Rui Cardoso

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Prémio de 10.000€ a escolas que mais reutilizem manuais…

Foi publicado em Diário da República Manual de Apoio à Reutilização de Manuais Escolares.

Entre outras medidas as 20 unidades orgânicas com maiores índices de reutilização de entre as 100 que forem certificadas com o certificado «Escola MEGA Fixe!, receberão ainda um prémio de 10.000,00€ (dez mil euros), que acrescerá, no ano letivo 2019/2020, ao orçamento de funcionamento dos estabelecimentos de ensino básico e secundário de cada unidade orgânica a que for atribuído.

Despacho n.º 921/2019

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Nem IP3, nem 942…

“Ao fazer obra no IP3, estamos a decidir não fazer evoluções nas carreiras ou vencimentos” (António Costa)

Na semana passada deram-nos a entender que, finalmente, as obras no IP3 iam começar e até se fez um anuncio disso. Esmiuçou-se a coisa e parece que a dita não será bem o que se anunciou. Segundo um comunicado, ” o Governo limitou-se apenas a adjudicar obras de manutenção geral de pavimentos, introdução de separadores e reparação geral de taludes num pequeno troço de 16 km, cujo início está ainda sujeito a visto de Tribunal de Contas. Esta intervenção não é mais do que uma grande reparação com obras há muito previstas pela Estradas de Portugal para reposição do traçado original.”

Numa altura em que se espera pelo agendamento de novas reuniões para negociar o tempo e a forma de recuperação dos “942”, que novas desculpas surgirão? Que novos empreendimentos estarão à frente dos professores?

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Recenseamento Docente 2019

Informa-se que a aplicação Recenseamento Docente 2019 se encontra disponível no SIGRHE para preenchimento pelos responsáveis dos Agrupamentos de Escolas/Escolas não Agrupadas (AE/ENA). Esta aplicação visa o levantamento de informação pessoal e profissional de todos os docentes que se encontram providos no AE/ENA, e de todos aqueles que, à data da sua disponibilização, nele se encontrem a exercer funções (docentes providos noutro AE/ENA, docentes providos em QZP ou docentes contratados).

Aplicação disponível para os AE/ENA entre o dia 23 de janeiro e as 18:00 horas de dia 30 de janeiro de 2019 (hora de Portugal Continental).

SIGRHE

Nota informativa

Manual de utilizador

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56 mil professores ultrapassados

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A quermesse eleitoral em curso – Santana Castilho

Três membros do Governo e o Presidente da República defenderam a abolição das propinas no ensino superior, por considerarem que são factor de desigualdade social. Vejamos por que razão, ao invés, a medida transfere o dinheiro dos mais pobres para os mais ricos.

Com os dados disponíveis, referentes a 2017, sabemos que frequentavam o ensino superior 361 mil 943 alunos, dos quais 72 mil e 26 não pagaram propinas, graças às bolsas de estudo. Ainda que sem expressão numérica apurada, existe um outro conjunto de estudantes, excluídos pelos critérios limitativos das bolsas, sem recursos para pagar as propinas e outros custos bem mais relevantes. Só a ampliação desses critérios e o aumento dos valores das bolsas resolverá a exclusão por carências económicas e constituirá medida de política socialmente justa. Se se abolirem as propinas, significa isso que todos os portugueses, mesmo os mais pobres (isentos de IRS mas não isentos dos impostos indirectos, os socialmente menos justos) financiarão a formação de alguns portugueses, entre os quais os mais ricos. Assim, não combatemos a desigualdade social de que Marcelo falou, antes alimentamos a quermesse eleitoral em curso, iniciada com a medida iníqua, por idênticas razões, de atribuição de manuais escolares a todos (cerca de 130 milhões de euros, licenças digitais incluídas).

Longe de mim considerar-me satisfeito com a percentagem de portugueses com formação superior, a qual é inferior à de sociedades com que queremos convergir. Mas a questão das propinas, trazida ao debate público pela prioridade máxima de repente atribuída à massificação do ensino superior (já há quem fale em torná-lo obrigatório), merece alguma reflexão e resposta a questões simples (antecipo que os arautos da coisa lhes possam chamar simplórias), a saber: os 30 mil empregos existentes, sem candidatos, pedem habilitações de nível superior? Porquê o espanto por apenas 4 em cada 10 dos jovens que terminam o secundário demandarem o ensino superior, se a prioridade do governo PS (Sócrates) e PSD (Passos Coelho) foi o secundário profissional? Quantos licenciados estão no desemprego ou se arrastam penosamente nos call centers e nas caixas dos supermercados? Quantos milhares emigraram e enriquecem hoje economias concorrentes, financiadas pelo Estado português? Quantos doutorados e investigadores são precários miseravelmente pagos, ou desempregados?

Dir-me-ão que nenhum dos nossos desafios de futuro se resolverá sem o aumento da formação superior dos portugueses e eu concordo. Mas o acréscimo deve ser ponderado: que não signifique diminuição da qualidade; que vá de passo síncrono com a inversão do paradigma vigente (fala-se sempre da academia não responder às necessidades das empresas, mas não se fala da economia não criar oportunidades de empregos decentemente remunerados para os jovens que ela forma); que dele não resulte mais médicos e enfermeiros a servirem sistemas de saúde estrangeiros, outrossim a acudirem à degradação do nosso. Porque a consideração destas premissas encorajará muito mais a procura do superior que a abolição das propinas.

Gostaria eu que o ensino superior fosse gratuito, como na Alemanha? Que os transportes públicos fossem gratuitos, como no Luxemburgo? Naturalmente que sim … se a dívida do Estado não fosse o que é. Naturalmente que sim, se as consequências financeiras de tantas políticas sem nexo não fossem encobertas por engenhosas burcas dissimuladoras, como a que tapa os 5% do OE de 2019 para “despesas excepcionais”, quatro mil milhões que passaram sem explicação, graças à generosidade parlamentar do PCP e do BE.

É verdade que o artigo 74º da Constituição estabelece que caminhemos para a gratuidade de todos os graus de ensino. Mas não menos verdade é que tal imperativo constitucional, em sede interpretativa, se subordina a outros, igualmente constitucionais, como seja o da “reserva do possível” (possibilidades materiais mobilizáveis) ou o da equidade. Sim, equidade, porque é bom não esquecer que a gratuidade da quermesse eleitoral em curso, pródiga em medidas cegas, de cariz populista e de aplicação universal injusta é, no limite, custeada pela inexistência de apoios vitais aos que mais precisam e sofrem, por serem os mais pobres.

In “Público” de 23.1.19

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OCDE continua a não saber fazer contas…

Mais um estudo sobre os vencimentos dos professores pelo mundo. Como sempre as contas estão desfasadas da realidade. Além de não se justificar os valores apresentados.

Vejamos um professor do Ensino Básico em inicio de carreira, segundo a OCDE aufere 30.000 dólares anuais, à cotação de hoje, 26.351 euros. A realidade é bastante diferente. Um professor no inicio da carreira aufere pelo 1º escalão, índice 167, leva para casa mensalmente, 1518,63 euros brutos. Se multiplicarmos por 14, verificamos que o vencimento anual é de 21.261,81 euros e não do constante no tal estudo da OCDE. Nem vale a pena falar dos valores seguintes, mas… com o congelamento os professores com 10 anos de serviço ainda se encontram no inicio de carreira. No topo de carreira, a OCDE refere o montante anual bruto de 54.458 euros e na realidade é de 47.104,82.

Mais uma vez estes estudos servem para induzir em erro quem tem como mau hábito acreditar nestas instituições.

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Só queremos o que é Nosso! 942

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Tabela de Vencimentos 2019

Um trabalho da Eduprof em que podemos constatar as diferenças de vencimento em relação ao ano de 2018.

As Taxas de IRS foram alteradas e, enquanto, em alguns casos descem, noutros sobem. As diferenças não são grandes, nem para cima, nem para baixo. É melhor consultarem para não terem surpresas no dia 23. Cliquem na imagem.

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Tiago negoceia, mas não sabe quando…

Quando, Tiaguinho?

É um discurso de intenções. Diz que quer, mas na realidade não sabe muito bem o que quer e quando quer. Ainda a semana passada disse que tinha um ano para o fazer

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ILC No Parlamento: Vão Os Deputados Assumir As Suas Responsabilidades?

No dia 16 de Janeiro, cinco membros da Comissão Representativa da Iniciativa Legislativa de Cidadãos para contagem integral do tempo de serviço docente foram ouvidos na Comissão de Educação e Ciência (CEC) a propósito do – Projeto de Lei n.º 944/XIII, que resultou da ILC e está em discussão no Parlamento.

O diploma encontra-se em apreciação pública, no link http://www.parlamento.pt/sites/COM/XIIILeg/8CEC/Paginas/ContributosIniciativasII.aspx?ID_Ini=90, até 14 de fevereiro (com participação aberta a todos os cidadãos que desejarem) e visa recuperar o tempo de serviço docente prestado durante as suspensões de contagem anteriores a 2018, para efeitos de progressão e valorização remuneratória.

A Audição pode ser seguida no seguinte link- http://www.canal.parlamento.pt/?cid=3530&title=audicao-da-comissao-representativa-dos-subscritores-da-iniciativa-legi

O Projeto de Lei pretende, não só a recuperação integral dos 9 anos, 4 meses e 2 dias, em que se trabalhou e descontaram impostos, de vencimentos reduzidos em muitos casos por sobretaxas, como também o efeito de progressão na carreira, sem quotas ou vagas.

Essa é a única maneira que esse tempo conte na íntegra, quando já avaliado, (ou não, desde que por motivos não atribuíveis ao docente) de forma a que a retribuição que nos é devida seja efetiva e não um simulacro, De outra forma, os docentes ficarão “pendurados” em escalões onde se aguardam vagas, que só poderão ser abertas pelo governo, não tendo na prática qualquer valorização salarial.

Da parte dos Deputados, houve respostas, mesmo que vagas, de concordância com princípios, lamento da falta de informação de cálculos e custos, mas nenhuma assunção de compromissos concretos futuros.

Após a Audição, houve ainda encontros com alguns Grupos Parlamentares, tendo alguns destes mostrado abertura para ajudar no processo legislativo iniciado pela ILC e promover a sua continuidade em debate na especialidade.

Os Proponentes da ILC continuarão, a par da sua atividade profissional, a estar disponíveis para a defesa dos princípios e representação da Iniciativa quando e onde for necessário!! Face ao patente fracasso negocial, a intervenção do parlamento pode ser uma via útil e viável (como aliás, até os sindicatos já reconhecem). Por isso ajudem a ILC, participando na apreciação pública!

21 de janeiro de 2019

A Comissão Representativa da ILC

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SPZC prepara ação em Tribunal para defesa dos professores dos quadros vítimas de “ultrapassagens” na carreira!

Não às ultrapassagens!

O mesmo tempo de serviço a mesma posição na carreira!

O SPZC, nos diferentes processos negociais que manteve com o Ministério da Educação, nomeadamente sobre a Portaria n.º 119/2018 de 4 de maio, do reposicionamento dos docentes que ingressaram nos quadros entre 2011 e 2017, e sobre a recuperação do tempo de serviço congelado, sempre se bateu para que todos os docentes, com o mesmo tempo de serviço e cumpridos os mesmos requisitos, fossem posicionados no mesmo ponto de carreira que outros docentes, independentemente da data de ingresso na carreira. 

Sucede que a operacionalização que está a ocorrer do reposicionamento dos docentes que ingressaram na carreira após 2011 demonstra que Educadores e Professores com o mesmo tempo de serviço são colocados em pontos diferentes da carreira provocando situações incompreensíveis de desigualdade. 

O SPZC na defesa dos direitos e legítimos interesses dos seus associados e através do seu Departamento Jurídico, defenderá todos os seus associados e docentes que venham a sindicalizar-se desde que se sintam prejudicados no desenvolvimento da sua carreira por relação aos que vão ser reposicionados ao abrigo da Portaria 119/2018 de 4 de maio. 

No plano nacional, e no âmbito da FNE, solicitaremos à Provedoria de Justiça que diligencie junto do Governo no sentido de intervir na sua correção, para que esta situação de injustiça e violadora de princípios e normas constitucionais seja corrigida, obstando dessa forma a criação de mais estorcegões na carreira.

Se julga que vai ser ultrapassado contacte a Delegação da sua área de residência ou a sede do SPZC

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Abertura de vagas para funções docentes 2019/2020 – EPMindelo

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Concurso Nacional 2018/2019 – “Era uma vez… o 1.º de maio”

 

 

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Quinta-feira há Manif…

O dia não será o melhor, mas não lhe retira significado. A estratégia sindical passa por acelerar as negociações, a do governo passa pelo silêncio… O silêncio, muitas vezes, diz muito mais do que qualquer palavra…

 

Nova manifestação dos professores marcada para quinta-feira em Lisboa

Este sábado, os professores anunciaram que se vão manifestar em Lisboa na próxima quinta-feira, dia 24 de janeiro, após a ausência de resposta do Governo para iniciar novas negociações com o objetivo de recuperar o tempo de serviço.

Os profissionais referem, através de um documento assinado por diversas organizações sindicais, como é o caso da ASPL, Fenprof, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU, que “o Governo tarda em iniciar as negociações, com vista à recuperação do tempo de serviço que esteve congelado, apesar de, num primeiro momento, ter revelado uma pressa inusitada”.

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Provas e (des)igualdade de oportunidades

 

Provas e (des)igualdade de oportunidades

A autonomia e flexibilidade curriculares estabelecem que o “currículo seja equacionado como um instrumento que as escolas podem gerir e desenvolver localmente (…) A assunção do papel decisivo das escolas e dos professores no processo educativo dos alunos leva o Ministério da Educação a assumir um papel subsidiário do trabalho das escolas” (Decreto-Lei n.0º 55/2018, de 6 de julho).

A Associação de Professores de História (APH) vem reivindicando, desde o início da definição das Aprendizagens Essenciais (AE), que sejam estabelecidos tempos mínimos de lecionação em História – nunca inferiores a seis tempos para o 2.0ºCiclo e a nove para o 3.0 Ciclo – considerando que não devem ser as escolas a fazê-lo. Esta reivindicação encontra-se explanada no nosso sítio, sendo objeto de uma petição online: http:// www.aph.pt/.

E, porque considera a APH que a distribuição dos tempos letivos não deve ser entregue ao juízo arbitrário das escolas?

Porque tal pode originar injustiças tais como as que se adivinham aquando da realização das provas de aferição do 5.0 e do 8.0 ano de escolaridade para 2019. O quadro de autonomia atual torna a realidade muito diversificada. Há escolas a optarem por atribuírem dois tempos letivos a História e Geografia de Portugal (HGP) no 5.0º ano e outras a optarem por três. Situação semelhante verifica-se no 3.0 Ciclo. Ora, como se pode constatar na informação das provas de avaliação externa publicada pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), este instituto não acautelou estas diferentes situações de atribuição de tempos letivos, colocando como sendo passíveis de avaliação todos os conteúdos constantes nos documentos curriculares em vigor, quer para o 5.0 ano quer para o 8.0 ano. Neste último caso são ainda passíveis de ser avaliados todos os conteúdos do 7.0 ano.

A título de exemplo, como é que um aluno, cuja escola tenha optado por ter apenas dois tempos letivos atribuídos no 5.0 ano se encontra em pé de igualdade com outro cuja escola tenha optado por três tempos letivos? Tal não vai contra o estabelecido no Decreto-Lei n.0 55/2018, de 6 de julho, onde se lê: “O programa do XXI Governo Constitucional assume como prioridade a concretização de uma política educativa centrada nas pessoas que garanta a igualdade de acesso à escola pública, promovendo o sucesso educativo e, por essa via, a igualdade de oportunidades.”?

*Presidente da Associação de Professores de História

 

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Reserva de recrutamento n.º 17

 

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 17.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 21 de janeiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 22 de janeiro de 2019 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Tabelas de IRS para 2019

 

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Divulgação – Global Teacher Prize Portugal

A partir de hoje, vamos reconhecer quem ensina a conhecer. Obrigado a todos os professores por nos ensinarem a questionar, a pensar e a experimentar.
Inscrições abertas até 3 de Março

www.globalteacherprizeportugal.pt

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Divulgação – Ciclo de Conferências 2018 – Viseu

Ciclo de Conferências 2018 – Viseu

Realiza-se no dia 26 de janeiro de 2019, no Hotel Onix – Viseu, a Conferência do Ciclo de Conferências 2018, que a FNE organiza em conjunto com a UGT, CEFOSAP, ISCTE-IUL, CBS e a UFP. 

PROGRAMA

09h00m – Abertura da receção aos participantes

09h30m – Sessão de abertura

João Dias da Silva, Secretário-Geral da FNE
SPZC
Carlos Silva, Secretário-Geral da UGT

10h00m – Conferência
Luís Pinto de Faria

Comentadores

José Luís Abrantes (FNE/SPZC)
Paula Antão (UGT-Viseu)
Joaquim Messias (FNE/SPZC)

Debate

11h10m – Coffe-break

11h40m – Conferência
Conceição Caldeira

Comentadores

António Alexandre (UGT-Viseu)
Rui Leandro Maia (UFernando Pessoa)
Jorge Santos (FNE/SPZC)

Debate

12h50m – Sessão de encerramento

Manuel Teodósio, Presidente da UGT-Viseu
Lucinda Manuela Dâmaso, Presidente da UGT
Câmara Municipal de Viseu

 

 

FICHA DE INSCRIÇÃO
(DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO – 22 DE JANEIRO 2019)

 

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Professores em 3.º lugar na confiança dos portugueses

Bombeiros, médicos e professores: os profissionais em que os portugueses mais confiam

Entre a resposta “não confio nada” (zero pontos) e “confio totalmente” (10 pontos), os portugueses atribuem em média um 8,8 à classe profissional dos bombeiros, o que se traduz num elevadíssimo índice de confiança de 94%. Nas posições seguintes, com um resultado de 83%, surgem em ex-aequo médicos e professores.

in Expresso

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GOVERNO PRECARIZA DUPLAMENTE OS PROFESSORES CONTRATADOS COM HORÁRIOS INCOMPLETOS

 

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Só 1% dos portugueses quer ser professor

 

 

Estudo. Só 1% dos portugueses quer ser professor

É a terceira profissão mais confiável na opinião dos portugueses, só ultrapassada por médicos e bombeiros, mas, apesar disso, quase ninguém pensa seguir a profissão de professor. Esta é uma das conclusões do estudo que será apresentado esta quinta-feira no lançamento de mais uma edição do Global Teacher Prize, feita a cidadãos com 15 ou mais anos, e que mostra que só 1% dos inquiridos tem como objetivo profissional ser professor.

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Indicador “Inclusão” como “chave” para a avaliação das Escolas

É sabido que a avaliação externa das Escolas pela IGEC necessitava de uma “lavagem de cara”. Ainda não se conhecem todos os novos indicadores, mas esperemos que realmente se comece a ver para além de “Rankings”.

 

Inclusão vai ser a medida principal para avaliar as escolas

O novo ciclo da avaliação externa das escolas, que se iniciará em Maio, vai ter na inclusão “o indicador-chave” para a análise das práticas dos estabelecimentos de ensino, anunciou nesta quarta-feira o secretário de Estado da Educação, João Costa.

Será o terceiro ciclo da avaliação conduzida pela Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), um procedimento que se iniciou em 2006 e que, segundo João Costa, para além dos resultados nos exames, vai passar a integrar o trabalho desenvolvido pelas escolas no âmbito das novas políticas educativas iniciadas pela actual tutela, bem como os novos indicadores que têm sido desenvolvidos pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).

 

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Audição da Comissão de Representantes da ILC na Comissão da Educação e Ciência

A ver e a ouvir com muita atenção… Estão todos muito sensíveis à questão da recuperação do tempo de serviço dos professores. Foram desafiados a agir, mas nenhum afirmou que o iria fazer…

A apresentação da ILC foi muito bem conseguida, a nossa colega Sandra transmitiu muito bem a essência do documento. Um relato muito explícito de todo o processo e dos seu objetivos.

(Os últimos minutos são imperdíveis.)

 

 

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“Na mais pura boa fé… negociaremos”

 

Para quem tiver paciência e queira ouvir, de boa fé, que a educação mudou, que o investimento é muito maior, que os problemas estão a ser resolvidos, que as negociações ocorrerão no momento oportuno, que… Fica o video da Audição da equipa ministerial. (se sentirem frio, corram que aquecem…)

 

 

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Quem manda no tempo sou eu… tenho um ano.

Há quem se esqueça que os deputados já “mandaram”, por diversas vezes, no ministério da Educação, nesta Legislatura…

 

Negociar com professores? O Governo tem o seu “próprio calendário”

A propósito da obrigação imposta pelo Orçamento do Estado para o início de novo ciclo negocial sobre o tempo de serviço, Tiago Brandão Rodrigues respondeu que o OE “é válido para todo o ano de 2019”.

 

 

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A Iniciativa Legislativa de Cidadãos encontra-se em Consulta Pública

 

 

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Uma opinião sobre a proposta das organizações sindicais

 

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Comunicado SINAPE – RECUPERAÇÃO INTEGRAL DO TEMPO DE SERVIÇO

 

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Álvaro de Campos e o politicamente correcto – João André Costa

 

Álvaro de Campos e o politicamente correcto

A Porto Editora está envolvida em mais uma polémica depois do corte a tracejado de 3 versos da “Ode Triunfal” de Álvaro de Campos, um dos heterónimos de Fernando Pessoa, cujo poema faz parte do manual escolar de Português do 12.º ano “Encontros”, adoptado por um total de 90 escolas.
Vítima do politicamente correto, Fernando Pessoa anda às voltas no túmulo.
Quem se seguirá? Camões e a Ilha dos Amores? Decerto. Os livros de Arte e as raparigas nuas de Rubens? Já está na lista e hoje em dia convém não ferir a susceptibilidade alheia sob pena de um processo em tribunal.
Inevitavelmente coloco aqui questão: será o politicamente correcto mais importante que a cultura? Teremos o direito de reescrever a História por medo de represálias? Teremos todos perdido o bom-senso juntamente com as noções de certo e errado mais o nosso papel de educadores e formadores das gerações futuras?
Será do Pessoa a culpa de escrever em vernáculo, ainda para mais quando tal vernáculo incide sobre as relações entre adultos e menores, ou será antes a culpa de cada uma das escolas e respectivos corpos docentes pela escolha de tal manual?
Do Pessoa não é de certeza, é de quem edita os livros e de quem os escolhe, é da editora e das escolas, é dos professores e de quem pretende (re)escrever o currículo ao ritmo do lápis azul da censura de outros tempos.
Aos poucos apagamos a cultura e a identidade portuguesas, uniformizando mentalidades, modos de agir e pensar, de bom grado eliminando o original, o inovador, o chocante, o desafiador em nome do politicamente correcto, como se a miséria, a degradação, os abusos e a violência do homem sobre o homem nunca tivessem existido.
Ao apagar a história em nome do politicamente correcto arriscamo-nos a repeti-la.
Portanto, não à censura da alma e do corpo, não à mutilação das palavras e dos versos, tudo o que é pensado deve ser escrito, em nome do infinito, e só na liberdade podemos ser verdadeiramente maiores.
Voltando ao livro, entre o puritanismo e a ignorância venha o diabo e escolha e já que o Pessoa levantava tantos problemas porque não outro poema ou outro autor ao invés da “Ode triunfal”?
Para quem dedica parte da sua vida à escrita, não há nada mais triste para além do fuzilamento indiscriminado das ideias e das palavras, como se escrever fosse um crime e a censura o julgamento imediato, célere e cego, de quem escreve. Ninguém diz uma palavra, mas eu sei que fui julgado e condenado sem direito a defesa, a advogado ou tribunal. Não são precisos, basta o editor.
Os meus pêsames, por conseguinte, ao Pessoa, mas não só, a todos os portugueses. Hoje estamos mais pobres, e se assim é a nós o devemos. Eu, por mim, vou continuar a ler Pessoa, Álvaro, Alberto, Ricardo, mas não só, Peixoto, Agualusa, Lobo Antunes, Saramago, Zambujal, O’Neil, Herberto, entre tantos outros, com asneiras e sem asneiras, mas de preferência com, e tratando a vida sempre por tu num mundo onde o politicamente correcto não me chateie nem me diga o que é certo e errado que eu já sou crescidinho, muito obrigado. Quanto à nossa juventude, não precisa da vossa condescendência, foram os alunos que nos chamaram a atenção para a censura, foram os alunos que gritaram liberdade!

 

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Monumento ao Precário

 

O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, disse esta segunda-feira à agência Lusa, no Porto, que no dia 31 de janeiro, em frente à Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa, vai ser descerrado um monumento ao Precário Desconhecido.

 

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À boleia da descaracterização do 1.º Ciclo, acaba-se com o 2º Ciclo…

 

É uma desculpa como qualquer outra. Convém relembrar o tema da recomendação, “…  promova um amplo e profundo debate nacional sobre a reorganização dos ciclos de ensino e a realização de uma profunda reorganização curricular”.

A verdade é que, nos chamados países desenvolvidos, apenas Portugal optou por um 2.º Ciclo. Agora ouvem-se uns poucos de especialistas dar a opinião sobre algo que desconhecem no terreno. Não digo que a solução não seja a junção de ciclos, peço para que todas as opções sejam postas em cima da mesa e que se equacionem todas as hipóteses antes de se tomarem decisões. Isto, para que daqui a 20 anos, outros especialistas, não condenem o que se fez.

Fica o Projeto de Resolução n.º 1936/XIII/4.ª.

 

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Governo dos Açores, decreto sobre tempo de serviço dos professores no Parlamento regional

Governo dos Açores entregou no Parlamento da região decreto sobre professores

O Governo Regional dos Açores entregou nesta segunda-feira no Parlamento da região a proposta de decreto legislativo que visa a recuperação do tempo de serviço dos professores para efeitos de progressão de carreira.

 

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Comunicado – Benefícios da ADSE não sofreram alterações com a nova legislação

 

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Recomendação ao governo para a revisão do programa curricular da disciplina de Estudo do Meio do 1 º Ciclo Ensino Básico

 

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Tablets em vez de livros? Vai ser na Madeira…

 

O futuro que tanto se tem falado está a chegar aos alunos madeirenses. No Próximo ano podem livrar-se do peso das mochilas e servir-se da tecnologia em sala de aula. Para quando a chegada ao Continente destas “modernidades”?

 

Alunos madeirenses vão ter tablets em vez de livros

No próximo ano lectivo, o Governo Regional vai começar a substituir os manuais por tablets nas escolas da Madeira. No futuro, o projecto da responsabilidade da Secretaria de Educação deverá abranger todos os alunos após o 1.º Ciclo do Ensino Básico.

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Fim do 2º Ciclo partidos contra e a favor…

Em vez de se realizar um debate alargado, passando pelos professores, lançam-se ao ar ideias para ver se caem no “goto”…

 

Só o PS diz não para já ao fim do 2.º ciclo do ensino básico

Reorganização dos ciclos de ensino vai ser de novo debatida no Parlamento. PSD, CDS e PCP concordam. BE está hesitante e PS rejeita. Mas o PSD também garante que mudanças só terão o seu voto se existir uma revisão de fundo da Lei de Bases do Sistema Educativo, aprovada em 1986.

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Global Teacher Prize Portugal 2019

 

 

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A desinformação da opinião pública sobre os Professores Portugueses

Já todos sabemos que a imagem dos professores se encontra sob ataque constante e cerrado por parte da classe política e mais uns, faz anos.

Numa altura em que poderão iniciar novas negociações surgem sempre estudos e notícias e discursos com o objetivo denegrir a imagem da classe (e não é só com os professores que isto acontece, é uma tática antiga e conhecida). Mas não se trata apenas disso, os professores, também, têm de escolher uma nova imagem que os represente, a existente está gasta e parece não querer evoluir. A luta necessita novas estratégias e novas formas.

Isto só vai acabar no Parlamento e, embora se possa vir a ganhar, pode não ser só o governo a perder. Esperemos que ninguém entre em desespero e acorde o que nunca defendeu.

 

Portugueses estão contra ambiente de contestação social – e em desfavor dos professores

Os portugueses continuam contra a luta dos professores pela progressão nas carreiras e não são sensíveis aos argumentos e presença mediática de Mário Nogueira. Nem estão em geral favoráveis às greves.

Governo aparece a perder gás na sondagem desta semana publicada no Expresso, mas tendo em conta as respostas a quatro perguntas (ver gráficos em baixo), não será por causa do desgaste causado pela contestação social que António Costa deve temer a opinião pública. Primeira conclusão: os portugueses continuam contra a luta dos professores pela progressão nas carreiras e não são sensíveis aos argumentos e presença mediática de Mário Nogueira.

No estudo da Eurosondagem em Setembro, 69% dos inquiridos estavam contra as reivindicações dos professores quanto à contagem de tempo nas carreiras. O inquérito desta semana revela que essa posição até se acentuou: por junto, 68,5%
das respostas dizem que o Governo nem devia dar mais nada aos docentes (25%) ou que Costa não deve alterar a oferta de dois anos, nove meses e 18 dias (43,5%). Apenas 16,9% concordam com os sindicatos (em setembro eram 19,4%) que defendem a reposição integral do tempo de carreira perdido nos anos de crise.

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Despacho da Rede de cursos do EPE da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básicos e Secundário para a África do Sul, Namíbia e Zimbabué

 

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