Category: Livresco
Out 05 2018
Pelo Educare – Ensinar por paixão e vocação
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Out 04 2018
BE e PCP acusam Governo de não cumprir OE de 2018 quanto aos professores, PS nega
BE e PCP acusam Governo de não cumprir OE de 2018 quanto aos professores, PS nega
BE e PCP acusaram hoje o Governo de não cumprir o artigo do Orçamento do Estado relativo à contagem do tempo de serviço dos professores, crítica contestada pelo PS, que lamentou a ausência de “passos” de aproximação dos sindicatos.
Lusa / EDUCARE – 03-10-2018
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Out 03 2018
Somos Chulados até ao Tutano pela Banca
Aconselho leitura atenta – não se fiquem pelos títulos…:
Novo Banco quer mais 726 milhões do Fundo de Resolução
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Out 03 2018
Pelo Expresso – “Se está tudo bem? Não está. Se este ano vai estar tudo bem? Não sei. No próximo? Se as escolas quiserem”: um problema de inclusão
Com a alteração legislativa, deixa de haver meninos do ensino especial, só meninos da escola – todos os alunos podem ter medidas de apoio para facilitar a aprendizagem. A nova lei, diz a associação Pais em Rede, é necessária mas difícil de aplicar. O Governo acredita que até ao final de novembro, as primeiras avaliações vão estar terminadas e as respetivas medidas de apoio a ser colocadas em prática
Texto Marta Gonçalves Foto António Pedro Ferreira
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Out 03 2018
Opinião / Santana Castilho – A grande balbúrdia, a que chamam inclusão
A grande balbúrdia, a que chamam inclusão
Se o modelo tivesse sido pensado a partir das realidades teríamos melhorado o que existia. Assim, retrocedemos.
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Out 03 2018
Opinião / João Pedro Ferreira – Municipalização do ensino? E se visitássemos Trenton Road?
Municipalização do ensino? E se visitássemos Trenton Road?
Em New Jersey (NJ), nos Estados Unidos da América, as escolas são da responsabilidade das autoridades locais. Num processo que teve início há várias décadas, e sob o argumento de aumentar a transparência e clareza com que são gastos os dinheiros públicos, procurou-se aproximar a capacidade de determinar o futuro das escolas e do ensino às comunidades locais de pais, professores e alunos e, portanto, relocalizar a decisão através de um processo que se acreditava ser capaz de dinamizar uma maior participação política e cívica. Com isto ganharia a democracia e a educação. Só que não foi nada disto que aconteceu.
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Out 02 2018
Da Liquidação do Estatuto da Carreira dos Professores
Fenprof: Governo excluiu recuperação por via da aposentação
Mário Nogueira afirma que o Governo voltou atrás na palavra ao rejeitar opção relacionada com a aposentação. Os professores temem o fim da carreira de professor e entrada nas carreiras gerais da FP.
Os sindicatos de professores, através do porta-voz da plataforma que junta dez estruturas sindicais, Mário Nogueira, acusaram esta segunda-feira o Governo de ter recuado na palavra dada pelo primeiro-ministro, ao tirar da mesa, na sexta-feira passada, a possibilidade de uma recuperação dos anos de trabalho dos professores durante o congelamento de carreiras através de um regime especial de acesso à aposentação.
Mário Nogueira, líder da Fenprof, disse aos jornalistas em Lisboa, em declarações transmitidas pela RTP3 que “aquilo que se passou na sexta-feira”, quando os sindicatos foram chamados a reunir com a secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, “foi absolutamente repugnante”. Isto porque, referiu, o Governo não esteve aberto a propostas, tendo mesmo negado declarações do primeiro-ministro que foram feitas este verão, colocando a hipótese de que os professores beneficiassem de um regime especial de aposentação como forma de recuperação dos anos de carreira durante o congelamento.
Para Mário Nogueira, o Governo estará a planear não aplicar de todo o seu projeto de recuperação da carreira, pois terá intenções de “liquidar o estatuto da carreira dos professores” já “após as eleições” legislativas do próximo ano. Uma acusação que a secretária de Estado não terá rejeitado na reunião de sexta-feira, segundo Mário Nogueira.
“O objetivo estratégico do Governo é acabar com a carreira dos professores”, disse, “e pôr toda a gente no regime geral da Função Pública”. Por isso, continua, é que a proposta do Governo é “mal feita”: “Porque eles sabem que não é para cumprir”.
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Set 29 2018
Pressa na mudança de regime deixa muitos alunos com necessidades especiais sem apoios
(Clicar na imagem para aceder ao artigo completo)
E sabendo do que falo pergunto também para que é que servem determinados CRI -Centros de Recursos para a Inclusão, dado que os técnicos chegaram ao Agrupamento este ano com a conversa de treta que vão estar na retaguarda, que vão ser uma espécie de consultores e pensei para os meus botões:
“querem “mamar” o ordenado e não trabalhar com alunos!?”.
Aviso à navegação, o Manual de Apoio à Prática diz o seguinte na página 63 relativamente aos “Apoios Especializados em contexto escolar” (pelo CRI):
No quadro desta abordagem:
– a intervenção deve ter enfoque nos diferentes ambientes da escola nos quais é suposto o aluno participar, e na interação entre o aluno e esses ambientes, tendo como objetivo eliminar barreiras que dificultam ou impedem o acesso ao currículo e à participação na vida escolar;
– a intervenção dos profissionais dos CRI assume uma função eminentemente colaborativa, mediante a prestação de apoio de retaguarda aos professores, pais, pares e outros profissionais, transversal às diferentes fases de intervenção educativa (avaliação, planeamento e intervenção) e visando a capacitação da equipa educativa;
– a intervenção pode ainda assumir a forma de apoio em grupo, sempre que o desenvolvimento de competências passe pelo contributo dos pares, ou de apoio individual, quando o objetivo é desenvolver competências especificas a serem generalizadas;
E segue aqui uma mensagem para os Diretores de determinados CRI: a quantia que o Estado transfere para o CRI relativamente ao meu Agrupamento vai ser, na sua maioria, aplicado no 3.º ponto acima descrito:
“(…) apoio em grupo, sempre que o desenvolvimento de competências passe pelo contributo dos pares, ou de apoio individual, quando o objetivo é desenvolver competências especificas a serem generalizadas”
Meus caros estou-me pura e simplesmente borrifando para a conversa de treta do apoio de retaguarda do 2.º ponto onde vocês se estão a agarrar para não meterem os pés nas escolas e “mamarem” o dinheiro.
O que me leva a lançar esta pergunta?
Porque é que o Ministério da Educação não entrega o dinheiro que entrega ao CRI diretamente aos Agrupamentos e nós contratamos os técnicos?
Simples.
Ando nisto todos os anos a pedir por favor aos técnicos que façam o horário definitivo para virem intervir no Agrupamento?
Faço outra pergunta:
O dinheiro que o Estado transfere para os CRI é gasto todo a pagar as terapias ou os CRI pegam na quantia X que recebem diretamente do Estado e subtraem Y para pagar despesas de funcionamento que não estão relacionadas com o trabalho dos terapeutas nos Agrupamentos?
Eu não tenho de andar a pagar o ordenado de cargos diretivos bem pagos e mordomias associadas. Os vícios estão aí todos.
Estou farto.
PS:
Eu quero mais é que o David Rodrigues vá escrever poemas Haiku…
Nova lei do Ensino Especial? Escolas não estão preparadas, avisam os professores
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Set 27 2018
Contagem do tempo de serviço dos professores volta a ser negociada na sexta-feira
Contagem do tempo de serviço dos professores volta a ser negociada na sexta-feira
Os sindicatos de professores voltam na sexta-feira às negociações com o Governo, depois de terem pedido reuniões suplementares sobre a contagem do tempo de serviço, com críticas ao projeto de decreto-lei do Governo e com contrapropostas para apresentar.
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Set 23 2018
Educação inclusiva – PCP pede apreciação de diploma do governo
Educação inclusiva: PCP pede apreciação de diploma do governo
Comunistas apontam “deficiências” e “omissões” a decreto-lei aprovado em maio e vão avançar para garantir agendamento de debate.
O PCP vai pedir a apreciação parlamentar do decreto-lei do governo que “estabelece o regime jurídico da educação inclusiva”, por este diploma não ter em conta “a realidade das escolas”, “as dificuldades sentidas pelas escolas” e por manter “o mesmo ambiente segregacionista”. De acordo com o pedido de apreciação parlamentar a que o DN teve acesso, o grupo parlamentar comunista nota que “há um conjunto alargado de preocupações” com o decreto-lei publicado, conforme explicou ao DN a deputada Diana Ferreira. Situação “que leva” o partido a avançar com o pedido para que se faça um debate no Parlamento sobre o diploma.
Para começar, Diana Ferreira refere “o desaparecimento do conceito de “necessidades educativas especiais”, falando em necessidades de saúde especiais”. A deputada explica que o PCP vem defendendo, já há uma década – 2008, quando foi publicado um primeiro decreto sobre esta matéria -, que “esta questão não deve estar vinculada a conceitos de saúde porque há necessidades educativas especiais que são transitórias e que podem não estar necessariamente associadas a situações desse âmbito”.
Segundo Diana Ferreira, estas crianças precisam também de um “acompanhamento”, “que permita que muitas dessas necessidades transitórias não se transformem em permanentes”. Esta alteração inscrita no decreto-lei n.º 54/2018, para o PCP, “é significativa”.
De acordo com o texto da apreciação parlamentar, os comunistas entendem e defendem “que deve existir uma articulação estreita entre a escola, o Serviço Nacional de Saúde e a Segurança Social para garantir o conjunto das respostas que a criança ou o jovem necessite para fazer e concluir o seu percurso escolar”. No entanto, insistem que é “um risco assumir estas necessidades” como sendo simplesmente “de saúde e/ou de funcionalidade”.
Outro aspeto que a bancada comunista pretende ver discutida é a das escolas de referência. Como nota a deputada do PCP, o caminho a tomar deve ser outro, em que a qualidade seja a regra. “Para que todas as escolas sejam de referência para todos os alunos”, “que sejam dadas condições para todos” nas escolas públicas das suas comunidades.
Para Diana Ferreira, “isto é inseparável do reforço de meios”. A deputada recupera mesmo aquilo que tem sido a pedra-de-toque do PCP na educação: “Nós não podemos falar de uma educação inclusiva, de uma escola pública de qualidade e inclusiva, sem nos focarmos no reforço de meios humanos, que passa por vários profissionais” de áreas distintas – incluindo os docentes de educação especial.
A deputada enumera ainda outros: “Passa também por ter o número adequado de assistentes operacionais, que se pode verificar que está muito aquém das necessidades que existem, ainda para mais com crianças com estas características, que precisam de um acompanhamento muito mais próximo e constante.” Obriga ainda a ter psicólogos e técnicos especializados, como intérpretes de língua gestual, terapeutas da fala, “profissionais que têm de estar efetivamente nas escolas e não estão”.
O PCP critica o facto de se estar a regulamentar a educação inclusiva, “quando não se assume um compromisso de efetivo de reforço de meios humanos”.
Os deputados comunistas identificam ainda uma “publicação tardia” do diploma – aprovado em Conselho de Ministros em 24 de maio e promulgado pelo Presidente da República em 22 de junho -, o “que poderá trazer constrangimentos nas escolas”, afirmam. E defendem que “o manual de apoio editado não resolve os graves problemas com que as escolas públicas se continuam a defrontar para responder às necessidades dos seus alunos”.
Na exposição de motivos da apreciação parlamentar, a bancada do PCP defende que o atual diploma apresenta “insuficiências” e que várias entidades e pessoas ouvidas no período de discussão pública apontaram “manifestadas reservas” e que, por isso, os comunistas querem de novo discutir e refletir.
Outro aspeto criticado pelos comunistas é do facto de o novo diploma continuar “a ser omisso (ou pouco claro) no que se refere à inclusão e integração dos jovens com necessidades especiais no ensino superior”. O PCP entende “ser necessário que se legisle, mas também que se efetivem medidas que garantam o direito destes jovens a estudarem no ensino superior se essa for a sua vontade”.
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Set 20 2018
O Fungágá da Bicharada e os Professores Entregues a Si Próprios
À data do seu post estava a acabar de gozar as minhas férias pois tive alta da Junta Médica, em agosto, com indicação de regresso ao serviço para “outras funções”. Está na lei…está. Esta semana quando regresso à escola é-me comunicado que me irão distribuir serviço letivo…porquê? Porque há horas do meu grupo disciplinar para atribuir e a “plataforma” onde as Direções “requisitam” professores lhes “responde” que não podem solicitar professor para aquelas horas pois têm um professor no Quadro do Agrupamento que não tem componente letiva atribuída. Sou EU. Verbalmente é-lhes comunicado que têm que me dar componente letiva…eles são pressionados e a seguir pressionam-me a mim. O mexilhão!
Quero fazer valer a decisão da Junta Médica! Então não é definitiva??! Afinal, para quê comparecer perante uma junta médica?? Poderá alguma Direção sobrepor-se a uma decisão da Junta? Ou algum parecer dos Servições Centrais??
Acudam-me! Mas, após ter dado ao sistema (sem arrependimentos) os meus melhores 26 de vida, vejo-me na circunstância de burnout…e depois?? “Vá trabalhar, que isso há-de passar!!!”
Vou bater o pé!
Comentário retirado daqui: Juntas Políticas Fraudulentas
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Set 15 2018
Pesquise-se!
Políticos no activo a presidir a órgãos “técnicos” que fazem a análise das suas próprias políticas? Sendo que antes de entrarem em cargos executivos ninguém lhes conhecia tal “capacidade” técnica? A OCDE funciona mesmo assim? Ou depende dos sectores? É mais complicado de perceber do que parece.
A notícia é do Sol de hoje:
(…)
Continua aqui nO Meu Quintal.
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Set 14 2018
O Relatório da OCDE Induz Mesmo Em Erro, Não É Apenas Má Vontade Nossa
A boa leitura nO Meu Quintal.
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Set 14 2018
Pelo CM – Fenprof acusa OCDE de apresentar dados falsos sobre salários de professores
Fenprof acusa OCDE de apresentar dados falsos sobre salários de professores
A Fenprof acusou esta quarta-feira a OCDE de apresentar um relatório com dados errados sobre os salários dos professores portugueses e as horas de trabalho, exigindo a sua correção, assim como saber quem forneceu as informações.
Na terça-feira foi divulgado o relatório “Education at a Glance 2018”, do qual “têm sido destacados dois aspetos: os professores portugueses ganham mais que os outros trabalhadores do país com a mesma qualificação; os professores portugueses trabalham menos que os seus colegas dos países da OCDE. Duas mentiras!”, acusa a Federação Nacional dos Professores.
Num país onde o rendimento médio dos trabalhadores com formação superior é baixo, os professores aparecem como ganhando, em média, mais 35 a 50% quando comparados com outros trabalhadores com iguais qualificações.
No entanto, a Fenprof garante que “os salários dos professores portugueses não são os que o relatório refere”.
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Set 13 2018
Opinião – Dizem que é uma espécie de “bonificação”
Opinião
Dizem que é uma espécie de “bonificação”
É minha convicção que boa parte da classe política tem um ódio particular pela classe docente.
(…)
AQUI.
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Set 13 2018
Professores vão entupir email da OCDE com recibos de vencimento
Professores vão entupir email da OCDE com recibos de vencimento – Observador
No mesmo dia em que Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, entrava num debate quente com o primeiro-ministro, nas ruas de Paredes de Coura, a imprensa começava a publicar os primeiros dados do relatório da OCDE, Education at a Glance. Nessa altura, a ideia de enviar centenas de emails para o diretor de Educação da OCDE com recibos de vencimento de professores estava longe de ser imaginada.
Os títulos dos jornais daquela terça-feira não eram favoráveis para os professores. Numa altura em se batem pela recuperação total do tempo em que as suas carreiras estiveram congeladas, o relatório pintava o seguinte cenário: os professores portugueses são, enquanto classe, dos mais velhos da OCDE, são dos que trabalham menos horas, recebem mais 35% do que outros licenciados em Portugal e os seus ordenados no topo da carreira são mais altos do que a média dos países da organização.
Em Paredes de Coura, longe do computador e do relatório de 500 páginas, Mário Nogueira pouco conseguiu dizer aos jornalistas que lhe pediam comentários sobre os valores dos ordenados. Só no dia seguinte, às 8 da manhã, começou a fazer contas. E o que lhe dizia a calculadora motivou o envio de um comunicado às redações: “Relatório da OCDE parte de dados falsos e põe a circular mentiras.”
Para já, o sindicato vai pedir explicações à organização sobre os números apresentados: quer saber como se chegou a eles e quem os enviou à OCDE. Mas tem mais uma ideia na manga: a estrutura sindical vai pedir a todos os professores que enviem um recibo de vencimento para o email de Andreas Schleicher, para que o diretor de Educação da OCDE possa ver quais são, de facto, os ordenados reais dos docentes.
Ao Observador, o gabinete de Schleicher explica a diferença: “Os valores foram convertidos para dólares americanos usando paridades de poder de compra.”
No capítulo dedicado ao indicador D3, “Quanto ganham professores e diretores?”, o relatório coloca os salários dos professores portugueses no topo da carreira acima da média da OCDE, numa tabela que mostra os valores dos ordenados dos docentes dos diversos países. E aí começam as desconfianças da Fenprof. Os números apresentados são muito superiores aos reais e não têm em conta os anos em que as carreiras estiveram congeladas e em que os professores não puderam progredir de escalão.
“Por exemplo, eles colocam um professor com 15 anos de carreira no quarto escalão. Ora, isto é mentira. Um professor com 15 anos de serviço está no primeiro escalão, porque durante 9 anos, 4 meses e 2 dias as carreiras estiveram congeladas. Devia estar no quarto escalão, mas não está”, explica Mário Nogueira ao Observador.
Esta conta também é válida para os docentes que deveriam estar no topo da carreira e não estão, por não terem podido progredir durante os dois períodos em que a carreira esteve congelada.
Além disso, os valores não batem certo com os da Fenprof e estão muito próximos do que ganha um professor auxiliar num instituto superior de educação. “Se um docente em início de carreira ganhasse 28.349 euros por ano teria, por mês, um salário bruto mensal de 2.024. Isto é totalmente falso. O bruto — nem vou falar do valor líquido que se leva para casa — é de 1.530 euros. Por ano, recebe 21.420 euros, o que é uma diferença brutal de 6.929 euros para o que mostra a OCDE”, diz o líder da Fenprof ao Observador.
A diferença de números entre o que dizem as tabelas salariais portuguesas e as tabelas da OCDE continua, argumenta Mário Nogueira. “Se quem tem 15 anos de carreira ganhasse os 36.663 euros anuais receberia por mês 2.618 brutos. Se o tempo de serviço não estivesse congelado e ele estivesse no 4.º escalão, como deveria, recebia um salário de 1.982 euros. Mas como o governo insiste em não contar o tempo perdido pelos professores, ele continua no 1.º escalão com 1.530 euros por mês.”
Para os professores no topo de carreira, o cenário repete-se: a OCDE aponta para os 56.401 euros anuais (4.028 mensais), quando as tabelas salariais não passam dos 3.364 euros brutos por mês. “É uma diferença de 9.305 euros anuais. E estamos a falar de brutos, quando sabemos bem que o que conta e paga contas é o que levamos para casa no final do mês. Os nossos salários brutos, por exemplo, são mais alto que os dos colegas de Espanha. Mas depois de pagos os impostos, eles ficam a rir-se de nós”, sublinha Mário Nogueira. “Se dizem que recebemos aquilo, então paguem-nos aqueles valores. Se temos a fama, mais vale ter o proveito”, ironiza o líder da Fenprof.
Há outros dados que parecem não bater certo para a Fenprof e será também sobre esses que o sindicato vai pedir explicações à OCDE. “Por exemplo, os horários. Como é que eles chegam ao valor de 920 horas por ano? Não se percebe. Se os professores cumprissem apenas o horário que está na lei, que são as 35 horas semanais, fariam 1.190 horas anuais que está em linha com a média da OCDE. E nem é esse o tempo que os docentes trabalham. Sabemos que anualmente os professores fazem mais de 46 horas semanais, o que dá mais de 1.500 horas por ano.”
A explicação pode estar no tipo de horários dos professores portugueses que se dividem em componente letiva (trabalho com os alunos) e não letiva. O problema, que recorrentemente tem sido levantado pela Fenprof, FNE e outras organizações de professores, é que a componente letiva tem limites legais e a não letiva não tem. E o que os sindicatos dizem é que acabam por ser atirados para a componente não letiva muito trabalho que não devia ali estar. “É uma falácia. A componente não letiva é um poço sem fundo.”
Há ainda um último indicador do relatório de 500 páginas para o qual a Fenprof olha com suspeição: os professores portugueses ganham mais 35% do que outros licenciados do país. “Na Função Pública, as carreiras são semelhantes e as oscilações salariais não são assim tão grandes. Um técnico superior é sempre um técnico superior. Como é que a diferença pode ser tão grande? Só o facto de ser uma classe envelhecida, que faz com que haja mais pessoas nos escalões mais altos, não explica tudo. A única explicação é que estejam a fazer contas com os licenciados do setor privado onde os salários em muitas profissões são mais baixos”, argumenta Mário Nogueira.
O Observador contactou o gabinete de Andreas Schleicher para perceber como foram feitas as contas da OCDE. Para começar, o gabinete de Educação refere que os dados são oficiais, “fornecidos por uma rede de especialistas representantes dos diferentes países e que geralmente são representantes do Ministério da Educação ou do instituto de estatística nacional”. Para além disso, garante que “o processo de preparação do Education at a Glance inclui ligação com os países para verificação dos dados”.
O Anexo 3 do relatório acrescenta um outro dado sobre as fontes da OCDE: os valores dos salários de professores e diretores derivam da recolha feita em conjunto pela OCDE e Eurydice (rede europeia de informação sobre educação), em 2017, e que o gabinete diz seguirem “padrões e definições internacionais”.
Quanto às tabelas que apresentam os números da discórdia, a OCDE tem uma explicação: “Os dados fornecidos pelos países referem-se a valores anuais em moedas nacionais. Na figura D3.2, os valores são convertidos para valores em dólares americanos usando paridades de poder de compra (exibidas no Anexo 2 da publicação).”
Por outro lado, “os valores dos salários referem-se a valores estatutários em vez de salários reais (os salários reais também são publicados na tabela D3.4 do indicador)”. Na tabela em causa, surgem 19.127,64 euros anuais para um professor em início de carreira, 24.712,56 para um docente com uma carreira de 15 anos e 38.047,86 euros anuais para um professor no topo da carreira, o que acabam por ser valores mais baixos do que os indicados pela Fenprof.
A última nota da OCDE vai para o pagamento de extras. “Para Portugal, conta-se com os pagamentos adicionais que todos os professores recebem em cima de seus salários base e que são incluídos nos salários estatutários. Os professores recebem horas extras pagas pelo tempo que ensinam além do estabelecido estatutariamente. Esta situação ocorre principalmente devido a dificuldades em combinar a carga de ensino individual e as horas de currículo das aulas atribuídas ao professor. O custo por hora depende da posição na carreira docente e do número de horas extras (12,5% para a primeira hora e 18,75% para a segunda ou mais horas.”
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Set 11 2018
Efeito quase nulo das progressões(?-este ponto de interrogação está a mais)
Professores representam um quarto dos gastos com progressões
Ministério das Finanças diz que docentes terão aumento de 3,6% em 2019 ao passo que o conjunto dos funcionários públicos se fica pelos 3,1%.
(…)
Efeito quase nulo das progressões?
Entretanto, um estudo do economista da CGTP Eugénio Rosa citado pelo Correio da Manhã conclui que “o descongelamento das carreiras na administração pública até Abril de 2018 teve um efeito praticamente nulo, já que o aumento médio mensal foi de apenas 1,6 euros por trabalhador, o que significa que a esmagadora maioria dos trabalhadores não tiveram qualquer progressão”.
O economista e membro do conselho consultivo da Caixa Geral de Aposentações cruzou dados do Ministério das Finanças sobre o número de trabalhadores das administrações públicas (que aumentou 26 mil pessoas entre Setembro de 2015 e Junho de 2018), os valores das despesas com pessoal e das remunerações médias mensais (incluindo os efeitos do fim dos cortes salariais e das progressões) e lembra ainda o aumento de 12% dos preços no consumidor entre 2009 e 2018.
Depois de tudo contabilizado, Eugénio Rosa afirma que o aumento remuneratório de 3,1% alegado pelo Governo devido às progressões na carreira “é mais uma ilusão pois muitos continuarão a não ter nada”.
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Set 09 2018
Entrevista ao presidente da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, João Guerreiro
Peso dos exames no acesso ao ensino superior está a “perverter” o percurso no secundário
João Guerreiro, presidente da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, conta que em breve esteja garantido o acesso equitativo dos estudantes do ensino profissional ao superior. Mais longe estará uma mudança no modelo que dá protagonismo aos exames nacionais.
(…)
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Set 09 2018
Aluno algarvio ganha medalha de ouro e pontuação máxima nas Olimpíadas de Matemática da CPLP
Aluno algarvio ganha medalha de ouro e pontuação máxima nas Olimpíadas de Matemática da CPLP
O aluno algarvio Rui Zhu Wang (Faro, 10º ano) ganhou uma medalha de ouro na 8ª edição das Olimpíadas de Matemática da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), que terminou no dia 7 de Setembro, em São Tomé e Príncipe. Rui Wang obteve mesmo a pontuação máxima da competição. Continue reading
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Set 09 2018
São cada vez menos os alunos que querem ser professores
São cada vez menos os alunos que querem ser professores
A formação de professores no ensino superior regista a maior queda de interessados e colocados dos últimos anos, num momento em que a atualidade é marcada por divergências nas negociações entre sindicatos e Governo sobre a carreira docente.
De acordo com os dados hoje divulgados pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), a área de formação de professores, colocou apenas 693 estudantes no ensino superior na primeira fase do concurso nacional de acesso, deixando por preencher quase metade das vagas: ficaram vazios 520 lugares dos 1.204 disponíveis.
Os cursos de formação de professores foram este ano a primeira opção para apenas 519 candidatos, o que representa uma quebra acentuada face a 2017, quando 853 alunos tinham estes cursos como preferência.
Em 2016 e 2017 foram colocados, em cada ano, mais de mil novos alunos na primeira fase do concurso nacional de acesso em cursos de formação de professores.
Em relação a outras áreas de formação, os cursos de informação e jornalismo continuam a suscitar um interesse superior à oferta disponível e deixaram disponíveis para a segunda fase apenas seis das 880 vagas disponíveis.
Direito, ciências físicas e matemática e estatística são áreas onde apenas sobraram poucas dezenas de vagas para a próxima fase de acesso.
Engenharia é o setor de formação com maior número de vagas por preencher, mas é também aquele que maior número de lugares leva a concurso: das 9.277 vagas sobraram 1.829.
Mais de 10% dos candidatos à primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior não conseguiram entrar numa instituição pública, com 43.992 colocados entre 49.362 candidatos, revelam os dados hoje divulgados pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).
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Set 09 2018
Professores do STOP promovem caravana em defesa da escola pública por todo o país
Professores do STOP promovem caravana em defesa da escola pública por todo o país
O Sindicato de Todos os Professores (STOP) vai iniciar uma campanha em defesa da escola pública que arranca na segunda-feira com a realização de uma caravana por todos os distritos do país, disse à Lusa o dirigente André Pestana.
André Pestana, dirigente sindical do STOP explicou à Lusa que esta é uma das iniciativas decididas no encontro nacional do sindicato, que teve lugar no sábado, e onde ficou definido avançar com um conjunto de formas de luta por melhores condições para todos os que trabalham na escola pública.
A Caravana em defesa da escola pública, explicou, percorrerá praticamente todos os distritos de Portugal Continental já a partir de segunda-feira e até 20 setembro e em cada dia terá um ou dois assuntos chave.
Na segunda-feira, o tema será a necessidade urgente de remover estruturas de amianto de todas as escolas portuguesas e iniciar-se-á às 11:00 junto à sede do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital, às 16:00 na Escola Secundária de Seia e, às 21:15, na Biblioteca Municipal da Covilhã.
Esta iniciativa, frisou, será realizada numa autocaravana que simboliza a constante instabilidade/mobilidade que milhares de professores sentem nas suas vidas.
Até 20 de setembro, com a passagem por vários distritos, adiantou André Pestana, o STOP pretende também contribuir para a recolha de assinaturas para a Iniciativa Legislativa Cidadão (ILC), destinada à contagem imediata de todo o tempo de serviço dos professores.
A ILC foi lançada em abril, no âmbito das reivindicações relacionadas com o descongelamento das carreiras da administração pública e pode ser assinada por qualquer cidadão.
Os professores reclamam a contagem de nove anos e quatro meses de serviço e rejeitam que o processo se faça faseadamente ao longo dos próximos anos, conforme foi proposto nas negociações entre o Governo e os sindicatos do setor.
Segundo o dirigente do STOP, no encontro de sábado foi ainda decidida a criação de grupos de trabalho para ver a viabilidade de realizar outras iniciativas em defesa da escola pública, entre as quais vigílias.
Por outro lado, o STOP decidiu ainda aderir à manifestação nacional marcada para 05 de outubro, Dia Internacional do Professor e na qual esta prevista a participação de outras organizações sindicais, entre as quais a Federação Nacional dos Professores (Fenprof).
Na sexta-feira, após reunião com várias estruturas sindicais, o Governo decidiu avançar unilateralmente com a sua proposta de contagem de tempo de serviço congelado aos professores, devolvendo em janeiro de 2019 apenas dois anos, nove meses e 18 dias, dos mais de nove anos reivindicados pelos sindicatos.
Para a reunião foram convocadas as dez estruturas sindicais que subscreveram a declaração de compromisso assinada em 18 de novembro com o Governo, entre as quais as duas federações – Fenprof e FNE – ficando de fora o recém-criado Sindicato de Todos os Professores (STOP), que acusou o Governo de “discriminação política” ao excluir a estrutura da mesa de negociações na qual já teve assento em reuniões anteriores.
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Set 06 2018
Sindicato Para Todos os Professores acusa Governo de “discriminação politica”
Sindicato Para Todos os Professores acusa Governo de “discriminação politica”
O Sindicato Para Todos os Professores (S.T.O.P) acusou hoje o Governo de ter uma “atitude de fachada” e “discriminação politica”ao ter deixado de incluir aquela estrutura sindical nas negociações sobre a carreira de docente.
“A nossa única interpretação é que este Governo mantém uma atitude de fachada. O ministro de Educação disse, a 04 de junho, que tinham uma grande cultura democrática porque convidou todos os sindicatos. Quando eles [o ministério da Educação] viram que no passado o mês de junho continuávamos [com a greve], deixaram de convidar. Só pode ser discriminação política no sentido que há filhos e enteados”, acusou em declarações à Lusa, o dirigente do S.T.O.P André Pestana.
Na véspera de mais uma ronda de negociações entre a tutela da Educação e os sindicatos sobre a carreira de docente, marcada para sexta-feira, e a propósito de uma vigília de professores em Braga marcada para esta noite, o S.T.O.P afirma que “não tem sentido” não estar envolvido no processo.
Contactado pela Lusa, o Ministério da Educação afirmou que “em 18 de novembro de 2017 foi assinado entre o Governo e 11 associações sindicais uma Declaração de Compromisso em que, entre outros, foi acordado encetar processo negocial com vista à definição de um modelo de recomposição da carreira docente”.
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Set 06 2018
“Não há baixas fraudulentas.” Ordem dos Médicos recusa atestados falsos na Educação
Miguel Guimarães lança um desafio ao Governo no sentido de perceber porque estão tão “desmotivados” os trabalhadores do setor público.
(…)
Aqui: “Não há baixas fraudulentas.” Ordem dos Médicos recusa atestados falsos na Educação
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Set 06 2018
Professores vão proceder a uma vigília de protesto que se realiza esta noite no centro de Braga
Professores de Braga exigem que profissão seja “tratada com mais dignidade”
Um grupo de professores de Braga exige que a profissão seja “tratada com dignidade e mais ajuda”, pretendendo alertar para a “quase extrema precariedade” de muitos docentes.
“Continuamos esta luta pelo reconhecimento na íntegra do tempo de serviço dos professores, os nove anos, quatro meses e dois dias, mas achamos que, já que é véspera de mais uma reunião entre a tutela e a plataforma sindical que nos representa, é tempo de chamar a atenção para outras questões”, explicou à Lusa Filipa Marques, uma das docentes promotoras de uma vigília de protesto que se realiza esta noite no centro de Braga.
Segundo a professora, além de se exigir que o Ministério da Educação reconheça “na íntegra” o tempo de serviço dos docentes, “há situações para as quais é preciso alertar a tutela e a sociedade em geral”.
“As listas [de colocação de professores] saíram quinta-feira. Para já não falar dos milhares de colegas que não ficaram colocados, há colegas que ficam colocados longíssimo e que tiveram que se apresentar ao serviço na segunda-feira. Com o ordenado de professor e com o mercado imobiliário como está não é fácil arranjar casa em quatro dias”, apontou como exemplo.
Filipa Marques salientou ainda que, “no caso dos professores, que têm um papel vital na sociedade, não há qualquer ajuda de custo como há noutras áreas”.
Por isso, sublinhou, o grupo exige que “a profissão de docente seja tratada com mais dignidade e mais ajuda e reconhecida pelo valor que tem”.
O protesto de um grupo de professores de Braga e do Sindicato de Todos os Professores (S.TO.P.). está marcado para a praça da República, a partir das 21:00.
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Ago 28 2018
Escolas esperam 500 auxiliares prometidos – Diretores garantem que portaria dos rácios não está a ser cumprida pelo Governo
Escolas esperam 500 auxiliares prometidos – Sociedade – Correio da Manhã
Os diretores exigem que o ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues cumpra a promessa de contratar para o próximo ano letivo mais 500 funcionários. A promessa foi feita no arranque do ano letivo passado, mas a meio mês do início das aulas, os diretores ainda esperam novidades. O ministro anunciou na altura que o reforço destinar-se-ia ao Pré-Escolar, que passaria a ter um funcionário por cada sala.
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Ago 28 2018
Plano Tecnológico da Educação: dez anos depois como estão as escolas do futuro?
Plano Tecnológico da Educação: dez anos depois como estão as escolas do futuro? – Computadores – SAPO Tek
O investimento de mais de 400 milhões de euros tinha como objetivo colocar Portugal entre os primeiros cinco países europeus com maior taxa de modernização tecnológica a nível de ensino. Uma década passada, o panorama continua longe do esperado.
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Ago 28 2018
DN – Por causa das greves, líder do STOP só recebeu 200 euros de salário em agosto
Por causa das greves, líder do STOP só recebeu 200 euros de salário em agosto
O presidente do recém-criado Sindicato de Todos os professores (STOP), André Pestana, só recebeu cerca de 200 euros líquidos no mês passado, tendo sofrido um desconto de 784,35 euros relativo ao exercício da greve.
O recibo de vencimento do sindicalista, professor no Agrupamento de Escolas de Agualva Mira-Sintra, foi divulgado pelo blogue “O Meu Quintal“, de Paulo Guinote, o qual instou outros dirigentes sindicais a partilharem também a sua folha salarial.
Recorde-se que o S.T.O.P. começou mais cedo (logo no início de junho) a greve às reuniões de avaliação nas escolas, tendo também estendido a paralisação até mais tarde, no final do mês de julho.
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