Parecer da Escola Secundária de Camões Sobre a PACC

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8 comentários

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    • Carlos on 5 de Dezembro de 2013 at 11:26
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    Este é o parecer mais sensato e assertivo que já li. Na verdade, não me surpreende vindo da Escola Secundária de Camões! É justo e visa a união de toda a classe docente, ao contrário das alegrias circunstanciais criadas pelos critérios de fragmentação de exceção! Parabéns!!!

    • sasso on 5 de Dezembro de 2013 at 11:47
    • Responder

    é um parecer evidente, basta ser-se sério para pensar e escrever assim

    • Professor on 5 de Dezembro de 2013 at 12:17
    • Responder

    A reunião era “Geral”, mas parece que nem todos estiveram presentes. Por vezes, quem defende, nesses ajuntamentos “gerais”, posições, só que sejam ligeiramente diferentes, das consideradas “politicamente corretas” sujeita-se a sofrer represálias na escola.
    O atual diretor do Liceu Camões é ou já foi dirigente sindical da fenprof e a lei da gestão das escolas permite que eles se vão “eternizando” nos cargos. Não quero com isto dizer que o colega bacharel de engenharia e professor de matemática seja pessoa para perseguir seja quem for.

    • Domingos Fontoura Fernandes on 5 de Dezembro de 2013 at 12:30
    • Responder

    Concordo! Todas as escolas deveriam fazer o mesmo!

    1. Concordo consigo mas as escolas que o têm feito ultimamente já o deveriam ter feito há mais tempo; agora, em cima da data da prova é que se manifestam ….

    • josé Gomes Costa on 5 de Dezembro de 2013 at 13:05
    • Responder

    Como sempre defendi, a haver uma prova, era ela que dava acesso à Profissionalização e não a Profissionalização que dava acesso à prova. Assim, evitava-se: desacreditação das universidades; a diferenças entre Ilhas e continente; desacreditação dos Professores envolvidos na validação das Profissionalizações; a discriminação entre quem está isento ou não, enfim uma serie de problemáticas. Nunca estive contra uma prova, que até certo ponto “nivelasse” os diferentes sistemas de ensino, todavia, essa prova, no meu entender, seria o culminar da Profissionalização, isto é, no culminar do curso todos os futuros professores fariam um exame nacional e, quem ficasse aprovado, a Universidade atestava a Profissionalização. Por outro lado, quem já é Profissionalizado deveria – por uma questão de bom senso; sustentabilidade da credibilidade das instituições e ainda,
    por forma a evitar todas as problemáticas atrás evidenciadas -, ficar isento, afinal é Profissionalizado. Mas enfim…. Parabéns à Escola Secundária de Camões.

    • Miguel Castro on 5 de Dezembro de 2013 at 14:27
    • Responder

    Faltava só concluir que nenhum professor da escola se encontra disponível para vigiar ou corrigar semelhante nojo…

    • azevedo on 6 de Dezembro de 2013 at 18:40
    • Responder

    Este é o parecer mais sensato e assertivo que já li. Parabéns!!!

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