20 de Maio de 2015 archive

A Escola Vista De …

 

Desculpa&Obrigado

___

Actualização da coincidência:

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A Ver

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Quem anda a falar do 1º ciclo?…

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De facto, o 1º ciclo parece que anda na “berra”!

Tenho assistido a um interesse crescente pelo 1º ciclo, até já se fazem convenções e tertúlias. Fala-se sobre o número de alunos por turma, dos programas, das reformas… Até os Srs. ex-ministros, que na sua altura foram parte do problema, agora surgem com “ideias”… Ele é um corre, corre… Mas para que é que tudo isto servirá? Para onde levará o 1º ciclo?

Enquanto os senhores das “ideias” não se levantarem de detrás das suas secretárias, ricamente ornamentadas por estudos e mais estudos encomendados não se sabe muito bem a quem, não chegaremos a lado nenhum. Enquanto os profissionais, aqueles que todos os dias trabalham em sala de aula, não forem tidos nem achados sobre as reformas, vamos continuar a assistir a uma distorção do 1º ciclo, e não só.

O 1º ciclo necessita de uma reforma de fundo, nas suas bases. Mas essa reforma não pode sair de um qualquer gabinete, tem de sair de uma discussão entre os verdadeiros profissionais, aqueles que todos os dias entram nas salas de aula. São eles que sabem o que está bem e o que está menos bem, são eles que reconhecem as vantagens e as desvantagens da aplicação desta e de outra medida, eles são os especialistas. São reconhecidos por isso? Não. Mas são-no.

São esses profissionais que devem ter um papel ativo na discussão que, agora, parece estar na moda. Cabe-lhes a eles a responsabilidade de trazer a público as alternativas, credíveis, para que se execute uma reforma que, de uma vez por todas, assente nas necessidades que as crianças, a escola e até os governos (pelo menos dizem que sim) precisam para alcançar aquilo que todos querem, o sucesso das nossas crianças. Mas são esses profissionais, que não são ouvidos, que não têm palavra, que se resumem a aplicar aquilo que outros, sem qualquer experiência ou conhecimento real do que se passa nas escolas, têm decidido, que se põem de parte dessa discussão.

Até quando?

Até quando nos vamos manter como meros executores? Até quando o futuro do 1º ciclo vai estar nas mãos e na ponta da caneta de um qualquer burocrata? Porque é que ainda não foi constituída a Associação de Professores do 1º Ciclo? Porque é que têm de sair dos sindicatos as “ideias” de como realizar essa reforma? Porque é que têm de ser ou outros a falar por nós? Porque é que estamos calados?…

Isto não se aplica apenas ao 1º ciclo, há muitos outros grupos que sofrem do mesmo mal…

 

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Prova de Matemática do 4º ano

Mais uma prova “fácil”…

Não diria tanto,… acessível será o termo mais adequado!

A prova continha algumas rasteiras, muito ligadas a Português, mas não é, por mim, considerada difícil ou por lá perto… O que me deixou quase perplexo foi a sua similaridade, na forma, às provas de anos anteriores, com Metas e tudo… Estamos perante o “rigor” e “exigência”…

Veremos como serão interpretados os Critérios de Classificação!

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Em Que Planeta Vive David Justino?

Porque o que ele defende é o que a maioria das escolas já faz.

E ainda não se deve ter apercebido disso.

Ex-ministro defende aulas mais curtas

 

David Justino é ainda da opinião de que se deve reduzir o tempo que os alunos passam dentro da sala de aula

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O ex-ministro da Educação David Justino defendeu esta quarta-feira aulas mais curtas do que os atuais blocos de 90 minutos, alertando para a dificuldade que os alunos têm em manter a concentração.

“Nunca tive grandes dúvidas de que ninguém consegue controlar uma turma de 25 alunos, durante uma hora e meia. A capacidade de concentração é reduzida”
David Justino falava durante a conferência sobre “Indisciplina em Meio Escolar”, que decorreu no parlamento. Ele, que também é o atual presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE) apresentou-se como um “defensor de uma redução objetiva do tempo em sala de aula” e disse que “não gostaria que a escola a tempo inteiro se tornasse em sala de aula o tempo inteiro”, cita a Lusa.

A posição do ex-ministro foi partilhada por Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamento e Escolas Públicas (ANDAEP) e diretor de um agrupamento de escolas de Vila Nova de Gaia.

É preciso diminuir o tempo letivo de 90 para 50 minutos. Estar numa sala de aula a ouvir alguns professores durante 90 minutos é uma seca. Até para nós é dose”, afirmou, sublinhando que apenas no ensino secundário os alunos já deverão estar preparados para ter aulas de hora e meia.

 

Mas como não existem dados concretos, nem estatísticas conhecidas sobre a organização dos tempos escolares deixo este pequeno inquérito para ser respondido sobre o funcionamento dos tempos lectivos no vosso agrupamento.

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Um Pouco Mais do Mesmo

Com o reforço as competências das autarquias locais numa lógica de descentralização e subsidiariedade;

Com o combate ao insucesso escolar e a garantia dos 12 anos de escolaridade;

Com a aposta na educação pré-escolar como chave para o combate ao insucesso escolar;

Com o combate ao insucesso na sua raiz: desenvolver um ensino básico integrado, global e comum a todas as crianças

Com a diversificação da oferta formativa e valorização do ensino profissional;

Com mais Autonomia para as escolas;

Com um Programa de Educação e Formação de Adultos que consolide um sistema de aprendizagem ao longo da vida e a sua acção estratégica para a próxima década.

Ler o Projecto de Programa do PS que está para debate público clicando sobre a imagem.
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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Crato garante que não haverá mais cortes na Educação – PÚBLICO

Fim do Latim em França? Ministra na mira das críticas – DN

Telemóveis prejudicam sucesso escolar – Observador

Adolescentes à deriva – Observador

Professores advertem: Há mais indisciplina nas salas de aula – Renascença

Indisciplina na sala de aula é queixa de 80% dos professores | Diário Digital

Fórum Mundial de Educação cria estratégia até 2030

 

Universidade de Lisboa promove Seminário Educação Hoje: Promover o Bem-Estar e Prevenir o Risco

Loulé: VII Encontro de Partilhas de Práticas Educativas de Cidadania

Escola Superior de Educação de Santarém tem formação TIC | O Ribatejo

Radio Portalegre – Portalegre: ESEP recebe III Jornadas da Família

Formação das forças de segurança para lidar com crianças descrita como sucesso – RTP

“Na Escola Acontece” no Centro Cultural de Lagos

500 jovens a resolver problemas do futuro na Universidade do Porto

 

Mértola inaugura réplica de Casa Islâmica do bairro da Alcáçova do Castelo | Sul Informação

Biblioteca de Vasco Graça Moura disponibilizada à Universidade do Porto – RTP

Duzentos cantam em Vila Real para mostrar que se está a construir uma ópera – RTP

Napoleão Mira e Reflect apresentam «12 Canções Faladas & 1 Poema Desesperado» em Loulé | Sul Informação

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Nada de Espantar

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Mais de 80 por cento dos professores já viveram situações que classificam de indisciplina na sala de aula, segundo um estudo nacional que inquiriu mais de três mil docentes.

 

Estar desatento, chegar atrasado à aula ou conversar com o colega do lado são algumas das situações apontadas pela maioria dos professores que responderam ao questionário do estudo que começou a ser realizado há cerca de ano e meio pela Universidade do Minho (UM).

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O Fétiche de Nuno Crato

… não é a Matemática, mas sonhar que não cortará mais nada em Educação.
 
 

Crato garante que não haverá mais cortes na Educação

Ministro da Educação diz que pretende ignorar o relatório do FMI.

 

 

O ministro da Educação, Nuno Crato, garantiu nesta quarta-feira que não haverá mais cortes no sector.

Em resposta aos jornalistas, nesta quarta-feira, em Lisboa, Crato assumiu que pretende ignorar o último relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), onde se insiste que Portugal deve reduzir a despesa na Educação, afastar mais professores do ensino e fechar mais escolas.   “Não estou a planear fazer mais cortes”, disse.

Crato esteve nesta manhã na Escola Básica do Parque das Nações, para perguntar aos alunos do 4.º ano como lhes tinha corrido a prova final de Matemática, a disciplina fétiche do ministro.

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É Tudo Uma Questão de Prioridades…

Faltam verbas e pessoal para rastreios ao cancro – TSF

 

Governo diz que ‘é legal’ o despacho que dá benefícios fiscais ao Novo Banco

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A Ler – Crónicas do Cão

Oh IAVE todo poderoso foste…

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Novidades da BCE

Muitas das coisas que fui dizendo por aqui parece que realmente vão acontecer.

  • Redução do número de subcritérios e
  • eliminação dos factores de subjectividade.

 

Bolsa de Contratação de Escola arranca em junho

 

 

A Bolsa de Contratação de Escola, que coloca professores em escolas com autonomia ou de intervenção prioritária, arranca em junho, com a criação de ofertas pelas escolas e com menos critérios de candidatura.

 

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A abertura deste concurso será no mês de junho“, disse à Lusa João Dias da Silva, secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE), que esteve esta terça-feira reunido com a Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) para discutir a reformulação da Bolsa de Contratação de Escola (BCE), cujo modelo provocou atrasos de meses na colocação de professores nas escolas e retardou o início do ano letivo para milhares de alunos, em alguns casos quase até ao final do 1.º período, em algumas disciplinas.

Contactado pela Lusa, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) confirmou que a BCE arranca em junho “com a criação das ofertas por parte das direções das escolas”, não se sabendo ainda quando poderão os professores apresentar candidaturas a esses lugares.

Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), e que deverá reunir-se com a DGAE ainda esta semana, disse à Lusa que espera que este ano “se apresse, de facto, o processo” da BCE, considerando que não se deve deixar o período de candidaturas para setembro, como no arranque do presente ano letivo.

Sobre o novo modelo da BCE, ainda a ser discutido com sindicatos de professores e diretores escolares, Dias da Silva adiantou à Lusa que a proposta apresentada pela DGAE, “um documento aberto ainda em discussão e sujeito a alterações“, prevê que os muitos critérios de candidatura a que os professores tinham de dar resposta sejam reduzidos, de acordo com a atual proposta para apenas 12.

Desses, as escolas poderão escolher aplicar apenas oito, de acordo com as necessidades manifestadas e com o perfil pretendido para as funções com lugares em aberto.

Segundo o secretário-geral da FNE, a DGAE “fez um trabalho de simplificação” do processo que permitiu retirar “fatores de subjetividade” às candidaturas.

“Queremos que o processo este ano possa ser tão transparente e objetivo quanto possível”, declarou Dias da Silva, que referiu que a redução no número de critérios atribui ao processo de candidatura uma clareza que vai também ajudar a “limitar ao máximo” qualquer possibilidade de falsificação de informação por parte dos candidatos.

O ministro Nuno Crato assumiu no parlamento, em setembro de 2014, que o processo de colocações de professores nas escolas pela 1.ª BCE tinha erros matemáticos na fórmula de cálculo das listas ordenadas, tendo pedido desculpas a pais, alunos, deputados e ao país pelos erros que redundariam na demissão do Diretor-Geral da Administração Escolar, nesse mesmo dia, depois de ter afirmado que os problemas eram da exclusiva responsabilidade dos serviços do MEC.

Os erros acabariam por obrigar a anular este concurso, a refazer a lista e a corrigir colocações, que deixaram muitos professores inicialmente colocados sem um lugar nas escolas, em alguns casos a centenas de quilómetros das suas residências, o que implicou investimentos como arrendamentos de casas.

As despesas assumidas pelos professores motivaram pedidos de compensações e o ministro revelou a 8 de outubro, no parlamento, que o Governo havia pedido ao Conselho Superior da Magistratura (CSM) a designação de um representante para uma comissão avaliar junto das partes eventuais compensações a lesados pelos erros nas colocações.

O MEC acabaria por autorizar apoios e aulas extraordinárias para os alunos prejudicados pelos atrasos no arranque do ano letivo, com as escolas a mostrarem maior preocupação com aqueles alunos que fazem exames no final do ano.

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Blogosfera – ComRegras

Acabar com o Bullying!

 

É inevitável abordar o que aconteceu na semana passada e pelos vistos não ficou por aí… O que está a acontecer é uma “estalada” na aparente pacatez social sobre um problema que passa muito tempo escondido. De lés a lés, a sociedade acorda para este “cancro” juvenil, mas com o tempo, a comunicação social e consequentemente a sociedade, hibernam novamente para assuntos bem mais acessórios do que este.

Está na altura das questões disciplinares deixarem de ser tratadas por “vagas” mediáticas. Quando a comunicação social publica algo chocante, de imediato surgem algumas “comichões” entre os intervenientes político-sociais, como se fosse da praxe opinar sobre algo que está debaixo da alcatifa. Estas são as piores alturas para resolver problemas, pois a temperatura do tecido social pode fomentar juízos e decisões precipitadas.

Neste artigo pedi a ajuda das colaboradoras do ComRegras: a Dra. Inês Afonso Marques, Psicóloga Clínica da Oficina da Psicologia e a Professora Leonor Rodrigues membro da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ). Através dos seus conhecimentos e experiência, será possível entrar na cabeça de um “bullie” e de uma vítima e conhecer melhor o trabalho efetuado nas escolas e CPCJs.

Entremos então nas mentes de “bullie” e vítima.

continua

 

 

Sondagem da Semana – Na Sua Escola, o “Bullying” é um Fenómeno que Ocorre:

 

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Resultados da sondagem da semana anterior e sua análise aqui

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A Prova de Matemática do 4° Ano

… também terá sido fácil.

Mas segundo me dizem, os alunos com défice de atenção vão cometer imensas asneiras.

Mais logo ao final da tarde coloco a prova de hoje.

 

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