Category: Livresco

10 mil Já Assinaram! E tu?

Meio Caminho | O Meu Quintal

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“E é esta gente que toma decisões sobre a nossa vida profissional e pessoal?”

Lamento, Paulo, é.

Somos desgovernados por calhaus com olhos.

E Que Tal Um Exemplo Gritante Da Incúria, Desleixo, Incompetência e Desrespeito No Funcionamento da DGAE, Com Despacho em Conformidade da SE Leitão? | O Meu Quintal

 

E os professores não abrem a pestana. Enfim…

Cada vez mais tenho mais vergonha de ser professor. Somos uma cambada de tansos que nem para defender os próprios interesses se mexem!

Já agora não assinem. Não divulguem.

Ou andam a trabalhar para os alfinetes?

Vamos em 9688 assinaturas: 9.000 Assinaturas – A Caminho das 10.000 » Blog DeAr Lindo

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9.000 Assinaturas – A Caminho das 10.000

É continuar a divulgar por e-mail para os nossos contactos.

Imprimam e afixem nas escolas.

Tirem cópias e façam a respectiva distribuição na sala de professores.

Acesso directo para quem já fez registo no site da AR aqui:

Iniciativa legislativa | Consideração integral do tempo de serviço docente prestado durante as suspensões de contagem anteriores a 2018, para efeitos de progressão e valorização remuneratória

Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

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8269 Assinaturas – É Continuar a Divulgar

Iniciativa Legislativa de Cidadãos para recuperar Todo o Tempo de Serviço Docente

Pedimos a todos os professores, restante comunidade educativa, familiares e amigos, que subscrevam esta iniciativa.

As instruções sobre como o fazer estão disponíveis nos links abaixo.

Divulguem pelos Vossos contactos.

Afixem na sala de professores.

Precisamos de 20.000 assinaturas!

 

No blog Com Regras:

http://www.comregras.com/iniciativa-legislativa-de-cidadaos-para-recuperar-todo-o-tempo-de-servico-docente/

No blog O Meu Quintal:

https://guinote.wordpress.com/2018/04/16/iniciativa-legislativa-de-cidadaos-para-recuperar-todo-o-tempo-de-servico-docente/

No blog DeAr Lindo:

https://www.arlindovsky.net/2018/04/6333-a-caminho-das-10-000-assinaturas/

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/ILC-final-1.pdf”]

 

 

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7520 Assinaturas – A Caminho das 10000

Iniciativa Legislativa de Cidadãos para recuperar Todo o Tempo de Serviço Docente

Pedimos a todos os professores, restante comunidade educativa, familiares e amigos, que subscrevam esta iniciativa.

As instruções sobre como o fazer estão disponíveis nos links abaixo.

Segue em anexo o cartaz de divulgação da iniciativa.

Divulguem pelos Vossos contactos.

Afixem na sala de professores.

Precisamos de 20.000 assinaturas!

No blog Com Regras:

http://www.comregras.com/iniciativa-legislativa-de-cidadaos-para-recuperar-todo-o-tempo-de-servico-docente/

 

No blog O Meu Quintal:

https://guinote.wordpress.com/2018/04/16/iniciativa-legislativa-de-cidadaos-para-recuperar-todo-o-tempo-de-servico-docente/

 

No blog DeAr Lindo:

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[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/ILC-final.pdf”]

 

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7.000 Assinaturas – A Caminho das 10.000 (actualizado)

É continuar a divulgar por e-mail para os nossos contactos.

Imprimam e afixem nas escolas.

Tirem cópias e façam a respectiva distribuição na sala de professores.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/04/ILC-final.pdf”]

 

Acesso directo para quem já fez registo no site da AR aqui:

Iniciativa legislativa | Consideração integral do tempo de serviço docente prestado durante as suspensões de contagem anteriores a 2018, para efeitos de progressão e valorização remuneratória

Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Música – Professores de música preocupados com falta de vigilantes para provas de aferição – AVE admite falta de docentes com formação para a vigilância mas promete recorrer a docentes do 1.º ciclo, secundário e conservatórios. Associação de Educação Musical defende que não existem em número suficiente
Nacional – Quatro organizações rejeitam ″processo de municipalização da Educação″ – Organizações representativas de pais, professores, dirigentes escolares e trabalhadores não docentes rejeitaram hoje, em Viseu, o que chamam de “processo de municipalização da Educação”, por considerarem que será “muito negativo” para a escola pública.
Trás-os-Montes vai investir seis milhões na área da educação para fixar população | Desertificação | PÚBLICO – Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes vai investir cerca de seis milhões de euros na educação, num território onde o insucesso e o abandono escolar ainda apresentam números acima da média nacional, anunciou nesta segunda-feira aquela entidade.
Atividades de enriquecimento escolar. Escolas “não estão preparadas” – Renascença – Os pais e encarregados de educação que formam a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) consideram que a maioria das escolas não tem condições para dar mais horas de expressões física e artísticas aos alunos. “A intenção [do Governo] é boa, mas haverá muito a fazer nas escolas para garantir estas aprendizagens”, afirma Rui Martins, dirigente daquela confederação.
Parada no tempo e cheia de problemas, Escola Secundária do Lumiar está em “situação limite” • O Corvo – Na única escola secundária da freguesia do Lumiar, a mais populosa de Lisboa, há água a cair do tecto na cozinha e nas salas de aula. Numa delas, até chove “como na rua”. Os chafarizes não funcionam, o mobiliário exterior está partido e, por vezes, vêem-se ratos. A maioria dos estores não fecha e as janelas estão pregadas, dificultando a entrada de luz. No Inverno, há alunos com mantas e cobertores, para suportarem o frio que se sente no equipamento escolar. À semelhança de outras escolas da cidade, esta, com 900 alunos, também tem amianto nos revestimentos. A comissão instaladora da Associação de Pais da Escola Secundária do Lumiar lançou, por isso, uma petição a exigir obras urgentes.
Autarquia requalificou Escola de S. Bento da Batalha (c/vídeo) – Jornal do Ave – Aos problemas de infiltração e pontos de luz necessários, a Câmara Municipal de Santo Tirso respondeu com obras de requalificação. Nove anos depois da última beneficiação, a escola de S. Bento da Batalha foi alvo de nova intervenção, num investimento que rondou os 75 mil euros e que visou a substituição de clarabóias, reabilitação das fachadas do edifício, pintura das paredes exteriores, trabalhos de melhoramento e conservação do interior das salas de aula e biblioteca e reabilitação do campo de jogos.
Acordo desbloqueia obras na escola com piores condições do concelho de Vila Franca de Xira | Educação | PÚBLICO – Câmara e Ministério projectam investimento de 4 milhões. Pais e Junta de Vialonga acham “pouco”

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Professores Contrariam Governo e Dizem que Concurso Trouxe Mais Despesa

Um grupo de professores lesados no último concurso de mobilidade interna, realizado em 2017, defendeu que as alterações às regras introduzidas naquele procedimento se traduziram em acréscimo de despesa, de 56 milhões de euros, e não em poupanças, como defende o Governo.

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Escolas sem Materiais Necessários para Provas de Aferição

A NOTÍCIA CONTINUA AQUI.

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Diário de Notícias – 5320 assinam Iniciativa Legal para que Deputados Decidam Carreiras

 

Correcção: já vamos em 5488 5500 5920 assinaturas.

A NOTÍCIA CONTINUA AQUI.

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Voltámos a 2008?

Para mim, sim.

Não abram a pestana que não é preciso…já não vou em cantigas.

 

Voltámos a 2008? | O Meu Quintal

 

 

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Correio da Manhã – Professores Apresentam Iniciativa para Reaver Tempo Congelado

CONTINUA AQUI.

PS:

Vamos em 5008 assinaturas…

Consideração integral do tempo de serviço docente prestado durante as suspensões de contagem anteriores a 2018, para efeitos de progressão e valorização remuneratória

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A Fenprof Anda Completamente ao Papel

Ao menos não empatem…

Leitura mais que aconselhada:

  1. Tentem Não Atrapalhar, Por Favor! | O Meu Quintal – 18 de Abril

  2. Ainda Bem Que Eu Sou Leigo Em Coisas Jurídicas | O Meu Quintal – 19 de Abril

  3. A Fenprof Reage | O Meu Quintal – 20 de Abril

  4. Ao Cuidado… | O Meu Quintal – 21 de Abril

  5. Comparações | O Meu Quintal – 23 de Abril

  6. A Fenprof Volta a Reagir! | O Meu Quintal – 26 de Abril

  7. A Fenprof Volta a Reagir! 1 – Os “Argumentos” | O Meu Quintal – 26 de Abril

  8. A Fenprof Volta a Reagir! 2 – A Questão “Política”… | O Meu Quintal – 26 de Abril

  9. A Fenprof Volta a Reagir! 3 – O Amuo | O Meu Quintal – 26 de Abril

 

PS:

Vamos em 4764 4900 assinaturas…

Consideração integral do tempo de serviço docente prestado durante as suspensões de contagem anteriores a 2018, para efeitos de progressão e valorização remuneratória

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Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

 

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Fátima Ventura no Jornal de Mafra – Iniciativa Legislativa de Cidadãos I Tempo de Serviço dos Professores

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Docentes pedem à AR que reconheça mestrados e doutoramentos dos contratados » Educare – O Portal de Educação – O Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) quer que os graus obtidos antes da integração na carreira passem a contar para a progressão de escalões, tendo pedido a intervenção dos grupos parlamentares.

Todas as vagas abertas para os concursos de professores terão de ser preenchidas | Educação | PÚBLICO – Ministério da Educação não pode voltar a anular vagas sob pena de ir contra a Lei do Orçamento de Estado. Tutela esclarece que os docentes do ensino particular não poderão concorrer ao concurso para a vinculação extraordinária de professores a contrato.

Educação – Ministério garante que professores de colégios não ocuparão lugares do público – Sindicatos receavam que centenas de docentes do privado entrassem nos concursos, mas o ministro Tiago Brandão Rodrigues garantiu ontem ao DN que estes lugares estão reservados aos professores das escolas do Estado

Ministro da Educação desvaloriza polémica em torno do concurso de professores – Arrancou na passada segunda-feira o concurso de professores para entrar nos quadros e já está envolto uma polémica por causa das regras que os sindicatos consideram ser ilegais. O Ministro da Educação desvaloriza o assunto.

Concurso extraordinário de professores suscita polémica | TVI24

Professores concentram-se na Assembleia Regional contra alterações ao decreto dos concursos esta quarta-feira – O Jornal Económico – A concentração é promovida pelo Sindicato dos Professores da Madeira que teme que estas alterações levem a uma redução drásticas de docentes contratados e à sobrecarga de trabalho dos professores do quadro.

“Políticas educativas da Região promovem emprego docente” – Secretário diz que vai haver 2 zonas, correspondentes à Madeira e Porto SAnto

Expresso | Controlo de moradas nas matrículas escolares vai ser mais apertado

Portugal reduz taxa de abandono escolar e aumenta a de licenciados mas continua aquém das metas para 2020 | Educação | PÚBLICO – No ano passado 12,6% dos jovens entre os 18 e os 24 anos saíram demasiado cedo do sistema de educação e formação. A média da União Europeia foi de 10,6%.

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Pela Imprensa – Iniciativa Legislativa de Cidadãos para Contagem do Tempo de Serviço

Jornal de Negócios  Professores avançam com iniciativa legislativa de cidadãos para contagem do tempo de serviço

A iniciativa foi lançada no dia 17 de Abril, no âmbito das reivindicações relacionadas com o descongelamento das carreiras da administração pública, disse hoje à agência Lusa Luís Braga, professor e um dos promotores, frisando tratar-se de uma acção apartidária.

Qualquer cidadão pode assinar. O registo é feito directamente na página electrónica do parlamento.

Os professores reclamam a contagem de nove anos e quatro meses de serviço e rejeitam que o processo se faça faseadamente ao longo dos próximos anos, conforme foi proposto nas negociações entre o Governo e os sindicatos do sector.

“Está a crescer a um ritmo de uma assinatura a cada minuto ou dois minutos. Vai ser num instantinho”, afirmou Luís Braga, queixando-se das interrupções de serviço verificadas na plataforma da Assembleia da República.

(…)

 

Diário de Notícias MadeiraProjecto lei para recuperar tempo de serviço

Professora ‘madeirense’ integra a comissão representativa

24 Abr 2018 / 02:00 H.

Está em curso uma iniciativa legislativa de cidadãos, a nível nacional, para recuperar todo o tempo de serviço docente. Validada no início da semana passada, a submissão da iniciativa legislativa, publicada na plataforma electrónica da Assembleia da República (AR), contava ontem já com mais de 3.850 assinaturas ‘on-line’. Contudo, são necessárias, no mínimo, a subscrição de 20 mil cidadãos eleitores para que o direito de iniciativa legislativa de cidadãos possa ser exercida através da apresentação à Assembleia da República, do projecto de lei denominado de ‘Iniciativa Legislativa de Cidadãos para recuperar todo o tempo de serviço docente’.

Oito professores compõem a comissão representativa dos cidadãos subscritores. Um desses docentes é Cassilda Coimbra, professora do Ensino Secundário em Santa Cruz. É o único professor a trabalhar na Madeira a integrar esta organização liderada por Alexandre Henriques, autor do blogue ‘ComRegras’, que juntamente com a restante comissão representativa, é responsável por ter produzido o texto da lei que querem levar à discussão no Parlamento, na expectativa de ver este processo legislativo eventualmente aprovado.

(…)

 

PÚBLICO – Professores avançam com iniciativa legislativa de cidadãos para contagem do tempo de serviço

(…)Qualquer cidadão pode assinar. O registo é feito directamente na página eletrónica do Parlamento.

Os professores reclamam a contagem de nove anos e quatro meses de serviço e rejeitam que o processo se faça faseadamente ao longo dos próximos anos, conforme foi proposto nas negociações entre o Governo e os sindicatos do setor.

“Vai ser num instantinho”

“Está a crescer a um ritmo de uma assinatura a cada minuto ou dois minutos. Vai ser num instantinho”, afirmou Luís Braga, queixando-se das interrupções de serviço verificadas na plataforma da Assembleia da República.

“Os nove anos e quatro meses têm de ser contados depressa porque já foram trabalhados. Quando existem propostas para se contarem até 2023, isso significa que vamos perder mais cinco anos”, sublinhou.

A iniciativa legislativa de cidadãos está prevista na lei e permite a grupos de cidadãos eleitores apresentarem projetos de lei e participarem no procedimento legislativo que desencadearem.

(…)

 

Nem de propósito:

Fazemos “like” a partir do sofá, mas ainda saímos às ruas | 25 de Abril de 1974 | PÚBLICO

Há 44 anos, a revolução saía às ruas com uma senha ouvida na rádio. Hoje, elas permanecem palco privilegiado de protestos, mas ganham corpo à boleia do digital. Com vantagens e riscos associados. Como se faz activismo na era da partilha sem se ficar agarrado ao sofá?

Na era pré-Internet, fazer “activismo inconsequente” era modalidade quase exclusiva de quem não resistia a “mandar umas bocas no café”. Depois, o mundo 2.0 instalou-se e transformou a equação: eliminou o café — ou roubou-lhe protagonismo — e tornou possível o nascimento de um “activista de sofá” em qualquer lugar. Haja um telemóvel à mão e a militância pode acontecer: “No sofá, na casa de banho, na sala de espera do dentista. Não temos nada contra. Todo o activismo tem de começar em algum lado e o sofá é dos sítios mais confortáveis.”

(…)

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E o Ministério da Educação da República das Bananas Continua em Força

Ministério não vai substituir listas para a progressão na carreira docente | Educação | PÚBLICO

Fenprof considera que as listas já publicadas não contêm elementos necesários para os candidatos verificarem se existem ou não erros.

O Ministério da Educação não vai aceder ao pedido da Federação Nacional de Professores (Fenprof) para anular e substituir as listas com os candidatos às vagas para progressão aos 5.º e 7.º escalões da carreira docente, que foram publicadas no passado dia 13.

Em resposta ao PÚBLICO, o ministério considera que “não há razão para a substituição”, o que justifica deste modo: “Estas são listas provisórias, com base nos dados fornecidos pelas escolas, e que contêm toda a informação necessária e suficiente para que os docentes directamente interessados possam obter informação quer em relação aos seus dados, quer em relação aos dos demais docentes que integram estas listas. As listas definitivas irão integrar as alterações decorrentes das reclamações decididas favoravelmente.”

Em comunicado divulgado nesta terça-feira, a Fenprof fez saber que enviou o seu pedido à secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, mal foram publicitadas as listas, alertando na altura que nestas não é referido “o factor de ordenação legalmente estabelecido (o tempo de serviço contabilizado em dias prestado pelo docente no escalão), nem os dois factores de desempate previstos (a avaliação de desempenho imediatamente anterior à progressão, apurada quantitativamente até às milésimas, e a idade do docente)”.

(…)

 

Nunca mais deixa as fraldas: SIC Notícias | Ministro nega ilegalidades no concurso extraordinário de professores

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O Boneco Para Quem Ainda Não Percebeu ao que Anda

(…) acho que todos entendem, mesmo fora da classe docente e de forma crescente ao perceber-se que a nossa crise financeira/orçamental foi tudo menos causada por professores pagos “acima da média”, que não se pode apagar quase uma década de serviço efectivamente prestado e em condições progressivamente mais complicadas e exigentes, desde os desmandos da ministra preferida do engenheiro Sócrates ao mais com menos do ministro Crato, não esquecendo estes agora que, com falinhas mansas, já nos verdascaram e agora querem flexibilizar e não pagar nada em troca.

Quem anda pelas escolas percebe – para além do cliché, da queixa recorrente – que a forma como as sucessivas equipas do ME nos têm tratado nos últimos 15 anos só pode resultar de preconceitos demasiado enraízados em mentalidades persecutórias e ansiosas por arranjar quem pague a despesa que outros fizeram e à tripa forra. E não se pense que foram apenas o sócrates&salgado, porque são muitos mais os catrogas, mexias, bavas, ulricos, granadeiros, ferreiras, miras e etc que, arguidos ou não, ganharam de um lado e outro de muitos negócios em que o Estado alienou empresas e funções que nunca deveria ter deixado passar em regime de monopólio ou cartel para grupos privados de qualidade mais do que duvidosa. Observem-se os ctt, até pela proximidade da decadência do serviço prestado.

Portanto, esta é uma causa que vai para além de qualquer questão corporativa (como a dos enfermeiros especialistas que agora teve validação judicial) e que deve merecer o apoio de todos os que – da Direita à Esquerda, sem rédeas artificiais – acham que os abusos do Estado têm acontecido, em primeiro lugar, sobre muitos dos que o servem o melhor que podem e sabem.

Se Fosse Petição, Já Estava | O Meu Quintal

 

PS:

Os professores não abram a pestana que não é preciso. Não se mexam…

Quanto aos jornalistas os mesmos foram culpados por omissão – cegos, surdos e mudos:

O Jornalismo (Quase) Redescoberto | O Meu Quintal

Desta Vez Vi “O Eixo do Mal” Quase Até ao Fim | O Meu Quintal

Concordo – ficamos a conhecer melhor e a cores quem nos desgoverna: Expresso | Presidente do Conselho Deontológico dos Jornalistas considera “legítima” divulgação dos interrogatórios a Sócrates

A ler:

SIC Notícias | Isto não é não jornalismo. Por Ricardo Costa

(…) Quando, no final do ano passado, a acusação deste processo saiu tive necessidade de a ler. São quatro mil páginas, que todos os jornalistas das áreas de política, economia ou nacional deviam obrigatoriamente ler. Felizmente trabalho numa redação onde vários jornalistas se deram ao trabalho de a ler. Os que acompanham a Operação Marquês há anos e anos fizeram-no de forma sistemática e profissional. No fim dessa leitura, decidimos, em conjunto, que se deviam fazer várias reportagens que enquadrassem jornalisticamente o que ali estava, tal é a gravidade e dimensão daquele documento. Podia ser feito de várias maneiras, mas escolhemos três ângulos: as entregas de dinheiro, a casa de Paris e o saco azul do GES. Acho estranho que muitos tenham preferido a não-escolha. Perante o caso judicial mais grave da nossa democracia e a falência bancária que mais dinheiro leva aos contribuintes, reduziram este caso a um assunto judicial. Ora este é um erro gravíssimo, porque este caso é judicial, é político, é financeiro, cruza toda a nossa sociedade. A justiça deve fazer justiça e os jornalistas devem fazer jornalismo. Não dedicar tempo e recursos a este caso é uma omissão jornalística que, na minha opinião, não tem perdão nem justificação. Não dar aos leitores, espectadores ou ouvintes trabalhos de fundo sobre a Operação Marquês é anular o papel dos jornalistas numa democracia. É decretar um intervalo de uma década até que o caso transite em julgado. Nessa altura levantam o cordão sanitário e fazem um ar de espanto com o que esteve sempre à frente dos seus olhos (…)

 

Não estão fartos de sustentar chupistas?

Visão | Rubina Berardo pode ter dado morada errada à Assembleia da República – A deputada do PSD declarou, aos serviços da Assembleia da República, viver na Madeira apesar de residir em Lisboa com o seu agregado familiar e de trabalhar na capital desde 2012

 

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O Site participacao.parlamento.pt Já Funciona?

Ou vai continuar 12, 14, 16 horas por dia em baixo?

É que vocês não enganam ninguém.

 

Podem ficar com as explicações de treta:

A Explicação | O Meu Quintal

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Participacao.parlamento.pt às 08:40 do dia 24-04

TENHAM VERGONHA!

 

Uma pergunta:

O site do Parlamento está protegido contra ataques Ataques DoS (Denial of Service) e DDoS (Distributed DoS)?

 

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Participacao.parlamento.pt Uma Porcaria de Site Em Termos de Funcionamento

Uma porcaria de site que está sempre a ir abaixo?

Que não aguenta meia dúzia de acessos?

Ou é de propósito?

TENHAM VERGONHA!

O espelho da política nacional:

Como diz o nosso colega Paulo Guinote:

(…) Têm a certeza que fizeram a plataforma para funcionar ou é mesmo para testar a paciência dos cidadãos e a resiliência da cidadania? (…)

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Estamos Convidados?

Não disse nada.

Chega de fraldas.

Ministro da Educação em Ermesinde

A convite do Presidente da Câmara Municipal de Valongo, o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, visita na próxima terça-feira, dia 24 de abril, às 15h30, as obras de requalificação da Escola Secundária de Ermesinde. Trata-se de uma obra há muito reivindicada pela comunidade do concelho de Valongo, que nos últimos anos lutou incansavelmente pela renovação deste estabelecimento de ensino frequentado por cerca de 1500 alunos. A empreitada de reformulação e modernização das instalações da Escola Básica e Secundária de Ermesinde – 1ª fase arrancou finalmente no dia 16 de outubro 2017. Esta obra tem o preço contratual de 3.111.232,39€. O investimento é comparticipado em 85% por fundos comunitários, sendo o remanescente financiado pelo Governo (7,5%) e pelo Município de Valongo (outros 7,5%).

Após a visita à escola, pelas 16h30, o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e o Presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, inauguram oficialmente o Centro de Cidadania Digital do Concelho de Valongo. Também localizado em Ermesinde, no Edifício Dr. Faria Sampaio, o Centro de Cidadania Digital de Valongo é um espaço de inovação social aberto a toda a comunidade, inclusive aos jovens que já não estudam, mas também não trabalham. Está tecnologicamente equipado e preparado para receber todos os cidadãos que queiram participar de forma ativa na resolução de desafios relacionados com emprego; inclusão social e digital; democracia participativa, com a dinamização do concelho, entre outros. Este projeto resulta de uma parceria da Câmara Municipal de Valongo com o CDI Portugal – ONG de inclusão social e inovação digital, que disponibilizará ferramentas digitais a todos os cidadãos, de forma gratuita, como meio para aproximar a comunidade da participação nas políticas públicas e na resolução de problemas identificados pelos mesmos.

Fonte: Ministro da Educação em Ermesinde –

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A Invasão dos Amarelos

Professores do privado podem tirar vagas aos precários da escola pública – Educação – Jornal de Negócios – Professores do privado podem tirar vagas aos precários da escola pública No concurso externo extraordinário aberto pelo Governo, os docentes com experiência em colégios estão em pé de igualdade com quem deu aulas no sistema público nos últimos anos. Os sindicatos ameaçam com tribunais.

Concurso coloca professores de colégios em pé de igualdade com escolas públicas – Observador – Regras de concurso de professores definem que, para entrar para os quadros, professores da escola pública estão em pé de igualdade com aqueles que dão aulas nos colégios com contrato de associação.

Educação – Sindicatos queixam-se que professores do privado vão ocupar vagas no público – As vagas destinadas a regularizar o vínculo de docentes do ensino público vão ser preenchidas pelos professores do privado, acusa a Fenprof sobre este concurso que, pela “primeira vez, não é negociado”

Concurso coloca docentes de colégios em pé de igualdade com escolas públicas | Educação | PÚBLICO – “Este concurso deveria destinar-se a regularizar os vínculos precários, mas o que vai fazer é permitir que um professor de um colégio possa entrar para os quadros, deixando os outros de fora”, criticou Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof.

Professores ameaçam com tribunal concurso para se entrar nos quadros | TVI24 – Sindicatos consideram que docentes de colégios são postos em pé de igualdade com os das escolas públicas, quando “deveria destinar-se a regularizar os vínculos precários”

Fenprof ameaça recorrer aos tribunais e parlamento – A Federação Nacional dos Professores contesta as novas regras para entrar nos quadros.

 

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«Concurso de vinculação extraordinário é justo», diz Ministro da Educação

O Ministro da Educação afirmou ao final da manhã de hoje, em Ponte de Lima, que o concurso extraordinário é «justo», contornando desta forma a polémica sobre a vinculação extraordinária que coloca professores do público e privado em pé de igualdade.

Em declarações à margem do Dia Mundial do Livro e da votação da iniciativa “Miúdos a Votos” na Escola Básica e Secundária de Arcozelo, Tiago Brandão Rodrigues não quis dar muitas justificações e limitou-se a dizer que este concurso «é para combater a precariedade».

«É uma conquista de todo o processo de desprecarização que este Governo tem encetado. Com estas vinculações extraordinárias vamos ter mais docentes nas escolas com estabilidade, fazer do com que os agrupamentos aumenta a robustezes dos projetos pedagógicos», fez questão de referir.

O governante frisou que são mais 3.500 docentes que vão ter uma vínculo e «isso é que importa».

Fonte: «Concurso de vinculação extraordinário é justo», diz Ministro da Educação

 

Já estou como o nosso colega Paulo Guinote:

(…) Não há pachorra… já não tenho (temos!) idade para continuar a mudar fraldas a governantes incontinentes. (…)

Fonte: Uma Página Significativa | O Meu Quintal

 

Quanto a dietas é melhor a equipa maravilha fazer um bocado de dieta…e perder peso:

Da Obesidade Curricular | O Meu Quintal

 

O Currículo Proposto Para O 1º Ciclo | O Meu Quintal

 

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Vamos em 3758 Assinaturas das 20.000 Necessárias

O cidadão e colega já assinou e divulgou?

Do que está à espera?

 

Continua aqui.

Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

Tenham paciência o site é uma verdadeira porcaria – está sempre a ir abaixo ou é de propósito?

Já fiz um post sobre a situação:

Participacao.parlamento.pt Uma Porcaria de Site Em Termos de Funcionamento » Blog DeAr Lindo

PS:

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)

 

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Sindicatos dos Professores Ameaçam Recorrer aos Tribunais e ao Parlamento

De todos os ministros que passaram pela pasta da Educação, esta foi a “primeira vez” que os concursos de professores não foram negociados com os sindicatos. Regras para entrar nos quadros põem em pé de igualdade os professores da escola pública e os docentes dos colégios. FNE e Fenprof ameaçam recorrer aos tribunais e ao parlamento.

 

Arrancam hoje todos os concursos de professores do básico e secundário para que, no próximo ano letivo, consigam passar aos quadros do Ministério da Educação ou para que consigam um lugar numa escola mais próxima da sua residência.

Mas o Ministério da Educação definiu regras que estão a gerar a contestação dos sindicatos que, avisam desde já ao i, ameaçam recorrer aos tribunais ou ao parlamento para travar um dos concursos. Isto porque, este ano, para entrar nos quadros do Ministério da Educação os professores da escola pública estão em pé de igualdade com os docentes que dão aulas nos colégios.

O gabinete de Tiago Brandão Rodrigues está a ser obrigado, via parlamento, a repetir este ano um dos concursos de professores (o da mobilidade interna) que se realizou no ano passado, depois de ter sido contestado pelos sindicatos, que acabaram por recorrer aos partidos para alertar os procedimentos. Corre agora o mesmo risco, pelo segundo ano consecutivo, com um outro concurso.

Em causa está o concurso externo extraordinário – um dos três concursos lançados na passada sexta-feira à noite – cujas regras foram publicadas pelo Ministério da Educação sem que tenham sido negociadas com os sindicatos. E de acordo com a Fenprof e com a Federação Nacional da Educação (FNE), de todos os ministros que já passaram pela pasta da Educação, esta é a “primeira vez” que tal acontece. Através deste concurso – que tem sido realizado desde 2013 com caráter extraordinário – vão passar aos quadros, este ano, 2084 professores contratados.

Mas a “censura” dos sindicatos ao comportamento do gabinete da secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão – responsável pela colocação dos professores – não se fica por aqui. É que, apontam a Fenprof e a FNE ao i, o Ministério da Educação não só não desenhou regras próprias para um concurso que se realiza de forma excecional como decidiu não aplicar as regras que foram negociadas no ano passado.

As regras em vigor De acordo com as regras publicadas na portaria da tutela, este ano, para entrar nos quadros do Ministério da Educação os professores que dão aulas na escola pública estão em pé de igualdade com os docentes que dão aulas nos colégios, com contratos de associação.

O único requisito exigido aos professores da escola pública para que se possam candidatar a uma das 2084 vagas é que, nos últimos seis anos letivos, tenham dado aulas durante 365 dias com um horário completo. A mesma regra é aplicada aos docentes dos colégios com contratos de associação sendo-lhe apenas pedido como critério de candidatura a um dos 2084 lugares dos quadros, que tenha dado aulas durante 730 dias (dois anos) com horário completo.

Ou seja, um professor que nunca tenha dado aulas numa escola pública pode agora conseguir um lugar em pé de igualdade com um docente que sempre deu aulas numa escola do Estado.

No ano passado, para que um professor pudesse candidatar-se ao concurso externo extraordinário eram exigidos 12 anos de serviço e que os professores tivessem cinco contratos numa escola pública nos últimos seis anos. Regra que acabava por dar vantagem aos docentes da escola pública para que entrassem nos quadros do ministério.

A alteração às regras para este ano acontece numa altura em que a secretária de Estado Adjunta e da Educação tem vindo a reduzir os contratos de associação com os colégios, o que resultou no corte de turmas em colégios e levou ao encerramento de algumas escolas privadas. Ou seja, aumentou o número de professores do privado no desemprego sendo expectável que muitos tentem entrar nos quadros do Estado sem que nunca tenham dado aulas na escola pública.

Sindicatos vão para tribunal ou recorrer ao parlamento Perante este cenário os sindicatos recusam ficar de braços cruzados. Este ano, “de forma inédita” a tutela “nem sequer abriu um período negocial para estabelecer regras próprias para este concurso externo e vai fazer com que, muito provavelmente, uma boa parte dos lugares que supostamente seriam para os precários da escola pública vão ser ocupados não por estes mas por um conjunto de outros professores”, alertou ao i Vítor Godinho, membro do secretariado nacional da Fenprof que coordena as matérias de concursos no sindicato. “Não está certo e não é minimamente justo que assim seja”, remata ainda Vítor Godinho. Por isso, a Fenprof – que diz ter vindo a alertar desde janeiro a secretária de Estado para a necessidade de negociação dos concursos – já decidiu o que vai fazer. “Vamos solicitar a intervenção da Assembleia da República, junto dos partidos, como fizemos no concurso da mobilidade interna” (concurso repetido este ano), avançou ao i Vítor Godinho.

Já a FNE, que reúne hoje em secretariado nacional, vai “analisar o diploma para ver se há questões jurídicas que possam ser levantadas para recorrer aos tribunais”, diz o secretário-geral João Dias da Silva.

Questionado pelo i sobre a ausência de negociações com os sindicatos, o Ministério da Educação diz que “as regras aplicadas estão definidas no decreto-lei 132/2012 pelo que não carecem de negociação sindical”. Fonte oficial disse ainda que “este ano foram adotados esses critérios e prioridades, que já constam de lei que foi ela própria sujeita a negociação coletiva, pelo que não foi necessária outra negociação”.

Recorde-se que já no ano passado foi gerada forte polémica precisamente sobre as regras de prioridade na atribuição de um lugar aos professores. Em dezembro de 2016, no parlamento, Alexandra Leitão, disse que para o concurso do ano passado os professores da escola pública iriam estar em pé de igualdade com os das escolas privadas, tal como agora está a acontecer.

Dias depois, a governante acabou por recuar e dizer que os professores de turmas com contratos de associação, devem ser tratados de “modo diferente” dos docentes das escolas públicas quando se trata de concursos para entrar nos quadros. Nessa altura, a governante voltou atrás e estabeleceu que os professores dos colégios estariam em 3.ª prioridade para entrar nos quadros do ministério e os das escolas públicas ficariam em 2.ª prioridade.

Além deste concurso de vinculação extraordinária, arranca hoje ainda o concurso de mobilidade interna com 4662 vagas. Podem concorrer a este concurso – que se repete este ano por imposição do parlamento – os professores dos quadros que queiram aproximar-se da sua residência ou que não tenham turma atribuída (horários zero).

Está ainda aberto o concurso externo (norma-travão) com 1236 vagas. Podem ser candidatos todos os docentes da escola pública com três contratos anuais e completos nos últimos anos letivos.

O prazo para as candidaturas para estes concursos termina a 3 de maio, dentro de sete dias úteis.

Fonte: Sindicatos dos professores ameaçam recorrer aos tribunais e ao Parlamento

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A Fenprof Reage

O costume.

A Fenprof Reage | O Meu Quintal

 

Não se deixem “comer” pelos sindicatos. Quanto a mim estou farto de pizzas.

É continuar a divulgar a Iniciativa e assinar!

Uma Questão de Cidadania | O Meu Quintal

Ao contrário do que alguns querem fazer crer, a Iniciativa Legislativa de Cidadãos para a consideração integral do tempo de serviço efectivamente prestado por educador@s e professor@s está muito para além de uma questão profissional específica, podendo e devendo ser assinada por todos os que acham que as regras do Estado de Direito não podem ser atropeladas por conveniências políticas circunstanciais, em especial quando isso é defendido por quem (grande parte da classe política) reserva para si, de há muito tempo, regimes de excepção nos seus privilégios.

Está tudo aqui explicado e todos os dias irei (iremos) insistir nisto: o que está em causa é a tal “sociedade civil” que todos querem que seja activa mas que, mal se mexe com fundamento, assusta e suscita manobras de diversão como dizer que já existe tal legislação, o que é falso. A iniciativa é esta: Iniciativa-Legislativa-de-Cidadãos_Recuperação-de-todo-o-tempo-de-serviço. Sem subterfúgios. Sem encargos adicionais para qualquer orçamento em vigor. Mas claro quanto ao que se pretende para o futuro.

Já vamos perto das 2500 assinaturas em 3 dias. Algo está, felizmente, de novo a mexer… e acreditem que isso assusta muita gente, com destaque para todos os que têm apostado no remanso dos acordos de bastidores para que tudo se mantenha calmo, apesar de eventuais estridências públicas. O que aqui escrevo é o mesmo que digo em privado. Há quem ande por aí, em nome do “pragmatismo”, a fazer o contrário do que afirma.

 

PS: vamos com 2859 2953 2990 3315 3420 assinaturas.

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Diretores de Escolas Falam em “Ansiedade e Incerteza” Sobre Novo Ano Letivo

O Diário de Notícias e o Jornal de Notícias avançam, esta sexta-feira, que cerca de 6 mil funcionários com contratos que terminam a 31 de agosto ainda não têm qualquer informação sobre os concursos do programa de regularização dos precários do Estado.

Em declarações à TSF, Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, revelou que há muita ansiedade nas escolas em relação à integração dos trabalhadores precários e que, neste caso, a ausência de informação não é benéfica.

(…)

Ler mais: Diretores de escolas falam em ″ansiedade e incerteza″ sobre novo ano letivo

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Uma Questão de Cidadania

Uma Questão de Cidadania | O Meu Quintal

(…) Já vamos perto das 2500 assinaturas em 3 dias. Algo está, felizmente, de novo a mexer… e acreditem que isso assusta muita gente, com destaque para todos os que têm apostado no remanso dos acordos de bastidores para que tudo se mantenha calmo, apesar de eventuais estridências públicas. O que aqui escrevo é o mesmo que digo em privado. Há quem ande por aí, em nome do “pragmatismo”, a fazer o contrário do que afirma. (…)

Continuem a divulgar!

Hoje, por exemplo, vou fazer uma nova lista de e-mail para divulgar.

 

 

 

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Uma Pergunta

Quantos professores destacados tem a Associação Nacional de Docentes de Educação Especial?

David, cantas bem, mas, não me alegras.

Estou fartinho de associações que se criam para servirem de caixa de ressonância das políticas dos governos e se arranjarem uns destacamentos à maneira..

E cria-se sempre um centro de formação, não é verdade?

 

 

 

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Reportagem – Há Buracos no Átrio e Cadeiras Partidas nas Salas de Aula na Escola Delfim Santos

Há buracos no átrio e cadeiras partidas nas salas de aula na Escola Delfim Santos • O Corvo

(…) Telheiros em amianto, buracos no chão, infiltrações e pavimento a ceder. Este é o cenário na Escola Delfim Santos, onde também há cadeiras partidas no meio das salas e o mobiliário é o mesmo de há 37 anos. Por causa dos buracos no átrio do estabelecimento de ensino de São Domingos de Benfica, já caíram três professoras, ficando com ferimentos graves. Os pais lamentam a falta de espaço para os filhos se abrigarem quando chove, as filas para carregarem o cartão de refeição e a cantina não ter espaço para todos. Alguns encarregados de educação alertam, ainda, para situações de bullying. “Estou mais preocupado quando ele está dentro da escola do que quando está fora”, comenta um pai. A Associação de Pais pede uma reparação profunda. “O que se passa nesta escola é gravíssimo, parece um gueto”, critica uma dirigente da associação. O presidente da direcção da escola garante, contudo, que os problemas “não são assim tão graves”. E assim que houver financiamento, diz, a escola será requalificada. O ministério assegura que está à procura de soluções. (…)

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Para Acabar de Vez com a Educação Especial ou o Paradigma da Anticiência e do Fundamentalismo

Opinião | Para acabar de vez com a educação especial ou o paradigma da anticiência e do fundamentalismo | PÚBLICO – 15 de Abril de 2018

A proposta do Governo situa a educação de alunos com NEE numa plataforma de insucesso nunca vista desde abril de 1974.

Luís de Miranda Correia

Professor Catedrático Emérito, Universidade do Minho

A crise recorrente em que se encontra a educação de crianças e adolescentes com necessidades educativas especiais (NEE), pelo menos nos últimos dez anos, está a custar-lhes o futuro. A falta de visão demonstrada por técnicos do Ministério da Educação, professores do ensino superior, diretores de escolas, outros profissionais de educação e até pais, no que respeita à área de educação especial, tem coartado a muitos alunos com NEE o acesso a uma educação de qualidade alicerçada no princípio da igualdade de oportunidades.

É por demais evidente que quer a designada “reforma da educação especial”, ocorrida no Governo de José Sócrates, que culminou na publicação do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, quer a remodelação (revogação?) deste mesmo decreto que ocorrerá muito em breve, sendo substituído por um renovado decreto-lei que aprova o novo “Regime jurídico da educação inclusiva no âmbito da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário”, não servem de forma alguma os interesses dos alunos com NEE, muito menos os seus direitos.

Vejamos porquê. Nenhum dos elementos do grupo de trabalho que produziu o documento agora para aprovação, à exceção de um (é-lhe aqui dado o benefício da dúvida), é versado em matérias que digam respeito à educação de alunos com NEE. O parecer, elaborado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE, abril 2018), coordenado pelo conselheiro para a educação especial David Rodrigues, não passa de um aglomerado de palavras, ao bom estilo do pós-modernismo e/ou do construtivismo social, a demonstrar uma ignorância constrangedora, embebida de uma profunda ideologia anticientífica, cujo propósito parece ser o de enterrar de vez os serviços de educação especial e, consequentemente, atirar os alunos com NEE para situações de exclusão funcional. Deste parecer, o que me pareceu mais sensato ainda foi a declaração de voto de Luís Capucha. Numa palavra, quer o documento em questão, emanado do Ministério da Educação (ME), quer o parecer do CNE, situam a educação de alunos com NEE numa plataforma de insucesso nunca vista desde abril de 1974.

Tantos são os casos de anticiência que, num artigo de opinião, não só me seria impossível nomeá-los a todos, como também não seria nada curial tentar explaná-los aqui. Contudo, há aspetos que merecem referência, de entre os quais saliento o conceito de inclusão, e, por arrasto, de escola inclusiva, a descategorização e o processo de atendimento eficaz às necessidades dos alunos com NEE.

Quanto ao conceito de inclusão, no documento do ME, com a concordância do CNE, ele é entendido como um movimento para fundir os dois tipos de educação (regular e especial), inserindo todas as crianças com NEE nas classes regulares (inclusão total). O que não foi entendido pelos “especialistas”, que “fabricaram” ambos os documentos, é que a investigação mais recente tem denunciado este posicionamento como “muito pouco sensato”. Investigadores de grande nomeada internacional, como Mary Warnock e James Kauffman, chamam a atenção para o facto de que a inserção de alunos com NEE, sem exceção, enquanto princípio único, “não se encontra longe de ser uma abordagem fundamentalista”, podendo, num grande número de casos, ser prejudicial quanto às aprendizagens desses alunos e ao seu futuro.

Um outro erro de lesa-pátria, em termos científicos, é a assunção de que a descategorização promove equidade educacional. De forma alguma. Realço o facto de que não é possível discutir seja o que for, sem se ter uma denominação para designar as características específicas a merecerem a nossa atenção, neste caso dos alunos com NEE, por parte de professores, outros agentes educativos e pais. O movimento na direção da exclusão da categorização não passa de uma “verborreia” pós-moderna, sendo, segundo os estudos mais recentes, um indicador típico de regressão e nunca um indício de progresso científico.

No que respeita ao processo que, eventualmente, pretenderá dar respostas eficazes às necessidades dos alunos com NEE, o documento do ME é deveras confuso. Entrosa relatórios (Relatório técnico-pedagógico) com programas (Programa educativo individual), sem entender que o objeto de um “relatório” é diferente do objeto de um “programa”. E vai mais longe, ao introduzir níveis de atendimento para “todos os alunos” (leia-se alunos que, segundo esta nova legislação, frequentarão a tempo inteiro as classes regulares, salvo raríssimas exceções), baseados em modelos de tipologia multinível cuja familiaridade educacional é desconhecida pela maioria dos docentes, quer do ensino regular, quer da educação especial, quer ainda da maioria de outros agente educativos, e cuja investigação ainda não é conclusiva quanto à sua validade. Contudo, se o documento do ME for ratificado, pese embora a “imaginativa formação” de meia dúzia de horas com que Filomena Pereira, a nível nacional, anda a presentear os professores, o conceito de inclusão (escola inclusiva) continuará a ser confundido com o conceito de “escola para todos”, a “classificação por categorias” passará a “classificação por níveis” e o processo que, em princípio, poderia levar a respostas educativas eficazes para os alunos com NEE, passará a ser uma dor de cabeça para professores e pais e, porventura, uma via de maior insucesso para estes alunos.

Termino com as palavras sábias de um dos maiores especialistas a nível mundial nesta matéria, James Kauffman, quando diz: “As ‘narrativas alternativas’ ou os ‘factos alternativos’ da gíria do pós-modernismo e do construtivismo social e a assunção de que a ciência produz apenas ‘informação falsa’ minam a identidade, a autoridade, o enfoque claro e quaisquer outras indispensabilidades no que respeita à educação de alunos com NEE, tendo em conta a inquestionável importância dos serviços de educação especial.”

PS:

Parte 2 da Porcaria de Regime Jurídico da Educação Inclusiva que se Avizinha

Da Porcaria de Regime Jurídico da Educação Inclusiva que se Avizinha

 

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A Máfia do Pinhal e Não Só

Um país a saque.

A Justiça funciona ou temos de voltar ao tempo da corda e da árvore?

Incêndio no Pinhal de Leiria foi planeado um mês antes da tragédia

“A Máfia do Pinhal” é uma grande reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de Romeu Carvalho e montagem de João Ferreira, para ver esta noite, na íntegra, no Jornal das 8 da TVI

(…)

Ler  mais em: Incêndio no Pinhal de Leiria foi planeado um mês antes da tragédia | TVI24

 

 

Quanto a esta outra máfia eu sei como fazia: era entregar o combate aéreo dos incêndios à Força Aérea!

Simples!

Não se entrega porquê? Porque existe muito político mafioso a receber por debaixo da mesa!

 

Costa pede acção das autoridades contra “cartéis” dos meios aéreos

Chefe do Governo fala em “acção concertada das empresas tendo em vista especular à custa da ameaça do risco de incêndio”, comportamento que classifica como “inaceitável”.

Ler mais em: Incêndios | Costa pede acção das autoridades contra “cartéis” dos meios aéreos | PÚBLICO

 

Estamos em 2018 e eu gostava de saber como é que está esta investigação da PJ – em águas de bacalhau?:

El cártel español del fuego amañó contratos de extinción de incendios en Portugal

El gobierno luso pagó hasta tres veces más de lo que realmente costaba el servicio contratado.

23 junio, 2017 03:49

Arde Portugal en la peor semana de incendios en su historia reciente. Desde el pasado fin de semana, 64 personas han fallecido a causa de las llamas o en la lucha contra el fuego, una pelea que protagonizan más de 34.000 bomberos voluntarios en el país vecino y que supuso un importante negocio para las principales empresas españolas de extinción de incendios con medios aéreos. Investigadas desde 2015 por pactar precios y según la documentación a la que ha tenido acceso EL ESPAÑOL, seis de las principales empresas del sector en España intentaron manipular al menos desde 2006 los contratos públicos lusos con ofertas falsas para copar todas las licitaciones. Los informes policiales calculan que juntas se repartieron de forma irregular más de 100 millones de euros tanto en España como en suelo luso.

(…)

Ler mais: El cártel español del fuego amañó contratos de extinción de incendios en Portugal

 

PJ investiga ramificações do ‘Cartel do Fogo’ em Portugal

Em Espanha já foram detidas mais de duas dezenas de pessoas. Empresas combinavam preços e vendiam os serviços a Portugal por três vezes mais.

Ler mais: PJ investiga ramificações do ‘Cartel do Fogo’ em Portugal – O Jornal Económico

 

 

 

 

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Parte 2 da Porcaria de Regime Jurídico da Educação Inclusiva que se Avizinha

O Possível Artigo 10º | O Meu Quintal

Sinto-me “Acomodado” | O Meu Quintal

O Apelo à Forma(ta)ção | O Meu Quintal

 

Mas giro, giro é os alunos passarem de alunos NEE para alunos CJNMMASAI!?

Ó Filó sabes o que vocês podem fazer com a porcaria do novo regime jurídico da Educação Inclusiva?

É fazer um rolinho:

O outro colega é que acertou na mouche:

“(…) Saímos da apresentação com a convicção que é um diploma desnecessário que poderia ter sido apresentado como alterações pontuais ao 3/2008, redefinindo os CEI, as equipas, etc, mas quem pagaria formações ou pós-graduações e iria a apresentações de uma adenda a um decreto-Lei?

 

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Há Falta de Professores Para Ensinar Matemática

Correio da Manhã, 11 de Abril de 2018

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Da Porcaria de Regime Jurídico da Educação Inclusiva que se Avizinha

Aproveita-se apenas a declaração de voto no final do documento.

Vergonhoso colocarem um diploma que conta com tudo menos com a inclusão. Agrava o facto deste diploma dar mais forças às turmas de exclusão dentro das escolas, empurra os alunos mais frágeis para os CEF, PCA, e afins. De resto é um mudar de siglas que se camufla de “não categorização”, apresentando uma série de medidas por nível ou seja por CATEGORIA, não podendo um aluno passar para as últimas CATEGORIAS sem primeiro experimentar as primeiras CATEGORIAS (mas claro que não há categorização, he, he). O CEI passa a PEI, o PEI passa a RTP e o resto são planos de recuperação. Para quem não quer categorizar qual o motivo de manterem as mesmas categorias e siglas? É por medo de não nos lembrarmos da nova nomenclatura ou por falta de imaginação?
Basta ler as competências e o propósito das unidades no manual de apoio à prática do 3/2008 para verificar que são as mesmas que o definido no presente diploma para os Centros de Apoio à Aprendizagem, o problema está em que as inspecções não ligaram nunca muito aos putos que estavam na unidade, nem ao tempo que os mantinham lá dentro, desde que a escola mantivesse os pais em silêncio o máximo tempo possível.
Estive presente na apresentação do diploma no encontro nacional de professores de educação especial de 2017, partrocinado pela Pin ANDEE, a tónica era o fim da CIF, das categorias, dos CEI. Pelos vistos a CIF não cai, fica à vontade do freguês, os CEI passaram a ser os PEI e as categorias são vincadas e apresentadas em níveis. Saímos da apresentação com a convicção que é um diploma desnecessário que poderia ter sido apresentado como alterações pontuais ao 3/2008, redefinindo os CEI, as equipas, etc, mas quem pagaria formações ou pós-graduações e iria a apresentações de uma adenda a um decreto-Lei?

Ler mais em: Parecer do CNE sobre o Regime jurídico da educação inclusiva no âmbito da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário » Blog DeAr Lindo

 

 

Adorei, principalmente a parte da substituição das NEE pela outra coisa impronunciável, genial.
A parte que eu mais gosto é a de terem extinto no 3/2008 o CEI, quer dizer, passaram a chamar-lhe PEI, e ao PEI e passaram a chamar-lhe RTP (relatório técnico pedagógico). coisas que já existiam. Os antigos CEI agora são os alunos que beneficiam dos PEI, os atais alunos com NEE passam a ser os alunos com RTP, tudo em nome da não categorização. Mas para quem não quer categorizar não se percebe porque acabam com medidas que vinham em alíneas para medidas em nível, claramente mais categorizadas por estarem hierarquizadas, coisa que não acontece no diploma me vigor, até porque a treta de poderem utilizar as medidas em uníssono é ridículo, as medidas do 3/2008 também eram aplicadas em uníssono. É um diploma velho baralhado para parecer novo.
Quem conhece o manual de apoio à prática sabe que o preâmbulo do novo diploma trás a mesma justificação que está no fim manual de apoio à prática que acompanha o 3/2008, já não há capacidade de inovar, só de misturar.

Ler mais em: Agora Que Li O Parecer do CNE Estou Em Estado de Pasmo e Marasmo | O Meu Quintal

 

Quanto a isso, não há dúvidas.

O que vem ai é uma porcaria e uma mistela!

É só tretas!

Estamos entregues à bicharada!

 

 

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Esquece…Quando Abrirem a Pestana é Demasiado Tarde

Esperem… E Verão Como Tudo Melhorará | O Meu Quintal

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Balanço a Mais de Meio Caminho da Geringonça Educativa

A boa leitura de sempre.

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Opinião – Incoerência nas Políticas de Ensino Superior e Ciência

Opinião – Incoerência nas políticas de ensino superior e ciência

(…) Mas não deixa de ser interessante a escolha da OCDE como instância de legitimação das políticas apresentadas, insistentemente presente nas notas introdutórias de quase todos os projetos de diploma apresentados. A OCDE é, reconhecidamente, o principal think tank internacional do projeto neoliberal: na economia, nas relações laborais, mas também na educação. A ironia é que o governo da geringonça, que se afirma de esquerda e adversário confesso das políticas neoliberais, tenha recorrido a essa legitimação (que, obviamente, não é “técnica” mas ideologicamente orientada). A OCDE não é a única organização internacional presente no espaço da “consultoria” internacional. Porque se omite sempre a UNESCO, com um imenso trabalho na educação superior desde há décadas? E porque não a UNESCO, que tem muito trabalho sobre educação superior? Será porque se teme que as recomendações não correspondam ao que se deseja? Para um ministro que se afirma pós-neoliberal (e alguns dos seus mais próximos que estiveram na génese dos diplomas em análise), não está nada mal a companhia assumida! (…)

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O Regabofe

60 carros apreendidos a administrador da GPS

 

Colégios GPS – Administradores terão gasto mais de 800 euros em refeições

 

Seis empresas-fantasma e 800 mil horas de trabalho fictícias no caso dos colégios GPS

 

GPS. Dinheiro vivo que alunos usavam no bar e papelaria (e em feiras do livro) era entregue aos administradores

 

Administradores do grupo GPS usaram dinheiro do Estado para férias e carros de luxo

 

Dinheiro do Estado para colégios privados do grupo GPS pagou férias, carros de luxo e futebol

 

Colégios GPS receberam 66 milhões do Estado graças a “luvas”

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