Novos requisitos para ser “professor”

Para Informática, qualquer engenheiro serve…

Projeto de Decreto Lei

 

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23 comentários

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    • Noémia on 11 de Julho de 2023 at 13:31
    • Responder

    Já o Conselho de Ministros precisa de vários créditos a Matemática: Grupo 220 – Português e Inglês: «120 créditos (80 créditos em Português e 60 créditos em Inglês)». Já dizia o outro, é só fazer as contas…

      • Mais estabilidade... on 11 de Julho de 2023 at 23:41
      • Responder

      Ah, ah, ah, ah, bem apanhado!!!!!!!!!!!!!!!

      • Antonio on 16 de Julho de 2023 at 18:06
      • Responder

      Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
      E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.

      Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.

    • É um lago sem peixe on 11 de Julho de 2023 at 15:13
    • Responder

    O Problema da falta de candidatos a Professor, é o salário baixo e a falta de atratividade tanto no plano de carreiras, como nas condições de trabalho, passando obviamente pela remuneração. Sem mexer nisto – e isso não vai ser feito – o governo até pode por como professor quem só tem escolaridade obrigatória, que não é por isso que vai ter “professores”.

      • Miguel Vieira on 15 de Julho de 2023 at 21:23
      • Responder

      Bom, então vamos lá ver se eu percebi, “apanhei a informação só agora”. Sou licenciado em Direito, se eu quiser dar aulas de História, tenho de fazer um mestrado em História, fico com 120 ects, e depois candidato-me pela via de contratação de escola? Então e a possibilidade de ter acesso alargado a mestrados em ensino?
      Podem me ajudar a perceber?

      Obrigado

        • Jsantis on 16 de Julho de 2023 at 15:11
        • Responder

        Boa tarde
        Manda mail [email protected]

      • Antonio on 16 de Julho de 2023 at 18:07
      • Responder

      Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
      E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.

      Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.

    • João Almeida Pinto on 11 de Julho de 2023 at 15:25
    • Responder

    E a mulher a dias, que faz limpeza lá em casa, também pode dar umas aulas?

    • Lurdes on 11 de Julho de 2023 at 15:46
    • Responder

    60 créditos ou 90 em cada grupo irá ser a norma

    • Anonimous on 11 de Julho de 2023 at 19:13
    • Responder

    Um NOJO!
    Isto é mesmo dizer que qualquer um pode ser professor.
    É a vulgarização da carreira.
    Não resolvem os problemas, que passam pela recuperação de tempo de serviço, por deixarem de haver entraves à progressão na carreira, ou seja, que passam por haver uma carreira a sério, em vez de andarmos a brincar aos anos de serviço e aos congelamentos, e depois, para resolverem a falta de professores, metem qualquer um a dar aulas.
    O caso da Informática é paradigmático.
    Mas a culpa é, parcialmente, dos colegas, que, em vez de andarem a ser professores, andam entretidos a arranjar computadores, a preencher papeladas de requisições de portáteis dos kits tecnológicos e outras tretas que não têm nada a ver com a missão deles nas escolas.
    O ministério goza connosco! Mas principalmente, goza com os alunos e com as suas famílias!

    Querem resolver os problemas na Educação?

    Paguem o que devem aos professores (recuperação dos anos trabalhados)! Foram trabalhados têm de contar!!

    Deixem de fazer entraves economicistas de treta com vagas aos 5.º e 7.º escalões! Não há nenhuma outra carreira onde isto exista!!

    Façam como na Madeira e nos Açores! Somos todos portugueses!!

      • BLABLABLA on 12 de Julho de 2023 at 3:05
      • Responder

      Com esse “parlapiê” talvez nem mestrado em Ensino tem, e por ser um licenciado dos «anos d´ouro» conseguiu efetivar e apesar de ter menos estudos recebe muito mais que aquele que « queimou as pestanas» para tirar mestrado ou doutoramento.

        • Outro que escreve on 12 de Julho de 2023 at 8:21
        • Responder

        Mais um boy partidário.
        Não concorda com o quê?
        O “parlapiê” é o seu. Não disse nada, só insultou.
        Vá lá ao largo da rataria receber o “cachê”.

        • Blebles on 12 de Julho de 2023 at 8:30
        • Responder

        Bla bla, mas por acaso conhece o Anonimous de algum lado e as suas habilitações? Dói lhe o cotovelo?

      • Antonio on 16 de Julho de 2023 at 18:09
      • Responder

      Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
      E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.

      Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.

    • Mais estabilidade... on 11 de Julho de 2023 at 23:39
    • Responder

    Ah, ah, ah, ah, pois no meu grupo (e outros similares) bem podem esperar sentados que não arranjam nenhum candidato.

    • Antony on 12 de Julho de 2023 at 2:29
    • Responder

    A que ponto chegamos… descalabro total.

    • Olhares on 12 de Julho de 2023 at 2:54
    • Responder

    Sempre o maldizer inerente à cultura« tuga». É sim uma boa iniciativa (surpreendente até) terem tido uma ideia assim. É uma forma de colmatar a falta de professores e alunos sem aulas durante meses. Ora se o docente é já profissionalizado e se tiver os tais créditos ( uns são um pouco elevados) para poder lecionar outra disciplina que não seja a da sua especialização esta medida é bem vinda. Mais ainda quem tem horário incompleto pode assim completá-lo com esta medida. É um novo modelo de professores multidisciplinares onde cada um pode ter um percurso diferenciado. Bravo!

      • Verdades verdadinhas on 12 de Julho de 2023 at 8:29
      • Responder

      É um velho modelo de desenrasque, já experimentado sem sucesso nos anos 80, onde qualquer um dava uma disciplina, só porque havia falta de professores dessa disciplina.
      Os resultados foram desastrosos.
      Mas houve pseudo-colegas que aceitavam porque lhes dava jeito.
      Vai-se passar o mesmo. Colegas de outros grupos sem uma preparação científica adequada a lecionarem uma disciplina, só pode dar asneira. Mas como você, haverá aqueles que vão passar por cima dos princípios e dos alunos, porque lhes dá jeito.
      Uma vergonha. E dizem-se professores.

    • Maria Parreira on 13 de Julho de 2023 at 20:22
    • Responder

    Boa tarde,

    Talvez fosse interessante verificar o número de créditos que permitia aos licenciados pre- Bolonha terem habilitação própria e os que são exigidos aos cursos Pré- Bolonha.
    Também vale a pena consultar a antiga lista de cursos que conferem habilitação própria e surpreender-se-ao com os bacheleratos que também podiam lecionar.

    • antonio on 14 de Julho de 2023 at 10:41
    • Responder

    Uma coisa é dar aulas outra é ser professor

    • Carlão on 14 de Julho de 2023 at 15:34
    • Responder

    O professor deve ter uma formação no mínimo igual à do aluno. Quem tema a 4. classe pode lecionar no 1.° ciclo. Quem tem o 6.° ano pode lecionar no 1.° e 2.° ciclos e por aí em diante.
    É fácil combater a falta de professores tendo em conta que irão aposentar-se 30 mil professores até 2030.
    O Ministério da Educação que se cate…

      • Antonio on 16 de Julho de 2023 at 18:13
      • Responder

      Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
      E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.

      Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.

    • José on 16 de Julho de 2023 at 22:53
    • Responder

    Fazendo leitura das postagens e comentários, pensei que a educação é a profissão professor educador estivesse em crise apenas no Brasil.
    Estou hoje em Portugal e, lendo esses breve relatos e críticas fiquei desanimado.

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