… que de alguma forma são seguras para quem se encontra longe de casa.
No entanto, em determinados grupos de recrutamento podem ser arriscadas.
Não havia necessidade deste tipo de esquemas se na mobilidade interna todos concorressem na mesma prioridade.
Correio da Manhã (18-08-2014)





21 comentários
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Isso é legal?
Se é possível e quando se está a 200 Km de casa, afastado da família, não vejo qualquer problema, mesmo que isso me possa prejudicar como candidato contratado. Liberta a vaga e ocupa outra. Família em primeiro lugar.
Parece-me só mais um momento de desinformação destinado a contribuir para a contínua caracterização dos professores como um grupo privilegiado e que se queixa sem motivo. Nesta fase, os professores não “escolhem” o que quer que seja. Se a direção tiver horas para atribuir, não pode um docente, por opção ou iniciativa, dizer que prefere “ficar sem horário” para concorrer na mobilidade. O que acontece depois às horas que lhe estavam destinadas, mesmo que poucas? É necessário recrutar outro colega, sendo evidente que havia quem as pudesse assegurar na casa. A não ser que haja diretores a compactuar com essas “jogadas” (mesmo que motivadas por causas perfeitamente compreensíveis e justificáveis), que me parecem demasiado arriscadas.
No ponto 6 do art 29º do atual decreto dos concursos, diz que os professores se podem voluntariar, pelo menos é o que eu interpreto, logo, estão dentro da lei, não entendo porque aqui se fala em “jogada”.
É por estas e por outras que a classe de professores é tão mal vista. É só golpes e jogadas. Eu com receio de ficar sem horário arrisquei ir para os Açores mesmo com filhos. Há pessoas que estando 200 ou menos km longe de casa já não conseguem. Cada vez mais tenho menos respeito e consideração pela minha classe.
Sim, desde que a colega seja melhor graduada e haja um horário 0 na sua disciplina, esta pode optar por ele.
Poderá ser um risco “calculado” dependendo da graduação em questão.
não faço a mínima ideia do que pode significar “preferir ficar sem horário”!!!!!
É perfeitamente legal!
É legal e pode facilitar a vida a muita gente: imaginem que a última pessoa da lista está pertíssimo de casa e não quer sair da escola; a outra colega, que está longe de casa voluntaria-se para ir a DACL; é bom para as duas partes!
Então a professora é do quadro e é obrigada a ter de ficar a 200Km de casa por amor ao vínculo.O contratado/a esperto é reconduzido porque ofereceu uma boa prenda ao diretor.Quem é o jogador ou jogadora?A professora está fora da lei?Não pode usar o mesmo estratagema ou semelhante aos dos contratados? É do quadro toca a bater no ceguinho, mas ninguém se opõe à entrada de centenas de contratados que estiveram no bem bom durante anos no privado e agora passam a QZP com pouco mais de um ano de serviço no estado.Ninguém levantou a voz a favor dos contratados que estão há mais de 10 anos a contrato sempre no público.São tão justos e equitativos os professores portugueses…
Pois o/a colega até pode ter razão em algumas coisas que diz, agora dizer que os contratados renovam porque andam a dar presentinhos aos diretores acho um absurdo e de muito mau tom! É preciso ter-se cuidado com o que se diz, porque como muito bem sabe, contatado é “pau para toda a colher”, ao passo que os do quadro (muitos deles) são uns acomodados… Haja bom senso!!!
Já agora só falta pedir a cabeça dos professores com vínculo na guilhotina.Os contratados vão ter um aumento de 200 euros.Os professores do quadro apanham uma redução no ordenado, carreira estagnada e o rótulo de preguiçosos porque não apresentam projetos da treta.Pudera tem de preparar os alunos para os exames.Os contratados são sempre muito inovadores e vindos do privado com 15 anos de serviço até dão lições aos professores do quadro com 30 anos de serviço.Os projetos é quase sempre a mesma coisa no 1º e 2º ciclo: a infantilização e o regredir da cultura nos miúdos.No secundário há contudo algumas exceções de jovens contratados com conhecimentos científicos válidos.
“só falta pedir a cabeça dos professores com vínculo na guilhotina” – Tal como faz com os contratados, considerando-os os bodes expriatórios de todas as frustrações dos colegas de quadro?
“Os contratados vão ter um aumento de 200 euros.” – Considerando que se trata de uma espécie em extinção, não inveje o aumento, porque depende de uma colocação (que provavelmente não vai existir..)…
“Os professores do quadro apanham (…) carreira estagnada” – Pelo menos estão na/têm uma carreira…
“Os professores do quadro apanham (…) o rótulo de preguiçosos” – Não me lembro de alguma vez ter visto por aqui tal epíteto usado pelos docentes contratados em relação aos colegas de quadro, mas o inverso, com a depreciação das competências daqueles por quem é (mesmo que temporariamente?) efetivo transparece das suas palavras…
“tem de preparar os alunos para os exames” – Assumindo que à forma verbal do verbo ter falta o acento circunflexo e que se refere aos professores de quadro, é uma trágico-cómica forma de autopromoção e autoelogio perfeitamente descontextualizados, pois creio que ainda não foi promulgada nova legislação que determine que apenas os professores efetivos asseguram turmas em anos em que existe avaliação externa. Até, por sinal, teria resultados curiosos e, na minha opinião, muito sintomáticos, um estudo que avaliasse a prestação em exame de alunos segundo o vínculo dos docentes…
“algumas exceções de jovens contratados com conhecimentos científicos válidos” – terão, certamente, bons “Professores doquadro corridosapontapé e ainda é pouco” a contribuir para a sua formação…
Se, na mobilidade interna, os professores do QA que querem aproximação à residência concorressem na 1ª prioridade como os QZP`s respeitando a graduação profissional acabariam estas jogadas. Mas os sindicatos não lutam para acabar com estas injustiças, nem lutam para que os professores dos QZP´s concorram todos anualmente. Pois há QZP´s menos graduados que têm continuidade pedagógica durante 4 anos (ficando essas vagas ocupadas) e outros professores mais graduados que anualmente vão a mobilidade interna, andando sempre a saltar. Enfim!!! O que me diz senhor Arlindo?
A “Professora” tem toda a razão. Por acaso o senhor Arlindo poderá explicar onde estão as “Jogadas”? A lei regulamenta a atribuição dos horários zero.O mais graduado pode optar por ir a horário zero.
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E onde é que considerei esta “jogada” como depreciativa?
É arriscada se não for feita com consciência e com uma noção mais ou menos segura que pode apanhar componente letiva numa outra escola.
“na mobilidade interna, os professores do QA que querem aproximação à residência concorressem na 1ª prioridade como os QZP`s respeitando a graduação profissional acabariam estas jogadas. Mas os sindicatos não lutam para acabar com estas injustiças, nem lutam para que os professores dos QZP´s concorram todos anualmente”
Está completamente por fora das posições de todos os sindicatos nesta matéria.
Assim também estou de acordo. Tenho colegas de grupo que nunca quiseram passar para os Quadros de Escola/Agrupamento porque têm ficado sempre perto de casa enquanto os do quadro, mais antigos, nunca se conseguem aproximar.
Os sindicatos lutam para que os sindicalistas tenham uma vida ótima, pois muitos tem dispensa da componente letiva.Muitos aproveitam para se qualificar e outros para conseguir as simpatias dos autarcas lá da zona e acabarem como vereadores do pelouro da Câmara ou da Cultura.Os professores do quadro arrotam as quotas e quando precisam de um advogado se estiverem à espera, ficam a ver passar navios.(Sei do que falo por experiência própria).
Concordo a 100%.
Isto acotece porque os professores do Quadro de Agrupamento foram ultrapassados pelos professores de Qzp que com menos graduacao podem concorrer e aproximam-se de casa.
Mais valia que fôssemos todos QZP.