A PACC

Para relatarem na caixa de comentários o que se vai passando pelos 118 locais da prova de avaliação.

 

post em atualização ao longo da manhã.

 

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Podem enviar fotos e relatos para aqui.

 

 

Escola André Soares – Braga

18122013290 18122013291

 

 

ESCOLAS SEM PACC

Agrupamento de Escolas de Ponte de Lima – nenhuma prova realizou-se apesar de estar a inspeção na escola

Faro – boicote total (pelo menos numa das duas escolas com PACC)

Agrupamento de Escolas Sebastião da Gama – Boicote total à prova

Escola Marquesa de Alorna – Não se realizou

Escola Secundária do Restelo – Não se realizou

Nem um professor para vigiar no AE Piscina dos Olivais. Ninguém fez a prova. (Benditos colegas!)

Escola Secundária de Santa Maria Maior – Viana do Castelo – não houve

EB2,3 GIL VICENTE – Guimarães a prova foi anulada

Filipa de Vilhena – Porto (Prova anulada)

Em FARO (imagem recolhida no FB)

faro

Em Mirandela cerca de 75% dos inscritos não fizeram a prova

Mirandela

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/12/a-pacc/

65 comentários

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    • JCP on 18 de Dezembro de 2013 at 9:57
    • Responder

    O jogo vai começar: de um lado da barricada, uma poderosa equipa MEC e a FNE; do outro lado os professores. Pode ser que tenhamos “taça”.

  1. A luta já é um sinal!
    Aconteça o que acontecer a equipa MEC e a FNE já perdeu.
    Não se trata a educação de Portugal assim!

    • pedroc on 18 de Dezembro de 2013 at 10:12
    • Responder

    TSF noticía que há várias escolas onde não há condições para a realização da prova

    • SoSeiQueNadaSei on 18 de Dezembro de 2013 at 10:15
    • Responder

    Agrupamento Trigal Sta. Maria – Tadim (Braga): em 9 salas, “só” 3 estão a funcionar… “apenas” 6 professores não fizeram greve.

      • SoSeiQueNadaSei on 18 de Dezembro de 2013 at 11:13
      • Responder

      UPDATE: não se realizou prova nesta Escola

    • Mec on 18 de Dezembro de 2013 at 10:20
    • Responder

    O arbitro vestido de negro é o im”parcial” jcp, mais conhecido por comuna do apito.

      • JCP on 18 de Dezembro de 2013 at 10:49
      • Responder

      Comuna é a tua tia, que deve ser boy no MEC!

    • SoSeiQueNadaSei on 18 de Dezembro de 2013 at 10:28
    • Responder

    Agrup. São Torcato (Guimarães): em 6 salas, apenas garantiram 1… Mas os candidatos uniram-se e boicotaram a prova. Não se realizou.

    • pedroc on 18 de Dezembro de 2013 at 10:44
    • Responder

    Invasões de salas em algumas escolas!!

    • pedroc on 18 de Dezembro de 2013 at 10:47
    • Responder

    Toca a invadir as outras salas!!!!!!!!

    • eternamentecontratada on 18 de Dezembro de 2013 at 10:48
    • Responder

    No Agrupamento de Escolas Abel Salazar, em Guimarães, só 4 candidatos querem fazer, os restantes boicotaram.

      • SoSeiQueNadaSei on 18 de Dezembro de 2013 at 11:36
      • Responder

      “Querer” talvez não fosse o termo correto… Mas pelos vistos, não a fizeram por não estarem reunidas condições…

    • Balint on 18 de Dezembro de 2013 at 11:00
    • Responder

    Confusão em Faro na AFonso III.
    Mesas viradas ao contrário……
    Tudo agora no hall de entrada a ver no que dá…….
    Vai ser palhaçada e confusão em todo país…

    1. E quem colocou as mesas no polivalente? A escola meteu os alunos dos CEFs de Bar e Mesa a fazer essa tarefa…Faltam funcionários? Porque não os vão pedir ao Crato? Talvez em Janeiro metam estes alunos a servir no bar e cantina da escola libertando os funcionários para limpar sala e vigiar recreios…e os alunos do 9º ano até podiam ir dar umas substituições quando um professor falta….

  2. Demissão já! Crato faz o que já deveria ter sido feito!

    • Ricardo on 18 de Dezembro de 2013 at 11:05
    • Responder

    No agrupamento n°2 de Beja houve boicote em todas as salas, não há condições para rrealização da prova.

    • pedroc on 18 de Dezembro de 2013 at 11:07
    • Responder

    Crato és o elo mais fraco… adeus…

    • cc on 18 de Dezembro de 2013 at 11:10
    • Responder

    Em Leiria, na escola Domingos Sequeira há vários colegas a fazer a prova, e outros a gritar para que os colegas não as façam…já chegou a polícia de intervenção

    • Balint on 18 de Dezembro de 2013 at 11:11
    • Responder

    O que vais dizer agora Crato?????
    Como te vais vingar??’

    • ... on 18 de Dezembro de 2013 at 11:11
    • Responder

    Clara de Resende – 3 salas a fazer; 6 a não fazer.

    • SoSeiQueNadaSei on 18 de Dezembro de 2013 at 11:15
    • Responder

    AMARES: estavam previstas 4 salas e não se realizou prova em nenhuma delas, os professores boicotaram com barulho dentro e fora das salas (esteve lá a Inspeção…)

    • pedroc on 18 de Dezembro de 2013 at 11:18
    • Responder

    Aplausos para os corajosos e vergonha para alguns vigilantes

    • Carol on 18 de Dezembro de 2013 at 11:22
    • Responder

    Sr. Ministro: o ensino em Portugal transformou-se nisto… não há condições p se trabalhar com seriedade, tranquilidade e qualidade. O senhor transformou a escola nisto que se vê: uma batalha campal! Shame on you!!!

    • Rita on 18 de Dezembro de 2013 at 11:27
    • Responder

    Acabei de chegar do AE Piscinas dos Olivais – ninguém fez a prova. Pelo que me apercebi, não apareceu nem um vigilante.
    Obrigada colegas da AE Piscina dos Olivais!

      • PC on 18 de Dezembro de 2013 at 11:35
      • Responder

      Não estou admirada… Eles já tinham avisado que não o iriam fazer!

      “Na Escola E.B 2,3 Piscinas-Olivais não haverá certamente nenhuma prova. Ontem foi aprovada uma moção que aqui deixo e amanhã estaremos à porta da escola sede, unidos contra a infâmia.

      MOÇÃO

      Os professores do quadro do Agrupamento de Escolas Piscinas-Lisboa e do Quadro de Zona Pedagógica que no Agrupamento de Escolas Piscinas – Lisboa exercem funções, reunidos no dia 16 de Dezembro de 2013 na escola sede do Agrupamento, expressam o seu mais veemente repúdio pela decisão, tomada pela actual equipa ministerial, de aplicação da Prova de Avaliação de Conhecimento e Capacidades, doravante denominada Prova, a docentes devidamente credenciados para o exercício da profissão. Os professores desejam ainda reforçar que sendo a habilitação profissional uma condição suficientemente forte para tornar a PACC num instrumento absurdo, o tempo de serviço, que cada docente possui, vem indubitavelmente aprofundar a iniquidade da sua aplicação.

      Consideram os docentes, hoje reunidos, que a Prova vem unicamente provar uma absoluta, lamentável e inadmissível falta de respeito que os governantes portugueses demonstram quer em relação aos profissionais da Educação quer em relação às próprias Instituições de Ensino Superior que validaram as competências académicas e profissionais dos docentes. E é importante sublinhar que a validação realizada não apenas se fundamentou e enquadrou na extensa e bem pormenorizada legislação existente como respeitou os princípios éticos e científicos que a honestidade académica impõe e salvaguarda.

      Consideram ainda os docentes que esta brutal ofensa à integridade do corpo docente tem apenas uma razão inequívoca: aniquilar a dignidade profissional de uma classe, há muito vandalizada na sua estatura social, e estrangular a Escola Pública.

      Consideram igualmente os docentes que não é apenas a publicação de um normativo legitimador do absurdo que causa repúdio. De igual forma, ou ainda com maior assertividade, assola a recusa em vigiar colegas na realização desta afronta. Vigiar colegas que em virtude das circunstâncias adversas da vida se viram “obrigados” a inscrever-se na prova seria pactuar com a infâmia.

      Pelas razões expostas, os professores presentes nesta reunião, querem deixar aqui bem expresso um indesmentível, claro e fortíssimo protesto por toda esta situação bizarra e afirmam jamais estarem dispostos a serem cúmplices com esta humilhação.

      Contra a Prova, contra a humilhação e a afronta à classe docente e em nome da dignidade profissional e humana, os professores do Agrupamento de Escolas Piscinas – Lisboa, reunidos nesta data, assumem claramente o firme compromisso de lutar, unidos neste desígnio.

      Lisboa, 16 de Dezembro de 2013
      Os professores do Agrupamento de Escolas Piscinas – Lisboa”

  3. Depois de uma licenciatura em que fui constantemente avaliado, depois de um estágio profissional em que fui constantentemente avaliado, depois de obter uma classificação final de curso de 16 valores e depois de 4,9 anos de ensino e várias avaliações de excelente e muito bom, vejo-me na humilhação de provar em duas horas se mereço ou não dar aulas, cumprir o que sei fazer melhor na vida: ensinar. Não tirei uma licenciatura num domingo, não foi por equivalências ou outros métodos duvidosos. Foi com muito esforço e dedicação.

    Humilhado e sem dormir, desloquei-me à Escola 2,3 Piscinas Olivais – Lisboa., para que obrigado, fosse realizar a prova… Sim obrigado! (In)felizmente não quero emigrar, não quero deixar de dar o meu melhor ao meu país. E preciso de sobreviver pois na precariedade não se vive, sobrevive.

    E então quando lá cheguei deparei-me com colegas a apoiar dentro e fora dos portões, colegas que não me conhecem mas que prescindiram de um dia de trabalho para apoiar, que foram solidários com a fragilidade de quem tem de se submeter a este processo e que acreditam que a Escola é diferente, que a escola deve ser diferente.

    E a prova não se realizou. Todos os colegas foram solidários. Nem um foi conivente com esta farsa. Confesso que saí de lá orgulhoso da minha classe, orgulhoso de ser professor. Todos juntos venceremos.

    MUITO OBRIGADO AO COLEGAS DA:
    Escola 2,3 Piscinas Olivais – Lisboa

    Votos de Boas festas

    • Helder on 18 de Dezembro de 2013 at 11:33
    • Responder

    Celorico da Beira também não foi realizada a prova

      • Sílvia on 18 de Dezembro de 2013 at 16:54
      • Responder

      Em Celorico da Beira foi anulada devido ao boicote dos inscritos, os vigilantes estavam lá todos…
      Na Guarda, alguns colegas realizaram a prova.

    • Marco Linicius Crasso on 18 de Dezembro de 2013 at 11:57
    • Responder

    No Agrupamento de escolas das Laranjeiras realizou-se com normalidade!
    Engraçado foi ver a funcionária do Pavilhão indignadíssima com a atitudes dos 12 professores vigilantes por se sujeitarem a tal! Colegas a vigiarem colegas por 30€…. (VERGONHA!)
    Se a questão é financeira, e já que se vendem assim tão barato, para a próxima pago-lhes o dia e passamos uma noite mais agradável!

      • Quempagaaossindicalistas? on 18 de Dezembro de 2013 at 23:41
      • Responder

      Funcionária? Vamos lá ter respeito. Chama-se assistente operacional seu ingnurante. Vai estudar para fazer a próxima prova. (está visto que vai chumbar).

    • Paulo on 18 de Dezembro de 2013 at 12:00
    • Responder

    Orgulhoso da classe! Crato desaparece, já é tarde!!!

    • Lina on 18 de Dezembro de 2013 at 12:05
    • Responder

    Guarda escola secundaria da sé alguem sabe o que aconteceu?

      • Sílvia on 18 de Dezembro de 2013 at 16:56
      • Responder

      Alguns colegas, não sei ao certo quantos, realizaram a prova.

  4. Em Vouzela não houve prova para ninguém. Vamos à luta, todos juntos temos podemos ter muita força!

    • Goma on 18 de Dezembro de 2013 at 12:24
    • Responder

    Na Fernão Mendes Pinto também não houve. Agradeço aos colegas que se uniram.Bem hajam!

    • SoSeiQueNadaSei on 18 de Dezembro de 2013 at 12:24
    • Responder

    SÁ DE MIRANDA (BRAGA): NÃO HOUVE PROVA (BOICOTE TOTAL)

    • AnaD on 18 de Dezembro de 2013 at 12:33
    • Responder

    Escola Secundária de Vilhena (Porto) sem prova!! Sem vigilantes, só elementos da direção, iria realizar-se no auditório e na cantina em mesas redondas de 4 pessoas! Os contratados rebelaram-se, não houve prova!

    • Não (h)á prova! on 18 de Dezembro de 2013 at 12:38
    • Responder

    Em Portalegre realizou-se.

    • SS on 18 de Dezembro de 2013 at 12:57
    • Responder

    Vila Real: Morgado de Mateus não se realizou…S. Pedro só uma sala, com 9, alguns dos quais entraram sob “escolta” da PSP.

    • torradeira1 on 18 de Dezembro de 2013 at 13:37
    • Responder

    Alguém sabe de mais novidades no concelho de guimarães? Um bem haja a todos os colegas lutadores, já agora.

  5. AE de Santo André, Barreiro, ninguém realizou a prova. Entrámos na escola e impedimos a realização da prova em 10 salas e nem 3 dezenas éramos. Poucos, mas determinados.

    • SoSeiQueNadaSei on 18 de Dezembro de 2013 at 13:52
    • Responder

    “Prova” ferida de morte
    – Prova não se realiza em numerosas salas em todo o país
    – Greve a 100% em muitas escolas
    – Várias situações de recusa dos professores contratados, com múltiplas manifestações de protesto
    – PSP e GNR no interior de algumas escolas
    – Professoras com bebés nas salas
    – Tentativas de realização da prova em refeitórios
    – Professores contratados a abandonarem salas
    – “A única saída digna do Ministro é anular a prova” (Mário Nogueira, à porta da EB 2.3 Marquesa de Alorna, em Lisboa, 10h45)
    – Organizações sindicais promovem conferência de imprensa às 14h30 no Hotel Marquês de Sá, em Lisboa

    • Valter Miguel on 18 de Dezembro de 2013 at 14:43
    • Responder

    Em Faro, no Agrupamento de Escolas Afonso III, a Diretora pôs os alunos que iam preparar e colaborar no jantar de Natal, porque estão num curso relacionado com a hotelaria, a por mesas no Refeitório para os professores fazerem lá a prova. Isto é trabalho infantil. Os alunos quando souberam o que se passava viraram as mesas ao contrário! Felizmente os alunos perceberam a injustiça que é a prova e que estavam a ser usados para outros fins que nada têm a ver com o seu curso. Depois como não haviam professores vigilantes suficientes ninguém fez prova. Parabéns aos alunos que viraram as mesas e aos colegas professores que fizeram greve. Estou feliz por finalmente ver união na nossa classe profissional.

  6. A União e a Determinação fazem a Força! Não necessariamente a quantidade!! Inicialmente não éramos mais de 30, não impedimos a entrada dos colegas, mas após o início da prova entrámos na escola e juntos boicotámos a realização da prova em 10 salas (em dois blocos). A maioria dos colegas, que estavam a realizar a prova, aderiram e juntos conseguimos impedir a realização da mesma.
    De notar que, colocaram uma colega de canadianas a realizar a prova no primeiro piso do pavilhão D, pelo que teve que subir e descer dois lanços de escada DE CANADIANAS!!!!!!!!!!!!

  7. AE de Santo André no Barreiro.

  8. AE de Alvalade: Fui fazer a prova na Escola Padre António Vieira. Entrei na escola cheio de vergonha e com as lágrimas nos olhos pelo que estava a ir fazer. Do cordão humano, enquanto uma colega me incentivou a boicotar dentro da sala, outras duas gritavam palavras menos simpáticas a quem passava o cordão, com acusações tanto a quem ia fazer, como a quem ia vigiar. Depois de entrarmos na sala, deparámo-nos com uma sala com o relógio escondido atrás de uma tela e todos os candeeiros apagados. Para melhorar o estado de humilhação, uma das colegas de vigilância enganou-se na distribuição dos lugares e na preparação das mesas, e não conseguiu resolver o problema simples com que se deparava. Após começar a prova, alguns dos professores que a realizavam iniciaram gritos de protesto e mobilizaram os que nas outras salas realizavam a prova, para não a fazerem. Durante quase todo o tempo de prova, a escola encheu-se de gritos de protesto e quase todos acabámos por desistir de a realizar. A cereja no topo do bolo foi a colega que fazia a vigilância dizer “Quando os alunos começarem a fazer isto, depois vão ver se gostam.”. Noutras salas, comentários semelhantes surgiram de outros colegas vigilantes.
    Este foi um dia humilhante para toda a nossa classe. Parabéns sr. Ministro!

    1. Só para acrescentar outra pérola da colega vigilante: “Eu até tinha um dia de férias para tirar e mesmo assim vim para aqui.”
      Obrigado colega, por nos vir aturar quando podia estar em casa. Foi um serviço que nos fez.

        • Sílvia on 18 de Dezembro de 2013 at 17:08
        • Responder

        Nem sei o que dizer sobre esse (não ser) humano. Comparar a nossa situação com os exames dos alunos? Coitada…

    • Mónica on 18 de Dezembro de 2013 at 16:01
    • Responder

    AE Gil Paes, Torres Novas: tudo decorreu dentro da normalidade. Os professores vigilantes foram sorteados pelas salas.
    Na minha sala, houve ajudas por parte dos professores vigilantes a algumas pessoas, houve troca de respostas. Enfim!

    • Maria on 18 de Dezembro de 2013 at 16:02
    • Responder

    Em Setúbal apenas se realizou na Escola Secundária da Bela Vista com bastantes protestos no exterior, não havia condições para a realização da prova que não prova nada!

    • Incognita on 18 de Dezembro de 2013 at 16:07
    • Responder

    AE Barbosa du Bocage em Setúbal, ninguém fez. A Ordem de Santiago, acho que fizeram.

    • Isabel Lopes on 18 de Dezembro de 2013 at 16:10
    • Responder

    No Agrupamento de Escolas do Viso (Viseu) também não houve prova.
    Pessoal, toca a mobilizar uma manifestação com os polícias e associações de pais, vão ver como isto sim daria o verdadeiro impacto. Não vivi na altura de Salazar, mas penso que mesmo nessa altura os professores não eram tão humilhados. O Ministério da Educação deveria sim era preocupar-se com a indisciplina, pois vamos ter graves problemas sociais. Se há alguns grupo a tentar formar uma ordem de professores é agora a altura ideal para desencadear a defesa da nossa dignidade. A todos os professores o meu respeito

    • Maria Luísa Cabaço on 18 de Dezembro de 2013 at 16:27
    • Responder

    AE nº 4 – Não houve prova!

      • Maria Luísa Cabaço on 18 de Dezembro de 2013 at 16:28
      • Responder

      em ÉVORA,

    • Barão Vermelho on 18 de Dezembro de 2013 at 16:39
    • Responder

    Em Évora não houve prova. Muito obrigado aos colegas Vigilantes que se recusaram a vigiar. Quando forem eles a precisar, de certeza que estarei lá para lado a lado com eles…

    • Luciana Gregório on 18 de Dezembro de 2013 at 16:45
    • Responder

    Na AE Fernando Pessoa a prova realizou-se a 100%. Nenhum vigilante fez greve. Após questionar os vigilantes sobre o facto de não fazerem greve, responderam arrogantemente que estavam a fazer o seu trabalho… No inicio da prova entregaram as duas provas a cada candidato e ao longo da prova ainda conversaram. A função das mesmas vigilantes deveria ter sido avaliada, tal como as pessoas que estavam a passar a declaração de presença… Foi lamentável, humilhante… Fomos maltratados e fizemos a prova completamente gelados e com a porta das salas aberta… Deixo aqui uma palavra de agradecimento aos professores efetivos desta escola, visto que para o ano poderei ser eu a vigiá-los na PACC. Orgulho em todos os outros que fizeram greve…

    • Pedro Paredes on 18 de Dezembro de 2013 at 16:55
    • Responder

    Na E.B. 2,3 André Soares, em Braga, a prova realizou-se, apesar da contestação que alguns colegas fizeram, dentro e fora da escola. Eu fiz a prova, como outros, por não ter outra opção. Mas o que achei mais grave foi ver colegas do quadro a vigiar a prova. Segundo pude apurar, nenhum fez greve (ou então fizeram muito poucos), já que me informaram que estavam todos convocados e concentrados na biblioteca, para alguma necessidade. Os colegas do quadro, ao invés de serem solidários, pactuaram com esta vergonha, em vez de fazerem greve (por meio dia de trabalho = 30€). Deviam ter vergonha!!! Espero que lhes pese na consciência e que um dia também lhes aconteça o mesmo. Cambada de ovelhas!!! Amarelos sem vergonha!!! Sinto vergonha de ter estagiado naquela escola!!! Ass: Pedro Paredes (estagiário de BG, no ano lectivo de 2006/2007)

      • MV on 19 de Dezembro de 2013 at 14:03
      • Responder

      já trabalhei nesse agrupamento e não me espanta essa atitude! de todos as escolas onde já trabalhei, foi onde notei menos solidariedade entre colegas… não iam começar agora!

    • torradeira1 on 18 de Dezembro de 2013 at 17:02
    • Responder

    Alguém teve notícias de Guimaraes/Braga? Eram os locais com mais inscritos depois de Lisboa, Porto e Gaia.

    • Cristóvão Amaral on 18 de Dezembro de 2013 at 17:26
    • Responder

    No AE nº2 de Beja não houve prova. Todos os contratados uniram-se e boicotaram a realização da prova. Foi uma prova de união e coragem contra o MEC e contra os ‘colegas’ do quadro que estavam ansiosos para vigiar.

    • A C on 18 de Dezembro de 2013 at 18:13
    • Responder

    Na Guarda uns 12 fizeram a prova. Muitos colegas do quadro estiveram do nosso lado. Mas ainda dentro do tempo regulamentado mais colegas quisemos ir para as salas e fomos barrados por um cordão policial.

    • Beringela on 18 de Dezembro de 2013 at 19:54
    • Responder

    No AE Eça de Queirós nos Olivais nenhum dos vigilantes fez greve…

    questionados porquê, disseram que se não fossem eles, eram outros que já lá estavam “na fila”…
    (de salientar que praticamente todos os vigilantes já estavam visivelmente perto da idade da reforma, portanto deviam estar pouco preocupados com os contratados…)

    A prova lá se fez mesmo sem luz!!! e com imenso barulho quer no exterior, quer no interior!

    • ... on 18 de Dezembro de 2013 at 20:04
    • Responder

    Parabéns aos colegas do AE de Ponte de Lima, que mesmo ameaçados pela inspeção, não cederam. 100% em greve, inclusivamente, os colegas que estavam a dar aulas aos cursos profissionais e que foram coagidos a interromper as suas aulas, para vigiarem, entraram, nesse momento, também em greve, sabendo que terão que repor essas mesmas aulas, posteriormente. Tenho orgulho dos colegas desta e de outras escolas do nosso país.

    • Leo on 19 de Dezembro de 2013 at 20:39
    • Responder

    Ainda a propósito da prova de avaliação de conhecimentos e capacidades, imposta pelo Ministério da Educação aos professores contratados com menos de cinco anos de serviço, no dia 18 de dezembro, apraz-me contar uma situação, digna de enaltecer, passada na minha Escola, a Escola Básica de Vouzela.
    Como resposta à greve marcada para este dia, os professores vigilantes aderiram à mesma, de forma generalizada, impedindo a realização da referida prova por parte de todos os professores contratados que se dirigiram à escola para a realização da dita cuja.
    Ao saberem que não iriam realizar a prova, os professores contratados respiraram de alívio, tendo feito à chegar à Diretora do Agrupamento um pedido de agradecimento a todos os professores vigilantes, por não terem comparecido para vigiar a prova, libertando-os assim deste fardo para o qual não foram tidos nem achados a opinar.
    Ainda não contente com tudo isto, no dia de hoje, um dos professores contratados, desempregado, retornou à escola, não para realizar a prova, claro, mas antes para reforçar o seu agradecimento de forma adocicada. Entregou à Diretora do Agrupamento várias caixas de chocolates para distribuir por todos os professores grevistas do Agrupamento.
    Gostaria, na parte que me toca, e penso que em nome de todos os professores vigilantes grevistas, agradecer-lhe por este gesto simples e humilde, o que me faz pensar que os professores, quando querem, podem ser solidários uns com os outros e podem enfrentar as injustiças a que constantemente são submetidos, por este Ministério sem rei nem roque.

  9. Pergunta: quem foi a uma escola para (não) realizar a prova, reparou se havia um relógio na sua sala? Toda a gente com quem falei até agora me disse que na sala onde esteve não tinha relógio, e na sala onde eu estive tinham a tela do projetor puxada para baixo para o esconder.

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