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Fev 05 2016
Sindicalistas defendem suspensão por um ano das renovações de contrato, para todos irem a concurso. Diretores discordam
Perto de um milhar de professores contratados, que à partida teriam os seus vínculos renovados no próximo ano letivo por decisão dos diretores das escolas onde dão aulas, poderão perder esta possibilidade. Em causa está uma proposta, apresentada ao Ministério da Educação pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que prevê a suspensão desse mecanismo por um ano.
A possibilidade de renovar até quatro vezes os contratos a termo – desde que estes sejam anuais e com horário completo – está prevista desde os tempos da ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues. A ideia era dar alguma estabilidade, quer a essas escolas quer aos próprios docentes contratados.
A Fenprof – apesar de sempre ter defendido que essa estabilidade deve ser assegurada através do preenchimento de lugares dos quadros, e não de contratações sucessivas – não se tem oposto a essa solução. Mas as coisas mudaram com o fim das Bolsas de Contratação de Escola (BCE) – o controverso sistema de recrutamento das escolas com contrato de autonomia e estatuto prioritário (TEIP).
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Fev 05 2016
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Fev 04 2016
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Fev 03 2016
… e encontrar muita gente a ser recompensada por não ter feito a PACC ou nela ter reprovado.
Em especial das colocações feitas através da Contratação Inicial e das Reservas de Recrutamento desde 2013/2014.
Basta inserir os lesados com a sua graduação de cada ano em algumas das minhas bases de dados e facilmente encontro um lugar onde poderiam ter sido colocados. 🙂
À Renascença, fonte oficial do gabinete do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse que era impossível reconstituir a situação profissional desses professores para poderem ser compensados.
A mesma fonte explicou que não é possível saber com segurança o resultado hipotético de um concurso em que não participaram. Por isso, não vai haver compensação pelos danos sofridos.
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Fev 02 2016
… para fomentar a natalidade.
Mas a máquina de calcular de Bruxelas não deve ter este tipo de variáveis.
Petição pede mais direitos para as mães poderem amamentar em exclusivo até aos seis meses sem serem penalizadas
Bloco de Esquerda e PCP estão disponíveis para avançar com uma proposta para alargar o pagamento a 100% da licença de maternidade para os seis meses em vez dos atuais quatro e assim darem corpo a uma petição que pede isto mesmo e que deverá ser discutida em plenário no final de abril. A petição pede condições para que as mães possam amamentar em exclusivo o bebé até aos seis meses, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde.
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Fev 02 2016
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Fev 01 2016
Porque todos os anos acontecem sempre estes atrasos.
O Ministério da Educação português está “a tratar das devidas autorizações legais” para a contratação de professores para as escolas de referência em Timor-Leste.
“O Ministério da Educação está a par da situação e a tratar das devidas autorizações legais com vista à contratação dos professores o mais rapidamente possível”, lê-se numa nota enviada à agência Lusa.
Doze das 13 escolas de referência de Timor-Leste continuam por abrir três semanas depois do arranque do ano letivo devido a atrasos no envio de professores pelo Governo português, de acordo com uma fonte do Ministério da Educação timorense.Fonte diplomática havia confirmado à Lusa que ainda não há data para a chegada dos entre 140 e 150 professores que devem ser distribuídos pelos 13 centros de ensino, localizados em cada uma das 13 capitais de município de Timor-Leste.
Estes Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (CAFE), conhecidas como escolas de referência, são o elemento mais importante do programa de apoio ao ensino do português em Timor-Leste, abrangendo mais de sete mil alunos do ensino pré-escolar e básico.
Durante o mês de dezembro, segundo a nota do Ministério da Educação português, foram desencadeados “os procedimentos de autorização que permitem efetivar o processo de afetação dos docentes ao Projeto CAFE, perspetivando-se para os próximos dias a conclusão deste processo com a assinatura dos contratos com os docentes já selecionados”.
O ministério referiu ainda que a viagem dos professores ficará a cargo do Governo de Timor-Leste, com quem o ministério português tem “estado em natural contacto”.
“O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, considera este projeto de extrema importância para a qualificação do sistema de ensino timorense e tomará como prioridade máxima tudo fazer para ajudar Timor-Leste a cumprir e desenvolver a sua opção constitucional de inscrição da língua portuguesa como língua oficial do país”, indica-se ainda na nota.
O protocolo existente entre Timor-Leste e Portugal para estas escolas prevê que Lisboa pague os salários dos 150 docentes que devem ser enviados para o país, cabendo a Díli o pagamento das viagens e ajudas de custo.
As escolas têm sido nos últimos anos afetadas por vários problemas, com atrasos sucessivos da parte de Portugal no envio de professores e repetidos atrasos nos pagamentos das ajudas de custo por parte de Timor-Leste, que chegam a acumular vários meses.
Os funcionários das escolas já ficaram também vários meses sem receber salários.
As escolas de referência do país deveriam ter aberto a 11 de janeiro, data do arranque do ano letivo de todas as escolas do sistema de ensino timorense, mas apenas a de Díli abriu hoje, neste caso, devido à maior experiência dos professores timorenses que ali trabalham.
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Fev 01 2016
Os temas que a FNE vão levar ao MEC são os que foram hoje divulgados no seu site.
A Federação Nacional da Educação (FNE) regressa ao Ministério da Educação, no próximo dia 3 de fevereiro, pelas 10h00, para nova reunião com a tutela para tratar de questões urgentes relativas aos trabalhadores da educação (docentes e não docentes).
Para além da discussão e análise dos aspetos finais relativos às negociações para a revisão do diploma de concursos, e que dizem respeito ao fim da Bolsa de Contratação de Escola (BCE), esta reunião constituirá uma oportunidade para a FNE acrescentar um conjunto de questões relativas às condições de trabalho dos professores.
Esta reunião, a segunda desde a tomada de posse da nova equipa do ME, é de agenda aberta pelo que a FNE não deixará de elencar todos os assuntos que considera oportuna discutir ou agendar discussão para os próximos tempos.
Assim, e relativamente às diferentes matérias foi constituído o seguinte guião:
1.Concursos de docentes
– Garantir a anualidade dos concursos
– Definição de horário anual
– Revisão da norma-travão permitindo a vinculação dos professores ao fim de três contratos sucessivos de horário completo
– Revisão do nº 3 do artigo 36 do ECD
– Aplicação da diretiva comunitária 1990/70/CE
– Revisão dos QZPs no seu número e dimensão
– Revisão dos grupos de recrutamento, nomeadamente no grupo 530 (estabelecimento de subgrupos) e em relação aos docentes das escolas artísticas, cujos docentes recentemente integrados nos quadros não têm grupo de recrutamento
– Dotação dos quadros
– Determinação de estímulos à fixação de docentes em zonas de grande rotatividade do corpo docente
– Determinação da graduação profissional de docentes com formação especializada em educação especial
A FNE entende como crucial introduzir mudanças nas práticas dos anos anteriores em termos de preparação do despacho de organização do ano letivo 2016/17. Nesse sentido considera fundamental uma definição clara sobre o tempo de trabalho dos docentes e a clarificação das atividades a integrar na componente letiva e na componente não letiva. O número de alunos de alunos por turma é outra das questões a tratar neste capítulo.
No quadro desta reunião a FNE não deixará de alertar o ME para a necessidade de se proceder a uma revisão do ECD em matérias como:
– Revisão da distinção entre componente letiva e componente não letiva
– Regime especial de aposentação
– Redução da componente letiva por acumulação de idade e tempo de serviço
As matérias relativas aos trabalhadores não docentes irão integrar o guião desta reunião com o ME. A FNE entende que há um conjunto de matérias relativas às condições de trabalho destes profissionais que devem integrar a agenda política da tutela, entre elas:
– Criação de carreiras específicas dos trabalhadores não docentes da educação
– Garantia do direito ao regime de jornada contínua, realizada em tempo de trabalho, nos limites definidos pela lei.
– Abertura de concurso para coordenadores técnicos superiores, assistentes técnicos e dos assistentes operacionais
– Fim do recurso aos Contratos de Emprego e Inserção para suprir necessidades permanentes das escolas.
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Fev 01 2016
A quarta alteração ao Decreto-Lei nº 132/2012, de 27 de Junho não parece ser a última alteração ao diploma de concursos nos próximos tempos, já que os sindicatos mantêm reuniões para esta semana sobre outros assuntos que se enquadram no próprio diploma de concursos.
Esta alteração repentina assenta apenas no fim da BCE, na eliminação da PACC para efeitos de concursos, no fim da requalificação com efeitos ao dia 29 de Janeiro (podem por aqui perceber a necessidade desta rapidez na publicação do diploma em Diário da República).
E nada mais.
Já no próximo dia 3 de Fevereiro mais reuniões vão acontecer com o MEC para discutir outros assuntos sobre o diploma de concursos.
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Fev 01 2016
Que já terá sido enviado para publicação em Diário da República.
Desaparece o limite dos docentes se candidatarem a dois grupos de recrutamento.
Versão em pdf aqui

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Jan 31 2016
Assim,
Como se não fosse
bastante
A importância
da sua ausência
Proferiste que tinha voltado
(e senti nos meus próprios ossos um medo gigante
a alastrar raízes)
.
Penso apenas
Que a um nível
Microscópico
O grande C
Quer invadir-te
Todo o corpo
E privar-te da tua própria
grandeza de alma
.
E que a sala de aula
(Onde já não estás)
Não sente falta da professora
Que aí foste
Mas da extraordinária pessoa que és
.
Porém
Quero que saibas
Que esse vazio labirinto onde te encontras
Tem saída
Tem um fim
Porque outrora foste vencedora
.
Luta e agarra com raiva
A esperança
De que ainda não é hoje
Que serás vencida
.
E, acredita,
É atomicamente
possível
Encontrar o primeiro fio de luz
Infiltrar-se
e derrubar
a confusão labiríntica
que agora te enreda
Devolvendo-te
A mansidão de dias felizes
.
Lá,
Onde o granito
Desenha bandos de pássaros
Poisados
Nas estevas agrestes
Bailando
Perto do chão
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Jan 30 2016
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Jan 30 2016
Eduardo Sá defendeu a existência de exames nacionais e considerou que “mau é mudar as regras a meio do jogo”, como fez o actual ministro da Educação, ao anunciar, este mês, que aquelas provas já não se realizavam este ano lectivo.
Foi um retrato impiedoso para as escolas e para o sistema educativo o que o psicólogo Eduardo Sá traçou esta sexta-feira numa conferência promovida pelo Instituto de Avaliação Educativa (Iave), o organismo responsável pela elaboração e aplicação dos exames nacionais, que teve como tema Avaliar para aprender. “Uma escola que acha que tem de avaliar, embrulhando os testes e os exames num clima de alarme, é uma escola que diz às crianças que o importante é ter bons resultados e não aprender (…) E uma escola assim é desonesta”, comentou este especialista em psicologia da criança e do adolescente, lembrando que muitos alunos são afastados das escolas onde estão precisamente devido à sede destas em garantirem bons resultados nos exames nacionais.
Para o psicólogo e psicanalista, temos nas escolas de hoje “turmas de primeira e de segunda, disciplinas de primeira e de segunda, alunos de primeira e alunos de segunda”. “São formas estranhas com que temos convivido e que já mereceram aval ministerial. Mas uma escola assim transforma-se numa escola amiga do apartheid e uma escola assim avalia, mas não educa”, criticou.
Eduardo Sá, autor de livros como Queremos Melhores Pais! e Hoje Não Vou à Escola!, não se ficou por aqui. Disse que as escolas e as famílias são também “batoteiras” nas avaliações que fazem das crianças porque não lhes dão “o direito de errar”. “É estranho que não se acarinhe o erro, porque uma criança que não pode livremente errar ganha uma imunodeficiência adquirida ao erro e à dor”. O que tem como consequência, advertiu, “tornarem-se competitivos e presunçosos, quando diante do conhecimento deviam ser rebeldes”. “Crianças assim pensam pior”, acrescentou.
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Jan 29 2016
Viva!
Se na passada semana haviam caixas na rubrica semanal dedicada à animação (no caso, em Os Prisioneiros), esta semana as caixas são Os Presentes. E se há uma semana o tema era tocante e exigia reflexão, hoje, com The Present, de Jacob Frey, também.
Uma criança, em frente a um televisor a jogar videojogos. Alheado do mundo e (quase) alheado ao presente que lhe dão, numa caixa… Um cão. Um cão muito divertido e sedutor que querer brincar. Um cão especial, deficiente, sem uma pata… Depois de muito alheamento, o rapaz lá acede e seduz-se… Terão que ver até ao final para perceber o porquê… Vale a pena, são só 4 minutos…
Saliente-se que este filme de animação que agora é disponibilizado online participou em mais de 180 festivais e arrecadou quase 60 prémios. Este é um filme fim de estudos, a tese de Jacob Frey na Filmakademie Baden-Wuerttemberg em Ludwigsburg, na Alemanha. Também curioso é o facto de o seu argumento ter nascido a partir de uma tira de comics de um site brasileiro.
Quatro minutos a não perder…
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Jan 28 2016
O pior que pode acontecer para uma REfundação da disciplina de EVT é saírem notícias dando conta de um hipotético regresso desta disciplina à forma de par pedagógico.
Apesar de ser professor (a aguardar lugar) nesta disciplina não me sinto confortável com títulos destes.
Mais importante que o trabalho em par pedagógico é a discussão da importância da disciplina que deve estar na origem do seu regresso ao currículo.
A minha posição é conhecida desde 2011. onde sempre defendi a integração desta área curricular em todo o ensino básico, desde o 1º ano de escolaridade.
Mas quem disso sabe bem dar conta é Carlos Gomes que tem uma posição também muito clara sobre a disciplina de EVT e que coloco parte desse seu pensamento de hoje aqui.
A longa luta que a APEVT mantém pela disciplina de EVT e ET contra um currículo cRATico cuja a natureza, assenta num conceito estreito do corpo curricular, entre disciplinas estruturantes e não estruturantes, centrado no ensino da memorização, com metas impostas que visam um ensino centrado no produto e na prestação de prova.
Esta luta será ganha na defesa de EVT. com fonte no currículo oposto, que visa o ensino prático experimental, o desenvolvimento de aprendizagens, do processo, e do desenvolvimento de atitudes e capacidades, com metodologias que promovem o sentido social e critico e a resolução de problemas.
Enfim outro mundo educativo, uma organização de ensino-aprendizagem com forte incidência no trabalho interdisciplinar e no projecto.
Acima de tudo, este desígnio é sobre um modelo de escola publica, é sobre um conceito educativo PARA TODAS AS ÁREAS .Carlos Gomes
Diário de Notícias (28/01/2016)
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Jan 28 2016
Norte
Centro
Nota: As listagens abaixo foram republicadas em 28-01-2016 por se ter detetado uma incorreção nos motivos de exclusão.
Lisboa e Vale do Tejo
Alentejo
Algarve
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Jan 28 2016
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Jan 28 2016
Passando todas as competências para a Subdiretora-Geral, Maria Manuela Faria.
Caros(as) Colaboradores(as)
1. Em cumprimento da Ordem de Serviço n.º 2/2016, datada de hoje, dia 28 de janeiro, de Sua Excelência a Senhora Secretária de Estado Adjunta e da Educação Professora Doutora Alexandra Leitão, informo que por seu Despacho datado de 27 de janeiro de 2016 e notificado ao interessado no início do dia de hoje, cessou a comissão de serviço do Sr. Dr. José Alberto Moreira Duarte no cargo de Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares.
2. Em cumprimento da citada Ordem de Serviço mais informo que, assumo a partir desta data, todas as legais competências que em suplência me incumbem, nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 42.º do Código do Procedimento Administrativo articulado com o disposto no n.º 2 do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 266-F/2012, de 31 de dezembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 266-G/2012, de 31 de dezembro.
Com os meus cumprimentos,
Maria Manuela Faria
Subdiretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares
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Jan 28 2016
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Jan 28 2016
Após a publicação da Reserva de Recrutamento 19 (a última do mês de Fevereiro) existem por colocar 58 docentes dos quadros de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento.
Se a requalificação não fosse suspensa seriam mais 58 docentes que entrariam nesse processo a partir da próxima segunda-feira.
Mais de metade dos docentes que ainda não têm componente lectiva nesta fase do ano são dos grupos de Educação Visual e Tecnológica e Educação Tecnológica.
Seria bom que o actual Ministério da Educação olhasse para estas disciplinas com um novo olhar e fosse feita uma profunda reformulação na educação artística do ensino básico.
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Jan 28 2016
Preferia ver títulos feitos de outra forma porque o mais importante num possível regresso da disciplina de Educação Visual e Tecnológica não era a existência do par-pedagógico.
Mas os encontros regionais de Sábado poderão determinar a linha de actuação a seguir pelos professores desta disciplina.
Em princípio estarei no Porto para também dar a minha opinião.
Tiago Brandão Rodrigues está “a avaliar” regresso ao modelo de educação visual e tecnológica juntas, que Nuno Crato eliminou, deixando sem lugar milhares de professores
O Ministério da Educação admitiu, em resposta enviada ao DN, que “está a ser avaliada” a hipótese de voltar a juntar a Educação Visual e Tecnológica numa única disciplina (EVT), assegurada por dois professores em simultâneo na sala de aulas. Em causa está a anulação de uma medida do anterior governo que custou o lugar a cerca de 3000 docentes. Centenas poderão agora voltar às escolas.
A EVT, disciplina do 2.º ciclo, funcionou, durante 20 anos, num formato que combinava as duas áreas e reunia na mesma sala dois professores. Mas em 2012, no âmbito da “Revisão da Estrutura Curricular” que promoveu, o então ministro Nuno Crato decidiu voltar a separá-las. Os 180 minutos de EVT que os alunos tinham por semana, acompanhados por dois docentes, passaram a ser 90 minutos de Educação Visual e outros 90 minutos de Educação Tecnológica, ambas já só com um docente. Na mesma reforma foi ainda praticamente extinta a Educação Tecnológica do 3.º ciclo, que passou a existir apenas nas escolas que a tinham como área opcional. O resultado foi o esperado: a necessidade de docentes da área, inseridos do grupo de recrutamento 240, caiu a pique.
“Entre os professores que eram do quadro e contratados, lecionavam a disciplina perto de sete mil. Só os professores contratados com horário completo variavam entre os 600 e os 900 ao ano”, recordou ao DN José Alberto Rodrigues, presidente da Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica (APEVT). ” Depois da extinção do par pedagógico, passaram a ser menos de 4000. As contratações de professores para o ano inteiro foram reduzidas quase a zero”, acrescentou.
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Jan 28 2016
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Jan 27 2016
Este questionário insere-se no âmbito da dissertação de Mestrado em Educação Especial – Especialidade em Dificuldades de Aprendizagem Específicas, no Instituto de Educação da Universidade do Minho. Pretende-se, neste contexto, entre outros objetivos, conhecer a colaboração existente entre os Terapeutas da Fala e os Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico, do ensino regular, no que respeita aos alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE). Os dados recolhidos destinam-se exclusivamente a serem utilizados no âmbito deste trabalho, pelo que nos comprometemos a respeitar o anonimato, a confidencialidade e a privacidade dos inquiridos.
Este questionário é dirigido a Professores do Ensino Básico do 1.º ciclo e a Terapeutas da Fala que interviram ou intervenham junto de alunos do 1.º ciclo com NEE.
Desde já, agradecemos a sua colaboração.
Marta Pontes
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Jan 27 2016
Clicar na imagem para ler o aviso de abertura do concurso interno/externo dos Açores onde constam as vagas em concurso.
A candidatura decorre entre o dia 28 de Janeiro e 11 de Fevereiro de 2016.
Site do concurso dos Açores aqui.
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Jan 26 2016
Como é hábito nos Açores já foi apresentada uma previsão de calendarização para o concurso interno/externo de 2016/2017.
É já amanhã que sairá o aviso de abertura para ambos os concursos e entre o dia 28 de Janeiro e 11 de Fevereiro será a candidatura ao concurso interno/externo para o ano lectivo 2016/2017.
Podem acompanhar este concurso neste link
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Jan 26 2016
Seria bom que a dinâmica criada em 2011 em volta da disciplina de EVT regressasse e se criasse uma nova movimentação para recolocar (termo tão usado actualmente) o espírito e os princípios desta disciplina novamente no currículo nacional.
Mais informações neste evento criado no Facebook.
Convidam-se todos os colegas de EVT e ET a marcarem presença nestes encontros regionais a realizar em LISBOA, MADEIRA e PORTO, no próximo dia 30 de Janeiro, sábado, pelas 10:00 horas.
Estes encontros/ assembleias, têm como objetivo estudar opções e tomar uma decisão sobre o futuro da APEVT e das suas ações no imediato, quanto a possíveis alterações curriculares para as áreas de EVT e ET.
Participem, façam parte deste movimento.
1. Análise e aprovação do GUIÃO estratégico de intervenção da APEVT
2. Preparação de um CONGRESSO ou ENCONTRO NACIONAL que marque a nossa identidade e participação no atual momento politico, nas questões suscitadas na nossa área educativa.
Preparação também,de um CONGRESSO ou ENCONTRO NACIONAL, para eleição de novos corpos directivos da associação, enquanto oportunidade unica para a REFUNDAÇÂO APEVT)
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Jan 26 2016
É algo extremamente positivo a antecipação da validação de turmas em 15 dias para que as colocações de professores sejam mais corretas e precisas, além de que, é a única forma possível de antecipar essas colocações e permitir que o ano lectivo não fique dependente de qualquer atraso nessas colocações.
Sobre a BCE tudo o que foi dito é algo que já tenho dito há bastante tempo, é absurda e apenas serve para atrasar as colocações. E foi também esta a resposta dada pelo ME para a sua eliminação.
Na audição que está ao Ministro da Educação também ficamos a saber que, apesar de haver um reforço na descentralização das competências do Ministério da Educação, ficarão sempre de fora dessa transferência os aspectos relacionados com o currículo/pedagogia e a colocação de professores.
Sobre a aposentação, apesar de ser reconhecida a importância deste tema ficou remetido para a administração pública o debate deste assunto.
Sobre a redução da carga horária ou o aumento das actividades de enriquecimento curricular no ensino básico pouco se falou, e Tiago Brandão nesse pouco tempo em que se falou tentou sempre escapar-se ao tema.
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Jan 26 2016
Há uma associação que está a mudar a vida dos alunos do Ensino Secundário. Chama-se ZOOM Talentos e, através da psicologia positiva e do coaching, vai levar-te a uma jornada de autoconhecimento. Nós vimos isso acontecer, e contamos-te tudo!
Se te perguntarmos “o que és”, és capaz de responder? E se te perguntarmos se costumas sonhar, quantos serão os exemplos que tens para dar?
Refletir sobre nós mesmos é essencial para podermos evoluir e para sabermos exatamente para onde queremos ir. Será que te conheces realmente bem a ti mesmo? Será que tens a verdadeira noção das tuas capacidades? Sabes o que deves fazer para teres um bom futuro?
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Jan 26 2016
A Comissão de Educação e Ciência recebe, em audição, o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, para debater a política geral do Ministério e outros assuntos de atualidade.
A ver/ouvir aqui às 15 horas.
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Jan 24 2016
Marcelo Rebelo de Sousa é o 20.º Presidente da República Portuguesa, o quinto eleito em democracia, depois de ter vencido à primeira volta as eleições deste domingo.
Com mais de 98% dos votos contados, o professor universitário, de 67 anos, recolheu 52% dos votos, deixando a larga distância António Sampaio da Nóvoa (22,7%).
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Jan 22 2016
No site da FNE já se encontra um breve resumo da reunião de hoje à tarde com o Ministério da Educação.
A FNE e o Ministério da Educação realizaram esta sexta-feira a primeira ronda negocial para alteração do regime de concursos de professores. Nesta oportunidade a FNE fez uma apreciação da proposta entregue aos sindicatos para alteração do regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos básico e secundário e de formadores e técnicos especializados.
Nesta reunião, sublinhamos como positivo a aproximação do Ministério da Educação às reivindicações da FNE nomeadamente, no que diz respeito ao fim da Bolsa de Contratação de escola (BCE), à anulação das normas relacionadas com a aplicação aos docentes do sistema de requalificação dos trabalhadores da Administração Pública e a eliminação dos efeitos da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC) nos concursos.
Em análise esteve, essencialmente, o documento enviado à FNE e que representa a versão inicial das propostas do ME. Apesar de globalmente positiva, esta proposta apresenta um aspeto negativo que a FNE pretende ver alterado em sede de negociação. A nosso ver, não se justifica a introdução de um limite máximo no número de grupos de recrutamento em concurso. Consideramos que é uma medida muito penalizadora para os docentes que, ao longo do seu percurso profissional, têm investido na valorização da sua carreira. Apresentados estes argumentos, a tutela demonstrou abertura para acolher a nossa proposta de não impor limites no número de grupos de recrutamento a que um candidato pode concorrer.
Assumimos ainda como prioritário que se proceda à alteração da chamada norma-travão, permitindo o cumprimento da Diretiva 1999/70/CE, de 28 de junho, e garantindo a o direito à vinculação ao fim de três contratos sucessivos, de anos letivos inteiros.
A FNE entende que este processo negocial deverá ainda constituir uma oportunidade para se introduzirem outras alterações que se revelam indispensáveis ao regime de recrutamento de docentes. Defendemos por isso a introdução de um concurso interno anual, que permita a aproximação entre as dotações dos quadros dos agrupamentos e das escolas não agrupadas e as suas necessidades permanentes.
Entendemos ainda que esta negociação deverá traduzir-se na aplicação do conteúdo da Resolução da Assembleia da República nº 35/2010 que recomendou a integração excecional dos docentes contratados com mais de 10 anos de serviço. Não tendo sido dada completa execução a esta resolução, a FNE entende que não há razões para que se continue a adiá-la.
Não é igualmente aceitável a determinação de um número mínimo de preferências a indicar pelos candidatos à contratação inicial. Entendemos que a candidatura a uma contratação precária não deveria obrigar os docentes a candidatarem-se a uma área tão vasta como a de um Quadro de Zona Pedagógica (QZP).
É necessário que se proceda a uma clarificação do conceito de horário anual, estabelecendo que todas as contratações obtidas até ao último dia do calendário escolar para o inicio das aulas para contratos que terminam a 31 de Agosto do mesmo ano escolar, devem ver todos os seus efeitos retroagir a 1 de setembro, quer em termos de contagem de serviço, quer em termos de remuneração.
Ainda que não constitua o objeto da negociação que é proporcionada por esta proposta apresentada pelo Ministério da Educação, a FNE solicitou que seja enquadro um quadro legislativo adequado à estabilidade do corpo docente em função de:
- uma adequada provisão das necessidades permanentes do sistema educativo, o que pode ter como referência o número de horários anuais e completos identificados pelos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas até 31 de agosto;
- uma revisão da dimensão dos quadros de zona pedagógica, particularmente nos casos em que estes assumem dimensão geográfica excessiva;
- criação de estímulos à fixação de docentes em zonas de grande rotatividade do corpo docente;
- clarificação do procedimento a adotar nos casos da contratação de técnicos especializados exclusivamente para disciplinas para as quais não existam grupos de recrutamento.
A este propósito, a FNE reitera o seu entendimento de que é que por via da definição adequada dos quadros de agrupamentos de escola e de escolas não agrupadas e do recrutamento dos docentes necessários ao seu funcionamento regular que se pode dar consistência a um efetivo combate ao abandono e ao insucesso escolares.
É através da disponibilização de recursos e mecanismos postos à disposição do sistema educativo e das escolas que se pode responder oportunamente às dificuldades identificadas nos processos de ensino-aprendizagem de todos os alunos, no quadro de uma escola que acolhe todos e que a todos assegura condições de sucesso educativo.
Uma nova reunião para negociar as alterações ao diploma de concursos ficou agendada para o próximo dia 3 de fevereiro.
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Jan 22 2016
Em entrevista à SIC (20.01.2016) Vieira da Silva, Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, informou que o Governo vai mudar as regras das reformas antecipadas. A propósito das carreiras contributivas muito longas, referiu-se concretamente às «carreiras contributivas que se aproximam dos 50 anos» de descontos e disse que esses trabalhadores não devem ser «obrigados a trabalhar até aos 66 anos» de idade, conforme noticia o jornal “Público” (21.01.2016).
Informou também o Senhor Ministro que o respetivo diploma legal «para alterar a lei em vigor está a ser finalizado».
Embora este responsável governamental não tenha explicado se tem apenas em mente o regime geral da segurança social ou se também é extensivo aos subscritores da Caixa Geral de Aposentações, em virtude de, há uma série de anos a esta parte, se tender para a sua uniformização, as suas afirmações, nesta entrevista ao jornalista José Gomes Ferreira, não são de molde a deixar descansada a Classe Docente.
Na verdade, encontram-se em processo de apreciação – em sede parlamentar – várias petições que apontam para a consagração de um regime excecional de aposentação docente, pois, há muito que a generalidade dos professores e as suas organizações sindicais vêm reivindicando tal desiderato.
De há muito que sucessivos governos têm contribuído para a degradação do estatuto profissional, social e económico dos professores e educadores. Mas – muito especialmente – as condições de trabalho são cada vez mais desgastantes, as novas gerações de crianças e de jovens a que os professores devem dar resposta no âmbito da escola de massas., contribuem decisivamente para que a Profissão Docente se tenha tornado, cada vez mais, uma profissão de desgaste rápido, no plano físico e psíquico. Tal como, aliás, tem vindo a ser confirmado por sucessivos estudos clínicos no plano nacional e internacional.
Em face do supra aduzido importa que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social esclareça a Classe Docente do seguinte:
– Aceita a consagração, em sede legislativa, do conceito de profissão de desgaste rápido para a Profissão Docente?
– Admite, como base negocial, a ideia de 36 anos completos de serviço e de descontos para uma aposentação por inteiro e sem penalizações?
– Encara a possibilidade de aplicar ao professorado o conceito de pré-reforma?
A Federação Portuguesa de Professores e a Pró-Ordem, em representação dos seus associados e dos docentes em geral, em defesa da dignidade destes profissionais e de uma escola pública de qualidade ao serviço da população – a qual não se compadece com manter ao serviço Pessoas desgastadas pela idade e pelos muitos anos de serviço – reclama do Ministério da Educação e do Governo a abertura de um processo negocial que salvaguarde as especificidades da carreira docente e permita vir a consagrar um adequado regime legal de aposentação.
P’la Direção Nacional
O Presidente
Filipe do Paulo
Lisboa, 21 de janeiro de 2016
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