Já o Conselho de Ministros precisa de vários créditos a Matemática: Grupo 220 – Português e Inglês: «120 créditos (80 créditos em Português e 60 créditos em Inglês)». Já dizia o outro, é só fazer as contas…
Loading...
Mais estabilidade... on 11 de Julho de 2023 at 23:41
Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.
Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.
Loading...
É um lago sem peixe on 11 de Julho de 2023 at 15:13
O Problema da falta de candidatos a Professor, é o salário baixo e a falta de atratividade tanto no plano de carreiras, como nas condições de trabalho, passando obviamente pela remuneração. Sem mexer nisto – e isso não vai ser feito – o governo até pode por como professor quem só tem escolaridade obrigatória, que não é por isso que vai ter “professores”.
Bom, então vamos lá ver se eu percebi, “apanhei a informação só agora”. Sou licenciado em Direito, se eu quiser dar aulas de História, tenho de fazer um mestrado em História, fico com 120 ects, e depois candidato-me pela via de contratação de escola? Então e a possibilidade de ter acesso alargado a mestrados em ensino?
Podem me ajudar a perceber?
Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.
Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.
Loading...
João Almeida Pinto on 11 de Julho de 2023 at 15:25
Um NOJO!
Isto é mesmo dizer que qualquer um pode ser professor.
É a vulgarização da carreira.
Não resolvem os problemas, que passam pela recuperação de tempo de serviço, por deixarem de haver entraves à progressão na carreira, ou seja, que passam por haver uma carreira a sério, em vez de andarmos a brincar aos anos de serviço e aos congelamentos, e depois, para resolverem a falta de professores, metem qualquer um a dar aulas.
O caso da Informática é paradigmático.
Mas a culpa é, parcialmente, dos colegas, que, em vez de andarem a ser professores, andam entretidos a arranjar computadores, a preencher papeladas de requisições de portáteis dos kits tecnológicos e outras tretas que não têm nada a ver com a missão deles nas escolas.
O ministério goza connosco! Mas principalmente, goza com os alunos e com as suas famílias!
Querem resolver os problemas na Educação?
Paguem o que devem aos professores (recuperação dos anos trabalhados)! Foram trabalhados têm de contar!!
Deixem de fazer entraves economicistas de treta com vagas aos 5.º e 7.º escalões! Não há nenhuma outra carreira onde isto exista!!
Façam como na Madeira e nos Açores! Somos todos portugueses!!
Com esse “parlapiê” talvez nem mestrado em Ensino tem, e por ser um licenciado dos «anos d´ouro» conseguiu efetivar e apesar de ter menos estudos recebe muito mais que aquele que « queimou as pestanas» para tirar mestrado ou doutoramento.
Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.
Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.
Loading...
Mais estabilidade... on 11 de Julho de 2023 at 23:39
Sempre o maldizer inerente à cultura« tuga». É sim uma boa iniciativa (surpreendente até) terem tido uma ideia assim. É uma forma de colmatar a falta de professores e alunos sem aulas durante meses. Ora se o docente é já profissionalizado e se tiver os tais créditos ( uns são um pouco elevados) para poder lecionar outra disciplina que não seja a da sua especialização esta medida é bem vinda. Mais ainda quem tem horário incompleto pode assim completá-lo com esta medida. É um novo modelo de professores multidisciplinares onde cada um pode ter um percurso diferenciado. Bravo!
Loading...
Verdades verdadinhas on 12 de Julho de 2023 at 8:29
É um velho modelo de desenrasque, já experimentado sem sucesso nos anos 80, onde qualquer um dava uma disciplina, só porque havia falta de professores dessa disciplina.
Os resultados foram desastrosos.
Mas houve pseudo-colegas que aceitavam porque lhes dava jeito.
Vai-se passar o mesmo. Colegas de outros grupos sem uma preparação científica adequada a lecionarem uma disciplina, só pode dar asneira. Mas como você, haverá aqueles que vão passar por cima dos princípios e dos alunos, porque lhes dá jeito.
Uma vergonha. E dizem-se professores.
Talvez fosse interessante verificar o número de créditos que permitia aos licenciados pre- Bolonha terem habilitação própria e os que são exigidos aos cursos Pré- Bolonha.
Também vale a pena consultar a antiga lista de cursos que conferem habilitação própria e surpreender-se-ao com os bacheleratos que também podiam lecionar.
O professor deve ter uma formação no mínimo igual à do aluno. Quem tema a 4. classe pode lecionar no 1.° ciclo. Quem tem o 6.° ano pode lecionar no 1.° e 2.° ciclos e por aí em diante.
É fácil combater a falta de professores tendo em conta que irão aposentar-se 30 mil professores até 2030.
O Ministério da Educação que se cate…
Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.
Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.
Fazendo leitura das postagens e comentários, pensei que a educação é a profissão professor educador estivesse em crise apenas no Brasil.
Estou hoje em Portugal e, lendo esses breve relatos e críticas fiquei desanimado.
23 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Já o Conselho de Ministros precisa de vários créditos a Matemática: Grupo 220 – Português e Inglês: «120 créditos (80 créditos em Português e 60 créditos em Inglês)». Já dizia o outro, é só fazer as contas…
Ah, ah, ah, ah, bem apanhado!!!!!!!!!!!!!!!
Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.
Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.
O Problema da falta de candidatos a Professor, é o salário baixo e a falta de atratividade tanto no plano de carreiras, como nas condições de trabalho, passando obviamente pela remuneração. Sem mexer nisto – e isso não vai ser feito – o governo até pode por como professor quem só tem escolaridade obrigatória, que não é por isso que vai ter “professores”.
Bom, então vamos lá ver se eu percebi, “apanhei a informação só agora”. Sou licenciado em Direito, se eu quiser dar aulas de História, tenho de fazer um mestrado em História, fico com 120 ects, e depois candidato-me pela via de contratação de escola? Então e a possibilidade de ter acesso alargado a mestrados em ensino?
Podem me ajudar a perceber?
Obrigado
Boa tarde
Manda mail [email protected]
Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.
Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.
E a mulher a dias, que faz limpeza lá em casa, também pode dar umas aulas?
60 créditos ou 90 em cada grupo irá ser a norma
Um NOJO!
Isto é mesmo dizer que qualquer um pode ser professor.
É a vulgarização da carreira.
Não resolvem os problemas, que passam pela recuperação de tempo de serviço, por deixarem de haver entraves à progressão na carreira, ou seja, que passam por haver uma carreira a sério, em vez de andarmos a brincar aos anos de serviço e aos congelamentos, e depois, para resolverem a falta de professores, metem qualquer um a dar aulas.
O caso da Informática é paradigmático.
Mas a culpa é, parcialmente, dos colegas, que, em vez de andarem a ser professores, andam entretidos a arranjar computadores, a preencher papeladas de requisições de portáteis dos kits tecnológicos e outras tretas que não têm nada a ver com a missão deles nas escolas.
O ministério goza connosco! Mas principalmente, goza com os alunos e com as suas famílias!
Querem resolver os problemas na Educação?
Paguem o que devem aos professores (recuperação dos anos trabalhados)! Foram trabalhados têm de contar!!
Deixem de fazer entraves economicistas de treta com vagas aos 5.º e 7.º escalões! Não há nenhuma outra carreira onde isto exista!!
Façam como na Madeira e nos Açores! Somos todos portugueses!!
Com esse “parlapiê” talvez nem mestrado em Ensino tem, e por ser um licenciado dos «anos d´ouro» conseguiu efetivar e apesar de ter menos estudos recebe muito mais que aquele que « queimou as pestanas» para tirar mestrado ou doutoramento.
Mais um boy partidário.
Não concorda com o quê?
O “parlapiê” é o seu. Não disse nada, só insultou.
Vá lá ao largo da rataria receber o “cachê”.
Bla bla, mas por acaso conhece o Anonimous de algum lado e as suas habilitações? Dói lhe o cotovelo?
Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.
Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.
Ah, ah, ah, ah, pois no meu grupo (e outros similares) bem podem esperar sentados que não arranjam nenhum candidato.
A que ponto chegamos… descalabro total.
Sempre o maldizer inerente à cultura« tuga». É sim uma boa iniciativa (surpreendente até) terem tido uma ideia assim. É uma forma de colmatar a falta de professores e alunos sem aulas durante meses. Ora se o docente é já profissionalizado e se tiver os tais créditos ( uns são um pouco elevados) para poder lecionar outra disciplina que não seja a da sua especialização esta medida é bem vinda. Mais ainda quem tem horário incompleto pode assim completá-lo com esta medida. É um novo modelo de professores multidisciplinares onde cada um pode ter um percurso diferenciado. Bravo!
É um velho modelo de desenrasque, já experimentado sem sucesso nos anos 80, onde qualquer um dava uma disciplina, só porque havia falta de professores dessa disciplina.
Os resultados foram desastrosos.
Mas houve pseudo-colegas que aceitavam porque lhes dava jeito.
Vai-se passar o mesmo. Colegas de outros grupos sem uma preparação científica adequada a lecionarem uma disciplina, só pode dar asneira. Mas como você, haverá aqueles que vão passar por cima dos princípios e dos alunos, porque lhes dá jeito.
Uma vergonha. E dizem-se professores.
Boa tarde,
Talvez fosse interessante verificar o número de créditos que permitia aos licenciados pre- Bolonha terem habilitação própria e os que são exigidos aos cursos Pré- Bolonha.
Também vale a pena consultar a antiga lista de cursos que conferem habilitação própria e surpreender-se-ao com os bacheleratos que também podiam lecionar.
Uma coisa é dar aulas outra é ser professor
O professor deve ter uma formação no mínimo igual à do aluno. Quem tema a 4. classe pode lecionar no 1.° ciclo. Quem tem o 6.° ano pode lecionar no 1.° e 2.° ciclos e por aí em diante.
É fácil combater a falta de professores tendo em conta que irão aposentar-se 30 mil professores até 2030.
O Ministério da Educação que se cate…
Boa parte dos Professores sao Socialistas LGBTIQ, votaram sempre PS.
E pasme-se também boa parte é a favor do aborto, isto é contra a existencia da sua “materia prima “que sao os alunos, outros tambem sao a favor da agenda LGBTIQ que é contra a familia normal, mulher/ homem e meia duzia de filhos, também aqui sao contra a existência de crianças.
Conclusão: sao os professores que vulgarizam a profissão professor, ao apoiarem o Socialismo LGBTIQ. Agora chegou a hora de colher o que semearam.
Fazendo leitura das postagens e comentários, pensei que a educação é a profissão professor educador estivesse em crise apenas no Brasil.
Estou hoje em Portugal e, lendo esses breve relatos e críticas fiquei desanimado.