDecadaEDS.pdf”]

 

Destaco ainda, paralelamente, nesta rubrica semanal, a obra do fotógrafo canadiano Edward Burtynsky

[WEBSITE OFICIAL DO ARTISTA em http://www.edwardburtynsky.com/ ]

"Manufacturing #17", Deda Chicken Processing Plant, Dehui City,

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Processamento de Remunerações em 2015

Explica-se a reversão salarial, a proibição de valorizações remuneratórias em 2015, a sobretaxa em sede de IRS, a contribuição extraordinária de solidariedade (CES), o subsídio de refeição, de férias e de Natal, as horas extraordinárias, os abonos para falhas, o período de férias, os encargos com a ADSE, a CGA e a Segurança Social.

Mas a caducidade de contrato será objeto de esclarecimento específico.

 

OFICIO-CIRCULAR nº 2/DGPGF/20015 – Processamento de Remunerações em 2015 Lei n.º 82-B/2014, de 31 de Dezembro – Lei do Orçamento de Estado para 2015

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/OFCIRC_2_DGPGF_2015_V2-vencimentos-2015.pdf”]

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Evolução da Mobilidade Interna Até à RR13

Dos Colocados

CL

Dos Não Colocados

NC

 
Na Reserva de Recrutamento 13 também foi retirada das listas de não colocados uma docente que regressa à sua escola de provimento.

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Reserva de Recrutamento 13

Aceitação de Colocação pelo Candidato – 13ª Reserva de Recrutamento 2014/2015

Aplicação disponível até às 23:59 horas do dia 12 de janeiro de 2015 (Hora de Portugal Continental)

Publicitação das listas de Colocação, Não Colocação e Retirados – 13ª Reserva de Recrutamento

13ª Reserva de Recrutamento – Docentes de Carreira – ano escolar de 2014/2015

 

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Qual é a Pressa?

… em querer chamar a atenção para o dia 1 de Fevereiro de 2015?

 

Se a comissão de acompanhamento da “requalificação” apenas se reuniu para se constituir o melhor é deixá-los assim por mais uns tempos, pelo menos até à marcação das legislativas.

 

FENPROF pretende reunir, urgentemente, com Ministro da Educação e Ciência

 

 

A FENPROF solicitou ao ministro da Educação, há uma semana, mas, até agora, sem resposta, a realização de uma reunião, com caráter de grande urgência, para discutir a eventual aplicação do regime de mobilidade especial, prevista para fevereiro próximo, o que esta Federação Sindical pretende, de todo, evitar.

Recorda-se que a legislação prevê que, a partir de 1 de fevereiro de 2015, o regime de mobilidade especial seja aplicado aos docentes. A FENPROF considera que todos os professores que existem no sistema são indispensáveis às escolas e aos seus alunos. Porém, apesar das declarações do ministro Nuno Crato, proferidas no início do ano escolar, que indiciavam que nenhum docente seria abrangido por este mecanismo, mantêm-se, na plataforma criada pela DGAE para docentes com ausência de componente letiva, 176 professores. Além disso, há mais 423 docentes dos quadros que foram colocados em horários temporários, o que significa que 599 docentes se encontram em risco de poderem ser atingidos pelo regime de mobilidade especial.

Face a tão preocupante situação e, também, porque a comissão criada pelo MEC para acompanhamento e avaliação das soluções encontradas para atribuição de atividade a estes docentes, apenas reuniu para se constituir, a FENPROF solicitou ao ministro a realização de uma reunião com caráter de urgência, para discutir aquele problema.

Na reunião de hoje e amanhã do Secretariado Nacional da FENPROF, esta e outras matérias (tais como, municipalização, PACC, ou, ainda, a situação dos docentes do ISS, o ensino superior ou mesmo as dívidas do MEC a diversas instituições) serão debatidas e aprovadas as ações necessárias a desenvolver pelos professores para contrariar o caminho negativo que, também na Educação, está a ser seguido.

O Secretariado Nacional

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Rede Bibliotecas Escolares – Candidatura 2015

Abertura da Candidatura 2015

 

A Rede de Bibliotecas Escolares tem como objetivo a instalação e o desenvolvimento de bibliotecas, nas escolas dos diferentes níveis de ensino, disponibilizando aos utilizadores os recursos necessários à leitura, ao acesso, uso e produção da informação em diferentes suportes. Estas bibliotecas, geridas por uma equipa qualificada, de acordo com a Portaria 756/2009, dispõem de um espaço próprio, dotado de equipamentos específicos, que permite o livre acesso a um fundo documental diversificado e atual. A biblioteca escolar desempenha, deste modo, um papel central no suporte aos curricula, no desenvolvimento das literacias, na aquisição de competências de informação e na formação de leitores.

Com o objetivo de integrar novas escolas, apoiar projetos de inovação e requalificar bibliotecas pertencentes à Rede de Bibliotecas Escolares, é lançada a Candidatura 2015, que decorre de 6 de janeiro a 20 de fevereiro.

Os códigos de acesso ao Sistema de informação RBE e informações sobre os procedimentos de candidatura poderão ser solicitados para [email protected].

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Blogosfera – Assistente Técnico

Parece que em 2015 a entidade patronal (ou seja, o estado) deixa de descontar parte do vencimento do trabalhador para a ADSE.

Agora já percebem a razão do aumento para 3,5%, não percebem?

 

Percentagens de Descontos CGA , ADSE e Seg Social na Adm. Pública – Evolução até 2015

 

 

Percentagens de Descontos CGA e ADSE ate 2015

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Paris aqui tão perto…

Ali aterrou na minha aula quase no final do segundo período.

Não falava uma palavra de português, inglês ou francês. Para que pudesse haver um entendimento mínimo , lembrei-me de pedir ajuda a um outro aluno mais velho, da mesma nacionalidade e que já frequentava a escola há alguns anos. Pedi-lhe que dissesse ao colega para se apresentar e que traduzisse a apresentação da turma. Fê-lo com alguma dificuldade uma vez que, explicou depois, apesar do país comum, o seu dialeto era distinto.

Por razões que não recordo, Ali, de 14 anos, não integrou naquele ano o português língua não materna e passava as aulas circunspeto e distanciado da turma, apesar do esforço de professores e colegas para que houvesse comunicação.

Por opção pessoal, voluntariei-me para lhe dar apoio extraordinário, de modo a que adquirisse o alfabeto, os fonemas, até iniciar, devagarinho, a leitura, a oralidade. Muitas vezes socorri-me de desenhos para pequenos truques de vocabulário e memorização que o faziam sorrir discretamente.

Porém, face ao incremento do trabalho burocrático, vi-me forçada a largar essa hora extraordinária e optei por dar esse apoio na aula de português, enquanto os restantes alunos, cumplicemente, faziam algum trabalho prático.

Certo dia, apercebi-me que ele abandonara a tarefa que eu lhe dera e lia com afinco um pequeno livro de orações. Isto repetiu-se diversas vezes daí em diante.

Outra vez, passando pela Biblioteca, vislumbrei-o a ver, com particular atenção, videos de um líder islâmico que vociferava a sua interpretação do Alcorão.

É claro que só percebi o conteúdo com a ajuda do tal aluno mais velho que, fortemente aculturado no nosso país, me ia ajudando a “ler” o novo aluno. Mas, admito, a coisa tornou-se um pouco assustadora…

Quando o ano acabou, Ali prosseguiu, apesar de tudo, pouco interessado em memorizar a nossa língua e mais empenhado no seu velhinho livro de orações. Eu prossegui a minha vida itinerante e nunca mais o voltei a ver.

Porém, depois disso, muitas vezes me questionei sobre a capacidade de resposta que os professores conseguem dar a estas situações que deixaram de ser tão pontuais na nossa sala de aula, independentemente, das nacionalidades que aí se aconchegam.

Era suposto a escola ser um espaço de liberdade, de aprendizagem, de partilha. Tal como, arrisco, a redação de um jornal.

Onde cabem a liberdade, igualdade e fraternidade, quando não falamos a mesma língua dos que nos são próximos? Quando os seus valores são tão díspares dos nossos que nem a escola se constitui como espaço de partilha e comunicação?

Como podemos combater o medo? O medo do outro…

Quando a pluralidade humana se dilui sobre os tiros de uma metralhadora, disparados porque não se admite brincar com coisas sérias, apesar de o riso ser, afinal, a linguagem que nos aproxima a todos; então, chegou o momento de nos questionarmos enquanto civilização.

Chegou o momento de, tal como a França será obrigada a fazer agora, procurar respostas sobre como lidar com a diversidade.

E essa é, realmente, uma questão para a qual não será, de todo fácil descobrir um caminho. É que a História tem o estranho hábito de se reinventar, mas é dela que depende o futuro.

Pessoalmente, também acredito que “Allahu Akbar”- Deus é grande, porém ele é ainda maior quando o defendemos com um lápis na mão, em vez de uma Kalasnikov nos braços.

E, muito provavelmente, é aí que a escola pode fazer a diferença…

 

 

 

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1º Ciclo e Pré Escolar pelos Sindicatos…

Não é comum ver os sindicatos a especificar a sua retórica pelos diferentes grupos de ensino, gostam mais de generalizar (defendendo que os professores devem estar unidos na luta pelo interesse da profissão e tal…), mas pelos vistos ainda há quem se lembre que os professores estão divididos em grupos, que uns estão mais, embora pouco, beneficiados que outros em certos aspetos. Sendo assim aqui vai a proposta por “Condições dignas para Educadores e Professores do 1º Ciclo” do SPZC.

1.- “a componente letiva dos professores do 1º ciclo seja desenvolvida em 22 horas semanais, uma vez que este ciclo está, hoje, descaraterizado do quadro de monodocência em que funcionava, passando, atualmente para um quadro de pluridocência;

2.- sejam aplicadas as reduções previstas no artigo 79º do ECD, em função da idade e do tempo de serviço;

3.- sejam compensados pelo desgaste profissional todos os educadores de infância e professores do 1º ciclo que não beneficiem da redução de componente letiva;

4.- as pausas que decorrem dos intervalos letivos sejam considerados como tempo efetivo de trabalho docente;

5.- o tempo de deslocação entre escolas do agrupamento seja considerado tempo efetivo de trabalho docente;

6.- todos os jardins de infância e escolas do 1º ciclo sejam dotados dos recursos humanos necessários para responder às diversas situações que acontecem no espaço escolar, nomeadamente, no acompanhamento das crianças no refeitório e nos espaços de recreio;

7.- o calendário escolar da educação pré escolar se desenvolva de acordo com o estabelecido para o 1º ciclo;

8.- a constituição e distribuição das turmas  do 1º ciclo tenham em consideração a integração de alunos de um único ano de escolaridade, evitando a organização de turmas com uma pulverização de vários anos de escolaridade;

9.- aos educadores de infância seja contado, para todos os efeitos, o tempo de serviço prestado em ATL e creche:

10.- a atividade letiva desenvolvida na educação especial pelos professores do 1º ciclo e educadores de infância seja organizada em 22 horas letivas semanais.”

Já se sabe que as “negociações” vão ser difíceis, mas pelo menos há quem tente… também há que lembrar que outros grupos com especificações próprias necessitam de ver as suas condições de trabalho melhoradas. Já agora, lembra-se aos sindicatos que atuem em tempo certo na defesa de todos os grupos de ensino…

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Novo Código do Procedimento Administrativo

Foram quase 20 anos que se passaram desde a última revisão do Código do Procedimento Administrativo.
O CPA é um documento legislativo de consulta quase obrigatória para todos os que fazem uso de procedimentos administrativos. Guardem-no no vosso PC pois em qualquer altura vão precisar de o consultar.

 

Decreto-Lei n.º 4/2015 – Diário da República n.º 4/2015, Série I de 2015-01-07

 

Ministério da Justiça

 

No uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 42/2014, de 11 de julho, aprova o novo Código do Procedimento Administrativo

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Questões Frequentes Sobre a Formação Complementar do Inglês no 1° Ciclo

Retirado daqui.

 

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Editorial do Jornal Público

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Homologação das Metas de Inglês no 1° Ciclo

Despacho n.º 151/2015 – Diário da República n.º 4/2015, Série II de 2015-01-07

 


Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro


Homologação das Metas de Inglês

 

 

As metas encontram-se publicadas aqui.

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A FNE Renasceu na Contestação da PACC

E espero que assim continue até que a mesma seja abolida definitivamente do ECD.

 

Se estrategicamente foi um mal menor conseguir a dispensa de todos os que tinham mais de 5 anos de serviço, agora já não ficava bem que continuasse a manter publicamente o silêncio sobre a PACC.

E se o Conselho Científico do IAVE abriu a porta para quebrar este silêncio, então que a FNE continue a batalhar pelo fim da PACC.

 

 

 

A PACC DEVE SER ABOLIDA

 

 

A FNE revê-se nas apreciações que faz o Conselho Científico do IAVE (Instituto de Avaliação Educativa) sobre a prova de avaliação de capacidades e conhecimentos (PACC), considerando que a prova falha no objetivo essencial de avaliação da competência para o exercício da profissão docente.

Consideramos por isso que estão criadas as condições para que a prova seja eliminada, esperando que o Ministério da Educação e Ciência acolha as sugestões que a FNE tem apresentado, bem como este parecer do Conselho Científico do IAVE.

Com efeito, este parecer coincide com aquilo que a FNE sempre defendeu relativamente à contestação da existência da prova e vem reafirmar a inutilidade de um mecanismo que não introduz qualidade ao sistema de ensino.

Recorde-se que perante a insistência do MEC na concretização da PACC, a FNE tentou por todos os meios evitar que ela tivesse lugar, e, não o conseguindo plenamente, obteve a garantia da dispensa definitiva da sua realização em relação a todos os docentes contratados que tivessem 5 ou mais anos de serviço. Não sendo esta a solução ideal, reduziu, no entanto, o seu impacto negativo em relação a muitos profissionais que têm contribuído decisivamente para o funcionamento do sistema educativo.

Defendemos, desde sempre, que o MEC desistisse da realização da PACC. A invocação da necessidade de preservar a qualidade da formação profissional docente deveria impor ao MEC a obrigação de trabalhar e propor soluções que tivessem em vista as adequações que forem necessárias ao nível da formação inicial e ao nível do período de indução.

A FNE mantém a sua discordância em relação à existência da PACC e continuará a defender a sua eliminação do Estatuto da Carreira Docente.

Porto, 6 de Janeiro de 2015

 

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Despacho Normativo nº 1/2015

Despacho Normativo n.º 1/2015 – Diário da República n.º 3/2015, Série II de 2015-01-06

 

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário

 

O presente despacho estabelece os princípios e os procedimentos a observar no regime de avaliação e certificação dos alunos dos cursos científico-tecnológicos de dupla certificação com planos próprios de nível secundário de educação, ministrados em estabelecimentos de ensino público e cooperativo

 
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/Despacho-Normativo-1-2015-avaliacao-alunos.pdf”]

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Tempo de Serviço a Colocar nas CE em 2015

Não se esqueçam que o tempo de serviço a considerar nas Contratações de Escola que decorra o prazo de candidatura em 2015, é até 31 de Agosto de 2014.

 

Deixo a informação colocada na aplicação de candidatura às Contratações de Escola.

 

– Para os procedimentos, cujo prazo de candidatura, decorra em 2014, o tempo de serviço deverá ser contabilizado até 31 de agosto de 2013.

– Para os procedimentos, cujo prazo de candidatura, decorra em 2015, o tempo de serviço deverá ser contabilizado até 31 de agosto de 2014.

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Logicamente, MEC Contesta IAVE

E cada vez se isola mais na defesa da PACC.
 

Ministério contesta parecer do IAVE: «prova docente não é iniciativa isolada»

 

O Ministério da Educação declarou hoje que a prova de avaliação docente «não é uma iniciativa isolada», como defendeu um parecer do Conselho Científico do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), mas «parte fundamental» de um conjunto de medidas tomadas.
A nota do Ministério da Educação e Ciência (MEC) enviada à TSF surge na sequência da divulgação pública de um parecer muito crítico do Conselho Científico do IAVE contra a prova de avaliação de capacidades e conhecimentos (PACC) dos professores, que a retratou como não sendo «válida e fiável» e incapaz de cumprir o objetivo a que se propõe, de avaliar a qualidade da preparação dos professores para a docência.

«A PACC não é uma iniciativa isolada, mas sim parte fundamental de um conjunto de medidas tomadas pelo Ministério da Educação e Ciência para melhorar progressivamente a qualidade da docência, que é componente central do sistema educativo. Entre outras medidas contam-se a obrigatoriedade de realização de exames de Português e de Matemática para admissão aos cursos de licenciatura de Educação Básica e o reforço curricular das condições de habilitação para a docência», defendeu a tutela, na nota enviada à TSF.

O ministério reitera que a prova tem como objetivo permitir «escolher os melhores entre os melhores professores, dignificar a escola pública e a função docente e aumentar a equidade entre os candidatos» e recorda que, apesar de só ter sido aplicada pelo atual Governo, por iniciativa do ministro Nuno Crato, ela está prevista no Estatuto da Carreira Docente desde 2007, quando o Ministério da Educação era liderado por Maria de Lurdes Rodrigues.

Um parecer do Conselho Científico do IAVE defende que a prova de avaliação docente não é «válida e fiável» no objetivo a que se propõe, tendo como «propósito mais evidente» impedir o acesso à carreira.

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Uma Aposta de Rei(s)

Para partilhar o 1º prémio com todos vós.

euromilhoes 6 Janeiro

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Materiais do seminário “Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens”

Materiais do seminário “Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens”

 

 

O seminário teve como objetivo refletir e debater dois aspetos essenciais: o modo como os professores usam a avaliação formativa e sumativa para promover mais e melhores aprendizagens e a forma como esta área de estudo é abordada na formação inicial e contínua de professores. Neste seminário procurou-se igualmente refletir sobre resultados da investigação produzida em Portugal sobre estas temáticas, com particular destaque para o papel do feedback em todo o processo.
 
CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens – Perspetivas da OCDE
 
OS PROFESSORES E AS PRÁTICAS AVALIATIVAS
Reflexão sobre práticas de avaliação nas escolas: a fuga de si
Práticas de avaliação interna para a qualidade das aprendizagens: das pressões externas à formação de professores
 
CONTRIBUTOS DA INVESTIGAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO NA SALA DE AULA

 

Do feedback avaliativo ao feedforward educativo

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Todos os Horários em Concurso em Contratação de Escola

… às 17:20 do dia de hoje.

 

A partir do próximo fim de semana volto a fazer o resumo semanal das contratações de escola, bem como a antevisão da semana seguinte.

Este quadro coloco-o hoje para confirmarem se vos aparece todos estes horários na vossa aplicação.

Lembro que para verem os horários em concurso para o vosso grupo de recrutamento devem adicionar a habilitação para esse grupo de recrutamento na aplicação, em horários/contratação » 2014/2015 » habilitações.

 
CE 7 8 9

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