Category: Livresco

Matemática Prepara Mudança de Programa

Matemática prepara mudança de programa – Sociedade – Correio da Manhã

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Jaime Carvalho e Silva, professor da Universidade de Coimbra, vai dirigir o grupo de trabalho incumbido pelo Governo de analisar os programas de Matemática e perceber o que corre mal no ensino da disciplina. O anúncio foi feito esta quarta-feira pelo secretário de Estado da Educação, João Costa, em Almada, no ProfMat2018, encontro de professores da disciplina. Ao CM, Carvalho e Silva afirmou que é inevitável mudar os programas introduzidos pelo anterior ministro, Nuno Crato. “O objetivo é fazer uma radiografia ao que está a acontecer na Matemática, mas os programas vão ter de mudar porque são um desastre e ninguém os consegue dar. Dizem coisas desajustadas para o nível etário e que os alunos não entendem. É como uma corrida de loucos em que nunca se chega ao fim, dizia-me há tempos um professor”, afirmou. O docente universitário garante que vai formar “um grupo pequeno” e que pretende celeridade: “As coisas estão más e temos de arrepiar caminho, não podemos demorar um ano, tem de ser um prazo razoável.” Lurdes Figueiral, da Associação de Professores de Matemática, lamentou o “tempo perdido”, defendendo que os programas já deviam ter mudado. João Costa lembrou que “os programas têm um mínimo de seis anos de vigência” e garantiu que não cometerá a “mesma ilegalidade” de Crato, que os alterou sem respeitar esse período. O secretário de Estado da Educação frisou ainda que os programas não mudarão já no próximo ano letivo.

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Maria José Castro – A Grande Desmatação de 2018

A grande desmatação de 2018 – Observador

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“Se Fosse com Outros, o Que Muita Gente Andaria por Aí a Gritar”

Pois…e rasgavam as vestes todas!

Post de Final de Domingo Sobre Cimeiras, Sorrisos, Sindicalismo e Compromissos | O Meu Quintal

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Ninguém se Assusta?

Eu li e fiquei assustado.

Um país a saque, sem Rei, nem Roque.

Assustador!

 

Investigação TVI: Cândida Almeida levou em caixotes processos da operação Fizz para casa

Auditoria arrasa conduta da ex-diretora do DCIAP. TVI avança mais revelações que envolvem o ex-procurador da República Orlando Figueira e o ex-vice presidente de Angola Manuel Vicente

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O Domingo do Melhor Cronista do Reino

Domingo | O Meu Quintal

 

É que o Rei vai nu e o país está a saque (sempre esteve):

 

Colégios GPS – Ex-secretário de Estado e ex-diretor regional acusados de corrupção

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O ex-secretário de Estado Adjunto e da Administração Educativa José Manuel Canavarro e um antigo diretor regional de educação estão acusados de corrupção no caso dos colégios do grupo GPS, segundo a acusação a que a Lusa teve acesso.

José Manuel Canavarro ocupou o cargo entre 21 de julho de 2004 e 12 de março de 2005, no XVI Governo, liderado por Pedro Santana Lopes, até à posse do Governo seguinte, chefiado então por José Sócrates.

José Manuel Canavarro foi ainda deputado na Assembleia da República, entre 2011 e 2015, eleito pelo círculo eleitoral de Coimbra do PSD.

O outro arguido identificado no despacho de acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) como o outro decisor público é José de Almeida, diretor regional de educação de Lisboa entre 29 de setembro de 2004 e 26 de maio de 2005.

Os dois antigos decisores públicos estão acusados de corrupção passiva, por, alegadamente, favorecerem, no exercício das respetivas funções, interesses do grupo empresarial GPS – Gestão de Participações Socais (com sede em Leiria), ligado à área da educação e seus administradores, vinculando o Estado a celebrar contratos de associação com esta sociedade, detentora de vários colégios privados localizados maioritariamente na região centro do país.

O Ministério Público (MP) acusou também cinco administradores do grupo GPS: António Calvete (presidente do conselho de administração e deputado entre 1999 e 2002, eleito pelo círculo de Leiria do PS), Manuel Madama, Fernando Catarino (estes três atualmente ainda em funções), António Madama (que renunciou ao cargo no conselho de administração em novembro de 2016) e Agostinho Ribeiro de corrupção ativa, peculato, falsificação de documento, burla qualificada e abuso de confiança qualificado.

“Em troca dessas decisões favoráveis [estes cinco arguidos] ofereceram [aos dois antigos decisores públicos] cargos renumerados nos quadros das sociedades do seu grupo e outras vantagens patrimoniais”, conta a acusação, que estima que os arguidos se apropriaram indevidamente de mais de 30 milhões de euros, provenientes dos mais de 300 milhões pagos pelo Estado no âmbito de contratos de associação, entre 2005 e 2013.

O MP explica que antes de 2003 os cinco administradores arguidos “decidiram conjugar esforços e criar um grupo empresarial relacionado com o ramo da educação, unindo em rede, pelo território nacional”, fazendo uso de “colégios dos quais já eram individualmente sócios e gerentes, e expandindo o número de estabelecimentos de ensino integrados no grupo”.

Para isso, os arguidos António Calvete, Manuel Madama, Fernando Catarino, Agostinho Ribeiro e um quinto elemento constituíram a sociedade GPS, a 3 de novembro de 2003, que funcionava como empresa-mãe de um grupo empresarial, vocacionado, sobretudo, para o ensino, através de um conjunto de colégios e escolas profissionais privados.

“Decidiram, ainda, apostar em estabelecimentos de ensino suscetíveis de serem financiados pelo Estado, essencialmente através da celebração de contratos de associação, para tanto construindo escolas em zonas que, de acordo com a sua prospeção de mercado, poderiam reunir as condições para beneficiar de tais apoios”, relata o MP.

Em alternativa, frisa a acusação, atraíam alunos abrangidos pela rede pública escolar para os seus estabelecimentos, nos casos em que estes já eram beneficiários de contratos de associação, de modo a aumentar o número de turmas/alunos financiados.

“Os arguidos administradores recorriam a todos os meios necessários, abordando os decisores públicos sempre que foi necessário, levando-os a proferir todas as decisões necessárias a satisfazer os seus interesses económicos, designadamente conseguindo obter a celebração de novos contratos de associação e de incrementar o número de turmas contratadas já existentes, com o consequente ganho de dinheiro à conta do erário público”, explica o MP.

Os cinco arguidos administradores, através do financiamento dos colégios e da circularização das verbas assim obtidas pelas empresas do grupo, desviaram, entre 2005 e 2013, “avultadas quantias monetárias, em prejuízo das escolas beneficiárias de contratos de associação e do Estado”.

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Revista Visão – Desfazer o Mito das ‘Férias’ dos Professores

(clicar na imagem para aceder ao artigo)

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Aquilo da Cimeira no CCB

Por aqui nO Meu Quintal.

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Muito Mal Vai o Ensino Superior

que só “aprova” teses de chacha e cheias de calinadas.

Quanto mais falas mais te enterras

Mas o tipo não teve um orientador?

Lemos a tese de Barreiras Duarte e é quase um poema. Eis a nossa crítica literária – Observador

Carlos Maria Bobone leu com atenção (e muito sofrimento) a tese de mestrado de Feliciano Barreiras Duarte. Eis a recensão crítica do nosso Felicianólogo. Se tiver amor a vírgulas, não leia este texto.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Diretores das escolas públicas queixam-se de computadores ultrapassados e Internet lenta – Computadores ultrapassados e Internet lenta. São queixas dos diretores e professores das escolas públicas, que acusam o governo de não renovar o equipamento informático das instituições de ensino há 10 anos. Os profissionais da educação garantem que com a atual infraestrutura não é possível implementar a literacia digital.

 

A educação de infância merece toda a nossa atenção – Observador – Atendendo ao impacto de políticas e práticas de Primeira Infância, é um imperativo nacional que todos os intervenientes se foquem em implementar o que funciona e produz resultados desejáveis.

 

Nacional – PEV acusa Governo de fazer ″apagão″ na carreira dos professores e exige ″justiça″ – A deputada do PEV Heloísa Apolónia acusou hoje o Governo de se preparar para fazer “um apagão” na contagem do tempo de serviço para a progressão das carreiras dos professores, com o primeiro-ministro a lamentar a posição dos sindicatos.

 

“Não podemos pôr em risco o descongelamento de todos os funcionários públicos” > TVI24 – Ministro diz que proposta apresentada aos professores é a única “possível”. Docentes cumpriram nesta quarta-feira o segundo dia de greves regionais

 

Educação | Greve de professores fecha mais de 100 escolas na região Centro | PÚBLICO – Mário Nogueira acusa ministro da Educação de ter “discurso chantagista” e aconselha-o a não ir por aí.

 

Adesão à greve dos professores na região Centro “na ordem dos 75%” – Observador – O terceiro de quatro dias de greve dos professores, na região Centro, registou uma adesão “na ordem dos 75%”, anunciou Mário Nogueira.

 

Fenprof avança com “grande manifestação” se Governo mantiver posição > TVI24 – O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, afirmou esta quinta-feira que, a manter-se a posição do Governo relativamente ao descongelamento das carreiras dos docentes, os professores vão avançar com uma grande manifestação no início do terceiro período. A manter-se tudo aquilo que até agora temos vindo a observar, que é uma inflexibilidade total do Governo, pois claro que o terceiro período vai começar com uma grande manifestação”, disse Mário Nogueira, que falava junto à Escola Secundária Avelar Brotero, em Coimbra, quando decorre o terceiro de quatro dias de greve dos docentes, cuja principal motivação é a falta de consenso sobre a contagem de todo o tempo de serviço, no processo de descongelamento das carreiras da Função Pública.

 

Nacional – Greve/Professores: Em Viseu, pais pediram compreensão ao patrão e ajuda aos avós – O apelo à compreensão do patrão e o recurso aos avós foram estratégias delineadas antecipadamente por pais para enfrentarem a greve dos professores que, de acordo com o sindicato, está hoje a contar com uma grande adesão em Viseu.

 

Alunos apanhados de surpresa com “furos” em escola de Coimbra > TVI24 – Os “furos” motivados pela greve dos professores apanharam esta quinta-feira de surpresa os alunos da Escola Secundária Avelar Brotero, em Coimbra, concelho onde vários estabelecimentos tiveram de encerrar.

 

Greve dos Professores: Duas adesões em Pedrógão Grande num universo de 43 docentes – Atualidade – SAPO 24

 

Greve dos professores com adesão de 40% em Aveiro

 

Escolas de Viseu afetadas em 60% pela greve dos professores

 

Melhores alunos de Aljezur vão receber “prenda” de 500 euros no final do ano | Sul Informação

 

Crianças de Viana do Alentejo celebram Dia da Árvore – Jornal diariOnline – Região Sul

 

Alcains: Agrupamento recebe 2.ª concentração de xadrez | Reconquista

 

Rádio Condestável – SERTÃ – Aluna do AES vence concurso nacional de vídeo – Alertando para mudança de comportamentos a favor do ambiente… Maria Nunes frequenta o terceiro ano do Curso Profissional de Técnico de Multimédia na Escola Secundária da Sertã e venceu o concurso nacional de vídeo da QUALIFICA 2018, a Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego.

 

Diário As Beiras – Alunos de Poiares lançam sugestões sobre cuidar da floresta

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10 anos Depois

10 Anos Depois | O Meu Quintal

 

A ler também:

Tempo de Carreira (do Congelamento) em Troca da Antecipação da Aposentação? | O Meu Quintal

 

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Alasca, Beatles e Novo Banco, Os Piores Negócios da História

Fomos congelados e roubados para pagar esta máfia toda, não é verdade?

Alasca, Beatles e Novo Banco, os piores negócios da história

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Não Há Nada Como Fazer um Boneco

Mas mesmo assim não abrem a pestana:

Quem Diria que Ainda Teríamos Saudades das Vagas Para Titular? | O Meu Quintal

Os Pratos da Balança (Negocial) E Alguns Pensamentos Divergentes | O Meu Quintal

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Governo e FENPROF com Contas Diferentes sobre Custo do Descongelamento

Governo e FENPROF com contas diferentes sobre custo do descongelamento » Educare – O Portal de Educação

O Governo prevê que o descongelamento da carreira dos professores custe 1477 milhões de euros até 2023, mas a FENPROF aponta para uma despesa inferior a 900 milhões de euros, afirmando que a diferença paga metade da recuperação salarial.

“Dizem que só em descongelamento vão gastar 1477 milhões. Não é verdade. Nem chega a 900 milhões nestes anos todos. O Governo gasta menos 600 a 700 milhões do que aquilo que diz que gasta. (…) Se o Governo fizer as contas com seriedade o dinheiro que eles dizem que têm só para o descongelamento dá para isso e para a nossa proposta”, disse o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), Mário Nogueira, aos jornalistas.

Mário Nogueira falava depois da entrega do pré-aviso de greve no Ministério da Educação, para a paralisação de professores agendada para o período entre 13 e 16 de março, para contestar as propostas e os resultados das negociações com o Governo até ao momento.

Na reunião de quarta-feira, o Governo entregou aos sindicatos uma proposta que prevê a recuperação de apenas dois anos e 10 meses de tempo de serviço dos nove anos, quatro meses e dois dias reclamados pelos professores.

Os números da despesa com o descongelamento das carreiras e recuperação do tempo de serviço que o sindicalista hoje contestou foram apresentados pela secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, e pela secretária de Estado da Administração e Emprego Público, Fátima Fonseca, numa reunião com os sindicatos da educação na quarta-feira, para negociar a recuperação do tempo de serviço congelado aos professores.

Num documento apresentado aos sindicatos e depois distribuído aos jornalistas, o Governo aponta que só o descongelamento das carreiras, sem contabilizar a recuperação do tempo de serviço congelado, custe até 2023 um total de 1477 milhões de euros (ME) face a 2017, mas as contas que a FENPROF fez, e que hoje divulgou, apontam para uma despesa inferior a 900 milhões de euros.

A diferença entre os dois valores, disse Mário Nogueira, já pagaria cerca de metade daquilo que o Governo estimou ser o custo da proposta dos sindicatos para a recuperação do tempo de serviço congelado: 1154 ME até 2023.

Dando o exemplo do faseamento em vigor para a função pública, que só em dezembro de 2019 recebe o valor correspondente ao descongelamento na íntegra, Mário Nogueira apontou que nas contas da federação, “feitas por alto”, partindo sempre do princípio que todos os professores em condições de progredir de escalão nesse ano progridem em janeiro, o que não acontece, a despesa em 2019 será de cerca de 22 ME, quase 60 ME abaixo dos 80 ME estimados pelo Governo.

“Podemos discordar todos uns dos outros, no plano do que cada um defende podemos ter opiniões distintas, agora há uma coisa com a qual FENPROF não gosta de lidar, que é com a mentira”, disse Mário Nogueira, acusando a tutela de “mentir para ganhar vantagem nesta discussão e, sobretudo, para tentar manipular a opinião pública contra os professores fazendo crer que há uma despesa que não é verdadeira”.

“O dinheiro que gastamos com estes incompetentes que fazem propostas daquelas, com esta gente que vive aqui pendurada nos corredores do Governo e do poder, com esses inúteis que encontramos por aí, o que gastam com os professores é muito pouco, porque os professores estão a trabalhar para o futuro do país e a maior parte dessa gente está a trabalhar para destruir o país. Não pensamos que seja uma despesa acrescida, achamos que está bem”, disse Mário Nogueira.

A proposta para recuperação do tempo de serviço até 2023 que hoje a FENPROF também entregou no Ministério da Educação tem uma grelha para progressão de escalão que é, segundo disse o sindicalista, semelhante a outras já usadas nos governos de Cavaco Silva e António Guterres para recuperação de tempo de serviço, e que a FENPROF garante que não põe em causa a sustentabilidade do sistema, tal como exige o Governo.

Sobre a greve, o líder da FENPROF disse ainda que, face à proposta conhecida, e se não houver mudanças na posição do Governo, “é bem natural” que no último dia de greve os professores anunciem o que vão fazer a seguir.

“Com uma certeza: não brinquem com os professores. Sempre se deram mal quando o fizeram”, concluiu Mário Nogueira.

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PSD vai Requerer Apreciação Parlamentar de Decreto-Lei sobre Concursos de Professores

PSD vai requerer apreciação parlamentar de decreto-lei sobre concursos de professores – SAPO 24

O PSD vai requerer, na próxima semana, a apreciação parlamentar do decreto-lei sobre os concursos de recrutamento de professores, promulgado na quinta-feira com reticências pelo Presidente da República, indicou hoje à Lusa a deputada Margarida Mano.

Para a deputada social-democrata, “será importante” que o parlamento aprecie o diploma face a “problemas que surgiram” na colocação de professores no ano letivo em curso e, “se possível, os corrija”.

Em causa, de acordo com o PSD, estão alterações em agosto de critérios que “eram desconhecidos” por parte dos professores quando concorreram aos concursos de recrutamento e que modificaram os “termos de colocação”.

Margarida Mano disse que os professores concorreram como o faziam nos anos anteriores “na convicção de que os critérios eram os mesmos” e, posteriormente, “aperceberam-se de que os critérios foram alterados” sem terem disso sido previamente informados.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou na quinta-feira o decreto-lei relativo aos concursos de recrutamento de professores, embora realçando “as reticências quanto às expectativas dos docentes” que o diploma lhe suscita.

Para o chefe de Estado, apesar de o decreto-lei “suscitar reticências quanto à satisfação das expectativas dos docentes na correção dos problemas relacionados com a sua colocação para o ano letivo em curso”, foi necessário promulgá-lo para, nomeadamente, “garantir a entrada em vigor” do regime do ensino artístico.

Aprovado pelo Governo a 08 de fevereiro, o decreto-lei prevê a criação de um concurso específico para recrutamento de docentes do ensino artístico especializado de música e dança, um concurso específico para docentes de técnicas especiais, um concurso de vinculação extraordinário em 2018 e um concurso interno antecipado, ao qual o Presidente da República aponta reticências.

Os professores consideram que a solução adotada pelo Governo não satisfaz por completo as suas exigências, invocando que foram prejudicados no concurso de mobilidade interna para o ano letivo em curso, e cujas listas de colocação foram divulgadas a 25 de agosto de 2017.

Em 2017, ao contrário de anos anteriores, o Ministério da Educação não levou a concurso na mobilidade interna horários incompletos, limitando o universo de horários e de escolas a que os professores dos quadros se podiam candidatar no concurso que serve para permitir aos docentes aproximações à sua zona de residência.

Em consequência, os professores, que se candidataram acreditando que, à semelhança de anos anteriores, tinham sido levados a concurso todos os horários disponíveis, ficaram colocados em escolas distantes e viram outros colegas menos graduados a serem colocados nesses lugares, que só foram libertados em fases posteriores dos concursos de professores.

A solução apresentada pela tutela adia a eventual resolução do problema para o próximo ano letivo e pode não permitir a colocação dos professores nos horários a que inicialmente esperavam poder ter concorrido, uma vez que só irão ao concurso de mobilidade interna extraordinário os horários disponíveis.

Isto porque os professores que estão satisfeitos com a colocação que obtiveram este ano letivo não serão obrigados a candidatar-se no próximo ano, o que significa que os lugares que ocupam não vão a concurso.

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BE Questiona Governo sobre Contagem Parcial do Tempo de Serviço

Professores | BE questiona Governo sobre contagem parcial do tempo de serviço) | PÚBLICO

Os partidos à esquerda do PS estão desagradados com o Governo por este ter ignorado uma resolução da Assembleia da República que os socialistas ajudaram a aprovar, em Dezembro, e que recomenda ao executivo que contabilize, para efeitos de progressão dos professores, “todo” o tempo de serviço prestado em que as carreiras estiveram congeladas, e que seja feita a “correspondente valorização remuneratória”.

A tutela revelou a proposta esta quarta-feira às estruturas sindicais e tanto o líder da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, como o da Federação Nacional da Educação, Dias da Silva, classificaram-na como “totalmente inaceitável”. O Governo quer que sejam contabilizados apenas dois anos e dez meses (do total de nove anos, quatro meses e dois dias) e os partidos à esquerda do PS têm estratégias diferentes para mostrar o seu desagrado e lidar com a questão.

O PS, por seu lado, não quer comentar o assunto. Quem tem este dossier é o deputado Porfírio Silva, que prefere remeter-se ao silêncio enquanto durarem as negociações.

Os Verdes, autores da recomendação ao Governo aprovada há dois meses e meio (e apenas duas semanas depois da aprovação do Orçamento do Estado para este ano), olham para esta proposta do Governo com “apreensão”. Mas não querem tomar qualquer atitude para já, confiando nas negociações entre os ministérios e os sindicatos, disse fonte do partido ao PÚBLICO.

O BE enviou esta quinta-feira uma pergunta ao Ministério da Educação. Quer saber se a proposta de recuperar os dois anos e dez meses do tempo de serviço congelado é formal e se a tutela pondera de alguma forma rever essa intenção e cumprir a recomendação do Parlamento – e espera uma resposta até à próxima reunião com os sindicatos, marcada para dia 12.

A deputada Joana Mortágua afirmou que a proposta é criticável em pelo menos dois pontos: o argumento do Governo de que se deve à “necessidade de garantir equidade” entre todas as carreiras quando afinal, na visão do BE, “acaba por criar injustiças” por “ser a 100% nas carreiras gerais e de apenas quase três anos nos docentes”; e o desrespeito pelo “compromisso político do PS” com uma recomendação do Parlamento.

O PCP prefere a negociação directa, admitiu ao PÚBLICO o líder parlamentar João Oliveira, que critica a proposta do Governo. “Não corresponde aos objectivos com que o descongelamento foi aprovado e não inclui a questão decisiva: todo o trabalho prestado tem que ser considerado para efeitos de progressão na carreira.” Jerónimo de Sousa questionou António Costa sobre o assunto no debate quinzenal mas não teve resposta directa e para já, os comunistas não vão fazer mais nada a não ser insistir nas “conversas directas” com o executivo. Foi assim que resolveram, por exemplo, o caso dos assistentes operacionais, lembra João Oliveira, que passaram conseguiram um aumento salarial de 55 euros.

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“DEVOLVAM O QUE ROUBAM; PAGUEM O QUE DEVEM!”

Se há assunto que puxa pela minha linguagem mais vernácula e o meu ódio mais profundo este é, manifestamente, um deles. Vou-me coibir, por ora e por decência e respeito pelo autor e frequentadores deste blog, de o manifestar…

Neste país de ladrões finórios, interesses, clientelismos, tráfico de influências…

– vejam lá se fazem alguma reforma, verdadeiramente estrutural, na justiça??? Quando um questão meramente laboral, e supostamente simples, se arrasta nos tribunais administrativos (função pública) 5, 6, 7, 8 e mais anos o que é que pode funcionar??? E ainda querem “descentralizar”, “regionalizar”, “municipalizar”??? deve ser para exponenciar as janelas de oportunidades aos muitos chico-espertos que proliferam por este “rectângulozinho” que nem 90 mil Km2 de área tem…

– vejam lá se fazem alguma reforma, verdadeiramente estrutural, nos sistemas de fiscalização/ sindicância/ vigilância (não há lei que não preveja – mas uma coisa é a letra da lei, outra devem ser todos os muitos espíritos das leis e outra ainda é a implementação de fiscalizações efectivas e correctivas) … ah… pois… e as muitas estruturas, entidades, organismos que proliferam mas não servem, objectivamente, para nada… mas custam dinheiro… basta começar nas muitas altas autoridades principescamente pagas mas inúteis na correcção do que quer que seja… que vá para tribunal e a partir daqui “reza a história”…

Dizem eles que os países mais desenvolvidos são países regionalizados… pois olham para o que querem e que lhes serve … nos países mais desenvolvidos os mentirosos demitem-se, os falsários são afastados, os tribunais funcionam, a corrupção combate-se, a fiscalização é bem mais efectiva… nos países mais desenvolvidos não andam a ROUBAR TEMPO DE SERVIÇO aos trabalhadores, nem a mudar as regras a meio do jogo, nem a alterar-lhes “para ontem” as condições da reforma, nem a partidarizar e fragilizar a administração pública…

DEVOLVAM O QUE ROUBAM; PAGUEM O QUE DEVEM!

In E Os Sacanas dos Professores Querem Que lhes Contem Todo O Tempo de Serviço? Não Há Noção das Prioridades? | O Meu Quintal

Porque o verdadeiro défice é outro.

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Ministério Vai Extinguir Concurso de Delegados Regionais

Ministério vai extinguir concurso de delegados regionais

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O Ministério da Educação vai anular o polémico concurso para selecionar os delegados regionais para o Algarve, para o Alentejo e para o Centro. Quem o diz é o Ministério da Educação que, em resposta ao i, revela que “perante a impossibilidade de reunir o júri do concurso”, a tutela “entendeu que o procedimento se deveria extinguir”. A tutela não avança qualquer data específica para a abertura de um novo procedimento, dizendo apenas que será “a muito curto prazo”.

O concurso em causa tinha arrancado há mais de um ano, a 2 de fevereiro de 2017, e os cerca de dez candidatos a cada uma das delegações regionais tinham realizado uma entrevista pessoal em abril, que desta forma fica sem efeito.

O i contactou alguns dos candidatos ao concurso que disseram ainda não ter recebido qualquer informação sobre a decisão de extinção do concurso. Aliás, desde abril que os candidatos estavam sem saber o desfecho e o futuro do concurso, que desde então tem tido vários avanços e recuos, sendo que os três delegados que em 2015 foram selecionados de forma irregular se mantêm no cargo.

O concurso anterior foi anulado no final de 2015, quando a ex-ministra Margarida Mano estava aos comandos da 5 de Outubro, depois de os candidatos terem pedido a anulação dos resultados por alegado favorecimento. Na altura, o presidente do júri, que era também o diretor-geral da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares, partilhava casa com o ex-chefe de gabinete do secretário de Estado que tutelava essa área. O diretor-geral acabou por se demitir.

O processo de seleção só foi retomado em fevereiro de 2016 e já provocou outra baixa: Teodoro Roque, ex-presidente do juri e subdiretor-geral da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares. A saída resultou de um confronto entre Roque e a secretária de Estado Adjunta, Alexandra Leitão, sobre a escolha dos candidatos. O i sabe que a governante queria colocar no cargo candidatos da máquina partidária do PS, decisão à qual o presidente do júri se opunha.

Novos delegados para o Norte e para Lisboa e Vale do Tejo 

O Ministério da Educação revela ainda que ao mesmo tempo que vai abrir concurso para os delegados do Centro, Algarve e Alentejo, vai arrancar também, “na mesma data”, o procedimento “autónomo” para selecionar novos dirigentes para o Norte e para Lisboa e Vale do Tejo.

Isto porque a tutela não renovou os mandatos  – que terminaram a 14 de fevereiro – aos atuais delegados de Lisboa e Vale do Tejo e ao do Norte, alegando falta de cumprimento da lei. Fonte oficial do ministério diz que “os interessados [os delegados em funções] não deram cumprimento ao disposto do artigo 23.º do estatuto do pessoal dirigente”. Ou seja, a tutela alega que os delegados em funções não avisaram o ministério do fim do seu mandato com uma antecedência mínima de 90 dias e não terão enviado um relatório onde constam as atividades e os resultados conseguidos durante o período em que ocuparam o cargo, de forma a serem avaliados pela tutela e pelo diretor-geral dos estabelecimentos escolares. Mas o i sabe que, na última semana, o delegado do Norte, José Mesquita, pediu a todos os serviços que reunissem com urgência a documentação das medidas que adotou enquanto delegado, para que fosse alvo de avaliação.

Afastamento delegado do Alentejo

Já no final do mês passado o Ministério exonerou o delegado regional do Alentejo, Manuel Barroso, cuja nomeação foi anulada há um ano e nove meses, tendo-se mantido no cargo de forma ilegal.

Mas não foi esta a razão para o afastamento do ex-delegado regional. De acordo com a tutela o afastamento de Manuel Barroso – que aconteceu enquanto estava em Londres de férias autorizadas pela secretária de estado Adjunta Alexandra Leitão –  resultou de “motivos de natureza gestionária”.

Em causa está o atraso de dois meses na contratação de auxiliares para a Escola Secundária André de Gouveia, em Évora, que acabou por ser encerrada em protesto na semana passada por falta de condições. De acordo com os relatos dos pais e de professores, esta escola, frequentada por 600 alunos do 10.º ao 12.º ano, conta apenas com dois funcionários, havendo casas de banho fechadas. A cantina não funciona e chove dentro do pavilhão gimnodesportivo.

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Escolas Encerradas Devido a Greve em Sintra

Três escolas encerradas devido a greve em Sintra > TVI24

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As escolas básicas da Portela de Sintra e de Ouressa (Mem Martins) estão esta sexta-feira encerradas devido à greve do pessoal auxiliar, destinada a reclamar mais funcionários e manutenção na D. Pedro IV (Monte Abraão), informou fonte sindical.

O objetivo desta greve é o reforço de pessoal, a alteração da portaria de rácio, que não resolveu nada, e os graves problemas de manutenção e equipamento nestas escolas, que já foram comunicados à câmara e que não são resolvidos”, explicou à agência Lusa o sindicalista João Santos.

O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas convocou para esta sexta-feira uma greve de trabalhadores não docentes das escolas básicas (EB) da Portela de Sintra, Ouressa e D. Pedro IV para protestar contra a falta de pessoal e degradação das escolas.

A escola está a funcionar com mais três elementos que puseram aqui para poder funcionar”, explicou João Santos, em relação à EB 2/3 D. Pedro IV, em Monte Abraão, estabelecimento de ensino que possui dois turnos com 600 alunos.

Segundo o sindicalista, as instalações possuem “casas de banho entupidas, vidros partidos forrados a papel, redes de proteção degradadas” e, do quadro de 24 funcionários, dois encontram-se de baixa prolongada e “cinco ou seis com limitações” de vária ordem.

O funcionamento durante a manhã foi assegurado através de “seis funcionários, com três externos à escola, que foram colocados para assegurar serviço”, mas João Santos admitiu que o estabelecimento poderá não ter condições para abrir durante a tarde.

Na EB1/JI [Jardim de Infância] da Portela de Sintra, na União de Freguesias de Sintra, o pessoal docente encontrava-se hoje de manhã no estabelecimento, mas as instalações estavam fechadas devido à greve do pessoal auxiliar, segundo fonte da escola.

De acordo com João Santos, “falta um porteiro, porque qualquer pessoa entra pela escola, uma vez que a auxiliar se está dentro das instalações não pode estar na portaria”, bem como é preciso fazer a manutenção no arvoredo e “uma intervenção no parque infantil”.

Um dia entrou um pai alcoolizado, que é violento, e estavam apenas duas auxiliares, podia ter havido um problema”, contou o sindicalista, reclamando mais pessoal para o estabelecimento do agrupamento de escolas Monte da Lua.

A EB1/JI de Ouressa, na freguesia de Algueirão-Mem Martins, também se encontra hoje fechada, devido à greve, confirmou uma fonte do agrupamento de escolas Ferreira de Castro.

“A porta de entrada tem um papel para não fechar. Se ela fechar depois não conseguem abrir, tem de ser alguém por fora”, relatou João Santos, acrescentando que também faltam auxiliares, porque “uma rescindiu e duas estão de atestado” e a contratação de uma funcionária não resolve a carência.

O sindicato remeteu à Câmara de Sintra um ofício dando conta dos problemas das três escolas, mas até agora não viu solução adequada às necessidades de cada estabelecimento.

 

Greve por falta de pessoal em escolas de Sintra, autarquia diz que cumpre rácios

Os trabalhadores não docentes das escolas básicas da Portela de Sintra, Ouressa e D. Pedro IV estão hoje em greve, contra a falta de funcionários e de manutenção, mas a Câmara de Sintra informou ter reforçado o pessoal auxiliar.

“A escola está a funcionar com metade do pessoal e, entretanto, meteram três pessoas do gabinete de segurança do Ministério da Educação, para garantir a vigilância nos pátios”, explicou à agência Lusa o delegado sindical da Escola Básica (EB) 2/3 D. Pedro IV, em Monte Abraão.

Segundo Carlos Santos, funcionário há 24 anos na escola da União de Freguesias de Massamá-Monte Abraão, cerca de metade dos 24 trabalhadores não docentes aderiu à greve convocada para hoje, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas.

A paralisação, nas EB1/JI [Jardim de Infância] da Portela de Sintra e de Ouressa (freguesia de Algueirão-Mem Martins) e na EB 2/3 D. Pedro IV, visa protestar contra a falta de pessoal e a degradação das instalações.

“Existe também falta de condições do edificado geral. Não temos manutenção, o Ministério da Educação faz pingue-pongue com a Câmara e a Câmara com o Ministério, e ninguém faz nada”, queixou-se Carlos Santos.

Se a manutenção é competência do Ministério, o recrutamento de pessoal cabe à Câmara, mas o funcionário considerou que “a portaria dos rácios é uma falácia, porque em cinco funcionários, dois estão de baixa prolongada, duas têm capacidade reduzida e pouco conseguem fazer”, assim como a contratada no centro de emprego.

“O objetivo desta greve é o reforço de pessoal, a alteração da portaria de rácio, que não resolveu nada, e os graves problemas de manutenção e equipamento nestas escolas”, salientou João Santos, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas.

O sindicalista criticou que, numa escola com dois turnos de cerca de 600 alunos, existam “casas de banho entupidas, vidros partidos forrados a papel, redes de proteção degradadas”.

A greve não encerrou o estabelecimento do agrupamento de escolas Miguel Torga, mas fechou as portas das EB1/JI da Portela de Sintra, do agrupamento Monte da Lua, e de Ouressa, do agrupamento Ferreira de Castro.

Além da falta de pessoal, João Santos apontou a necessidade de manutenção dos recintos escolares, nestas duas escolas da responsabilidade da Câmara, incluindo do arvoredo do estabelecimento de ensino na União de Freguesias de Sintra.

Numa carta enviada na quinta-feira ao sindicato, a que a Lusa teve hoje acesso, a vereadora dos Recursos Humanos na Câmara de Sintra, Ana Duarte (PS), esclareceu que a contratação “obedece, a nível nacional, aos rácios de pessoal não docente que decorrem de portaria” com os cálculos para o efeito.

A autarca acrescentou que o município assegura “o integral cumprimento dos rácios em cada um dos agrupamentos de escolas de Sintra” e garante “a quase imediata substituição de trabalhadores que, por motivos diversos, cessam o contrato” com a autarquia.

“Existem, no corrente ano letivo, mais 47 assistentes operacionais em exercício de funções nas escolas do que na comparação com os números do ano letivo anterior”, notou.

Perante este quadro, Ana Duarte considerou “destituída de fundamento a convocação de uma greve que, ainda que legítima e no exercício de um direito inalienável dos trabalhadores, visa objetivos que o município antecipou, reforçando, em devido tempo, o número de assistentes operacionais”.

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Obras em Mais de 300 Escolas em 2018

Obras em mais de 300 escolas em 2018

(…)

No Fórum TSF, Alexandra Leitão assegurou que há centenas de escolas a ser intervencionadas ou com obras previstas para este ano, mas sublinhou que “são obras de manutenção e de reparação que, não sendo obras de encher o olho, têm um impacto importante no aumento do conforto nas escolas.”

“Num universo de três mil estabelecimentos escolares, naturalmente haverá sempre problemas e estamos sempre a trabalhar para os melhorar. Estão 200 obras em curso com o Portugal 2020, houve 60 obras no ano passado e há previstas 130 para este ano. Além do mais, retomámos mais de uma dezena de obras da Parque Escolar que tinham ficado paradas em 2014”, acrescentou a governante.

O tema do Fórum TSF desta manhã partiu de uma denúncia da Associação Nacional de Dirigentes Escolares que alerta que há dezenas de escolas básicas do 2.º e 3.º ciclos, mas também algumas secundárias, a precisarem urgentemente de obras.

Uma denúncia que motivou uma reportagem da TSF em dois estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas da Portela e Moscavide. Sobre este agrupamento em particular, a secretária de Estado adjunta e da Educação garantiu que as obras vão arrancar ainda este ano e adiantou que “a secundária da Portela terá obras no valor de praticamente 100 mil euros em 2018. Está mapeada fora dos fundos comunitários.”

Questionada sobre o problema do amianto, Alexandra Leitão afirmou que “em todas as obras do Portugal 2020 que sejam em escolas onde ainda há amianto essa é a prioridade quando aprovamos o projeto. Destas cerca de 130 intervenções que temos previstas fora do Portugal 2020, onde ainda há amianto também é essa a prioridade”.

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Paulo Guinote em Excelente Forma

Só Com Muita Força de Vontade | O Meu Quintal

Et Tu, Bárbara? | O Meu Quintal

E Pá, Faz-te à Vida e Deixa-te de Queixinhas da Treta | O Meu Quintal

PS/Bloco – Uma Aliança Para Acabar de Vez com a Educação Pública | O Meu Quintal

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Especialista em Direito Administrativo Defende o Reconhecimento de Tempo Anterior à Profissionalização

Educação – Professor de Coimbra dá razão aos professores sobre contagem do tempo

Licínio Lopes Martins, da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, defende o reconhecimento de tempo anterior à profissionalização. Se a Procuradoria-Geral da República concordar, encargos do governo vão crescer

O tempo de serviço de um professor deve contar a partir do momento em que começou a dar aulas ou só quando conquistou o estatuto legal de “pessoal docente”? Esta é a questão que mais tem dividido sindicatos e Ministério da Educação nas negociações entre as partes. Até porque tem implicações no tipo de progressão – e reposicionamento salarial – a que estes trabalhadores, a maior força laboral da Administração Pública, superando os 100 mil, podem aspirar na sequência do descongelamento das carreiras. Agora, um especialista em Direito Administrativo de Coimbra vem dar vantagem aos docentes nesta discussão.

As partes, recorde-se, já tinham acordado pedir à Procuradoria–Geral da República (PGR) para “desempatar” esta divergência. Mas entretanto os sindicatos decidiram antecipar-se, pedindo um parecer jurídico a um professor de Coimbra, Licínio Lopes Martins, cuja leitura se inclina claramente para a posição dos professores. Ou seja: que todo o trabalho desempenhado em “funções docentes” nas escolas públicas deve ser considerado, independentemente do estatuto formal de que o trabalhador gozava. O texto será agora anexo ao processo nas mãos da PGR.

A confirmar-se esta leitura, o Ministério da Educação terá de refazer as contas que preparou em relação ao impacto do descongelamento e reposição dos professores da carreira, porque muitos deles chegarão mais longe do que a tutela programava. Há até um lote inteiro de professores – do recém-criado grupo de recrutamento de Língua Gestual Portuguesa (LGP) – para o qual a decisão fará toda a diferença: ou não lhes é reconhecido qualquer tempode serviço ou, em alguns casos, são contabilizadas perto de duas décadas de carreira.

A divergência entre as partes centra-se no nº3 do artigo 36.º do Estatuto da Carreira Docente (ECD), no qual é referido que “o ingresso na carreira dos docentes portadores de habilitação profissional adequada faz-se no escalão da categoria de professor correspondente ao tempo de serviço prestado em funções docentes e classificado com a menção qualitativa mínima de Bom, independentemente do título jurídico da relação de trabalho subordinado, de acordo com os critérios gerais de progressão”.

À partida, o artigo parece apontar no sentido da interpretação feitas pelos sindicatos. Mas há uma questão que torna a leitura mais complexa. O ponto em causa refere-se a docentes “portadores de habilitação profissional”. E nem todos os docentes que começaram a carreira tinham esta habilitação, porque nem todos os cursos a conferiam. Estes professores fizeram a chamada “profissionalização em serviço”. Ou seja: obtiveram essa habilitação para lecionar ao mesmo tempo que davam aulas.

A solução encontrada, no passado, foi contar o tempo anterior à profissionalização pela metade. Ou seja: a cada quatro anos, eram registados dois para a progressão. Mas agora, baseando-se na sua interpretação do diploma, o Ministério defende que a contagem só deve começar a partir da profissionalização. Já o jurista de Coimbra defende, por outro lado, que se o atual quadro jurídico introduz alguma mudança é no sentido de uma aplicação da lei “mais favorável” aos docentes.

O que diz a este respeito Licínio Lopes Martins – socorrendo-se não só do ECD e da própria Lei do Orçamento do Estado mas de outros diplomas, nomeadamente a Constituição no que respeita aos funcionários públicos – é que, independentemente da categoria que lhes era atribuída pela lei, todas as funções docentes cumpridas por estes professores devem ser consideradas. Por outras palavras: se foram colocados nas escolas a dar aulas e a cumprir e aplicar um programa, eram professores. E esse tempo conta para as suas carreiras. Mesmo que esse ingresso na carreira tenha acontecido durante o período de mais de nove anos em que estas estiveram congeladas.

Para o professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, “impõe-se que, para efeitos de reposicionamento no escalão correspondente e de valorização remuneratória, previstos no artigo 18.º da Lei do Orçamento de Estado para 2018, é, constitucional e legalmente devida, a contagem do tempo de serviço prestado em funções docentes, pelo pessoal docente quando ainda na qualidade de «agente administrativo» não profissionalizado, e independentemente do título jurídico da relação de trabalho subordinado”.

Questionado pelo DN, o Ministério da Educação não quis comentar os méritos ou implicações desta leitura, lembrando que existe um consenso entre as partes em relação à forma como será decidido este diferendo: “Como é do conhecimento, o Ministério da Educação aceitou a proposta das estruturas sindicais de submeter este assunto a parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República, pelo que aguardará por esse parecer”, disse ao DN o gabinete do ministro Tiago Brandão Rodrigues.

Ainda assim, pelo menos na perspetiva dos sindicatos, a concordância deste académico, com obras publicadas sobre temas que vão das obras públicas às instituições de solidariedade social, não pode deixar de ser considerado um bom prenúncio para as suas aspirações.

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Especial Rankings

Desmantelar a avaliação prestaria um péssimo serviço ao ensino – Observador – Nuno Crato – 13/2/2018, 6:51 – Só uma flexibilização inimiga da exigência pode querer destruir a avaliação externa com exames. E desmantelar a avaliação independente seria desonrar um esforço de décadas para melhorar o ensino.

 

Opinião. A escola e a norma do mercado – António Guerreiro – A escola e a norma do mercado

 

Rankings com gente dentro –  Inês Cardoso – 05 Fevereiro 2018 às 00:08

 

Opinião. A propósito das futriquices à volta do “ranking” dos exames – Filinto Lima – A quem interessa a sobrevalorização dos resultados dos exames nacionais? 6 de Fevereiro de 2018, 6:12

 

Expresso | Rankings enganadores – Daniel Oliveira – Os rankings mentem. Mentem porque, escondendo as diferenças socioculturais dos alunos de cada escola comparam o incomparável premiando quem já tem quase todo o trabalho feito, escolhem os alunos mais fáceis e e muitas vezes até são menos exigentes

 

Opinião. “Está lá? Pode-me dizer qual é o “ranking” da escola?” – David Rodrigues – Será que o ranking da escola seria diferente se, em lugar do telefonema a perguntar qual a posição da escola, a pergunta fosse como é se pode colaborar nas atividades da escola?

 

Opinião. Os rankings escolares são como as omeletes – Alexandre Henriques – Os rankings estão a mais, prejudicam a escola, uma escola que é de todos e devia ser defendida por todos. 3 de Fevereiro de 2018, 9:45

 

Há quase duas décadas a comparar batatas com cebolas… – Renascença – Luís António Santos – Quase duas décadas de apelo a uma competição bacoca num aspeto singular da vida de uma escola mudou a Educação em Portugal. Temos agora – com a ajuda adicional de uma gestão atroz da pasta durante os quatro anos de Nuno Crato – um sistema orientado (desde o Ensino Básico) para a obtenção de resultados em provas nalgumas áreas apenas.

 

Expresso | “Os rankings agravam o fosso entre as escolas” – Em entrevista ao Expresso, Carlinda Leite, investigadora sénior no Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Universidade do Porto, defende que a publicação de rankings com base nas notas dos exames nacionais tem aumentado a desigualdade entre as escolas e gerado o desânimo entre muitos professores.

 

Educação. Exames agravam desigualdades entre alunos e alimentam mercado das explicações – Estudo conclui que exames nacionais acentuam as desigualdades sociais. São os estudantes das escolas mais bem posicionadas nos rankings que mais procuram centros de explicações. Noutros países, diz, não acontece porque as famílias acreditam na qualidade do ensino. Liliana Borges 30 de Janeiro de 2018, 17:07.

 

Ranking do secundário 2017. Públicas são as que mais contribuem para o sucesso dos alunos – Renascença – 03 fev, 2018 – 00:00 • Fátima Casanova , Rui Barros – Quando se olha para as escolas que mais contribuem para o sucesso dos alunos, as escolas públicas chegam ao topo, num ranking que mostra que nem sempre é a média dos exames que mais importa.

 

Rankings. Públicas com melhores resultados tiveram obras da Parque Escolar – Ana Petronilho 03/02/2018 17:59 – 65% das 20 escolas públicas com médias mais altas nos exames foram requalificadas. Especialistas apontam condições dos edifícios e transferência dos alunos do privado para a pública como razões da melhoria dos resultados.

 

Ranking das Escolas: Comparar o incomparável? – JPN – Por Sofia de Brito, Maria Campos 21:28 5 de Fevereiro, 2018 – O ranking das escolas 2017 foi divulgado no último sábado. O JPN esteve à conversa com três personalidades ligadas à área da educação com uma visão comum: rankings não espelham o trabalho desenvolvido nas escolas.

 

Reportagem. O segredo do sucesso está dentro da biblioteca – A Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca está no top 5 das que no secundário mais se distinguem no “ranking alternativo”. A leitura é aposta central do seu projecto educativo. Samuel Silva 3 de Fevereiro de 2018, 0:02

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Paulo Guinote – O Remate Final

NO Meu Quintal.

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E a Casa Veio Abaixo

(Fonte: BLITZ – Metallica tocaram “A Minha Casinha” dos Xutos & Pontapés numa dedicatória a Zé Pedro. Veja os vídeos que se tornaram virais)

 

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A Témis “Ceguinha”

Lex and drugs and rock and roll – João Quadros – Jornal de Negócios

Coincidências do Escafandro | O Meu Quintal

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Monção: Alunos do 12º ensinam crianças do 4º ano a fazer experiências de Química e Física – O Banco Local de Voluntariado de Monção lançou o desafio e sete alunos do 12.º ano do Agrupamento de Escolas de Monção responderam afirmativamente ao repto. Desta forma, nasceu a Fábrica de Experiências, programa de voluntariado que tem como objetivo fazer crescer o bichinho da química e física junto das crianças monçanenses.

 

Não há ajuda para famílias com problemas? Guia para “fugir” à SuperNanny – Observador – Nas redes pública e privada há várias respostas para pais em apuros, desde consultas a acompanhamento familiar gratuito. De norte a sul do país, este é um guia para “fugir” à SuperNanny.

 

Educação. Já há guiões sobre questões de género nas aulas de todos os ciclos – CIG publica quinto Guião de Educação, dirigido ao ensino secundário, para ajudar os professores a ensinar com uma perspectiva de género. Aos docentes de oito disciplinas pede-se que sublinhem o contributo de mulheres para cada uma das áreas.

 

Educação. Escolas sem pessoal qualificado para aplicar novo plano contabilístico – Auditoria do Tribunal de Contas dá conta de erros na contabilização de receitas e despesas e diz que mais de 90% das escolas ainda optam pelo regime simplificado.

 

Tribunal de Contas quer contabilistas nas escolas

 

Educação. Governo afasta delegados do Alentejo e Algarve – Processos disciplinares por comportamento indevido e por uso indevido de viatura vão levar à saída do dirigente do Algarve. Atraso na contratação de auxiliares dita a exoneração do delegado do Alentejo

 

Eles hoje aprendem de maneira diferente… Ah é?! – Observador – Os estudos mostram que “a presença ubíqua da tecnologia entre os jovens não lhes traz como resultado uma melhoria na coleta de informação, na procura de informação nem nas capacidades de avaliação”.

 

TIC: mitos, desafios, passado e futuro » Educare – O Portal de Educação – António Dias de Figueiredo, professor catedrático, investigador na área das TIC na aprendizagem, avisa que as escolas estão a produzir mais seguidores do que líderes, mais imitadores do que criadores, mais ouvintes do que concretizadores. E que há ideias feitas e metodologias que chocam com o mundo de hoje.

 

Ministro da Educação diz que foram lançados os alicerces para um espaço europeu de educação » Educare – O Portal de Educação

 

Município promove a prática de minigolfe na educação pré-escolar

 

Município de Penacova faz Gala de Mérito Escolar – Notícias de Coimbra

 

CDS pede explicações sobre falta de professor de Inglês na Secundária Manuel Cargaleiro, no Seixal

 

Lisboa: Escola fechada devido a praga de ratos reavaliada segunda-feira – Atualidade – SAPO 24 – A situação da Escola Secundária do Restelo, fechada desde quinta-feira devido a uma praga de ratos, vai ser reavaliada na segunda-feira, depois de uma desratização que ainda decorre hoje, disse o vereador da Educação da Câmara de Lisboa.

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Porque a Memória é Curta para Muitos

Opinião. A Memoshoá, um projecto pioneiro

(…) É pois sobre Portugal que irei falar nesta crónica: não sobre os refugiados do nazismo, nem sobre a política de Salazar, mas mais simplesmente a propósito um projecto português que tem hoje dez anos de vida. O seu nome é Associação Memória e Ensino do Holocausto – Memoshoá e foi fundado no seguimento de um seminário de formação em 2008 de perto de 30 professores portugueses na Escola Internacional do Yad Vashem, Instituto Nacional para a Memória e Educação do Holocausto em Jerusalém. Desde então esta formação tem lugar regularmente todos os anos, tendo abrangido até hoje uma média de 200 professores do ensino básico e secundário, de todo o território nacional e de todas as áreas de ensino, com especial incidência na disciplina de História.(…)

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José Morgado – Opinião – Supernanny: Educação Familiar, Comportamento e Escola

Opinião. Supernanny: Educação familiar, comportamento e escola

(…) Alguma investigação sobre o que se designa por “estilos parentais”, o padrão de acção educativa dos pais, demonstra resultados no mesmo sentido, um estilo excessivamente autoritário parece estar associado a comportamentos desajustados dos filhos, mas é importante sublinhar que também demonstra que pais muito permissivos, mesmo quando procuram estabelecer laços afectivos fortes, podem ter nos comportamentos dos filhos um efeito da mesma natureza que a acção de pais muito autoritários ou, para usar a expressão do estudo, que exercem uma “parentalidade severa”. Dito de outra forma, a permissividade excessiva é tão problemática como o autoritarismo, não confundir com autoridade.

Neste cenário, o que se procura criar na acção junto dos pais é um exercício de parentalidade com afecto, evidentemente, mas com regras e limites que são um bem de primeira necessidade para o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes. Esta forma de funcionar é referida também por “estilo autoritativo”

A questão do meu ponto de vista que se pode colocar é: por que razões se verificam em tantas famílias fragilidades na mobilização desta parentalidade “autoritativa” em que se combina de forma adequada o afecto e a definição de regras e limites que conferem segurança e autonomia às crianças e adolescentes?

É ainda importante referir que esta fragilidade não afecta só famílias “problemáticas”, “disfuncionais” ou outra qualquer “condição” de risco. Muitas famílias com pais interessados, motivados, sentem dificuldade neste exercício. A experiência mostra-me que algumas das razões podem estar associadas aos estilos de vida e ao tempo disponível para os miúdos, a alteração de valores em que estamos envolvidos e todo o universo de estímulos e experiências em que as crianças e adultos estão envolvidos.

Não é, pois, estranho que algumas crianças, logo desde novas, cheguem à escola “desreguladas”, com baixa percepção de regras e limites e de formas adequadas de relação social. (…)

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A Municipalização da Educação pelo Concelho de Cascais

“A Câmara de Cascais está a entrar em força na gestão dos Agrupamentos do Concelho. Fala-se em acabar com o de Alcabideche e integrá-lo na IBN Mucana e em relação ao de Alvide fazer um mega agrupamento integrando o pré-escolar e o 1.º ciclo na Básica e Secundária”

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Com o Cristo e Com o Bolaños Não se Aprende Nada

“Ensaios” Com o Rabo de Fora | O Meu Quintal

Tive Dificuldade em Arranjar Título Para Este Post | O Meu Quintal

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

SuperNanny, uma boa desculpa para falarmos de educação parental? – A polémica gerada pelo novo programa da SIC pôs o país a discutir o interesse supremo da criança e os limites da exposição pública dos menores. E porque não falar abertamente sobre o árduo trabalho emocional que a parentalidade exige?

 

Bloco quer que o Governo faça “pressão” para tirar “Supernanny” do ar – ZAP – A SIC finca o pé e pretende manter “Supernanny” no ar, apesar da onda de críticas em torno do programa. O caso já chegou à política com o Bloco de Esquerda a pedir ao Governo para fazer “pressão” para a suspensão do formato.

 

Expresso | Incentivos monetários podem estimular a prestação escolar de alunos americanos – O que pode influenciar os resultados de testes realizados por estudantes de 15 anos na área da ciência, da matemática e na compreensão escrita e de leitura? Ao contrário do que se pode pensar, a resposta pode não estar tanto nas capacidades dos alunos mas sim na motivação

 

Educação. Sindicatos de professores de novo unidos em protesto contra o Governo – Dez estruturas sindicais, entre as quais se contam a Fenprof e a FNE, exortaram o Governo a cumprir compromissos. Lusa 17 de Janeiro de 2018, 20:51

 

Sindicatos de professores exigem respeito | AbrilAbril – Da reunião dos sindicatos da Educação, realizada esta quarta-feira, saiu o aviso ao Governo de que «ou honra os compromissos» assinados em Novembro, ou os professores entram em luta. Ainda esta semana será solicitada audiência ao primeiro-ministro.

 

Segurança. Especialista desmente efeitos cancerígenos de novo material usado nas escolas – Poliuretano não é considerado cancerígeno pela Organização Mundial de Saúde, apesar dos alertas que são feitos pela Quercus, afirma responsável pelo Programa Nacional para as Doenças Oncológicas da Direcção-Geral da Saúde.

 

Governo desbloqueia 70 mil euros para escola secundária de Évora – País – RTP Notícias – O Governo vai disponibilizar uma verba de 70 mil euros para “resolver os problemas que existem na Escola Secundária André de Gouveia, em Évora, que esta quarta-feira não abriu por falta de condições, anunciou o ministro da Educação.

 

Diário As Beiras – Opinião: Para quando a reabilitação da Escola Secundária José Falcão? – Vai longa a luta, muito justa, de professores, pais, alunos e cidadãos de Coimbra pela urgente requalificação da “José Falcão”. Um passo importante foi dado no Parlamento com a aprovação unânime de projectos de resolução, apresentados por vários partidos, instando o governo a proceder à urgente requalificação do edifício do antigo Liceu D. João III, actual Escola Secundária José Falcão.

 

CDS-PP acusa Governo de “estalinização da comunicação”, ministro desvaloriza “ruído” – Atualidade – SAPO 24 – A deputada do CDS-PP Cecília Meireles acusou hoje o Governo de “estalinização da comunicação” quanto aos dados disponíveis sobre os ‘rankings’ das escolas, enquanto o ministro da Educação desvalorizou aquele “ruído”.

 

Economia – Deputado do PSD pede ao Governo início das obras em escola de Marco de Canaveses – O deputado do PSD Luís Vales entregou hoje no parlamento um projeto de resolução a recomendar ao Governo o início das obras de reparação na Escola Secundária de Alpendurada, Marco de Canaveses.

 

Solidariedade escolar ajuda 12 famílias – Durante o mês de Dezembro, a Escola Básica e Secundária da Calheta levou a cabo diversas actividades solidárias, nomeadamente a promoção de uma feira solidária realizada por ocasião do dia do 36.º aniversário da instituição, promoveu também uma campanha de solidariedade, que vai já na sua oitava edição, e organizou a IV Caminhada Solidária. Associou-se ainda à campanha do Banco Alimentar Contra a Fome – Madeira.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Os mitos educativos que estão a deixar as crianças viciadas em tecnologia – Observador – Há mitos na educação que a ciência rejeita e que ajudam a propagar o vício precoce nas tecnologias digitais. Não, a criança não precisa de smartphones para estimular a sua “inteligência ilimitada”.

 

Autonomia das escolas: ficção ou realidade? » Educare – O Portal de Educação – Em Portugal, as escolas não têm autonomia para gerir professores, os currículos estão essencialmente nas mãos do poder central, os resultados dos testes comandam a organização escolar. Mas não é nas escolas com mais autonomia que as notas dos alunos são melhores.

 

Material que substitui amianto nas escolas “é tóxico e altamente inflamável” – País – RTP Notícias – Materiais mais económicos, muitas vezes inflamáveis e menos duráveis estão a comprometer a segurança dos edifícios, nomeadamente das escolas. O alerta é da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, que diz que as coberturas de amianto existentes nos estabelecimentos de ensino estão a ser substituídas por material “altamente inflamável” e até cancerígeno. O ministro da Educação já veio dizer que os regulamentos em vigor estão a ser respeitados.

 

Material substituto de amianto nas escolas é inflamável e cancerígeno > TVI24

 

CDS denuncia “publicidade enganosa”, ministro diz que educação está “bem melhor” – Atualidade – SAPO 24 – A deputada do CDS-PP Ana Rita Bessa confrontou hoje o Ministro da Educação com problemas quotidianos de falta de condições nas escolas e acusou o Governo do PS de “publicidade enganosa” quanto ao sucesso escolar.

 

Educação. CNE vai estudar escolas resilientes para recolher exemplos de boas práticas – Estudo deverá estar pronto dentro de dois anos, disse a presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Emília Brederode Santos.

 

Educação. “Os alunos têm mais a dizer do que as pessoas pensam” – No “Dia do Perfil do Aluno”, o Agrupamento de Escolas de Caneças vai pôr os estudantes mais velhos a falar com os mais novos sobre estratégias para melhorar as aprendizagens. Uma iniciativa para se juntar às que rompem a rotina, numa das escolas que está a testar a flexibilidade curricular.

 

Uma escola que quebrou as rotinas – No Agrupamento de Escolas de Rio Tinto, no Porto, há já algum tempo que as rotinas foram alteradas. Os alunos são motivados a procurar conhecimento além do científico e a trabalhar em grupo.

 

Cantanhede: ″Dia do Perfil″ responde a uma necessidade social – No Agrupamento de Escolas de Cantanhede, o dia do perfil vai estender-se por duas semanas.

 

Câmara de Évora culpa Governo de protelar solução para escola que fechou > TVI24 – Autarquia diz-se disponível para encontrar solução “equilibrada entre aquilo que são as responsabilidades do Governo e as da câmara”. Secundária André de Gouveia está fechada, sem aulas

 

Câmara de Évora disponível para solução que permita obras em escola hoje sem aulas – País – RTP Notícias – O autarca de Évora, Carlos Pinto de Sá, manifestou disponibilidade para encontrar soluções com o Governo que permitam a realização de obras na Escola Secundária André de Gouveia (ESAG), hoje sem aulas por inexistência de “condições mínimas”.

 

Refeições escolares: “As crianças passam fome” – Portugal – SÁBADO – A Associação de Pais da Escola Básica do Parque das Nações apresentou um relatório sobre a má qualidade das refeições à Câmara de Lisboa. A autarquia reconhece o problema

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Professores de Língua Gestual recusam tempo de serviço a zeros

Professores lesados em concurso montam vigília em frente a Belém – Observador

Fenprof chama todos os sindicatos a discutir luta conjunta – Atualidade – SAPO 24

Educação. Fenprof apela a todos os sindicatos de professores para luta conjunta

Nacional – SIPE disponível para luta conjunta com restantes sindicatos de professores

Não há renovação à vista, profissão continuará envelhecida » Educare – O Portal de Educação

O mapa educativo do país não é todo igual » Educare – O Portal de Educação

Opinião. Mais respeito pela Educação!

Educação. ASAE instaura processos a 23 escolas por falta de condições nas cantinas

Educação – Nova prova de Matemática do 12.º ano é uma das incógnitas de 2018 na Educação

Sindicato dos Jornalistas quer alunos mais conscientes do que é Informação

Educação. Pais saúdam cheque-livro e liberdade de escolha na compra de manuais

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Governo Dá Com Uma Mão e Tira Com a Outra

Governo dá com uma mão e tira com a outra

Os professores estão de cabelos em pé. Esta semana, o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues enviou às escolas orientações para que não fosse contabilizado o tempo de serviço que os professores viram congelado. Isto enquanto estão em curso as negociações entre o Ministério da Educação e os sindicatos, precisamente para as regras da contabilização do tempo de serviço congelado para efeitos de progressão na carreira e respetivos acertos salariais.

Em causa estão nove anos, quatro meses e dois dias durante os quais a carreira dos docentes do básico e secundário esteve congelada – entre 31 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2007 e desde 1 de janeiro de 2011 até 31 de dezembro de 2017. Na nota lê-se que «no dia 1 de janeiro de 2018 é retomada a contagem do tempo de serviço para progressão na carreira» e que «continuam a ser descontados os períodos compreendidos entre 30.08.2005 e 31.12.2007 e de 01.01.2011 e 31.12.2017».

Esta orientação do Ministério da Educação – que chegou às escolas através de uma nota informativa da Direção Geral da Administração Escolar (DGAE), com data de 9 de janeiro – está a gerar mal-estar entre os professores que pelos corredores comentam que a decisão está tomada e que as negociações com os sindicatos foram apenas uma estratégia usada pelo Governo para conseguir aprovar o Orçamento do Estado no Parlamento, relatam ao SOL vários docentes.

Na generalidade, os professores estão «irritados» com a nota da DGAE e acreditam que «realmente não vale a pena andarmos a fazer grandes negociações porque a decisão já está tomada», diz ao SOL Paulo Guinote.

Também os representantes dos diretores dizem ao SOL que o sentimento geral que se vive entre os corredores e nas conversas que decorrem nas salas de professores é a indignação.

«Todo o tempo de serviço que esteve congelado tem que ser contabilizado», avisou Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE). Isto porque, sustenta, «esse tempo existiu e os professores trabalharam durante esse tempo» sendo por isso, «uma questão de bom senso».

Manuel Pereira avisa ainda que «é importante que o Ministério perceba que é altura de enviar sinais positivos para dentro da escola, para uma classe que tem sido muito maltratada nos últimos anos por muitas e variadas razões».

Opinião partilhada pelo presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, que frisa que «todos os professores estão preocupados e os sindicatos devem estar muito preocupados», frisando que «o Ministério da Educação vai ter que ceder em relação a esta situação» tendo em conta que «os professores já fizeram um grande sacrifício».

Também entre os principais blogues e grupos de Facebook dos professores consultados pelo SOL são vários os comentários de descontentamento feitos pelos docentes.

Apesar do alerta dos professores, tanto a FNE como a Fenprof lembram ao SOL que a negociação sobre as regras do descongelamento ainda estão em curso – estando marcada uma reunião para dia 24 de janeiro – e que esta circular serve apenas como orientação às escolas para processarem salários.

«Esta circular está escrita indevidamente no sentido em que está a criar nas pessoas uma insegurança e instabilidade que não deveria criar. Poderia dizer o mesmo de outra forma não pondo em causa aquilo que é a negociação e a consideração do tempo de serviço congelado», frisa o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva.

Questinado pelo SOL sobre a circular da DGAE, o Ministério da Educação diz que «as orientações são precisamente para que as escolas saibam o que fazer enquanto o processo negocial decorre» e que «se houver correções a fazer, isso está contemplado».

(…)

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Já temos tudo pronto! Ninguém vai progredir!

Por aqui no Projeto ( Blog ) de Assistente Técnico da Administração Pública – Assistente Administração Escolar.

O Mundo é pequeno.

Guardem o link nos favoritos.

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As Webinares da DGE nO Meu Quintal

Um Modelo de “Boas Práticas” Para 2018 | O Meu Quintal

Agora Percebe-se Aquela Conversa Sobre o “Velho Paradigma” | O Meu Quintal

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Os Detalhes da Propaganda Negocial

Os Detalhes da Propaganda Negocial – 1 | O Meu Quintal

Os Detalhes da Propaganda Negocial – 2 | O Meu Quintal

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O Quê? Não Pode! Mas Então Aquele Provedor Não Dizia Aquilo Que Coiso, O Discurso Contra os Professores Tinha “Larga Ressonância” na Sociedade?

Por aqui nO Meu Quintal.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Aprendizagem ao longo da vida abrange mais 1 milhão de adultos do que há 10 anos » Educare – O Portal de Educação
Portugal é país da UE com maior aumento de adultos a falar línguas estrangeiras » Educare – O Portal de Educação
Madeira conta tempo congelado a docentes – Correio da Manhã
Será dada “alguma relevância” ao tempo de serviço congelado dos professores – Correio da Manhã
Professores: tempo de serviço congelado terá “alguma relevância” > TVI24
Ministro envia carta aos professores antecipando negociações – ECO
Educação. Concursos de professores: mudanças em análise na comissão parlamentar de educação
Educação. Flexibilidade curricular: os maiores receios estão no 10.º ano
Educação. A flexibilidade curricular “está só a começar”. Mas já se lhe começam a conhecer méritos e defeitos
Educação – Auxiliares prometidos pelo governo chegam a conta-gotas
Tiago Brandão Rodrigues: Governo tem políticas para contrariar problemas na educação

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O Regime em Todo o seu Esplendor

NO Meu Quintal.

A ler também:

Serão raríssimas estas situações? – O Ribatejo

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O voluntariado, nestas condições, não terá futuro. Primeiro porque será cada vez mais difícil que as boas vontades desinteressadas, se sujeitem a um estatuto de potencial arguido em função de atos de gestão, muitas vezes dependentes de terceiros não controláveis; segundo porque, também cada vez mais, haverá candidatos a certos lugares de responsabilidade nestas organizações, que nada terão a ver com puro voluntariado ou com filantropia, mas apenas como janelas de oportunidade para tratar das suas vidinhas.

Por tudo isto, não tenho dúvidas que, num futuro próximo, a gestão destas IPSS terá que ser profissionalizada e da total supervisão do Estado. Com gestores nomeados e com salário adequado às responsabilidades e dimensão de cada instituição, mas responsabilizados e, então sim, sujeitos à obrigatoriedade da boa gestão dos dinheiros públicos e às consequências legais do seu incumprimento.

O caso da Raríssimas é apenas um de entre outros possíveis num vasto universo de milhares de instituições pagas por todos os contribuintes, não só através dos impostos, mas também através de subsídios e peditórios regulares, aparentemente controlados e de boa índole filantrópica. O risco de gente como aquela presidente se colocar à frente de instituições prestigiadas e de interesse público inquestionável, é uma realidade cada vez mais provável.

A existência e manutenção deste tipo de IPSS é uma questão política que um dia terá que ser discutida e reformulada.

PS:

Secretário de Estado confrontado com caso amoroso com presidente da Raríssimas

12.12.2017 21:59 por Alexandra Pedro 240
TVI mostrou alegada fotografia comprometedora de Manuel Delgado com Paula Brito e Costa no Rio de Janeiro, Brasil.
(…)

As contradições e os esquecimentos de Manuel Delgado no caso da Raríssimas

Em entrevista à TVI, secretário de Estado da Saúde demissionário, que foi consultor da instituição, é confrontado com documentos novos que o puseram em xeque e acabaram por levar a que se demitisse do Governo. Manuel Delgado vê desmentidas as afirmações de que nunca interferiu na gestão ou teve conhecimento das dificuldades da Raríssimas e diz mesmo que não acha imoral ter sido pago com subsídios do Estado, desviados dos apoios dados a crianças com doenças raras. O ex-governante foi ainda confrontado com uma relação pessoal com a presidente da Raríssimas, com quem viajou várias vezes

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