Publicação de lista – Equiparação a bolseiro – Ano letivo de 2018-2019

 

Listagem dos docentes a quem foi autorizada Equiparação a Bolseiro para o ano escolar de 2018/2019.

 

Lista Nominal de Equiparação a Bolseiro para o ano escolar de 2018/2019

 

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E Pode Ser Para Amanhã, na Hora da Prova de Aferição de Matemática?

Porque em muitos casos só sobra o espaço da manhã para os reagendamentos que sejam até ao dia seguinte.

 

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Concurso de docentes das componentes técnico-artísticas do ensino artístico especializado

 

Aplicação disponível para as escolas de 11 a 15 de junho (18:00 horas de Portugal continental)

 

SIGRHE
Manual de utilizador

 

 

Aplicação disponível para as escolas de 11 a 15 de junho (18:00 horas de Portugal continental)

 

SIGRHE

 

 

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Aberto concurso de Afetação – Açores

 

Aberto o concurso de afetação – formulário de candidatura ao Concurso Interno de Afetação 2018/2019, entre 11 e 15 de junho, acrescido de dilação de 2 dias úteis..

 

Bem-vindo ao Concurso Pessoal Docente 2018/2019

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Ficam Comprometidas as Provas de Equivalência à Frequência da 1.ª Fase

Com o adiamento de milhares de reuniões por todo o país ficam completamente comprometidas as datas das provas de equivalência à frequência dos ensino Básico e Secundário.

Estas são provas realizadas a nível de escola e tem um calendário definido pelo ME para a sua realização.

A partir do dia 18 de Junho já existem estas provas marcadas em muitas escolas para alunos auto-propostos. No entanto, os alunos só se podem auto-propor se conhecerem os resultados da sua avaliação nos anos finais de ciclo.

Será que a opção vai ser arrastar a realização destas provas apenas para a 2.ª fase?

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Galamba versus Adolfo

 

 

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Termina hoje a formalização do pedido de Mobilidade por doença 2018/2019

Para os mais esquecidos ou distraídos…

 

Aplicação disponível entre o dia 5 de junho e as 18:00 horas de 11 de junho de 2018 (hora de Portugal continental).

 

SIGRHE
Nota informativa

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Leitura para Gente Inteligente

  1. O Regresso A 2008, A Maria de Lurdes Rodrigues e ao “Estudo” de João Freire, Só Faltando Mesmo O Retorno dos Titulares | O Meu Quintal

  2. Caros Herdeiros da “Reitora”, Que Os Factos Nunca Interrompam As Vossas Narrativas – 3 | O Meu Quintal

  3. Caros Herdeiros da “Reitora”, Que Os Factos Nunca Interrompam As Vossas Narrativas – 2 | O Meu Quintal

  4. Caros Herdeiros da “Reitora”, Que Os Factos Nunca Interrompam As Vossas Narrativas – 1 | O Meu Quintal

  5. A Tomada de Assalto da Formação Contínua de Professores Pelo Lobby Holístico, Pseudo-Inclusivo e Flexibilizador | O Meu Quintal

  6. Os Números do Spin Governamental Sobre A Recuperação Do Tempo de Serviço Docente | O Meu Quintal

  7. Contabilidade Criativa | O Meu Quintal

 

PS:

AQUI: https://participacao.parlamento.pt/initiatives/76

Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

Instruções de como subscrever a Iniciativa em vídeo:

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Divulgação – Parecer sobre a legalidade da Greve no dia 15 de junho – S.TO.P

 

 

 

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A Música do Blog

Ontem à noite, no Primavera Sound.

 

 

Diz-se por aí maravilhas do concerto de ontem.

Foi bom, mas não tão bom como este ou este. Talvez ao mesmo nível do concerto no Primavera Sound em 2013.

Mas isso sou eu a dizer porque já vou a caminho das duas dezenas de concertos de Cave.

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Lista de Escolas em Greve Entre 4 e 15 de Junho

O Alexandre Henriques tem vindo a atualizar a lista de escolas que estão a fazer greve às reuniões de avaliação no período de 4 a 15 de Junho.

Até ontem às 15 horas estavam contabilizadas 285 escolas que não fizeram reuniões de avaliação dos 9.º 11.º e 12.º ano.

Ainda não se sabe todas as implicações que estas greves podem ter para os alunos que vão a exame, mas que vai complicar a vida das escolas, das famílias e dos alunos isso vai.

 

Lista das escolas em greve às reuniões de avaliação entre 4 e 15 de junho (em atualização)

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Pré-Avisos Diários de 8 a 29 de junho

PRÉ-AVISOS DIÁRIOS

 

♦ Pré-Aviso para 18 de junho

♦ Pré-Aviso para 19 de junho

♦ Pré-Aviso para 20 de junho

♦ Pré-Aviso para 21 de junho

♦ Pré-Aviso para 22 de junho

♦ Pré-Aviso para 25 de junho

♦ Pré-Aviso para 26 de junho

♦ Pré-Aviso para 27 de junho

♦ Pré-Aviso para 28 de junho

♦ Pré-Aviso para 29 de junho

 

 

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Opinião – Pai, como é que salto à corda? – Domingos de Andrade

 

Pai, como é que salto à corda?

Às vezes ficamos muito adultos, muito sérios. Muito cheios de nós próprios. O azedume, o olhar baço, nasce assim. Dos dias repetitivos de perda. Dos filhos que entregamos à escola e às redes sociais. Que corremos o risco de ir perdendo com a desculpa do tempo. E há uma vergonha mal dissimulada sempre que damos por nós a achar que somos ridículos quando eles nos pedem coisas simples que vamos deixando para trás. Saltar à corda.

– Papá (o mais novo trata-me sempre assim quando fica sem jeito, quando não é bem um pedido, é um apelo desesperado, e dá um estalido com a língua como fazemos quando tentamos falar castelhano),…tenho provas de aferição e não sei saltar à corda.

A inquietação do pedido não tem culpa direta na escola, onde os resultados da Educação Física no 1.0 Ciclo deviam deixar os pais corar de vergonha. A maioria das crianças não só não sabem fazer uma coisa tão simples quanto saltar à corda, como 40% se mostram incapazes de dar uma cambalhota para a frente mantendo a direção e levantando-se com os pés juntos. E 31% não conseguem sequer participar num jogo infantil de grupo.

Não. A culpa não é dos professores assoberbados de programas exigentes para cumprir, embora muitos exerçam a profissão porque sim. Experimentem, pais, dar uma aula na turma dos vossos filhos para perceberem o desespero de quem ensina. Nem é só da falta de condições de muitas escolas, dos horários letivos por preencher, ou dos tablets e telemóveis e jogos de consolas com que encharcamos o tempo dos nossos filhos. A culpa é da culpa da falta de tempo. Estendam agora os resultados da corda à Matemática, ao Português, à História. Ou a áreas que descuramos, no vício das metas curriculares e da pressa, como a Música e a Expressão Plástica. É pobre a nossa herança.

IN JN

 

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Como leem a Greve dos professores portugueses pela Gália… Courrier international – Paris

 

Portugal. La grève des professeurs, dernier test pour l’exécutif

Mobilisés depuis plusieurs mois, les enseignants portugais réclament le rattrapage de leurs salaires, gelés durant neuf ans. “Nous n’avons pas l’argent”, leur a répondu le Premier ministre, dont la majorité se retrouve menacée à un an des élections législatives.

 

 

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Nem todos “desinformam” sobre a luta dos professores…

 

Merece ser ouvido…

 

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Cartoon do dia – Oh! Olha só… fez birra!!! – SDPA

 

 

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Intervenção do 1.º ministro há um ano na Assembleia da República

 

Intervenção do 1.º ministro há um ano na Assembleia da República

Só para recordar. Faz hoje, dia 8 de junho, precisamente um ano que o 1.º ministro teve esta intervenção na A. R. quanto à aposentação:

“…relativamente à idade de reforma, como sabe, aquilo que é entendimento pacífico é que não deve haver alterações nessa idade, deve haver sim, uma alteração e criar condições, para que possa haver um conteúdo funcional distinto, em particular, relativamente àquelas situações onde há efectivamente discriminação, que tem a ver com situações de monodocência que não beneficiam de redução de horário.”

Assistimos, pela 1.ª vez, se a memória não me atraiçoa, a um 1.º ministro a reconhecer que há discriminação com os monodocentes. Senti um enorme gáudio quando ouvi em direto o 1.º ministro a proferir estas palavras. Pus muitas reticências se estas palavras iriam contribuir para um tratamento de equidade para com os professores do 1.º ciclo e educadores de infância que há muito anseiam e merecem.

A 14 de junho, na senda dessa lógica, nas reuniões do ME com os sindicatos foi assumido pela tutela o compromisso relativamente à aposentação de assegurar para os trabalhadores docentes, o paralelismo de eventual tratamento diferenciado.

E de então para cá o que fizeram os sindicatos. Que eu tenha conhecimento remeteram-se ao silêncio sobre esta intervenção, com honrosa exceção de dois sindicatos que defenderam um regime especial de aposentação para os monodocentes.

Sinceramente é manifestamente pouco, no universo de sindicatos de professores, só dois pugnarem pela concretização deste parecer de António Costa. Em meu entender, caso os professores do 1.º ciclo e educadores de infância merecessem o devido respeito da maioria dos sindicatos, todos eles não mais se calariam enquanto a promessa do 1.º ministro não fosse realizada. Se já vimos compromissos assinados e o governo a não cumprir, veja-se o caso recente da contagem integral do tempo de serviço, então se a maioria dos nossos representantes continuarem calados sobre este assunto, é óbvio que estas palavras cairão em saco roto. Não se esqueçam, os professores do 1.º ciclo e educadores de infância precisam dos sindicatos, que são os seus representantes legais, mas os sindicatos também precisam destes profissionais da educação.

Seria bom se passassem a ter outra postura e defender todos os professores no sentido de se gerar uma opinião consensual por um regime especial de aposentação para os docentes e de um regime específico para os professores do 1º ciclo e educadores de infância ou por outras medidas similares.

José Carlos Campos

 

 

 

 

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A luta dos docentes lesados nos descontos da segurança social começa a ser notória

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/06/Pergunta-dias-de-trabalho-para-a-SS-1-1.pdf”]

 

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As Cruzes da Mobilidade Por Doença (QZP)

Resposta da DGAE a uma docente QZP já colocada no ano letivo 2017/2018 em Mobilidade por Doença e que fez a pergunta para saber qual a opção certa a escolher.

 

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Cinema Sem Conflitos: Violência (parte 2/5)

“Pedra, Papel ou Tesoura?”

 

O segundo filme do tema Violência chama-se “BROKEN : Rock, Paper, Scissors” e é da autoria Bryan Locantore, Garrett O’Neal e Gang Maria Yi. Bom filme!

 

 

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Ó Mário Nogueira Assina é a ILC e Vamos a Isto

16.220 já assinaram a ILC.

 

Sindicatos de professores viram-se de novo para o Parlamento

Segundo o líder da Fenprof, há uma maioria de deputados que está “comprometida” com a causa dos docentes em relação à recuperação do tempo de serviço.

(…)

Ler mais:Educação | Sindicatos de professores viram-se de novo para o Parlamento | PÚBLICO

 

São 3 minutos, pá!

E que tal acabarmos a caminhada todos juntos?

ILC – Iniciativa Legislativa de Cidadãos para recuperar Todo o Tempo de Serviço Docente

Aqui:

https://participacao.parlamento.pt/initiatives/76

Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

Instruções de como subscrever a Iniciativa em vídeo:

 

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Algum Sindicalismo Perdido no Seu Labirinto

A sério, ando meio chateado porque se antes mal eu abria a boca me falavam logo no Mário Nogueira, agora com aquela barba estamos cada vez mais iguais em quase tudo. Menos no imenso quase que tem a ver com o desnorte da Fenprof em relação à greve do S.TO.P. (que nem sequer têm a dignidade de nomear).

(…)

CONTINUA AQUI.

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Desmentido do Agrupamento de Escolas Mães D’Água

Fica aqui informação enviada pelo Agrupamento de Escolas Mães D’Água sobre a notícia colocada aqui e que tinha sido veiculada pela TVI sobre a alegada injustificação de falta a um docente por ter feito greve às reuniões de avaliação.

Tal não aconteceu e o Agrupamento de Escolas Mães D’Água tem o seu direito de ver essa informação esclarecida aqui tal e qual chegou ao e-mail do blog.

 

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TVI24 – Professores Enviam Carta Aberta ao Ministro da Educação

CONTINUA AQUI.

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Cartoon do dia – Para que serve… uma Resolução?! – SDPA

 

 

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Há Educação sem Professores?

Continua aqui.

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A Excelência do Comentário do Paulo Guinote na RTP3 (05-06-2018)

A Caminho das 16.000 | O Meu Quintal

 

ILC – Iniciativa Legislativa de Cidadãos para recuperar Todo o Tempo de Serviço Docente

Aqui:

https://participacao.parlamento.pt/initiatives/76

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Instruções de como subscrever a Iniciativa em vídeo:

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São Professores?

Não, são uns vendidos que fazem dos outros palhaços!

“Sustentabilidade “?

Ó filhos vocês já enterraram 20.000 milhões de euros na gatunagem da Banca e a festa é para continuar…

Deputados socialistas que são professores mantêm-se prudentes quanto ao conflito com o Governo

Não é fácil vestir a pele de deputado do PS quando se é também docente. Os que falam usam o argumento da sustentabilidade das contas públicas. (…)

 

Governo e banca: 9,9 ou 20 mil milhões de euros? – Tudo Menos Economia – PÚBLICO

 

E quanto aos 600 milhões de euros para o descongelamento parem de mentir – nem metade!

Para vocês até os mortos sobem de escalão:

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Professores Ameaçam com Acções em Tribunal contra o Estado

Os sindicatos dos professores ameaçam avançar com ações contra o Estado português, além das greves às avaliações e no início do próximo ano letivo. Os professores afetos ao sindicato S.TO.P já estão hoje em greve às avaliações, numa paralisação convocada de 4 a 15 de junho.

Os professores exigem o descongelamento integral do tempo de serviço que vai permitir o rescalonamento das carreiras mas o Governo diz que não há dinheiro para esta exigência dos docentes

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Os números da Greve, até hoje, segundo o sindicato

 

Greve já impediu reuniões de avaliação em 100 escolas, diz sindicato

 

Os primeiros três dias da greve às avaliações marcada pelo novo Sindicato de Todos os Professores (STOP), que se iniciou no passado dia 4 e se prolongará até dia 15, levaram ao cancelamento de todas reuniões previstas para essas datas, indicou ao PÚBLICO um dos dirigentes desta estrutura sindical, André Pestana.

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NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL – Organizações Sindicais

 

NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL

 

Organizações sindicais de professores convocam a luta com os olhos postos na negociação

 

As organizações sindicais de professores e educadores – ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SIPE, SIPPEB e SPLIU – reuniram-se hoje para avaliar o ciclo negocial que se desenvolveu esta semana e os resultados dele decorrentes.

Avaliando de forma muito negativa a reunião realizada em 4 de junho com a presença do Ministro da Educação, bem como as declarações do Primeiro-Ministro no debate quinzenal que teve lugar, ontem, na Assembleia da República, as organizações sindicais de professores e educadores decidiram:

Manter aberta a janela negocial que, na próxima semana, tem já previstas reuniões a 14 e 15, para negociação do despacho de organização do próximo ano letivo, admitindo, ainda, continuar negociações sobre a recuperação do tempo de serviço, não para estabelecer o tempo a recuperar, mas, como determina a Lei do Orçamento do Estado, o prazo e o modo de o fazer;

Entregar, em 15 de junho, novos pré-avisos de greve ao serviço de avaliações que permitam prosseguir o protesto, caso o problema do tempo de serviço não esteja ainda solucionado. Estes pré-avisos deverão abranger o período compreendido entre 2 e 13 de julho;

– Diligenciar junto dos serviços jurídicos dos Sindicatos de Professores sobre a possibilidade de cada organização avançar com ações contra Estado Português, em representação dos seus associados, credores que são de 9 anos, 4 meses e 2 dias cumpridos, mas não considerados para efeitos de carreira, e alvo de tratamento discriminatório dentro da Administração Pública;

– Manifestar disponibilidade para convergir com outros setores da Administração Pública a quem o Governo também tem recusado recuperar o tempo de serviço cumprido durante o período de congelamento;

– Caso, no início do próximo ano letivo, o Governo insista em não contar todo o tempo de serviço cumprido no período de congelamento, prever a convocação de greve para o dia 14 de setembro, primeiro dia de atividade letiva para todos os docentes;

– A manter-se este problema até ao final de setembro, convocar uma forte luta antes da apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2019, que passará pela realização de greve ao longo de toda a semana que culmina no Dia Mundial do Professor (5 de outubro).

Para além destas ações, outras que se considerem oportunas poderão ser desenvolvidas. As greves previstas para setembro e outubro, naturalmente, passarão por uma auscultação prévia dos professores e educadores.

O tempo de serviço cumprido não se negoceia, conta-se todo!

 

As organizações sindicais de professores e educadores

ASPL – FENPROF – FNE – PRÓ-ORDEM – SEPLEU – SINAPE – SINDEP – SIPE – SIPPEB – SPLIU

 

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5 EQUÍVOCOS QUE EXIGEM ESCLARECIMENTOS – Comunicado das Organizações Sindicais

 

5 EQUÍVOCOS QUE EXIGEM ESCLARECIMENTOS

 

1 – Os sindicatos de professores têm uma posição negocial intransigente sobre o tempo de serviço a recuperar

Não é verdade, simplesmente, porque o tempo de serviço já não é objeto de negociação. Essa negociação decorreu no 1.º período letivo dela resultando a assinatura de uma Declaração de Compromisso, entre o Governo e as organizações sindicais, que prevê a negociação do “modelo concreto da recomposição da carreira que permita recuperar o tempo de serviço”. Depois de largas horas de negociação o Governo acedeu a escrever “recuperar o tempo de serviço” e não, apenas, “recuperar tempo de serviço”, como pretendia. A única intransigência dos sindicatos é em relação à necessidade de o Governo honrar a palavra, respeitando o compromisso que assumiu, e cumprir a lei.

 

2 – O tempo de serviço a recuperar tem de ser negociado para se chegar a um acordo

Não é verdade. O que o artigo 19.º da Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro (Lei do Orçamento do Estado para 2018), prevê é a negociação do prazo e do modo de efetivar a recuperação. Não prevê o tempo, pois a recuperação do tempo que esteve congelado já era compromisso assumido pelo Governo. Para que não restassem dúvidas, alguns dias depois de aprovar o OE para 2018, a mesma maioria aprovou a Resolução 1/2018, que recomenda ao Governo a recuperação de todo o tempo de serviço.

 

3 – A despesa com o descongelamento das progressões dos professores em 2018 é de 90 milhões de euros

É falso e o Governo sabe disso, de tal maneira que, em janeiro passado, teve de corrigir esse número junto da comunicação social, admitindo um valor que, no máximo, seria de 1/3. Relativamente a 2019, os 87 milhões apresentados pelo Governo, afinal, não atingem 22 milhões e os 78 anunciados para 2020 não passam de 43. Ou seja, o valor que o Governo dizia gastar em 2018, feitas as contas, chega para 2018, 2019 e 2020. É evidente que as contas feitas pelo Governo e que o Primeiro-Ministro referiu no debate quinzenal foram feitas para impressionar a opinião pública, mas são falsas. Nas suas contas, o Governo considerou que os professores progrediriam anualmente em janeiro, quando as suas progressões se estendem pelos 12 meses do ano, e considerou, em 2018, que iriam receber o valor total do escalão seguinte quando, tal como na restante Função Pública, só receberão 25%, apenas atingindo o valor total em dezembro de 2019. Esta falta de rigor do Governo tem por único objetivo sustentar um discurso fraudulento.

 

4- O impacto d a recuperação do tempo de serviço seria de 600 milhões

Os governantes sabem que os Sindicatos de Professores não exigiram que a recuperação se desse de uma só vez. Tendo em conta o quadro de sustentabilidade subjacente à recuperação total, concordaram em, tal como no passado, recuperar o tempo de forma faseada a iniciar em 2019. Pelas palavras do Primeiro-Ministro fica a ideia de que o tempo nunca poderá ser recuperado, pois, seja quando for e de que forma for, terá um impacto que, apesar de incomparavelmente menor ao dinheiro injetado nos bancos e aos encargos da dívida, não é suportável.

 

Se for isso, implicitamente, o Primeiro-Ministro refere que, para o Governo, a carreira dos professores, para quem já está no sistema, ficará para sempre destruída, passando a ter uma duração de mais de 43 anos (superior ao tempo de serviço fixado para a aposentação). Recorda-se que, com o congelamento das carreiras, o contributo dos professores para ultrapassar os piores anos de uma crise que não provocaram foi superior a 10.000 milhões de euros! Não é aceitável que, agora, o Governo ainda queira apagar os anos de serviço cumpridos em que os deveres profissionais dos docentes foram zelosamente respeitados. Esta intenção do Governo, a concretizar-se, seria uma inaceitável discriminação dos professores dentro da Administração Pública e mereceria uma fortíssima reação.

 

5 – Os professores querem receber retroativos

Segundo o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa os professores quererão receber retroativos. Isto é mentira. Desde a primeira hora que as organizações sindicais de docentes afirmaram que, apesar de muitos professores já não poderem recuperar o tempo perdido, por se encontrarem nos escalões de topo da carreira, essa era questão que não estava em cima da mesa. Nunca esteve, ainda que fosse inteiramente justo esse pagamento. O que tem sido proposto é que para esses docentes o tempo possa ser considerado para aposentação num quadro de despenalização do fator idade.

O senhor Primeiro-Ministro afirmou na Assembleia da República que os 2 anos, 9 meses e 18 dias seriam para recuperar em 2019. Terá de esclarecer se está a referir-se à primeira de várias parcelas de recuperação de todo o tempo de serviço congelado (e, se assim for, será uma base negocial) ou se é o tempo a recuperar e, nesse caso, seria inaceitável, pois significaria a destruição da atual carreira docente.

 

As organizações sindicais de professores e educadores estão disponíveis (e pretendem) continuar a negociar a recuperação do tempo de serviço que esteve congelado e que, para a grande maioria dos trabalhadores da Administração Pública, já foi contado, através da recuperação de pontos. Contudo, recordam, nos termos da lei, o que terá de ser negociado será o prazo e o modo de recuperar. Quanto ao tempo, esse está definido: 9 anos, 4 meses e 2 dias e nem menos uma hora! É que o tempo cumprido não se negoceia, conta-se todo!

 

 

As organizações sindicais de professores e educadores

ASPL – FENPROF – FNE – PRÓ-ORDEM – SEPLEU – SINAPE – SINDEP – SIPE – SIPPEB – SPLIU

 

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Escala de Greve, para uma melhor organização

 

 

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Cartoon do dia – A força da greve… é o nosso poder! – SDPA

 

 

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SPN reconhece Greve a decorrer até 15 de junho

 

Comunicado do SPN de 6 junho:
“No dia 4 de junho, na reunião realizada no ME, a Fenprof veio a verificar que o governo não suscitou a ilegalidade do pré-aviso de greve entregue pelo STOP, pelo que os professores que a ela aderirem não incorrem em qualquer penalização disciplinar.”

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Nota Informativa – Reposicionamento dos docentes nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio

 

Publicitação da Nota Informativa – Reposicionamento dos docentes nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio

 

 Nota informativa

 

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Conferência de Imprensa dos sindicatos dos professores

 

 

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15.000 Já Assinaram! E Tu?

Iniciativa Legislativa de Cidadãos para recuperar Todo o Tempo de Serviço Docente

Continuem a divulgar pelos Vossos contactos.

Aqui:

https://participacao.parlamento.pt/initiatives/76

Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

Instruções de como subscrever a Iniciativa em vídeo:

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Grande admiração… as crianças não sabem saltar à corda…

 

De facto, não sei qual é admiração. Se me dissessem isto há vinte anos ficaria preocupado, hoje considero isto um problema de sociedade.

As crianças de sete anos não sabem saltar à corda, mas se forem ensinadas conseguem. Se não conseguissem, ficaria preocupado, porque o problema seria de saúde, mas não é.

Ontem falou-se de saltar à corda, mas não se falou do porquê de não se saltar à corda. Disso é que se devia falar. Devia de se falar da forma como se permite que as crianças sejam incentivadas a não saltar por conveniência dos adultos. Devia-se discutir o porquê de não se verem crianças na rua a andar de bicicleta ou a saltar à corda, de não se verem grupos a jogar futebol no meio da estrada… Deviam, até, discutir o tempo, em demasia, que as fecham dentro das escolas.

Não deixam as crianças serem as crianças de ontem e não sabem que crianças temos hoje, é triste…

Depois, querem passar um problema, que vem de casa e da forma como hoje se educam as crianças, para a escola.

A quantos destes meninos, o Pai Natal, ofereceu uma corda? A quantos meninos de sete anos, o Pai Natal, ofereceu um tablet ou uma Playstation?

Respondam-me a isto, depois sejam demagógicos… a escola ajuda a resolver muitos problemas de sociedade, mas só se a sociedade lhe der essa oportunidade.

PS: ULTIMA HORA: Vão criar o grupo 160… está tudo resolvido.

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Professores ultrapassados pelo reposicionamento – Paulo Serra

 

Penso que há muita dificuldade em “convencer” os nossos colegas “ultrapassados” do quão estão a ser penalizados. Assim elaborei uma série de FAQ para facilitar a mobilização e esclarecer algumas dúvidas. Se houver alguma incorreção ou omissão agradeço que me comuniquem (não sou jurista):

O que está a provocar a indignação dos professores vinculados antes de 2011?

A penalização na contagem dos anos de carreira relativamente aos colegas vinculados após 2011. Este professores vinculados antes de 2011 apenas querem um posicionamento remuneratório idêntico para todos os professores mediante o seu tempo de serviço (sem prejuízo de bonificações previstas).

Mas estão contra o reposicionamento dos vinculados extraordinários entre 2011 e 2017?

Nem pensar. O reposicionamento desses colegas é o correto tendo em conta o Estatuto da Carreira Docente e o publicado na Portaria 119/2018. E podem ficar descansados que esse reposicionamento já ninguém lhos tira.

Então do que reclamam os professores vinculados antes de 2011? Não foram também eles reposicionados?

Pois aí é que está a questão. Quando a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues decidiu alterar a estrutura da carreira docente em 2007 (Dec. Lei nº 15/2007) definiu um regime transitório para os docentes que estavam nos primeiros escalões.
Assim, os professores que a essa data estavam nos primeiros escalões viram adiada a sua progressão mais 3 ou 4 anos dependendo da sua posição remuneratória. Assim, qualquer professor que tenha tido a infelicidade de vincular antes de 2007, está atualmente com menos 3 ou 4 anos de serviço do que aqueles que vincularam após 2011.

Não estou a perceber, apresenta-me casos práticos.

Caso 1: Dois professores do mesmo grupo com 18 anos de serviço. O Luís vincula em 2006 e está actualmente em condições de progredir para o 2º escalão. O José vincula em 2017 e está agora prestes a subir para o 3º escalão.
Caso 2: Dois professores do mesmo grupo começaram a dar aulas em 2000. O professor Luís tinha maior graduação profissional e conseguiu sempre horários completos até vincular em 2006. O professor José, com menor graduação profissional apenas conseguiu nos primeiros anos horários incompletos, ficando com menos 2 anos de serviço que o professor Luís e só conseguiu vincular em 2014. O professor Luís está agora a progredir para o 2º escalão. O professor José está agora no 3º ano do 2º escalão.
Caso 3: Dois professores do mesmo grupo estão com tempo de serviço suficiente para progredirem ao 5º escalão. O Luís vinculou em 2004 e está na lista de espera a aguardar vaga. O José vinculou em 2017, será reposicionado no 5º escalão sendo para isso criadas vagas supranumerárias.

Então e em 2007 ninguém deu por isso? Ninguém reclamou?

Em 2007 existiram ataques gravíssimos à classe docente (avaliação docente, professores titulares, etc) e esta situação passou quase despercebida à maioria. A acrescentar, o congelamento da carreira “mascarou” esta situação pois ninguém progrediu durante este tempo todo. Só agora se começam a fazer sentir os efeitos práticos desse Dec. Lei 15/2007.

Está bem, é injusto. Mas o que interessa se o outro ganha mais? Não lhe estão a tirar dinheiro! (apesar de este argumento não fazer sentido)

O professor que atinge primeiro o tempo de serviço necessário para acesso ao 5º e 7º escalões, está em vantagem para obter essa progressão. Como o acesso é tipo “funil”, quem chega depois verá o seu atraso aumentar ainda mais, sendo assim penalizado duas vezes. Um professor com menos tempo de serviço vinculado após 2011 passará para esses escalões mais cedo do que outros com mais tempo de serviço mas vinculados antes de 2011.
No final da carreira, qualquer atraso na progressão afeta o remuneração na reforma, ou seja, qualquer atraso É PARA TODA A VIDA!

Então porque é que o Ministério da Educação não corrige isso?

Sabe-se que o Ministério da Educação se baseia na ideia de que as condições de ingresso na carreira seriam diferentes, em momentos diferentes, o que justificaria não reposicionar os docentes que entraram na carreira anteriormente. E claro, no final tudo é economia…

E os sindicatos não fazem nada quanto a isso?

Muitos de nós já contactámos vários sindicatos e obtivemos vários tipos de resposta. Alguns estavam conscientes ou reconheceram este problema. Desses, alguns admitiram recorrer à via jurídica caso fosse necessário. Contudo, alguns sindicatos ao princípio nem admitiram que as ultrapassagens fossem possíveis, e depois de as admitir, não se mostraram muito disponíveis para corrigir essa situação. Numa entrevista a 14 de março de 2018, Mário Nogueira da FENPROF afirmou que já tinha deixado cair esse assunto nas negociações com o governo (e ninguém deu conta disso).

Mas não se ouve ninguém a falar disto. Porquê?

Há um grande desconhecimento da classe docente quanto à estrutura da sua carreira. Muitos desconhecem o Estatuto da Carreira Docente e não fazem a mínima ideia que estão a ser penalizados. Ou se sabem, ignoram a razão e a dimensão do prejuízo. Assim, apenas uma ínfima parte dos afectados está a “fazer barulho”. Se todos reivindicassem justiça seria mais fácil obter sucesso.
Relativamente aos sindicatos, penso que será melhor cada docente perguntar ao seu qual a sua posição relativamente a isto.

O que podemos fazer?

1 – INFORMAR OS COLEGAS NA MESMA SITUAÇÃO E ADICIONÁ-LOS A ESTE GRUPO
2 – CONTACTAR O SEU SINDICATO APELANDO À NOSSA REPRESENTAÇÃO
3 – ASSINAR A CARTA CONJUNTA DISPONÍVEL NESTE GRUPO PARA SENSIBILIZAR OS SINDICATOS PARA NÃO DEIXAREM CAÍR ESTE ASSUNTO.
PORQUE ATÉ PODÍAMOS SER SÓ 1, MAS SOMOS MUITOS!

Paulo Serra

 

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