… para se cumprir um sonho.
E como sempre disse, o MEC deveria ter acautelado o cumprimento deste sonho dando um lugar de vínculo ao primeiro não colocado ao concurso externo extraordinário que tivesse concorrido no grupo 220 ao QZP 7.
Seria o mínimo exigível.
Correio da Manhã (23-08-2014)





11 comentários
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O grupo 210 está a levar “pancada” há anos. Como todos sabemos, a língua francesa é praticamente inexistente no 2º ciclo, o que faz com que haja sempre menos horários para o 210, comparando com o 200 e com o 220 (veja-se, por exemplo, o número de vagas no CEE). A minha opinião é que deveria haver uma revisão dos grupos disciplinares, sobretudo no 2º ciclo, já para não falar do português língua não materna, que não tem grupo disciplinar, nem programa, mas é uma disciplina e ainda por cima com exame (avaliação externa) nos 6º, 9º e 12º anos.
Um grande abraço para a professora Maria do Anjo. Merece todo o nosso respeito. Trabalhou sempre na sua profissão, com menos condições que os seus colegas do quadro mas com o mesmo serviço atribuído. É revoltante. Obrigada pelo seu exemplo de coragem.
Parabéns colega, ainda por cima acaba a sua carreira num grande agrupamento :-)!
A colega Maria do Anjo não é do 210 mas sim do 220.
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Como é q ue nunca conseguiu a profissionalização e concorreu?
Também fiquei curiosa…
«Mais de 80% dos docentes do Quadro estão hoje em greve para protestar contra a falta de profissionais, que só do grupo 530 ultrapassa os 200, revelou o sindicato do setor.» – eis a notícia que EU gostaria de ver publicada!
Se com esta idade + tempo de serviço + grupo disciplinar não é dos quadros há vários anos é, quase garantidamente, por opção.
Obviamente, Helena. Fico contente pela colega, mas não lhe deve ter interessado, por questões pessoais, efetivar mais cedo. Fê-lo agora porque sabe que não terá que ir para escola nenhuma.
“Eu digo que Portugal, nesta época em que não pode fazer conquistas, nem tem já continentes a descobrir, deve esforçar-se por ganhar um lugar entre as nações civilizadas pela sua educação, a sua literatura, a sua ciência, a sua arte – provando assim que ainda existe, porque ainda pensa.”
Eça de Queiroz – Notas Contemporâneas (1880)