… à pergunta: quem deve ser o futuro Ministro da Educação?
ufa.
A coligação será à esquerda ou à direita. heheheh!
Out 11 2015
… à pergunta: quem deve ser o futuro Ministro da Educação?
A coligação será à esquerda ou à direita. heheheh!
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Out 10 2015
Uma boa iniciativa de valorização da profissão de professor.
Clicar na imagem para aceder ao site e prestar um testemunho ao professor que mais vos marcou.
Apesar de algumas valentes reguadas que apanhei na escola primária ainda hoje recordo com bastante carinho da minha professora que me levou da primeira à quarta classe.
Já tenho dificuldade em lembrar-me do seu nome apesar de morar no andar imediatamente abaixo do meu.
Mas nem essa relação de vizinhança serviu para me livrar daquilo que era costume na altura, apanhar pelos erros ortográficos.
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Out 10 2015
São 78 os Educadores de Infância e os docentes do Ensino Básico e Secundário do MEC que se encontram nas listas de aposentados do mês de Novembro de 2015.
Ainda a faltar um mês para eu fechar as aposentações do ano 2015 já existem mais docentes aposentados este ano do que no ano passado.
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Out 10 2015
Gostaria de ver uma verdadeira “liberdade de escolha” ao nível dos métodos pedagógicos e de trabalho.
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Out 10 2015
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) anunciou esta quinta-feira a homologação dos resultados da eleição do director do agrupamento de escolas de Monção, que tinham sido suspensos na sequência de acções judiciais movidas por encarregados de educação.
Em resposta escrita a um pedido de esclarecimento enviado esta quinta-feira pela agência Lusa, fonte do MEC confirmou a informação inicialmente remetida pelo PSD local dando conta de um “ponto final na instabilidade” que se vive naquele agrupamento desde 2012. “O professor Sérgio Gonçalves foi homologado pelo Governo director do Agrupamento de Escolas de Monção”, lê-se na nota do PSD de Monção.
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Out 09 2015
Viva!
Hoje apeteceu-me isto… e como é oficial na internet, brindo-vos, sem muitas palavras (que comigo é raro, como já sabem) com Johnny Express, de Kyungmin Woo.
Vale mesmo a pena perderem pouco mais de 5 minutos do vosso tempo e ficarem bem dispostos com esta animação. E não se esqueçam que se a encomenda for muito pequena, quase (ou mesmo) microscópica e que a tenham que ampliar 5500%, qual será a razão?
Bom fim de semana e até à próxima sexta!
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Out 09 2015
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Out 09 2015
A DGAE tardiamente lançou esta nota informativa de forma a agilizar as colocações em BCE. Já tinha dado conta que a própria DGAE continua a colocar docentes que estão fora do período experimental e por esse motivo não podiam ser novamente colocados.
Pode ser que assim a BCE deixe de andar em marcha lenta, lentilha.
Chamo a atenção neste post para o seguinte alerta da Nota Informativa.
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Out 09 2015
Um longo desabafo de quem se viu excluída de todos os concursos do MEC por não comprovação de dados.
Lembro que a Provedoria de Justiça recomendou ao MEC a existência de uma fase de aperfeiçoamento da BCE que não chegou a acontecer.
Pretendo relatar/denunciar um assunto que penso que seja pertinente , o qual pode ilustrar muito bem os efeitos desastrosos do Concurso BCE ( Bolsa de Contratação de Escola) .
Sou professora desde 1995 e no dia 05 de outubro fiquei excluída do concurso BCE , RR (Reserva de Recrutamento) e CE (Contratação de Escola), durante um ano , por não ter feito prova de dados. Isto deve ter acontecido para comemorar o Dia Mundial do Professor !!!!
De facto, esta situação parece que está recheada de normalidade, porque aparentemente ao não serem confirmados os dados, não estou dentro do perfil requerido e a penalização é demasiada pesada, dando a ideia de que prestei na sua essência dados falsos…
A verdade é que fui excluída fundamentalmente porque aquando da candidatura me enganei a colocar dados.
Com efeito, e de uma forma mais simples este concurso está “virado de patas ao ar” e tem “efeitos-granada”.
Vejamos se me entendem e consigo concretizar o que pretendo ou seja o que está realmente a acontecer. É um assunto complexo.
Primeiramente, qualquer pessoa pode concorrer para o concurso BCE, desde que se tenha inscrito na aplicação do ME e tenha um n.º de candidato. A partir dai, para este concurso e a seu tempo, basta preencher os dados, colocar as preferências e responder ao questionário (respostas aos parâmetros). É de referir que os dados inseridos não são validados por ninguém. Posteriormente saem as listas de graduação baseadas numa fórmula em que os seus valores variam de escola para escola… Caso surja um horário numa escola é selecionado o 1.º candidato da lista . Este, caso ainda não esteja colocado é obrigado a aceitar, caso contrário sai da BCE , da RR e CE, ou então tal como me aconteceu a mim se não fizer prova da dados , isto de acordo com as respostas ao inquérito /parâmetros acontece-lhe o mesmo.
Deste modo, eu só dei conta que errei , precisamente no momento em que entreguei os meus dados numa escola que me selecionou, constatando que os dados do inquérito/ parâmetros não condiziam com a verdade, nunca tendo havido qualquer ponta de má fé nesta situação, pois sabia bem o que poderia acontecer. É também importante salientar que este concurso tem um formato novo e todas as suas regras saíram em cima da hora , no final do ano letivo e muitas dúvidas ficaram por esclarecer.
Assim, por causa daquilo não pude celebrar contrato. Isto parece justo (os dados não conferiram), mas não haja ilusões, este concurso está arquitetado para eliminar quem quer que seja sem dó nem piedade.
Seria simples se a consequência por ter errado nas respostas ao inquérito/parâmetros fosse apenas ser eliminada da BCE , ou até dessa escola mas não é a única . Outra das consequências, é sair da RR, pois isto aconteceu automaticamente quando aceitei o horário BCE (era obrigada a aceitar porque ainda não estava colocada numa outra escola) . É de salientar que são concursos distintos, com verbetes distintos, sujeitos a regras diferentes mas interligados , embora os dados para a RR tivessem sido validados (antes de serem feitas as listas ou de qualquer colocação)e estão corretos. Lá está o efeito-granada do concurso BCE, retirou-me da RR, mesmo estando tudo confirmado e validado … retira-me a possibilidade de obter trabalho. Trabalho que iniciei há vinte anos … Mas parece que isto não interessa nada!!!!
Assim, quando afirmo que o concurso BCE está de “patas ao ar”, quero dizer que segundo aquilo que se faz passar , foi criado para tornar mais célere a colocação de professores. Isto não tem qualquer ponta de verdade porque qualquer um pode concorrer, desde que tenha um n.º de candidato e pode efetivamente responder aos parâmetros alegando o que entender, pois quando isto acontece ninguém superior valida tais dados e portanto este candidato será graduado consoante as suas respostas, sejam elas verdadeiras ou totalmente falsas do principio ao fim. No caso de serem falsas o candidato “empenará” a lista … ninguém saltará sua posição , pelo menos até uma verificação de dados, quando uma escola o selecionar …
Esta situação irá fazer com que este candidato seja graduado em tantas listas quantas o n.º de escolas ou preferências que fez e caso alguma destas escolas tenha necessidade de preencher um horário e ele esteja nessa lista, então se chegar a sua vez será selecionado automaticamente e terá que apresentar os dados que se confirmam ou não ( que se provam através de minutas , tendo este assunto muito que se lhe diga !!!). Caso não se confirmem os respetivos dados, mesmo que por detrás disto não esteja qualquer ponta de má fé por parte do candidato quando inseriu os dados, enganando-se , então ficará sujeito a tudo o que já referi. No entanto, também pode acontecer que chegue a vez de um candidato que não assinalou experiência nenhuma em qualquer parâmetro, não tendo motivo para se enganar , nem minutas para recolher de modo a provar dados , então este candidato ao ser selecionado e fazendo-se a confirmação de dados ocupará o horário, tendo trabalho, passando literalmente a perna a quem tem trabalhado mas que se enganou a preencher um simples parâmetro.
Inerente a todas estas situações há prazos, e presos a isto estão alunos sem professor , o que condicionará para sempre as suas vidas … e quando o professor chegar, este terá um “perfil” que não é bem aquele que este esquema ou “desenho” de concurso tenta passar e idealiza , será aquele que teve a sorte de não errar nas respostas ao inquérito/parâmetros e pode muito bem ser aquele que não tem experiência nenhuma, não havendo margem para erros…. Claro que a procura é superior à oferta …
Não há dúvidas que quem criou este concurso, suportou-o num principio de pura má fé, sendo até anti natural, para além de todos os aspetos falsos e maquiavélicos do economicismo que lhe estão associados, pois não está previsto que se erre, quando errar é humano , ( porque não é dada a hipótese ao candidato de corrigir esse erro, a não ser que o veja , tomando consciência do mesmo antes de alguma vez ser selecionado e ai desiste do concurso BCE na totalidade, ou então das escolas que englobem o parâmetro em que as respostas não estejam corretas, para se manter na RR, isto para candidatos que não tenham qualquer colocação).Tudo isto para reafirmar que os dados inseridos na plataforma aquando da candidatura são da total responsabilidade do candidato, não sendo validados por um superior e portanto quando “não bate a bota com a perdigota”, aquando da apresentação/confirmação de dados não importa se a informação foi lá colocada por má fé ou erro inconsciente. As consequências são as mesmas, ou pelo menos deveriam ser …
Ora, o que me aconteceu foi que devido à inserção incorreta de dados aquando da candidatura, não tendo consciência do mesmos ( e mesmo que tivesse) , fiquei penalizada saindo do concurso BCE , RR e CE durante todo este ano letivo. Desculpem a repetição… O mais ingrato disto tudo, é que tomei consciência do erro, no momento em que me apresentei numa escola aquando da confirmação de dados . Foi terrível e terá consequências para sempre na minha vida profissional e pessoal. Só para terem uma ideia , nestes últimos três anos tenho estado a mais ou menos 400 kms de casa, levando comigo a minha filha , pelo que frequentou três escolas diferentes ,logo teve também professores e amigos diferentes… Vivemos em lugares diferentes longe de casa. No ano passado, comprei-lhe duas vezes os livros devido à colocação tardia dos professores e aos erros que houve e este ano ainda não os tem.
“Felizmente” devido à colocação de dados errados no meu concurso, saem duas certezas , não levarei durante este ano a minha filha para longe de casa, e já lhe posso comprar os livros.
Gostaria muito de ter percebido atempadamente que não preenchi bem os meus dados no concurso BCE e teria com certeza desistido, mantendo-me na RR e CE, garantindo assim alguma probabilidade de obter trabalho, ainda que precário , não esquecendo que comecei a trabalhar para o ME em 1995 e este livra-se de mim desta forma, sem dó nem piedade. Ou então, gostaria que estivesse prevista a hipótese que alguém superior tivesse visto os erros, evitando uma exclusão.
Resta-me pedir desculpa à minha filha e ao meu marido, por tanto sacrifício que temos feito, e que parece que foi em vão, pois cai neste abismo que é o desemprego.
Desta situação ou seja do impacto deste erro, e da sua penalização no meu caso em particular, sai também a certeza que o concurso BCE está a prejudicar muita gente, especialmente os alunos , dando a ilusão que cada escola anda à procura de um professor com um perfil especial ,mas isso também nunca saberemos porque os dados ficam arquivados em cada escola, não estando muitos deles devidamente apontados nos registos biográficos , nem nos processos, bastando uma simples minuta para aferir isso … Até porque os nossos processos são um amontoado de folhas ,são verdadeiramente obsoletos. Enfim, qual é o diretor que vai contradizer outro diretor, perante aquilo que está nas imensas minutas que estão a ser entregues?
Apelo também que para já, cada candidato tem direito a ir às escolas, aonde um horário for preenchido e fazer o mesmo que o director fez , ou seja ver se afinal os dados se confirmam e caso isso não aconteça o horário foi mal atribuído e portanto não poderia ter sido submetido para a DGAE, pois aqui apenas chega uma resposta “confirmam-se os dados ou não “ , nunca chegando a documentação ao pormenor e portanto temos que ser verdadeiramente crentes , acreditando piamente que os diretores jamais cometerão erros , não é assim ?
Percebi muito bem o “desenho” deste malfadado concurso e estou a aprender da pior maneira .
Deixo aqui mais um apelo : há uma forma de acabar com ele (Concurso BCE) sem guerrearmos muito , mas será apenas numa próxima oportunidade , é só colocar nos malfadados inquéritos/ parâmetros apenas os dados que colocamos na RR e assim evitamos toda esta panóplia de minutas , que no meu entender têm muito de duvidoso. Assim, não é preciso provar nada, pois o que queremos é trabalhar … Ou então, toda essa informação deve ser validada e informatizada e de acesso geral, tal como é o tempo de serviço . Haja luz , transparência naquilo que se faz.
Há um ano atrás, houve quem tivesse feito um pedido de desculpa, neste caso “um pedido de desculpa parlamentar”, supostamente porque houve algum erro.Ah, e como sei o quanto isso me custou … Creio que matematicamente o erro está previsto e portanto ao desfazê-lo encontramos o caminho para aprender. Assim, o meu erro, deu-me hipótese de compreender muito bem os contornos deste concurso insólito, injusto, pouco transparente e burocrático, o qual está neste momento a prejudicar principalmente os alunos que ainda não têm professor, pois tem que se percorrer cada lista até se encontrar um docente disponível que tenha respondido corretamente às respostas do inquérito/ parâmetros e que estejam de acordo com as ditas minutas.
Queria que o meu caso chegasse ao conhecimento do maior numero de pessoas , especialmente professores e encarregados de educação, para evitar que àqueles não lhes aconteça o mesmo e para melhor perceberem os contornos do concurso BCE, lutando por um concurso transparente e que valorize efetivamente o trabalho de cada professor e a sua experiência profissional, sendo que as condições para se concorrer sejam bem visíveis e de conhecimento geral.
Enfim, preciso que alguém leia isto, e entenda que é urgente dar a conhecer o “desenho” deste concurso e as suas consequências / efeitos negativos para um país , para os professores e para tantos e tantos alunos .
Mas dizem que está tudo bem !!!! Há muitos mais detalhes sobre esta situação e nos detalhes está a diferença.
Ah, resta-me dizer que o centro de emprego me chamou para uma formação, nisto não há nada de mal, mas aos olhos do sistema não estou desempregada… um sistema que não quer ver os problemas como é que os resolve? Não se pode “tapar o sol com a peneira” e desta vez o maleficio é tão devastador que alguém tem que me ouvir e ajudar a fazer chegar isto a todos, quanto mais não seja para perceberem como este concurso funciona e os efeitos que está a deixar.
Depois de ter desabafado isto tudo, resta-me dizer que este concurso é um verdadeiro “rascunho”.
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Out 08 2015
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Out 08 2015
E que todos nós conhecemos.
Vídeo elaborado por Manuel Cunha Calado.
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Out 08 2015
Mas recordei parte desses anos 80 com a leitura deste artigo.
Não havia hipermercados nem muito dinheiro para gastar. Não havia direito a birras e tudo era comprado “para durar”. As aulas só começavam em outubro e estrear um caderno novo era uma emoção.
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Out 08 2015
Deixo transcrita neste artigo a Nota Informativa da Reserva de Recrutamento 5 que é idêntica às notas informativas anteriores. E faço isto porque ainda me apercebo que muitos docentes que são colocados continuam a não saber quais os prazos da aceitação e da apresentação, bem como as implicações que existem pela não aceitação da colocação.
1.Reserva de Recrutamento (RR05)
1.1 Em cumprimento do disposto nos artigos 36.º e 37.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 36/2014, de 22 de julho, serão publicadas as listas respeitantes à Reserva de Recrutamento, designadamente:
1.2 Os horários a concurso na Reserva de Recrutamento correspondem aos horários pedidos pelos Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas. A quinta Reserva de Recrutamento contempla horários de duração anual e horários de duração temporária.
1.3 Após a publicitação das listas, serão retomadas as funcionalidades de seleção da Bolsa de Contratação de Escola suspensas enquanto decorreram os procedimentos com vista à elaboração das mesmas.
1.4 A aceitação das colocações obtidas em Reserva de Recrutamento faz-se no decurso das 48h seguintes à publicitação das listas.
2.1 Calendário
Pedido de horários (AE/ENA) – Semanalmente, entre sexta-feira e terça-feira, até às 12.00 horas;
Validação (DGEstE) – Semanalmente, entre sexta-feira e terça-feira, até às 18.00 horas
RR – Semanalmente, à quinta-feira. Em casos devidamente justificados a Reserva de Recrutamento poderá ser publicitada noutro dia da semana.
2.2 Pedido de horário e seleção
Os horários não ocupados na RR05 e os resultantes de duas não aceitações, referentes ao mesmo horário, nas colocações da Reserva de Recrutamento, são disponibilizados para a Contratação de Escola (CE) tal como os horários inferiores a 8h.
Os horários não ocupados na RR05 e nas RR subsequentes passarão, nas Escolas TEIP e nas escolas com Contrato de Autonomia, para contratação, de acordo com as regras da BCE.
Todas as necessidades de horários anuais e temporários que surgirem entretanto deverão ser também indicadas, tendo em vista a sua recolha.
Relativamente ao processo de seleção e colocação de docentes na Bolsa de Contratação de Escola importa referir que, quando um horário é objeto de uma não aceitação, o responsável pelo Agrupamento de Escolas / Escolas não Agrupadas deve, com a máxima celeridade, proceder à seleção do candidato que se segue na lista ordenada de forma a agilizar a ocupação do horário em causa.
Recordamos que deve acionar a seleção eletrónica do candidato melhor posicionado na respetiva lista ordenada, para que este seja formalmente notificado pela aplicação eletrónica da DGAE, podendo, em seguida, ser efetuado um contacto telefónico com o candidato de modo a garantir uma eficiente comunicação, alertando para a notificação e para a urgência de resposta face à mesma.
Só podem ser anulados horários quando a necessidade inicial deixe de existir. Em caso de anulação será disponibilizado um novo ecrã onde deverá ser, obrigatoriamente, introduzida uma justificação. A informação da anulação será disponibilizada aos docentes que apresentaram candidaturas.
Em primeira prioridade são colocados os docentes de carreira que concorreram ao abrigo da alínea a) do artigo 28º.
Os candidatos são selecionados respeitando a ordenação das suas preferências manifestadas nos termos do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 36/2014, de 22 de julho. A colocação de docentes contratados em RR termina a 31 de Dezembro.
A colocação de docentes de carreira em RR efetua-se até final do ano letivo.
Os candidatos de carreira (QA/QE ou QZP), quando colocados em horários de duração temporária, regressam à Reserva de Recrutamento quando terminar o período da colocação temporária.
Os candidatos contratados cuja colocação termine, podem regressar à Reserva de Recrutamento para efeitos de nova colocação. Este regresso fica sujeito a:
Indicação do AE/ENA onde cessou a colocação;
Manifestação de interesse do candidato para nova colocação.
Os docentes colocados na Reserva de Recrutamento (QA/QE, QZP e contratados) devem aceder à aplicação e proceder à aceitação da colocação na aplicação eletrónica no prazo de 48 horas, correspondentes aos dois primeiros dias úteis após a publicitação da colocação.
Caso os candidatos não cumpram este dever, findo o prazo, considera-se uma “Não Aceitação” aplicando-se a penalização prevista na alínea a) e c) do artº. 18º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 36/2014, de 22 de julho.
A apresentação dos docentes (QA/QE, QZP e contratados) no AE/ENA é efetuada no prazo de 48 horas, correspondentes aos dois primeiros dias úteis após a respetiva colocação.
A apresentação dos docentes contratados deve ser efetivada eletronicamente pela escola.
No caso da aceitação não ter sido concretizada eletronicamente, a apresentação não pode ser declarada pela escola.
A aplicação da alínea a) e c) do artº. 18º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 36/2014, de 22 de julho, que visa penalizar a não aceitação ou não apresentação por parte do docente (QA/QE, QZP ou contratado) de uma colocação, implica a retirada do mesmo da RR e o impedimento deste voltar a ser selecionado em BCE (qualquer horário a concurso) e em CE.
Os docentes contratados podem denunciar:
a) Dentro do período experimental nos primeiros 15 ou 30 dias do primeiro contrato celebrado em cada ano escolar, conforme a duração do contrato.
Se denunciar no período experimental, não regressa à Reserva de Recrutamento;
Se denunciar no período experimental, não pode obter outra colocação nesse AE/ENA
até final do ano escolar, mas pode ser selecionado noutro AE/ENA, em BCE ou CE.
b) Fora do período experimental.
Neste caso o docente contratado é retirado da RR e impedido de ser selecionado em BCE e em CE (n.º 4 do art.º 44).
Em síntese: Caso a denúncia seja feita fora do período experimental o docente ficará impedido de celebrar, no corrente ano escolar, novo contrato ao abrigo de qualquer modalidade de colocação.
A denúncia do contrato produz efeitos no dia em que o mesmo é denunciado. Esse dia ainda é válido em termos contratuais.
Aos candidatos contratados só são admitidas desistências totais da Reserva de Recrutamento aos docentes, enquanto esta decorrer.
8 de outubro de 2015,
A Diretora-Geral da Administração Escolar Maria Luísa Oliveira
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Out 08 2015
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Out 08 2015
Retirados daqui.
Pela análise feita verifica-se uma pequena tendência de crescimento desde 2010/2011 das retenções e/ou abandono escolar, o que contraria as metas que se pretende atingir para 2020.
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Out 07 2015
… uma reprovação no percurso escolar.
Para mim também não foi, antes pelo contrário.
Apenas 42% dos alunos que passaram nos exames de matemática e de português do 9.º não reprovaram no 7.º e 8.º ano. Ou seja, são 58% os alunos que ficaram retidos ou desistiram no 7º ou 8º ano ou então reprovaram nos exames do 9.º ano.
A maioria dos alunos portugueses reprova durante o 3.º ciclo ou tem, pelo menos, negativa a um dos dois exames nacionais do 9.º ano, segundo dados do Ministério da Educação. Os números constam do portal Infoescolas e revelam que 54.520 alunos tiveram um percalço.
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Out 07 2015
porque desde Euclides e detractores não se divide por zero, prometo.
Fafe
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Out 07 2015
Os médicos parece que já conseguiram ter concursos nacionais em vez de regionais e/ou locais.
Jornal de Notícias (07/10/2015)
Para os Enfermeiros já decorrem também esses concursos NACIONAIS.
Será difícil o MEC perceber que os concursos locais apenas atrasam as colocações dos docentes?
E quem ganha com esse atraso de colocações?
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Out 07 2015
E a análise dos quadros seguintes demonstram isso.
O primeiro quadro refere-se ao tempo de serviço a 31/08/2014 dos docentes que de acordo com as listas das reservas de recrutamento foram retirados por colocação em Bolsa de Contratação de Escola e/ou Contratação de escola até à reserva de recrutamento 4.
O segundo quadro analisa o tempo de serviço até 31/08/2014 dos docentes colocados na Contratação Inicial/Renovação e Reservas de Recrutamento até à Reserva de Recrutamento 4.
Como se verifica no primeiro quadro a maioria dos docentes colocados em BCE têm menos de 5 anos de serviço o que contraria a teoria que para a BCE são colocados os docentes mais experientes. Este número representa pouco mais de 64% do total de docentes colocados.
No segundo quadro, apenas 269 docentes com menos de 5 anos de serviço foram colocados. Este número representa pouco mais de 3% dos docentes colocados.
E agora tire-se as conclusões que se entender.
Veja-se as estatísticas do 2º e 3º ciclo no novo portal do Inforescolas e compare-se os resultados das escolas TEIP e/ou com Autonomia com as restantes escolas para ver se essa “experiência” tem tido efeitos positivos na evolução dos resultados dos alunos.
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Out 07 2015
“O estudo sugere algumas mudanças na avaliação dos alunos, como a introdução de mais testes ou exames intercalares, por ciclo de ensino, para poder aferir de forma mais fiável os progressos nos resultados escolares.”
Até era conveniente que se realizasse um exame por ano de escolaridade. Assim ficava tudo aferido de uma vez… Se não bastasse, um teste intermédio por período caia sempre bem…
O estudo será apresentado amanhã… por enquanto só temos resumos…
(clicar na imagem para ler noticia na integra “in Sol”)
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Out 07 2015
Está disponível, a partir de hoje, uma nova ferramenta no Portal Infoescolas. Pode-se, agora saber se as escolas, públicas e privadas, estão ou não a promover o sucesso escolar no 2º e 3º ciclos… mais uma ferramenta muito útil de comparação do incomparável…
No 2º ciclo, pode-se observar a percentagem de alunos que não ficaram retidos no 5º ano e que obtêm positiva nos exames do 6.º ano.No caso dos alunos do 3º ciclo, é revelada a percentagem de alunos que obtêm sucesso nos exames do 9.º ano após um percurso sem retenções nos 7.º e 8.º anos.
Não entendo!… Como é que ainda ninguém se lembrou de fazer uma coisa destas para o Pré escolar???
(clique na imagem e verifique por si mesmo)
Já agora… Porque é que o 1º ciclo não foi contemplado nestas “incomparações”?!!!
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Out 06 2015
Um bem-haja ao Manuel: o grande culpado de eu andar nestas andanças.
Raios, pá!
Tantas horas!
Às vezes pergunto-me se esta profissão merece colegas como vocês: larger than life.
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Out 06 2015
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Out 06 2015
E agora já não tem.
Que sirva de exemplo.
Encerramento compulsivo do estabelecimento de ensino “A Escola da Paula“
Por curiosidade no site da referida escola tem isto na sua página inicial.
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Out 06 2015
Porque se existem horários empatados na BCE é apenas sua culpa e porque o ano passado se pediu que fosse respeitado o período experimental dos docentes para obterem colocação em outra escola.
Mas se isso é compreensível, o que já não é, é a própria DGAE permitir que docentes que ultrapassam o prazo da denúncia no período experimental de serem colocados noutros horários.
A ver este exemplo:
Este docente foi colocado e aceitou uma colocação em 04/09/2015 e seleccionado hoje para uma outra colocação.
A primeira colocação deste docente foi em horário anual e segundo a própria DGAE apenas pode denunciar o primeiro contrato do ano lectivo durante o período experimental, que é de 30 dias para horários de duração superior a 6 meses.
E hoje, ao fim de 32 dias da primeira colocação é colocada novamente num horário.
Outro exemplo é este que se refere a duas colocações simultâneas do mesmo docente para a mesma escola de alguém já foi colocado em horário temporário em 17/09/2015 e que tinha apenas 15 dias para denunciar o contrato durante o período experimental de forma a aceitar outra colocação.
E de quem é a culpa disto?
Da escola não deve ser, nem do professor que lá ficou colocado. Mas sim da falta de organização da aplicação informática que permitiu que isto acontecesse.
Será que a DGAE precisa de alguém experiente em listas coloridas para impedir estes atrasos nas colocações?
Por aqui, quase de certeza que existe mais competência para tal.
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Out 06 2015
Mas não creio que seja impossível fazer a reposição do subsídio de desemprego se tudo isto for esclarecido.
Os professores que foram contratados em setembro poderão perder tanto a remuneração referente a esse mês como o subsídio de desemprego.
Isto porque o Ministério da Educação declarou que os horários dos docentes contratados para horários pedidos até 21 de setembro tenham efeitos retroativos a 1 de setembro só no que diz respeito à contagem do tempo de serviço. Significa isto que os professores só receberão o montante referente ao seu ordenado a contar do dia em que efetivamente começaram a trabalhar e por outro lado que perdem direito ao subsídio de desemprego desse mesmo mês.Posto isto, os professores vão ser abordados pela Segurança Social no sentido de devolverem o subsídio que receberam e estão revoltados porque vão perder as suas duas fontes de rendimento do mês transato.
Os professores já se queixaram à Associação Nacional de Professores Contratados mas não obtiveram resposta. O Ministério da Educação e Ciência também não se pronunciou, ainda, sobre o assunto.
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Out 06 2015
… que 90 % dos professores portugueses no activo nunca na vida irão chegar ao topo da carreira?
O salário mínimo para um professor em Portugal é, segundo as contas da Eurydice de 21.960 euros anuais (o que corresponde a um vencimento de pouco mais de 1500 euros mensais). No topo da carreira, os docentes podem ganhar 41.537 euros por ano (ou quase 3000 euros por mês). Este relatório europeu revela também que os salários para quem chega ao escalão máximo ficam acima do PIB per capita na maioria dos países da Europa. Nesta apreciação, Portugal volta a surgir entre os que melhor pagam: Os docentes ganham 263% do PIB per capita nos três primeiros ciclos de ensino. Apenas o Chipre tem um rácio mais alto (306%).
Aceito de todo o agrado que se divida o valor de uma carreira completa de 10 escalões, conforme existe no papel, para uma carreira de 3 escalões com o mesmo valor global.
Ao menos, para além da fama teríamos o proveito.
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Out 06 2015
E se porventura apresentaram esse pedido de Mobilidade por Doença após a lista de colocações da Mobilidade Interna, indiquem nos comentários se já receberam a notificação ou ainda estão à espera.
Se até à próxima terça-feira vierem todas as autorizações desta mobilidade então é muito provável que a RR5 já contemple estes horários largados pelos docentes e assim aumente o número de colocações em Reserva de Recrutamento e/ou BCE.
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Out 06 2015
… e tenho bastante curiosidade em perceber se a aplicação criada aqui no blogue vos foi útil e serviu para conseguirem encontrar um permutante e assim efectuar essa permuta.
Conheço bastantes casos em que isso aconteceu, mas não os conheço todos e seria bom perceber o alcance que teve esta aplicação.
A partir de hoje a aplicação deixará de funcionar e regressará apenas próximo da publicação das listas da Mobilidade Interna do ano lectivo 2016/2017, a não ser que pelo meio surjam concursos extraordinários (algo pouco provável de acontecer).
Seria bom que fosse feita essa avaliação aqui no blogue.
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