Um Pouco Mais do Mesmo

Com o reforço as competências das autarquias locais numa lógica de descentralização e subsidiariedade;

Com o combate ao insucesso escolar e a garantia dos 12 anos de escolaridade;

Com a aposta na educação pré-escolar como chave para o combate ao insucesso escolar;

Com o combate ao insucesso na sua raiz: desenvolver um ensino básico integrado, global e comum a todas as crianças

Com a diversificação da oferta formativa e valorização do ensino profissional;

Com mais Autonomia para as escolas;

Com um Programa de Educação e Formação de Adultos que consolide um sistema de aprendizagem ao longo da vida e a sua acção estratégica para a próxima década.

Ler o Projecto de Programa do PS que está para debate público clicando sobre a imagem.
ps

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8 comentários

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  1. Isto foi o que mais gostei: “Rever o processo de recrutamento de educadores e professores, suspendendo a
    realização da chamada Prova de Avaliação de capacidades e Conhecimentos e
    procedendo à reponderação dos seus fundamentos, objetivos e termos de referência;

    • corcundadodafundo on 20 de Maio de 2015 at 22:40
    • Responder

    Ah! Já sei passa outra vez aquele cinema dos contratados a terem renovações perpétuas, os QZP/QA dados como incapazes e ficam com funções de apoio, bibliotecas, projetos que tem de arranjar a correr.Depois os professores do quadro passam á mobilidade e acabam desempregados sem direito a um cêntimo.Lembram-se da 1ª parte do filme , que ocorreu em 2007 salvo o erro? A 2ª é agora para vermos no futuro…

      • Luís Miranda on 21 de Maio de 2015 at 8:43
      • Responder

      Pois, agora estamos muito melhor. Renovações perpétuas ? Não. O que temos é contratações perpétuas. Se o PS prometer resolver o problema dos contratados com muitos anos, como é o meu caso e de muitos outros, impedir que a norma travão tenha efeitos retroactivos, com vai ter, os professores contratados nem devem pensar 2 vezes : VOTA PS.

        • Francisca Pereira on 21 de Maio de 2015 at 13:04
        • Responder

        Mais um crente. Isso e se jurarem que o Sócrates é inocente. Votem PS, PSD/CDS. Façam o que sempre fizeram e esperem resultados diferentes, nada mais inteligente.

          • Luís Miranda on 21 de Maio de 2015 at 15:30

          Crente ou não, sei que as pessoas que mais enganaram os professores e funcionários públicos foram a dupla Passos Coelho – Nuno Crato. Basta ver tudo o dito antes das eleições de 2011.
          Com estes já sei o que tenho. Com o PS posso ter isto ou não.

          • S on 22 de Maio de 2015 at 16:34

          Ó Francisca, e vai-se votar em quem? No bloco de esquerda? O tal partido que está à beira de desaparecer do mapa? Nos comunistas, aqueles que dizem que querem sair da Europa? Já agora, se sairmos da Europa, como é que o partido comunista propõe que se pague a dívida do país? E saindo da Europa quais são as soluções que o partido comunista apresenta para ‘salvar’ o país?
          Ah…já sabemos… Limitam-se a criticar o PS…e nada falam ou fazem contra a direita. Sim senhor…

  2. Um pouco mais do mesmo?!?!?!? Que eu saiba foi o ÚNICO partido a apresentar alguma ‘coisa’. Que eu saiba, sendo questionável ou não, sendo passível de ser modificado e corrigido, estas propostas do PS são, até ao momento, a ÚNICA alternativa apresentada!
    O que é que o partido comunista propõe? NADA! Limita-se a criticar o PS (medo de perder votos para o PS, será?!). E o bloco de esquerda, o que é que propõe?! NADA! Limita-se a criticar o PS.
    Que eu saiba, criticar e não apresentar uma alternativa, não vale NADA!
    Já se viu que o ‘Syrisa’ grego não é bem a ‘esquerda’ ‘prometida’ do bloco de esquerda… E tão caladinhos que eles andam… eles, os do bloco, e os comunistas… Que tenham vergonha na cara e critiquem mas é esta ‘direita’ que tem destruído o país!

      • Francisca Pereira on 25 de Maio de 2015 at 13:33
      • Responder

      Bem pelos vistos não é preciso mais nada. Basta colocar comida no prato que todos comem. O que é necessário é seriedade, discussão verdadeira de verdadeiros problemas que nos assolam. Não é por criticar “o do costume” que vou votar “no outro qualquer”. Espanta-me (ou não) é a falta de qualidade no debate, a incapacidade de se ser crítico sem ter de se tomar um partido, um lado (direito ou esquerdo) ou de fazer uma simples e real análise sem os chavões habituais e sem recorrer aos exemplos corriqueiros. Meus caros e usarem a vossa cabeça para pensar, livre para aceitar que não precisamos sempre de comer pela ementa dos partidos. Se forem professores, devem ser especialistas, pelo menos na vossa área de ensino e deviam sê-lo também no ensino como profissão, portanto deixem-se de tretas e debatam ideias, lancem ideias e parem com o atirei o pau ao gato partidário.

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