De há algum tempo a esta parte o MEC tem procurado reagir ao que lhe vai correndo mal no dia-a-dia.
Sou capaz de me lembrar de algumas situações em que tal aconteceu: “permutas”, “dispensa do período probatório”, “PACC”, etc…
Em alguns destes casos tem reagido bem aos erros que cometeu, mas noutros casos o erro de planificação não consegue ter conserto a tempo, como seja a prova de Inglês ou as provas finais desta semana.
Conselho de Escolas diz que o MEC está a ser “comandado” pelo Instituto de Avaliação Educativa
O presidente do órgão consultivo formado por directores acusa o MEC de ter assumido um despacho que pode deixar os alunos sem aulas na recta final do ano lectivo.
Eduardo Lemos diz não ter dúvidas sobre a forma como os directores devem agir, em relação ao problema mais recente. “Sendo o serviço de exames, por norma, prioritário, devem garantir as dispensas. Se depois houver professores com componente não lectiva disponíveis para substituir os docentes dispensados muito bem, se não houver, infelizmente os alunos terão de ficar em suas casas, os pais terão de perceber”, disse.




4 comentários
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Ai, ai, senhor “professor”!
“não consegue ter concerto a tempo”? Porquê, a banda vai chegar atrasada?
Olhe que é conserto, do verbo consertar.
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😉
estava a pensar no rock in rio e no primavera sound.
Boa noite
Oportunamente os Senhores Diretores do Conselho de Escolas tiveram conhecimento do calendário da realização das provas do 4º e 6º anos (e consequentemente do período em que decorreriam as correções das provas), com uma sobrecarga para os docentes que teriam que continuar a lecionar e, supostamente, a cumprir a sua componente letiva na totalidade.
Seria interessante verificarmos se em algum momento manifestaram a sua discordância relativamente a esta situação!
A situação passa a ser objeto de uma atenta reflexão a partir do momento em que afeta uma parte da comunidade escolar! Mas que grandes defensores dos direitos!
Informo-vos que esta dispensa a dispensava desde que não me dessem 40 provas para corrigir!
Passem bem e bom trabalho, na consideração de que as mudanças se fazem com os professores e não contra estes!
E as provas na mesma altura dos exames não seria mias recomendável? Os meninos acabavam as aulas como os outros e já não chateavam ninguém, nem ninguém chateava o MEC…