Para Lembrar

… a “palavra de honra” de um Secretário de Estado.

Em Junho de 2013

O Ministério da Educação e Ciência comprometeu-se hoje, com os sindicatos de professores, a estipular os 60 quilómetros como a distância máxima a que os professores dos quadros de Escola e Agrupamento podem ser colocado. A garantia foi dada aos jornalistas pelo secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida.

 

Em 28 de Novembro de 2013

 

Artigo 47.º-C

Âmbito geográfico

1 — A mobilidade dos docentes de quadro de agrupamento ou de escola não agrupada ocorre dentro do espaço geográfico correspondente ao quadro de zona pedagógica onde se encontra situado o estabelecimento de ensino ou de educação de provimento.

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/11/para-lembrar/

16 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • MIG on 28 de Novembro de 2013 at 16:21
    • Responder

    Sairam das negociações para se armarem, agora não se queixem!
    Nogueira para a sala de aula, Já!

    • pensador on 28 de Novembro de 2013 at 16:35
    • Responder

    E os 60Kms seria em linha reta, pelo caminho mais “reto” ou pelo caminho mais “curvo”?…
    O legislador tem de ter critérios objetivos, o QZP, a que a escola pertence, é uma unidade territorial objetiva e, regra geral, as mudanças não deverão ser superiores aos 60Km que serviram de referência em sede negocial.
    Peçam é que sejam criadas condições às famílias para o cumprimento efetivo dos 12 anos de escolaridade obrigatória, pois se não houver alunos não haverá TRABALHO para os professores.

      • Ana on 28 de Novembro de 2013 at 19:40
      • Responder

      Já consultou o mapa dos QZP? Parece-me que não… o seu comentário não faz qualquer sentido.

    • silvia vasconcelos on 28 de Novembro de 2013 at 17:03
    • Responder

    Deixem de dar tiros nos pés. (Deixe-me-nos de ser parvos!)
    É óbvio que os sindicatos têm culpa.
    Mas neste momento justifica-se é denunciar junto da opinião pública as mentiras que, repetidamente, o MEC profere aos jornais e aos portugueses

      • Maria on 28 de Novembro de 2013 at 19:53
      • Responder

      Deixemo-nos…

    • Carlos Plágio on 28 de Novembro de 2013 at 17:33
    • Responder

    Sobre o valor da palavra nos dias de hoje, poderíamos discorrer durante horas…
    A mesma reflexão, mas aplicada à palavra dos políticos e, em particular, dos governantes, ocupar-nos-ia dias e dias…
    Pelo que, enquanto contratado, apenas posso desejar que a consequência imediata de mais um gravíssimo desrespeito seja a mobilização dos colegas do quadro para a luta dos professores, a iniciar-se com a tomada de posições firmes quanto à prova.

      • SM on 28 de Novembro de 2013 at 18:32
      • Responder

      Se os colegas dos quadros nos abandonarem nesta luta (greve à PACC), podem apostar que nós, contratados, os abandonaremos em lutas seguintes… Por mim falo…

    • Carlos on 28 de Novembro de 2013 at 17:40
    • Responder

    Não me inscrevi na prova! Gostaria de deixar aqui um agradecimento público a todos os sindicatos e a todos os colegas que se inscreveram na mesma. Um bem-haja a todos os colegas solidários que tanto barafustaram e na hora de decidir resolveram aceitar aquilo que tanto contestaram! TRAIDORES!

    • Fernando on 28 de Novembro de 2013 at 18:26
    • Responder

    Lutei na rua contra a prova, mandei mails para todo o lado, melguei a comunicação social mas inscrevi-me na prova. Segui o conselho de Mário Nogueira porque até ao dia 18 de dezembro tenho a hipótese de não fazer a prova. O ministro, há uns minutos, falou em 30 mil que se inscreveram. Isto mostra que as pessoas ainda alimentam o sonho de dar aulas um dia mas não significa que estejam a favor da prova ou que a vão realizar. A mensagem anterior só mostra quão desunidos somos e quantos grupelhos há na nossa profissão.
    Dia 18 lá estarei para realizar a prova se não houver novidades até lá mas serei o primeiro a ficar cá fora se surgir um movimento de não entrada na escola. Respeito os colegas que querem mesmo fazer a prova mas, se a malta alinhar em grande maioria, ficaremos cá fora e brindo o governo com 35€.
    Colegas do quadro, … não vigiem a prova e não as corrijam.
    Colegas contratados e desempregados, … continuem a lutar.
    O Crato agora vai interpretar os números dos inscritos a seu elo prazer mas temos que continuar a mostrar que ele está enganado.
    Cumprimentos e calma!!!!!!!

  1. Eu estou a 101 KM!
    Chamo a polícia, os bombeiros, ou peço um padre mapa o secretário se poder confessar?

    • ASP on 28 de Novembro de 2013 at 21:28
    • Responder

    O Nogueira é que não tem qualificações suficientes senão seria o primeiro a corrigir provas…antes de ir” à luta”!!!

    • cfmp on 29 de Novembro de 2013 at 9:16
    • Responder

    Grochax, a minha mulher esta a 550 km de CASA !!!!!!!
    Cuitadinhos dos efetivos ! pf
    No coments !

    • Tadeu on 29 de Novembro de 2013 at 19:33
    • Responder

    Arlindo este post está certo?
    Fui analisar e verifiquei que se o acordado foi o que se diz sobre os 60km, está tudo certo.
    Na lei 80/2013 é alterado o estatuto e é referido que o docente pode ser, por interesse público, colocado pela administração nas condições definidas em diploma próprio. A mesma lei 80/2013 altera o DL 132/2012 (o tal diploma próprio)- concursos- e refere que se os docentes sem componente letiva não forem colocados pelos diversos concursos, pode a administração colocar os docentes de acordo com a lei 12-A, art. 61. Esse artigo foi alterado pela lei 66/2012, estabelecendo que sem acordo do trabalhador a administração só o pode colocar a 60km.
    Desta vez parece que o MEC tem razão. Se assim for….. Andamos a enganar os professores.

  2. Isso está certo sim, mas altera o âmbito das preferências para quem está em mobilidade por ausência da componente letiva, sendo QA/QE para todo o QZP da escola de provimento (até aqui era dentro do Concelho com as exceções de alguns concelhos do Porto e Lisboa) . Se não há lugar em todo o QZP para colocação por concurso onde a administração pode conseguir uma colocação até aos 60km?
    É que quem está na ponta de um QZP possivelmente já alargou a 60 km de outro QZP de forma a não se arriscar ficar ainda mais longe no seu QZP.

    • Tadeu on 29 de Novembro de 2013 at 20:29
    • Responder

    Fui analisar outra vez.
    Não me parece que tenhas razão.
    Se leres na lei 80/2013 o docente manifesta preferências. Não é obrigado a manifestar para todo o QZP. Pode manifestar apenas para um escola. E assim, podem existir horários até 60km. Se um professor morar na área perto de 2 ou mesmo 3 QZP ( e isso é possivel) pode a administração encontrar um horário para esse docente.
    Acho mesmo que, desta vez, não tens razão.

    1. Fiz este post, se não tiver razão tanto melhor, mas não sei.
      http://www.arlindovsky.net/2013/11/o-que-muda-no-diploma-de-concursos/

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Discover more from Blog DeAr Lindo

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading