Com este despacho do Ministro da Educação passaram a ser as escolas a determinar o número de turmas que podem aceitar, não havendo limite (a não ser o físico) à abertura de novas turmas.
Aplaude esta medida quem é adepto da liberdade de escolha, mas mais cedo ou mais tarde algumas escolas vão sofrer com esta decisão porque nem todas as condições físicas das escolas são iguais. Há escolas que o tempo já comeu a tinta das paredes e a cera do chão, enquanto outras ao lado reluzem, como se a sorte tivesse escolhido morada antes de os alunos escolherem a escola

Resta saber quem terá a competência para colocar administrativamente um aluno dentro da escolaridade obrigatória que não consiga vaga numa das suas 5 preferências.
No caso dos alunos acima do 5.º ano isso não deve ser problema, mas no caso do Primeiro Ciclo e por falta de salas de aula em muitos centros de cidade, não é possível fazer crescer mais turmas por não haver salas de aula disponíveis.




4 comentários
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Finalmente acabou a rede.
Reforço da liberdade de escolha!
Excelente.
Porque é que eu acho que isto é um presente envenenado para os diretores?
Pois vai ser.
Se não aceitarem mais alunos a culpa vai ser deles.
Por outro lado e numa cidade com vários agrupamentos, uma escola básica que tenha 2 turmas de 7 ano, pode ficar sem nenhuma no próximo ano se as outras da cidade aceitarem todas as transferências.
Vai ser um leilão e ver quem dá mais disto e daquilo aos alunos e pais!!!
Inacreditável! Ainda falavam do Crato. Este ministro é do pior que já passou pelo ME.