Decorrem os Testes Intermédios do 2° Ano de Português

Em alguns escolas do país estão neste momento a realizar-se os testes Intermédios de Português para os alunos do 2° Ano de escolaridade.

Consideram que estás provas deviam ser obrigatórias para todas as escolas?

Consideram que estes testes não fazem sentido de existir?

Qual a opinião que têm sobre a existência destes testes Intermédios?

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6 comentários

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    • Fernando Figueiredo on 28 de Maio de 2015 at 11:00
    • Responder

    É bom que as criancinhas comecem desde cedo a habituar-se ao cortisol, à adrenalina, à vasopressina e à noraepinefrina que os organismos produzem em excesso em situações de ansiedade e de stress. Depois queixem-se que o sistema nacional de saúde gasta muito com hipertensos. Há que começar, desde cedo, a inibir os efeitos das hormonas do bem estar, como a oxitocina e as endorfinas naturais, que escola é sangue, suor e lágrimas. Aprender é com sofrimento, nada de satisfações. Ups, já me esquecia, para o nosso ministro, até a neurologia deve ser uma “ciência oculta”!

    Desculpem toda esta ironia, mas já não há paciência para este sistema de escola napoleónica com tiques estalinistas, uma escola para castigar pessoas, não para as desenvolver.

      • Hernâni Costa on 28 de Maio de 2015 at 11:55
      • Responder

      Sem palavras.
      Concordo.

    1. Concordo em absoluto. Só serve para os pais gastarem dinheiro em manuais, explicações, ritalina… Os professores também ficam setressados e os miúdos do 2º e 4º ano não fazem outra coisa, desde o início do ano, que não seja treino e adestramento. Vêm as férias e aquilo foi um ar que lhes deu! Para quê???

        • Maria Antonieta on 28 de Maio de 2015 at 22:12
        • Responder

        Ainda se fosse adestramento positivo, como está muito na moda com os cães… 😀 😀
        Os testes intermédios do 2.º ano, são uma palermice. E então as normas e procedimentos das mesmas, como se fossem exames do secundário, é de morrer a rir (para não chorar). Enfim…

    • Marmelo on 28 de Maio de 2015 at 15:12
    • Responder

    Olhe parabéns pelo que escreve.Pois além de tratar o “problema” como deve ser tratado, está escrito com muita mestria.Adorei.

    • Fernando Figueiredo on 28 de Maio de 2015 at 21:21
    • Responder

    Hoje, enquanto ia falando com outros colegas sobre este assunto, fui-me apercebendo que muitos dos que defendem este sistema baseado em exames, são os mesmos que à vinte e tal anos atrás andaram pelas ruas a bramir contra a Prova Geral de Acesso ao Ensino Superior, a PGA de má memória para muitos, mas muito amiga das Universidades Privadas. Quando os confrontei com esta incoerência, responderam que não tinham nada contra a PGA, mas contra o facto de nunca antes terem feito nenhum exame e estarem a enfrentar um exame pela primeira vez só no final do 12º ano. Coerente, pensei eu ao princípio, mas como também andei lá a bramir contra essa coisa chamada PGA e não me lembro de ninguém a pedir a introdução de exames no 1º Ciclo do Ensino Básico, pensei, que chatice, há quem consiga ser mais irónico que eu :(!!!
    Outra dúvida pertinente que por vezes me assalta é a seguinte: pk razão as criancinhas do 1º Ciclo têm que fazer exames se a maior parte das componentes curriculares dos doutoramentos nem um teste contemplam!???

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